Arcoverde: Centro de Inclusão abre inscrições para o Curso de Cuidador Infantil nesta quarta-feira
Por André Luis
O Centro de Inclusão da Secretaria de Assistência Social, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – Senac e a Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Arcoverde, abre nesta quarta-feira (09), as inscrições para o Curso de Cuidador Infantil.
O curso começa no dia 18 de outubro e terá uma carga horária de 160h. Para se inscrever, é necessário ter a idade mínima de 18 anos, Ensino Fundamental Completo, Número de Identificação Social – NIS e apresentar xerox da RG, CPF, comprovante de residência e escolaridade.
As aulas acontecerão no período da tarde, das 13h às 17h. O curso é totalmente gratuito e dispõe de 25 vagas. Mais informações estão disponíveis através do telefone (87) 3822-4557.
O Engenheiro Civil Romildo Porto foi empossado na tarde desta quarta-feira (25) como o 20º presidente da Companhia Pernambucana de Saneamento – Compesa. O evento aconteceu na sede administrativa da empresa, no bairro de Santo Amaro. A solenidade de posse foi conduzida pelo presidente em exercício da Compesa, Ricardo Barreto e pelo secretário de Gestão […]
O Engenheiro Civil Romildo Porto foi empossado na tarde desta quarta-feira (25) como o 20º presidente da Companhia Pernambucana de Saneamento – Compesa. O evento aconteceu na sede administrativa da empresa, no bairro de Santo Amaro.
A solenidade de posse foi conduzida pelo presidente em exercício da Compesa, Ricardo Barreto e pelo secretário de Gestão da Secretaria de Recursos Hídricos e de Saneamento, Celso Agra.
O novo presidente Romildo Porto afirma que irá trabalhar para atender às expectativas da governadora Raquel Lyra que tem o setor de saneamento como prioridade do seu governo.
Adiantou que na sua gestão irá resgatar os “invisíveis”, expressão que vem sendo ressaltada pela governadora em alusão aos pernambucanos que têm dificuldade no abastecimento de água e/ou ainda não contam com esse serviço, além daqueles que não têm acesso ao esgotamento sanitário, área onde a carência de investimentos é ainda maior.
“Vamos trabalhar em sintonia com a recém-criada Secretaria de Recursos Hídricos, que definirá as políticas públicas para o setor, além da execução de projetos que viabilizem a captação de recursos para obras de água e esgoto para atender aos anseios da população de Pernambuco”, destacou Porto.
Segundo o novo presidente da Compesa, a responsabilidade da nova gestão é enorme, pois será necessário tocar obras hídricas estruturadoras, como é o caso das Adutoras do Agreste, Serro Azul e Alto Capibaribe.
“Atuaremos, de um lado, em grandes obras, mas sem esquecer as intervenções de pequeno e médio porte, que atenderão pequenas regiões, mas com grande alcance social e melhoria da qualidade de vida das pessoas que precisam das ações da Compesa”, complementou Porto.
Para o secretário de Recursos Hídricos e Saneamento, Almir Cirilo, a escolha do novo presidente da Compesa, Romildo Porto, foi feita com muito critério técnico. “Precisamos de uma Compesa cada vez mais renovada, uma vez que os desafios são muitos e é necessário enfrentá-los com garra”, disse Cirilo.
O secretário também afirmou que está otimista com a nova fase da empresa. “Sei que podemos dar a volta por cima e tornar essa empresa mais aceita pela sociedade em função do seu potencial e dos serviços prestados à população. Este é o momento de darmos um salto de qualidade nos serviços que prestamos à população pernambucana”, finalizou Cirilo.
Perfil – Antes de assumir a presidência da Compesa, Romildo Porto já havia atuado na empresa, onde ocupou por duas vezes, em 2003 e 2009, respectivamente, os cargos de Superintendente de Planejamento e de Tecnologia da Informação.
O novo presidente da Compesa já ocupou outros cargos em empresas públicas, a exemplo da Agência Estadual de Meio Ambiente – CPRH, onde foi coordenador de Tecnologia da Informação. Também foi Gerente Geral Administrativo e Financeiro da empresa de Urbanização do Recife – URB e diretor Geral de Administração Tributária na Empresa Municipal de Informática – Emprel.
