Arcoverde fará online o 2° Fórum Comunitário do Selo Unicef 2017 a 2020
Por André Luis
A Prefeitura de Arcoverde, através da Secretaria de Assistência Social e da Coordenadoria de Políticas Públicas para Crianças e Adolescentes, estará promovendo online, na próxima quinta-feira, dia 25 de junho, o 2° Fórum Comunitário do Selo Unicef 2017 a 2020. A iniciativa acontece das 14h às 16h e para participar é necessário clicar aqui.
Nesta edição, os participantes contarão com a avaliação de Indicadores de Impactos – linha de base original; Resultados Sistemáticos; Conquistas; Desafios e Lições Aprendidas, além de apresentação do Relatório de Transparência Pública do referido selo no município.
O Fórum possui como intuito ouvir e envolver a comunidade para o seu Plano de Ação. Desta forma, estará garantindo que as políticas públicas voltadas às crianças e adolescentes sejam desenvolvidas com qualidade e reflitam os anseios dos cidadãos no município.
Ricardo Balthazar, da Folha. Paula Bianchi, do The Intercept Brasil Mensagens privadas trocadas por procuradores da Operação Lava Jato em 2015 mostram que o então juiz federal Sergio Moro interferiu nas negociações das delações de dois executivos da construtora Camargo Corrêa, cruzando limites impostos pela legislação para manter juízes afastados de conversas com colaboradores. As mensagens, obtidas […]
Ricardo Balthazar, da Folha. Paula Bianchi, do The Intercept Brasil
Mensagens privadas trocadas por procuradores da Operação Lava Jato em 2015 mostram que o então juiz federal Sergio Moro interferiu nas negociações das delações de dois executivos da construtora Camargo Corrêa, cruzando limites impostos pela legislação para manter juízes afastados de conversas com colaboradores.
As mensagens, obtidas pelo The Intercept Brasil e examinadas pela Folha e pelo site, revelam que Moro avisou aos procuradores que só homologaria as delações se a pena proposta aos executivos incluísse pelo menos um ano de prisão em regime fechado.
A Lei das Organizações Criminosas, de 2013, que definiu regras para os acordos de colaboração premiada, diz que juízes devem se manter distantes das negociações e têm como obrigação apenas a verificação da legalidade dos acordos após sua assinatura.
O objetivo é garantir que os magistrados tenham a imparcialidade necessária para avaliar as informações fornecidas pelos colaboradores e os benefícios oferecidos em troca no fim do processo judicial, quando cabe aos juízes aplicar as penas negociadas se julgarem os resultados da cooperação efetivos.
As mensagens obtidas pelo Intercept mostram que Moro desprezou esses limites ao impor condições para aceitar as delações num estágio prematuro, em que seus advogados ainda estavam na mesa negociando com a Procuradoria.
Os diálogos revelam também que a interferência do juiz causou incômodo entre os integrantes da força-tarefa à frente do caso em Curitiba, que nessa época divergiam sobre a melhor maneira de usar as delações para dar impulso às investigações.
Ao contrário do período em que era aliada, Lyra não apontará recursos vultosos para Festa de Setembro. Luciano Duque faz defesa e acusa gestão de desorganizada ao elaborar projetos A ida de Raquel Lyra a Serra Talhada nesta quinta para o Ouvir Para Mudar inaugura o novo modelo de relação da gestão estadual com o […]
Ao contrário do período em que era aliada, Lyra não apontará recursos vultosos para Festa de Setembro. Luciano Duque faz defesa e acusa gestão de desorganizada ao elaborar projetos
A ida de Raquel Lyra a Serra Talhada nesta quinta para o Ouvir Para Mudar inaugura o novo modelo de relação da gestão estadual com o governo da prefeita Márcia Conrado, que após um período como “aliada chave no Sertão”, definiu pelo apoio ao socialista João Campos.
Segundo Josenildo Barbosa, Presidente da Fundação Cultural de Serra Talhada, o governo Raquel Lyra não contribuiu financeiramente nem institucionalmente com o evento.
