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Arcoverde: prefeitura entregará calçamentos no São Cristóvão e Jardim Petrópolis

Por Nill Júnior

Com a conclusão de mais um importante conjunto de pavimentações, a Prefeitura de Arcoverde, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Urbano, vai entregar à população os novos calçamentos das Ruas CAGEP (no São Cristóvão), Julito de Oliveira e Ruanda (no Jardim Petrópolis).

As três vias foram contempladas por emendas do Ex-Senador Jarbas Vasconcelos, em convênio com a SUDENE, e estão integrando o maior pacote de obras da história do município, que já beneficiou mais de 80 ruas em diversas localidades, agregando até o momento mais de 145 mil m² de vias calçadas e asfaltadas.A primeira a ser entregue pelo Prefeito Wellington Maciel e sua equipe de trabalho, será a Rua CAGEP, na próxima terça-feira (27/02), a partir das 16h. Com área de 361,33 m², a via pública teve o investimento de R$ 29.717,77 (vinte e nove mil, setecentos e dezessete reais e setenta e sete centavos), para o calçamento dos seus 59,240 m de extensão linear.Já na quinta-feira (29/02), a partir das 16h, será a vez das Ruas Julito de Oliveira e Ruanda serem apresentadas devidamente concluídas. Com 1.090 m², a Julito de Oliveira teve o investimento de R$ 93.143,77 (noventa e três mil, cento e quarenta e três reais e setenta e sete centavos), nos seus 220,500 m de extensão linear.E a Rua Ruanda obteve os seus 744 m² concretizados pelo valor de R$ 124 mil (cento e vinte e quatro mil reais), favorecendo o calçamento de 61.142,56 m de extensão linear.“Mais três novas vias públicas que agora passam a garantir para seus moradores e o público em geral, as marcas de dignidade e melhor qualidade de vida, priorizando a nossa meta de gestão que tem sido contemplar localidades periféricas de Arcoverde”, ressaltou o Prefeito Wellington Maciel.

Outras Notícias

Em Serra, Raquel 41% e João, 40%, diz Múltipla

Pesquisa eleitoral realizada pelo Instituto Múltipla Serra Talhada, contratada pelo Farol de Notícias aponta um cenário de forte equilíbrio na disputa pelo Governo de Pernambuco. O levantamento, feito pelo Instituto Múltipla nos dias 7 e 8 de maio, ouviu 300 eleitores e possui margem de erro de 5,7 pontos percentuais para mais ou para menos. […]

Pesquisa eleitoral realizada pelo Instituto Múltipla Serra Talhada, contratada pelo Farol de Notícias aponta um cenário de forte equilíbrio na disputa pelo Governo de Pernambuco.

O levantamento, feito pelo Instituto Múltipla nos dias 7 e 8 de maio, ouviu 300 eleitores e possui margem de erro de 5,7 pontos percentuais para mais ou para menos.

No principal cenário apresentado, a governadora Raquel Lyra aparece numericamente à frente com 41% das intenções de voto, enquanto o prefeito do Recife João Campos surge logo atrás com 40%. Outros 10% dos entrevistados afirmaram estar indecisos. O levantamento,  dada a margem de erro,  configura empate técnico.

A pesquisa também mediu os índices de rejeição dos dois pré-candidatos ao Palácio do Campo das Princesas. Segundo os dados, a disputa permanece equilibrada, embora 32% dos entrevistados tenham afirmado não rejeitar nenhum dos dois nomes apresentados.

A pesquisa ainda avaliou a gestão estadual e revelou a aprovação significativa do governo Raquel Lyra em Serra Talhada. De acordo com os números, 61% aprovam a administração da governadora, enquanto 26% desaprovam.

Em Serra, o deputado estadual Luciano Duque apoia a reeleição de Raquel Lyra, enquanto a prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, está alinhada ao projeto político de João Campos.

A pesquisa foi realizada pelo Instituto Múltipla nos dias 7 e 8 de maio, com 300 entrevistas em Serra Talhada. A margem de erro é de 5,7 pontos percentuais para mais ou para menos, com registros PE 02593/2026 e BA 02602/2026.