Por Leonardo Sakamoto / UOL Há momentos em que um debate público revela mais sobre a estrutura de poder de um país do que sobre o tema que está sendo discutido. O embate em torno do fim da escala 6×1 virou um desses espelhos. Em poucas semanas, a pauta se transformou na principal queda de […]
Há momentos em que um debate público revela mais sobre a estrutura de poder de um país do que sobre o tema que está sendo discutido. O embate em torno do fim da escala 6×1 virou um desses espelhos. Em poucas semanas, a pauta se transformou na principal queda de braço política e econômica do primeiro semestre de 2026. De um lado, milhões de trabalhadores que querem simplesmente ter dois dias seguidos de descanso. Do outro, uma engrenagem poderosa tentando convencer o país de que isso seria quase uma ameaça à civilização.
O governo percebeu que havia capital eleitoral nesse movimento e decidiu entrar de vez no jogo, pressionando publicamente o Congresso Nacional pelo ritmo lento na tramitação da pauta. Como o Legislativo empurra as PECs com a barriga, o Planalto deve recorrer a um projeto de lei em regime de urgência. Isso obrigaria a Câmara a votar a matéria em até 45 dias, expondo a posição de cada deputado antes das eleições.
Lobistas do setor empresarial vêm a público reclamar que o assunto é sério demais para ser tratado em ano eleitoral. Ironicamente, é exatamente o contrário. Essa é a razão pela qual a proposta precisa ser votada em ano eleitoral. No Brasil, a vontade da população costuma ser respeitada apenas quando existe o risco de não reeleição de seus representantes.
Se a política se move por cálculo, a sociedade já deixou claro o que pensa. Pesquisa Datafolha divulgada na semana passada aponta que, do fim do ano para cá, o apoio ao fim da escala 6×1 cresceu de 64% para 71%. Entre jovens de 16 a 24 anos, chega a 83%. O tema atravessou fronteiras ideológicas e derrubou a polarização. Entre eleitores de Jair Bolsonaro (55%) e evangélicos (67%), a maioria se mostra favorável à mudança.
Ou seja, apesar de a pauta ter sido sendo pautada pelo campo progressista, tendo à frente nomes como o do vereador Rick Azevedo (PSOL-RJ) e da deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP), não se trata de uma demanda de esquerda ou de direita. Trata-se de uma exigência de quem trabalha.
Ao mesmo tempo, a proposta que ganha força no debate é bem menos radical do que seus críticos tentam fazer parecer. O foco agora está em uma transição para a jornada de 40 horas semanais com escala 5×2, sem redução salarial e com prazo de adaptação. Nada de revoluções produtivas instantâneas. Trata-se apenas de aproximar o Brasil de um padrão de descanso que já é comum em vários lugares do mundo e que milhões de trabalhadores brasileiros consideram o mínimo necessário para ter alguma qualidade de vida.
Esse apoio massivo ajuda a explicar a reação do setor empresarial nas últimas semanas. Entidades patronais ligadas ao comércio, serviços e indústria intensificaram uma ofensiva pública contra a mudança. Estudos encomendados por organizações do setor passaram a circular com previsões de queda no PIB, aumento da informalidade, expansão do chamado “duplo emprego”, chuva de rãs, ataques de gafanhotos, morte dos primogênitos. O roteiro é conhecido desde a Primeira Revolução Industrial: sempre que se discute garantir direitos trabalhistas, alguém aparece dizendo que o país vai quebrar.
Executivos do varejo entraram no coro. Lideranças empresariais passaram a afirmar que a medida poderia provocar prejuízos e que trabalhadores acabariam recebendo menos. A mensagem implícita é que o Brasil não poderia “evoluir trabalhando menos dias”. Melhorar a produtividade? Fez xibiu. Ninguém sabe, ninguém viu. Assim, a única forma possível de crescimento econômico passa a ser manter milhões de pessoas presas a jornadas que deixam pouco espaço para descanso, família ou vida pessoal.