“A Prefeitura de Serra Talhada está fazendo todo esse esforço está sendo feito sem qualquer patrocínio do Governo do Estado. Nem um centavo, nem da Fundarpe, nada. A Fundação Cultural encaminhou diversos ofícios solicitando apoio e, até agora, não obtivemos nenhuma resposta positiva. Isso é uma falta de respeito”, reclamou.
Pouco mais de um ano atrás, antes das notícias de rompimento político, de abril desse ano, Márcia Conrado ia às redes celebrar que as atrações eram bancadas graças à Raquel Lyra.
“Acabei de receber uma ligação onde a nossa governadora Raquel Lyra libera para Serra Talhada além de Limão Com Mel, Solange Almeida para completar nossa festa dia 5. Espero todos vocês lá”, comemorou Márcia em 5 de maio do ano passado, nos preparativos para a Emancipação. Na festa de setembro do ano passado, também houve suporte estadual
Agora, pão e água. Na imprensa, o Deputado Luciano Duque culpou a desorganização na elaboração de projetos da gestão Márcia e apontou os problemas enfrentados na organização do evento.
Duque até revelou o ofício de Josenildo, que pedia atrações como Wesley Safadão, Eric Land, Felipe Amorim, Tarcísio do Acordeon, Simone Mendes, Zé Vaqueiro, Leonardo e Rey Vaqueiro.
Duque chegou a apontar o prazo do ofício, mas convenhamos, isso nunca foi problema quando Márcia e Raquel era aliadas.
Por outro lado, Márcia expõe a governadora através de aliados já antecipando o ambiente eleitoral. Mas sabia das dificuldades de acesso após seu reposicionamento político.
O episódio praticamente confirma que não haverá clima para a presença da prefeita no Ouvir Para Mudar, nesta quinta-feira. Havia dúvidas sobre sua presença. Agora, há quase certezas de que a prefeita não vai.
O fato é que o fechar de portas do Estado gera um desafio para a gestão: manter o nível da programação recorrendo a outras fontes de financiamento, sem comprometer as contas municipais. Emendas parlamentares seriam um caminho.
Quanto à governadora, um recado óbvio: ela tem priorizado apoio a prefeitos alinhados politicamente, como no circuito Pernambuco Meu País, presente na sua ampla maioria em cidades cujos gestores têm alinhamento político. Nenhuma novidade.
O debate será ancorado pela Rádio Jornal Nesta quinta-feira (20), a partir das 10h, as candidatas ao governo de Pernambuco, que disputam o segundo turno das Eleições 2022, se encontram para debater ideias e propostas para o Estado na Rádio Jornal. O encontro, que será transmitido ao vivo pela internet, será mediado pelo jornalista do […]
Nesta quinta-feira (20), a partir das 10h, as candidatas ao governo de Pernambuco, que disputam o segundo turno das Eleições 2022, se encontram para debater ideias e propostas para o Estado na Rádio Jornal.
O encontro, que será transmitido ao vivo pela internet, será mediado pelo jornalista do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (SJCC) Wagner Gomes. Além disso, o colunista do JC Igor Maciel e a apresentadora da TV Jornal Interior Izabela Barbosa.
Às duas candidatas, Marília Arraes (SD) e Raquel Lyra (PSDB), que passaram para a segunda etapa do pleito eleitoral foram convidadas e devem participar.
Assim, elas ficarão frente a frente para discutir os desafios e soluções para Pernambuco nos próximos anos.
O debate da Rádio Jornal terá duas horas de duração e será dividido em cinco blocos. Na primeira etapa, as candidatas farão suas considerações iniciais.
Na segunda parte do debate, Marília e Raquel farão perguntas entre si, com tema livre. Na terceira etapa, elas farão perguntas entre si com tema sorteado pelo mediador.
O quarto bloco contará com a participação de jornalistas, que farão perguntas às candidatas. O quinto e último bloco será destinado às considerações finais.
