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Arcoverde: Centro de Inclusão abre inscrições para o Curso de Costura Industrial

Por André Luis

A Secretaria de Assistência Social da Prefeitura de Arcoverde, através do Centro de Inclusão, abre na segunda-feira, dia 18 de setembro, as inscrições para o curso de Costureiro Industrial. A iniciativa é uma parceria com o Governo do Estado, através do Programa Novos Talentos, Senai e Prefeitura de Arcoverde. O curso tem uma carga horária de 200 horas, requer escolaridade de ensino fundamental completo e idade mínima de 16 anos.

Os alunos aprenderão a operar máquinas de costura industrial, com o propósito de fabricar roupas, conforme as normas e procedimentos técnicos, realizar a modelagem, o corte e a costura, seguindo a tabela de medidas e as características estipuladas para cada peça de vestuário. A formação também mostra como lidar com os principais equipamentos utilizados pelas indústrias de confecção.

Para se inscrever, é necessário apresentar xerox de RG, CPF, comprovante de residência e comprovante de escolaridade. São duas turmas, sendo uma no turno da manhã e outra no turno da tarde. Outras informações através do telefone (87) 3822-4557.

Outras Notícias

Ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque volta a ser preso

O ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato de Souza Duque voltou a ser preso nesta segunda-feira (16), quando teve início a décima fase da Operação Lava Jato. Entre os crimes investigados nesta etapa estão associação criminosa, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, uso de documento falso e fraude em licitação. Duque foi preso na […]

duque4_editO ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato de Souza Duque voltou a ser preso nesta segunda-feira (16), quando teve início a décima fase da Operação Lava Jato. Entre os crimes investigados nesta etapa estão associação criminosa, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, uso de documento falso e fraude em licitação.

Duque foi preso na casa dele, no Rio de Janeiro. O empresário paulista Adir Assad, investigado na CPI do Cachoeira, também foi preso. Ambas as prisões são preventivas.

A PF cumpre 18 mandados desde as 6h desta segunda-feira no Rio de Janeiro e em São Paulo. De acordo com a corporação, além dos dois mandados de prisão preventiva, serão cumpridos quatro mandados de prisão temporária e 12 mandados de busca e apreensão. Todos os presos devem ser levados para o Paraná.

A prisão temporária tem prazo de cinco dias. A prisão preventiva não tem data para terminar, dependendo de decisão judicial.

A décima fase da operação foi batizada de “Que país é esse?” e conta com 40 policiais federais.

Em janeiro um documento foi encaminhado pelo procurador Rodrigo Janot ao ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), pedindo a revogação do habeas corpus de Duque. O ex-diretor já havia sido preso durante a sétima fase da Operação Lava Jato, em dezembro, mas conseguiu um alvará de soltura dias depois. Janot considerava que Duque poderia fugir do país.

Duque foi apontado por dois delatores da Lava Jato como um dos funcionários da Petrobras que recebiam propinas de empresas que firmavam contratos com a estatal. O nome dele aparece em depoimentos do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa e de Pedro Barusco, que era gerente de Serviços e subordinado de Duque na estatal. O doleiro Alberto Youssef também citou o nome de Duque em depoimentos referentes aos desvios da Petrobras.

O ex-diretor da Petrobras havia deixado a carceragem da Polícia Federal, em Curitiba, no dia 3 de dezembro. O habeas corpus concedido a ele foi assinado pelo ministro Zavascki, que acatou um pedido da defesa para revogar uma decisão do juiz federal Sérgio Moro, o qual decretou a prisão preventiva do executivo da Petrobras.

O advogado Alexandre Lopes de Oliveira, que representava Duque à época da prisão do ex-diretor, foi procurado pelo G1, mas não foi encontrado para comentar o documento assinado por Janot.

Docentes dos EUA criticam em manifesto cerco a cursos que falam em ‘golpe de 2016’

Movimento contra a ameaça de Mendonça Filho (MEC) de investigar disciplina reuniu quase cem assinaturas Por Silas Martí / Folha de São Paulo Cerca de cem professores das universidades mais importantes dos EUA, entre elas Brown, Harvard, Princeton e Yale, assinaram uma carta de repúdio ao que entendem como tentativa do governo brasileiro de “tolher […]

James Green, professor da Universidade Brown (EUA), que promoveu o abaixo-assinado – Pedro Kirilos / Agencia O Globo

Movimento contra a ameaça de Mendonça Filho (MEC) de investigar disciplina reuniu quase cem assinaturas

Por Silas Martí / Folha de São Paulo

Cerca de cem professores das universidades mais importantes dos EUA, entre elas Brown, Harvard, Princeton e Yale, assinaram uma carta de repúdio ao que entendem como tentativa do governo brasileiro de “tolher a liberdade de expressão nas universidades” do país.

