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Obras do Hospital de Brejinho chegam a 70%, diz prefeito

Por Nill Júnior

No Radar das Treze, dentro ddo programa A Tarde é Sua desta terça-feira (21), os comunicadores Alyson Nascimento e Micheli Martins conversaram com o prefeito de Brejinho, Gilson Bento, sobre o andamento da construção do Hospital Municipal.

Durante a entrevista, o prefeito informou que a obra já atingiu cerca de 70% de execução e destacou a complexidade da construção, que envolve sistemas de hidráulica, elétrica, oxigênio, climatização e toda a infraestrutura necessária para o funcionamento de uma unidade hospitalar.

Gilson explicou que a ansiedade da população pela entrega do hospital é compreensível, mas ressaltou que todas as etapas precisam ser executadas com planejamento para garantir segurança e qualidade no atendimento.

Segundo o gestor, com a conclusão do novo hospital, o município poderá ampliar significativamente os serviços de saúde oferecidos à população. Entre os objetivos estão a realização de partos cesáreos, pequenas cirurgias eletivas e outros procedimentos que hoje não podem ser realizados devido às limitações da estrutura atualmente utilizada.

O prefeito reconheceu os desafios para manter uma unidade hospitalar em funcionamento, mas afirmou que a gestão buscará os recursos necessários para garantir o pleno funcionamento do equipamento.

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Outras Notícias

NE: União quer indenização bilionária por 3.020 km de ferrovias abandonadas

Carlos Madero – Uol O governo Lula e a FTL (Ferrovia Transnordestina Logística) estão em negociação, ainda sem sucesso, para definir o valor da indenização e as implicações da devolução de trechos de 3.020 km de ferrovias abandonadas em cinco estados do Nordeste. A empresa é concessionária da malha da região desde 1997, com 4.200 […]

Carlos Madero – Uol

O governo Lula e a FTL (Ferrovia Transnordestina Logística) estão em negociação, ainda sem sucesso, para definir o valor da indenização e as implicações da devolução de trechos de 3.020 km de ferrovias abandonadas em cinco estados do Nordeste.

A empresa é concessionária da malha da região desde 1997, com 4.200 km de ferrovias no Nordeste. Desse total, apenas 1.200 estão em uso, na rota entre o porto de Itaqui (MA) e o porto de Mucuripe (CE). Os demais trechos foram sendo largados ao longo do tempo, com exceção de áreas urbanas de capitais que deram lugar a metrôs (casos de Fortaleza e Recife) ou trens urbanos (casos de Maceió, João Pessoa e Natal).

A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) afirma que parte das obrigações contratuais não foi cumprida pela FTL, o que dá à União direito a indenização.

O governo sugere um investimento de R$ 3,1 bilhões na malha, sendo R$ 1,7 bilhão de indenização e outro R$ 1,4 bilhão a serem investidos na malha remanescente para o transporte de cargas e mercadorias.

A FTL, porém, questiona o valor e argumenta que a situação foi consequência de três fatores:

Danos pela natureza: partes importantes da ferrovia foram danificadas por eventos climáticos extremos, como grandes enchentes. Com isso, alguns trechos se tornaram impossíveis de operar, ficando abandonados;

Degradação da ferrovia: há diversos trechos de ferrovia parados e em péssimo estado de conservação. Se, por um lado, pode haver falha da concessionária em arcar com a manutenção da estrutura, por outro lado, a FTL alega que a malha já foi recebida em péssimo estado no início do contrato. De todo modo, a baixa qualidade geral dos trilhos leva a uma menor capacidade de transportar cargas e maior risco para a operação;

Inviabilidade econômica: para a empresa, alguns trechos simplesmente deixaram de ser economicamente viáveis. Manter uma operação que dá prejuízo constante se tornou um grande desafio.

Sem acordo, o caso chegou ao TCU (Tribunal de Contas da União), que analisa o problema desde julho na Comissão de Solução Consensual. Para o órgão, existem “controvérsias em análise, envolvendo aspectos econômicos, operacionais e jurídicos, que demandam uma abordagem técnica e colaborativa para alcançar uma solução sustentável e alinhada ao interesse público”.

Governo de Pernambuco celebra crescimento na geração de empregos

Pernambuco registrou, em fevereiro de 2025, o maior saldo de geração de empregos para o mês nos últimos dez anos. Com 7,5 mil novas carteiras assinadas, o crescimento foi de 161% em relação a fevereiro do ano passado, quando foram criadas 2,1 mil vagas. Os dados são do Novo Caged, divulgado nesta sexta-feira (28) pelo […]

Pernambuco registrou, em fevereiro de 2025, o maior saldo de geração de empregos para o mês nos últimos dez anos. Com 7,5 mil novas carteiras assinadas, o crescimento foi de 161% em relação a fevereiro do ano passado, quando foram criadas 2,1 mil vagas.

Os dados são do Novo Caged, divulgado nesta sexta-feira (28) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Desde o início da atual gestão estadual, o estado acumula a criação de 114.729 postos de trabalho formal.

A governadora em exercício, Priscila Krause, destacou a importância do resultado para a economia pernambucana. “Os dados apresentados pelo Novo Caged mostram que Pernambuco está no caminho certo do desenvolvimento econômico e geração de emprego e renda. Os 7,5 mil novos postos de trabalho superam em mais de três vezes o saldo de fevereiro do ano passado. Quando o trabalho é bem feito, os resultados aparecem”, afirmou.