O debate será ancorado pela Rádio Jornal e retransmitido em rede para todas as rádios do sistema. Também haverá transmissão do programa pelo Youtube, Instagram e Facebook da Rádio Jornal.
Também será possível assistir ao debate pelos perfis do Jornal do Commercio, TV Jornal e NE10 no Facebook.
E ainda sintonizando a Rádio Pajeú no radinho, no aplicativo próprio, no Radios Net, na página da emissora no Facebook e também no seu canal no YouTube.
“É no confronto de ideias que a gente entende o que as candidatas têm a oferecer à população pernambucana e quais são as propostas. Além de saber como elas pretendem governar pelos próximos quatro anos”, destaca Mônica Carvalho, diretora de Jornalismo da Rádio e TV Jornal. As informações são do JC Online.
Para evitar polêmica já que o gestor tem direito a reeleição e por temer perder a legenda para disputar mandato, o Presidente do PTB de Tabira Mário Amaral entrega hoje toda documentação ao Prefeito Sebastião Dias. Mário, que é suplente de vereador e que vai tentar o mandato em 2016, já comunicou por telefone ao […]
Para evitar polêmica já que o gestor tem direito a reeleição e por temer perder a legenda para disputar mandato, o Presidente do PTB de Tabira Mário Amaral entrega hoje toda documentação ao Prefeito Sebastião Dias.
Mário, que é suplente de vereador e que vai tentar o mandato em 2016, já comunicou por telefone ao prefeito tabirense a sua saída da sigla.
Em contato com Anchieta Santos (produção dos Programas Rádio Vivo e Cidade Alerta), Amaral deixou claro que não sabe ainda qual será o futuro partidário de seu irmão, ex-prefeito Josete Amaral, que não está preocupado com o assunto, pois não será candidato nas próximas eleições. Mário admitiu se filiar ao PMN.
Morreu na madrugada desta quinta-feira (15) o coronel reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra, de 83 anos, que foi chefe de órgão de repressão política durante a ditadura militar. Ele havia sido internado no Hospital Santa Helena, em Brasília, para tratamento de um câncer. A família informou que ele fazia quimioterapia e estava com a imunidade baixa. […]
Morreu na madrugada desta quinta-feira (15) o coronel reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra, de 83 anos, que foi chefe de órgão de repressão política durante a ditadura militar. Ele havia sido internado no Hospital Santa Helena, em Brasília, para tratamento de um câncer. A família informou que ele fazia quimioterapia e estava com a imunidade baixa.
Em 23 de abril, ele foi encaminhado à UTI do Hospital das Forças Armadas (HFA) com suspeita de infarto, após um mal-estar.
De 29 de setembro de 1970 a 23 de janeiro de 1974, Ustra foi chefe do Destacamento de Operações de Informações – Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi), do II Exército, órgão utilizado para reprimir manifestações políticas contrárias à ditadura militar.
Polêmica: Em depoimento à Comissão Nacional da Verdade em 2013, o coronel afirmou que a presidente Dilma Rousseff participou de “organizações terroristas” para implantar o comunismo no Brasil nas décadas de 1960 e 1970. Segundo Ustra, se os militares não tivessem lutado, o Brasil estaria sob uma “ditadura do proletariado”.
Convocado para depor sobre supostos crimes contra os direitos humanos no DOI-Codi, Ustra conseguiu na Justiça o direito de permanecer calado. A defesa de Ustra sugeriu o envio de uma cópia do livro “Verdade sufocada”, em que o militar descreve sua atuação no órgão, mas o coronel aceitou comparecer e falar sobre o período.
Em dezembro, o relatório final da Comissão da Verdade incluiu o nome de Brilhante Ustra entre os377 responsabilizados por mortes na ditadura. Durante o comando do militar no DOI-Codi, o relatório cita registros de ao menos 45 mortes e desaparecimentos políticos. (G1)
Você precisa fazer login para comentar.