Mas o lobby empresarial não atua sozinho. Ele conta com um grupo barulhento que aparece nas redes sociais e na imprensa repetindo esses argumentos como se fossem evidências incontestáveis. São os que gosto de chamar de Guerreiros do Capital Alheio. Gente que não é dona de empresa, não decide investimento e não lucra com dividendos, mas se dedica a convencer a classe trabalhadora de que sua felicidade depende diretamente da prosperidade do patrão.
Os Guerreiros do Capital Alheio têm uma missão curiosa: explicar para quem trabalha seis dias por semana que descansar mais seria ruim para ele mesmo. Em outras palavras, tentam convencer quem está na base da pirâmide de que questionar a lógica atual seria uma espécie de ingratidão econômica.
O problema é que essa narrativa começa a perder força quando confrontada com a vida real. Quem vive a escala 6×1 sabe o que ela significa: trabalhar quase a semana inteira para descansar apenas um dia, frequentemente usado para resolver tarefas acumuladas ou simplesmente se recuperar do cansaço. Não se trata de preguiça, como alguns insinuam. Trata-se de saúde física, mental e de dignidade.
O que está em jogo agora é uma corrida contra o tempo. O governo tenta transformar o apoio popular em pressão institucional para que a mudança avance ainda neste semestre. O lobby empresarial, por sua vez, aposta na velha estratégia de produzir pânico econômico para esfriar o debate ou empurrar qualquer mudança para um futuro distante.
Tudo isso revela algo importante: neste momento, parece que o país está dividido apenas entre esquerda e direita, mas, não raro, isso esconde outra diferença de interesses. De um lado, a classe trabalhadora, do outro, os donos do dinheiro — e seus assessores e vassalos. Parte da ultrapolarização política, aliás, vem sendo alimentada justamente por quem não quer que o debate mais importante aconteça: como garantir dignidade a quem, de fato, gera riqueza neste país.
Porque, no fim das contas, a pergunta que fica é simples: se uma sociedade não consegue garantir dois dias de descanso para quem trabalha, exatamente quem está servindo a quem nessa história?
por Anchieta Santos Com o objetivo de agradecer a votação recebida pelos deputados Manoel Santos, estadual reeleito, e Pedro Eugênio, federal derrotado, o Presidente da Fetape, Doriel Barros, visitou a região do Pajeú no último final de semana. Doriel considerou positiva as votações de Manoel Santos 704 votos e Pedro Eugênio 804 no município de […]
Com o objetivo de agradecer a votação recebida pelos deputados Manoel Santos, estadual reeleito, e Pedro Eugênio, federal derrotado, o Presidente da Fetape, Doriel Barros, visitou a região do Pajeú no último final de semana. Doriel considerou positiva as votações de Manoel Santos 704 votos e Pedro Eugênio 804 no município de Tabira mesmo apoiados pelo Presidente da CUT Carlos Veras, o dirigente da Contag Aristides Santos e pelo STR.
O Presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura lamentou a falta de apoio do Prefeito de Afogados da Ingazeira, Jose Patriota, ex-assessor da Fetape a candidatura de Manoel Santos. Doriel considerou que o gestor poderia ter relevado a oposição que enfrenta do PT no município e se unido no apoio a Manoel Santos.
Aproveitou até para lembrar que a questão partidária é uma coisa menor, pois quando Patriota foi candidato a Deputado pelo PSB, recebeu o apoio de petistas da Fetape. Doriel defendeu o projeto de reeleição da Presidente Dilma.
E questionado sobre o que a Fetape vai fazer diante da paralisação da obra da barragem de Ingazeira, disse que a entidade tem uma história de luta e que está atenta, podendo adotar providencias nos próximos dias.
Em 15 de novembro de 2020: de acordo com a pesquisa boca de urna do Instituto Múltipla realizada no dia de hoje, Wellington da LW deve ser o prefeito eleito de Arcoverde. Ainda assim, é importante respeitar a margem e erro de 4,3% para mais ou para menos e falar em empate técnico com Zeca […]
Em 15 de novembro de 2020: de acordo com a pesquisa boca de urna do Instituto Múltipla realizada no dia de hoje, Wellington da LW deve ser o prefeito eleito de Arcoverde. Ainda assim, é importante respeitar a margem e erro de 4,3% para mais ou para menos e falar em empate técnico com Zeca Cavalcanti.