O secretário de Desenvolvimento Profissional e Empreendedorismo (Sedepe), Manuca, também ressaltou a evolução do mercado de trabalho no estado. “Esse é mais um resultado que evidencia o crescimento da empregabilidade em Pernambuco de forma consistente. Vamos dar continuidade às ações da Sedepe para impulsionar ainda mais a entrada de pernambucanos e pernambucanas no mercado de trabalho”, declarou.

Maior participação feminina no mercado

As mulheres foram maioria entre os trabalhadores que conquistaram vagas formais no estado em fevereiro. Do total de novos postos, 56% (4.269) foram ocupados por mulheres, enquanto 44% (3.319) ficaram com os homens.

Setores que impulsionaram a geração de empregos

O setor de serviços foi o principal responsável pelo desempenho positivo, com a criação de 6.070 novas vagas. A administração pública, especialmente na área da educação, registrou 2.180 contratações. No setor privado, o segmento de “Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas” gerou 2.269 empregos formais.

Além disso, o setor da construção civil contribuiu com 1.276 novos postos de trabalho, enquanto o comércio registrou saldo positivo de 711 contratações.

Entenda o Novo Caged

O Novo Caged é um sistema que reúne dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial) e do Empregador Web. A metodologia permite calcular o saldo de empregos formais a partir da diferença entre admissões e demissões em determinado período.

Jorge Corte Real lamenta morte de Manoel Santos

“Pernambuco perdeu uma liderança neste domingo (19). Manoel Santos, o nosso Mané de Serra, deixa um legado para as próximas gerações, o da luta do homem do campo por justiça social. Sua história junto aos movimentos rurais comprova isso. Por onde passou, Manoel Santos deixou a sua marca, a exemplo da bela gestão na Federação […]

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“Pernambuco perdeu uma liderança neste domingo (19). Manoel Santos, o nosso Mané de Serra, deixa um legado para as próximas gerações, o da luta do homem do campo por justiça social. Sua história junto aos movimentos rurais comprova isso.

Por onde passou, Manoel Santos deixou a sua marca, a exemplo da bela gestão na Federação dos Trabalhadores da Agricultura de Pernambuco (Fetape). Transmito meu profundo pesar aos seus familiares e amigos e que Deus os conforte nesse momento de dor.”

Em Roda de Fogo, João Campos retoma propostas de 13º do Bolsa Família, creches e renegociação de dívidas

O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) cumpriu agenda de campanha nesta segunda-feira (28) na comunidade de Roda de Fogo, no bairro dos Torrões, no Recife, onde voltou a apresentar propostas voltadas à transferência de renda, educação infantil e renegociação de dívidas. Durante um porta a porta na comunidade, João reafirmou a proposta […]

O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) cumpriu agenda de campanha nesta segunda-feira (28) na comunidade de Roda de Fogo, no bairro dos Torrões, no Recife, onde voltou a apresentar propostas voltadas à transferência de renda, educação infantil e renegociação de dívidas.

Durante um porta a porta na comunidade, João reafirmou a proposta de retomar o pagamento estadual conhecido como 13º do Bolsa Família. A medida já havia sido apresentada anteriormente pela campanha como uma das ações previstas para um eventual governo.

“Nós vamos fazer o décimo terceiro do Bolsa Família em Pernambuco”, afirmou.

O candidato também voltou a defender a ampliação da rede de creches no Estado. Seu programa prevê novas unidades em parceria com os municípios, além da expansão da oferta de educação infantil.

Outra proposta citada foi o Nome Limpo Pernambuco, programa anunciado pela campanha no início deste mês para renegociação de dívidas. O projeto prevê descontos de até 60% em determinados débitos, possibilidade de parcelamento em até 24 vezes sem juros e participação do Estado no pagamento da primeira e da última parcela dos acordos, segundo a proposta apresentada por João.

“Vamos também construir as creches para garantir proteção para as crianças, o direito à alimentação escolar e também para que a mãe e o pai possam trabalhar. E vamos fazer o Nome Limpo Pernambuco”, declarou.

A agenda ocorreu na última semana antes do primeiro turno das eleições. João também comentou as atividades realizadas no fim de semana, quando passou por municípios do Sertão, e avaliou positivamente o andamento de sua campanha. A avaliação sobre crescimento eleitoral foi apresentada pelo próprio candidato.

Na sexta-feira (25), João participou, no Centro do Recife, de uma caminhada com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), além dos candidatos ao Senado Marília Arraes (PDT) e Humberto Costa (PT).

Fotos: Edson Holanda

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Prisão de Aécio depende do plenário do STF. Irmã está presa

O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), mandou afastar o presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG), do mandato de senador. O magistrado, no entanto, optou por não decretar monocraticamente o pedido apresentado pela Procuradoria Geral da República (PGR) para prender o parlamentar tucano. No despacho, Fachin decidiu submeter ao […]

O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), mandou afastar o presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG), do mandato de senador. O magistrado, no entanto, optou por não decretar monocraticamente o pedido apresentado pela Procuradoria Geral da República (PGR) para prender o parlamentar tucano.

No despacho, Fachin decidiu submeter ao plenário do Supremo o pedido de prisão de Aécio solicitado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

O relator da Lava Jato determinou ainda que o deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) seja afastado da Câmara. Fachin, a exemplo do que decidiu em relação a Aécio, também preferiu enviar ao plenário do tribunal o pedido da PGR para prender o deputado do PMDB.

Agentes da PF e do MPF foram ao apartamento de Andrea Neves, irmã do senador Aécio Neves, em Copacabana, mas não a encontraram. Ela foi presa na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Operação também faz buscas em outros endereços ligados a Aécio pelo país.