STF intima Michel Temer a explicar reformas administrativas

A partir de ação do Partido Democrático Trabalhista (PDT) para reverter reforma administrativa, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luis Roberto Barroso, determinou na tarde de hoje (25/05) a intimação para que o presidente da República interino, Michel Temer, se pronuncie em até cinco dias úteis sobre os atos realizados no exercício da Presidência. […]

A partir de ação do Partido Democrático Trabalhista (PDT) para reverter reforma administrativa, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luis Roberto Barroso, determinou na tarde de hoje (25/05) a intimação para que o presidente da República interino, Michel Temer, se pronuncie em até cinco dias úteis sobre os atos realizados no exercício da Presidência.

O despacho ainda determina que o advogado-geral da União, Fábio Medina Osório, e o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, se manifestem sobre o tema no mesmo prazo.

A sigla questionou na última sexta-feira, por meio da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF 409), os atos do Poder Executivo, funções privativas de Presidente da República, como fusão e extinção de Ministérios, implementação de reformas tributárias e previdenciárias, venda de empresas públicas, extinção e redução de programas sociais e anulação de atos praticados pela Presidente eleita Dilma Rousseff durante o exercício regular do mandato.

Na peça, o partido requer pedido de concessão de medida liminar para suspender qualquer alteração de Michel Temer até o julgamento do mérito das funções do vice-presidente interino nesse período de 180 dias de afastamento de Dilma Rousseff.

Para o vice-presidente nacional do partido, deputado federal André Figueiredo, o afastamento temporário de Dilma não configura a efetividade de Temer no cargo, que assume sob condição provisória.

“O impedimento é uma situação temporária, que não permite ao presidente interino cumprir responsabilidades como uma reforma do Estado brasileiro e com mudanças irreversíveis e de grande prejuízo à soberania nacional como a venda de empresas públicas. Confiamos nas instituições brasileiras para cumprimento da nossa Constituição. Vamos aguardar agora o pronunciamento dos citados”, explica

João tem 56% e Raquel 28% na disputa pelo governo de PE, diz Quaest

Foram ouvidos 1.104 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 19 e 23 de fevereiro; nível de confiança é de 95%. Margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. Por g1 Pernambuco A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (27) indica que 56% dos eleitores pernambucanos pretendem votar no […]

Foram ouvidos 1.104 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 19 e 23 de fevereiro; nível de confiança é de 95%. Margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Por g1 Pernambuco

A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (27) indica que 56% dos eleitores pernambucanos pretendem votar no prefeito do Recife, João Campos (PSB), para governador de Pernambuco nas eleições de 2026. A atual governadora, Raquel Lyra (PSDB), está em segundo lugar, com 28% das intenções de voto.

O levantamento foi contratado pela Genial Investimentos e feito entre os dias 19 e 23 de fevereiro. Foram ouvidos 1.104 eleitores de Pernambuco com 16 anos ou mais. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.

Intenção de voto para governador em 2026: João Campos (PSB): 56%; Raquel Lyra (PSDB): 28%; Gilson Machado (PL): 5%; Indecisos: 3%; Branco/Nulo/Não vai votar: 8%.

A pesquisa também questionou os eleitores se eles consideram que Raquel merece ser reeleita. De acordo com o levantamento: Sim: 44%; Não: 52%; Não sabem/não responderam: 4%.

Presidente de sessão é retirado por justiça após impedir votantes

Um presidente de sessão eleitoral que atuava na Secretaria de Educação em Afogados’ foi retirado da função pela Justiça Eleitoral em virtude de uma condução inadequada. Ele estava impedindo algumas pessoas de votar, sob circunstâncias não previstas na Lei Eleitoral. Pelo menos três pessoas atestaram terem sido impedidas de votar. Advogados de coligações foram acionados. O […]

Um presidente de sessão eleitoral que atuava na Secretaria de Educação em Afogados’ foi retirado da função pela Justiça Eleitoral em virtude de uma condução inadequada.

Ele estava impedindo algumas pessoas de votar, sob circunstâncias não previstas na Lei Eleitoral. Pelo menos três pessoas atestaram terem sido impedidas de votar. Advogados de coligações foram acionados. O promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto disse que acionou a Juíza Eleitoral Daniela Rocha Gomes e houve determinação para substituição do presidente da sessão.