De acordo com a pesquisa realizada durante o dia, LW tem 50% dos votos válidos contra 46% do candidato Zeca Cavalcanti. Cybele Roa tem 4%. O candidato Francisco Leite não atingiu 1% dos votos válidos.
É a primeira pesquisa boca de urna da história das eleições de Arcoverde, também a primeira de um instituto no interior. A boca de urna foi registrada com o número de identificação PE-08746/2020. Período de realização da coleta: 15 de novembro de 2020. A margem de erro é de 4,3% para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
Foram 500 entrevistas. Nome da entidade que realizou a pesquisa: André Cavalcante Falabella LTDA. Nome de fantasia: Instituto de pesquisa Múltipla. Nome do contratante: André Cavalcante Falabella LTDA. Nome de fantasia: Instituto de pesquisa Múltipla.
O resultado oficial foi Wellington da LW com 48,21%, Zeca Cavalcanti com 45,98%, Cybele Roa com 5,32% e Francisco Leite com 0,49%. Cravada com variação mínima dentro da margem de erro.
Com a proximidade da 18ª Exposerra vai sendo divulgada a grade de palestras e seminários. Os eventos deste ano focam o tema “Visão Empreendedora é a chave do Sucesso” e acontecem de 13 de 15 de julho no Auditório Sebrae, no Pátio de Eventos, às margens da BR 232 em Serra Talhada. Dentre as atividades, […]
Jessiê Quirino, Raul Lins, Jaques Barcia, João Duque e Carlinhos da Tupan: empreendedorismo na veia na Exposerra
Com a proximidade da 18ª Exposerra vai sendo divulgada a grade de palestras e seminários. Os eventos deste ano focam o tema “Visão Empreendedora é a chave do Sucesso” e acontecem de 13 de 15 de julho no Auditório Sebrae, no Pátio de Eventos, às margens da BR 232 em Serra Talhada.
Dentre as atividades, uma interessante palestra sobre “Construção em Gesso”, ministrada por Raul Lins, Arquiteto pós graduado em Gestão na Construção. Será dia 13, às 19h. A aplicação de gesso em construções é um importante nicho no Estado e na região, pela proximidade com o Pólo Gesseiro no Araripe. E Raul desenvolveu uma técnica única para lidar com gesso. Tem prática em projetos variados de empresariais, prédios residenciais, casas, lojas e de design de interiores nas cidades de Recife, João Pessoa e Campina Grande.
Dia 14, a partir das 20h, o seminário será sobre Tecnologia e futuro do Empreendedorismo. O palestrante é Jaques Barcia, Consultor de Tendências do Porto Digital de Pernambuco, um dos principais parques tecnológicos e ambientes de inovação do Brasil e um dos representantes da nova economia do Estado de Pernambuco.
Dia 15, o convidado é o mestre Jessiê Quirino, com o Seminário Matuto Cavador, a partir das 20h. Voltado para empresários de micro e pequenos negócios, o Seminário visa incentivar o aumento de vendas no varejo e a melhoria da gestão das empresas, promovendo o acesso a informação e o incentivo de habilidades empreendedoras.
Arquiteto por formação, Jessier Quirino se fez poeta e declamador, e hoje representa a cultura popular nordestina.
Em sua palestra, estimula o empreendedorismo por meio de linguagem popular e poesia matuta, destacando a criatividade e bravura necessária para quem deseja empreender.
Para cada palestra o investimento é de R$ 25 . O evento ainda terá espaço para apresentações de casos de sucesso, com entrada gratuita.
Dia 14, com João Duque de Souza, fundador do grupo João Duque Comercial. E dia 15, com Carlos Aurélio de Carvalho Nunes, o Carlinhos da Tupan, Diretor Presidente dos grupos Tupan e Distac.
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