O movimento “Acadêmicos e Ativistas pela Democracia no Brasil” tem como alvo a declaração do ministro da Educação, Mendonça Filho, de que mandaria investigar por improbidade administrativa o professor da UnB (Universidade de Brasília) que criou um curso em que chama de golpe de 2016 o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

“O pedido para que investiguem o professor e o seu departamento é uma séria ameaça à democracia no Brasil”, afirma a carta do grupo endereçada ao ministro.

No rastro da polêmica, outras dez universidades criaram disciplinas que falam em golpe de 2016 –as aulas do professor Luis Felipe Miguel começaram há uma semana na UnB.

O manifesto foi organizado pelo americano James Green, professor da Universidade Brown. Ele também assina outra carta, de diretores da Associação de Estudos Brasileiros, centro de estudos de brasilianistas, que ataca a ameaça ao curso e aponta “séria violação da liberdade acadêmica”.

“Somos todos pessoas que conhecem o Brasil e as ameaças à democracia que estão ocorrendo lá”, diz Green.

Fora do universo acadêmico, Green ficou conhecido no ano passado como o suposto namorado de Dilma quando foi visto com ela em passeios por Nova York –eles são apenas amigos, esclarece o professor, que é homossexual e militante dos direitos LGBT.

Questionado se a amizade com Dilma pode enfraquecer o movimento, o professor disse que também é amigo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), a quem dava carona em visitas à universidade.

“Sou amigo de todo mundo no Brasil, menos do Jair Bolsonaro”, diz Green. “Há unanimidade contra esses tipos de repressão.”

Ele compara a situação, aliás, ao que houve durante a ditadura, quando FHC teve seu posto na USP cassado. Green escreveu um livro sobre como acadêmicos americanos nessa época tentaram ajudar os brasileiros.

“Esse governo está tomando medidas que vão na mesma direção da lei da ditadura que proibia qualquer atividade política dos estudantes”, afirma.

Nesse ponto, o nome da disciplina sobre o “golpe” se tornou o pivô da discussão.

“Se eu der um curso sobre a ditadura militar brasileira, digo que é um curso sobre o golpe militar ou a revolução de 1964? O professor tem todo o direito de dizer que foi um golpe como de dizer que foi impeachment”, afirma.i nos EUA eu teria o direito de dar um curso sobre Donald Trump, por exemplo, porque há tradição de liberdade de expressão, e os professores usam rigor acadêmico.”

MPPE investiga COMPESA por vazamento em Petrolina; Afogados vive problema parecido

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) abriu uma investigação para apurar um vazamento prolongado de água tratada no bairro Pedro Raimundo, em Petrolina. A denúncia, feita pela moradora Daiana Karen Araújo Silva, relata que o problema persiste há vários meses sem solução, mesmo após contatos com a Companhia Pernambucana de Saneamento (COMPESA). Segundo o MPPE, […]

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) abriu uma investigação para apurar um vazamento prolongado de água tratada no bairro Pedro Raimundo, em Petrolina. A denúncia, feita pela moradora Daiana Karen Araújo Silva, relata que o problema persiste há vários meses sem solução, mesmo após contatos com a Companhia Pernambucana de Saneamento (COMPESA).

Segundo o MPPE, a COMPESA teria informado à moradora que seria necessário quebrar calçadas para identificar a origem do vazamento, sugerindo que ela acionasse o Ministério Público. A Promotoria destaca que a concessionária tem obrigação legal e contratual de manter o sistema em bom funcionamento, garantindo continuidade, regularidade e eficiência no serviço.

O caso está sendo conduzido pela 4ª Promotoria de Justiça de Defesa da Cidadania de Petrolina. A promotora Ana Paula Nunes Cardoso instaurou o Inquérito Civil nº 01879.000.583/2024 para reunir novas provas e definir as medidas a serem tomadas. A portaria foi assinada em 4 de agosto de 2025, em Recife.

Situação parecida em Afogados da Ingazeira

O problema de vazamentos e reparos malfeitos não é exclusividade de Petrolina. Em Afogados da Ingazeira, a população tem reclamado constantemente na Rádio Pajeú sobre buracos deixados nas ruas após obras da COMPESA, além de vazamentos que demoram a ser consertados.

Moradores denunciam que, muitas vezes, os consertos deixam as vias em péssimas condições, prejudicando o trânsito e aumentando o risco de acidentes. Em alguns casos, a água tratada chega a escorrer por dias antes que a companhia envie equipes para solucionar o problema.

Nesta segunda-feira (11), uma ouvinte revoltada com um vazamento se prolonga se manifestou na Rádio: “Eu não sou fiscal de vocês. Façam o seu trabalho”, criticou.

Sebastião Dias não confirma nem desmente candidatura a estadual em 2022

Por André Luis O prefeito de Tabira, Sebastião Dias, falou sobre política quando provocado no programa A Tarde é Sua, da Rádio Pajeú. Sebastião Dias disse ser a favor do adiamento das eleições deste ano e que só sejam realizadas se houver total segurança sanitária. Segundo ele, havendo eleições, fica impossível manter o isolamento social. […]

Por André Luis

O prefeito de Tabira, Sebastião Dias, falou sobre política quando provocado no programa A Tarde é Sua, da Rádio Pajeú.