“Ele chegou a impedir uma portadora de necessidade especial de estar com, acompanhante, o que é permitido pela lei”, disse o promotor.

O eleitor portador de necessidades especiais que dificultem o exercício do direito de voto, poderá contar com o auxílio de pessoa de sua confiança para votar. O acompanhante poderá, inclusive, digitar os números na urna eletrônica.

Temer pede novo decreto de indulto natalino que atenda o STF, diz ministro

Da Folha de São Paulo O presidente Michel Temer deve publicar um novo decreto de indulto natalino para substituir trechos que foram suspensos pela presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Cármen Lúcia. O Palácio do Planalto vai elaborar um texto que concede o benefício a parte dos condenados que seriam favorecidos pela medida original, publicada […]

Da Folha de São Paulo

O presidente Michel Temer deve publicar um novo decreto de indulto natalino para substituir trechos que foram suspensos pela presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Cármen Lúcia.

O Palácio do Planalto vai elaborar um texto que concede o benefício a parte dos condenados que seriam favorecidos pela medida original, publicada na última sexta-feira (22) pelo governo.

Segundo o ministro Torquato Jardim (Justiça), o presidente pediu que ele estudasse a redação de um novo decreto que preencha as lacunas abertas pela decisão do STF e atenda aos criminosos “excluídos” pela liminar.

Para evitar um conflito com o Judiciário, o Executivo pretende acatar as observações feitas pela ministra na alteração das regras estabelecidas inicialmente. A ideia é evitar que o episódio amplie o desgaste entre os dois Poderes.

“O presidente solicitou a elaboração de um novo decreto que leve em consideração os fundamentos apresentados pela presidente do Supremo Tribunal Federal. Em algum momento, nós vamos apresentar essa medida”, afirmou Torquato à Folha.

Negociação – Na tarde desta quinta-feira (28), Temer escalou o ministro para tratar do assunto nos próximo dias com Cármen Lúcia. O objetivo é construir uma solução negociada para a divergência entre o Palácio do Planalto e a Suprema Corte, evitando que um novo decreto pareça uma tentativa de atropelo institucional.

Caso não haja acordo, o presidente pretende recorrer da decisão por intermédio da AGU (Advocacia-Geral da União) após o recesso do Judiciário, em janeiro.

O governo acredita que o ministro Luís Roberto Barroso, relator do processo, tende a manter a suspensão do decreto, mas que há chances de reverter a decisão no plenário do STF.

A presidente do Supremo suspendeu nesta quinta-feira (28) trechos do indulto natalino concedido por Temer, considerado mais generoso que os benefícios estabelecidos em anos anteriores.

Foi suspenso o indulto a condenados que cumpriram um quinto da pena, se não reincidentes, e um terço da pena, se reincidentes, nos casos de crime sem grave ameaça ou violência a pessoa. A liminar também atinge o artigo que livra o condenado de pagamento de multas.

Desgaste – A decisão da ministra foi um revés para Temer, que resistia em recuar da iniciativa, apesar dos ataques feitos por integrantes da força-tarefa Operação Lava Jato e da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, autora do pedido de suspensão.

Na manhã desta quinta-feira (28), antes da decisão do STF, Temer se reuniu com Torquato para discutir o impasse. Na saída, o ministro disse que não havia “nenhuma” chance de revisão da medida.

A ideia de conceder um indulto mais abrangente partiu do próprio presidente, que tem uma “visão mais liberal” sobre o benefício, segundo Torquato. Ele foi criticado por ampliar o horizonte de favorecidos pela medida no momento em que as investigações da Operação Lava Jato atingem seus principais aliados políticos.

O episódio provocou desconforto até entre integrantes do governo, para os quais a atitude foi “desnecessária” e deve ampliar o desgaste na imagem de Temer quando sua impopularidade demonstra os primeiros sinais de arrefecimento.

No Palácio do Planalto, auxiliares do presidente afirmam que já anteviam a polêmica em relação ao indulto, mas avaliam que a reação da PGR e de outras entidades foi “exagerada” e “desnecessária”.