Sebastião Dias disse ser a favor do adiamento das eleições deste ano e que só sejam realizadas se houver total segurança sanitária.

Segundo ele, havendo eleições, fica impossível manter o isolamento social. “Quanto ao meu mandato, chegando o dia 1º de janeiro de 2021, se quiserem tirar, botar outro, chamar um promotor, um juiz de direito,” afirmou.

Sobre o cenário político municipal, o prefeito voltou a confirmar o seu apoio ao secretário de Administração Flávio Marques, mas explicou que ele é o pré-candidato escolhido pelo seu grupo.

“O grupo é quem decidiu pelo nome de Flávio, ele não é candidato único de Sebastião Dias, não vou empurrar candidato goela abaixo. Ele está apresentado como nosso candidato e é por essa candidatura que vamos lutar e esperar resultados,” destacou. Uma pesquisa deverá definir o nome do PT.

Provocado pelo militante político Sandro Ferreira, que disse que Sebastião seria candidato a deputado estadual em 2022, Dias nem disse sim nem não.

“Nunca diga dessa água não beba, dessa flor não cheire, dessa comida não prove. Nunca tive a ideia de ser nem vereador em Tabira, muito menos prefeito, mas aconteceu. Quem sabe um governo desse aí vem e diz que quer que eu seja candidato. Mas vou logo dizer, não tenho perspectiva, não vou alimentar ilusão dos amigos”.

Em Tabira, cogita-se a possibilidade de um candidatura de Dias em dobradinha com Carlos Veras, em sua disputa pela reeleição.  Isso ganharia força com a vitória do nome governista no pleito municipal.

Dias desconversou.  “Não almejo, nem ambiciono e nem invejo. Penso que temos que trabalhar dentro de uma perspectiva de projeto, mas não individual, um projeto político tem que ser coletivo, mesmo que você não seja um candidato, mas seja o colaborador do projeto”, destacou.

Sebastião Dias falou ainda sobre a situação da estrada que liga Tabira ao município de Água Branca, na Paraíba. Ele disse que houve uma conversa com o governo estadual onde ficou acertado que após a empresa terminar a operação tapa buracos no trecho que liga Afogados da Ingazeira a Tabira, iria começar os trabalhos na estrada.

“Até agora não chegou, estamos esperando, vou mandar mais uma cobrança para o governador, porque está intransitável e precisamos urgente da recuperação dessa estrada. Já me ofereci anteriormente para fazer remendos, o governo faria uma parceria com a gente, me dava a matéria-prima eu colocava a usina e faríamos, mas até agora tá tudo fechado. A obra da recuperação da rodoviária está aí, a passos lentos, mas está acontecendo e esperamos que as estradas também”, pontou.

Petistas fazem ajustes para encontro do dia 10

Blog da Folha Mesmo com as articulações nacionais em prol da aliança com o PSB, a direção estadual do PT deve se reunir até o final de semana para definir os detalhes do encontro do próximo dia 10 de junho. Na última semana, a vereadora do Recife, Marília Arraes (PT), solicitou cópias dos estatutos do […]

Bruno Ribeiro, presidente estadual do PT

Blog da Folha

Mesmo com as articulações nacionais em prol da aliança com o PSB, a direção estadual do PT deve se reunir até o final de semana para definir os detalhes do encontro do próximo dia 10 de junho.

Na última semana, a vereadora do Recife, Marília Arraes (PT), solicitou cópias dos estatutos do partido e das regras do encontro, estas, porém, ainda não estão definidas. O requerimento da petista, contudo, não foi bem digerido pela direção nacional.

Apesar de ser uma solicitação simples, alguns dirigentes sentiram uma disposição da vereadora para uma eventual judicialização do processo, o que poderá trazer desgastes a legenda e a petista. Ela explicou, na ocasião, que estava sentindo dificuldades de obter estes documentos, apesar de serem públicos, e gostaria de se preparar para a reunião.

Duas preocupações da vereadora era saber, por exemplo, como se daria a escolha da tese – aliança ou candidatura própria – e dos candidatos, se por votação aberta ou secreta, e se os 300 delegados firmados no Processo de Eleição Diretas (PED) em 2017 poderia ser alterado às vésperas da disputa, como se cogitou internamente.

Segundo o presidente estadual do PT, Bruno Ribeiro, a parte que cabe a direção estadual é operacionalizar o debate. “Não temos margem para regulamentar, cuidamos da operacionalização”, explicou Ribeiro. Ou seja, cabe à direção resolver credenciamento, formação da mesa e desdobramentos do debate, acrescentou o dirigente. “Não podemos inovar”.