Arcoverde adota faixa 2 do Plano de Convivência com a Covid
Por Nill Júnior
A cidade de Arcoverde retomou hoje a Faixa 2 do Plano de Reabertura do Comércio.
Isso em virtude de estar com a ocupação de até 50% da capacidade do Hospital de Campanha.
Pela faixa 2, escritórios só poderão ter 50% dos colaboradores. Consultórios e clínicas médicas atenderão por hora marcada e com um paciente por especialidade na sala de espera. O mesmo se aplica a barbearias.
Prestadores de serviços poderão receber apenas produto para conserto. Bares, lanchonetes e restaurantes seguem protocolos e as normas do Decreto Estadual. Comércio em geral deverá ter um cliente a cada 15 metros quadrados.
No total, a cidade tem oito pacientes em UTI e sete internados em enfermaria. No Hospital Regional Ruy de Barros Correia, há cinco pacientes na UTI e um na enfermaria. No Hospital de Campanha há seis internados. No Hospital Memorial Arcoverde há três pacientes na UTI.
Por Augusto César Acioly Paz Silva* Esta é uma semana decisiva para vários políticos país a fora, alguns renovarão os seus mandatos enquanto, outros podem perdê-lo. No interior de nossa Cultura Política, as eleições municipais são historicamente as que mobilizam os mais variados sentimentos, que vão da alegria ao ódio, da defesa de propostas a […]
Esta é uma semana decisiva para vários políticos país a fora, alguns renovarão os seus mandatos enquanto, outros podem perdê-lo. No interior de nossa Cultura Política, as eleições municipais são historicamente as que mobilizam os mais variados sentimentos, que vão da alegria ao ódio, da defesa de propostas a compra de votos. Num momento delicado, como este que atravessamos, onde a atividade e o exercício da política, vendida pela mídia hegemônica do país é vista como algo menor e até mesmo “nojento”, como se estivéssemos vivendo um verdadeiro Armagedom, precisamos tomar o destino dos nossos municípios em nossas mãos.
Numa realidade na qual tentam nos inculcar de que não podemos confiar nos atores políticos profissionais, sejam eles Prefeitos ou Vereadores, acreditamos que mesmo com todo um contexto de desilusão, sentimento disseminado pelos órgãos de imprensa sejam eles tradicionais ou não.
Torna-se necessário que, na condição de cidadãos responsáveis, pela manutenção da Democracia devemos tomar uma posição contrária a esta irradiação desanimadora ao que tange à Política, pois a mudança para uma Cultura Política “nova” que qualifique os nossos legislativos municipais e executivos, que infelizmente, mesmo com alguns avanços, ainda permanecem presos a fórmulas atrasadas e pouco éticas de conduzir o bem publico, só depende única e exclusivamente de nós fiscalizando-o e propondo soluções que de alguma maneira mudem a realidade de nossas cidades.
A política é uma atividade séria, e deveria ser executada por profissionais e não por amadores, como ainda na sua maioria municípios afora é praticada para ficarmos apenas na dimensão mais local, o Pajeú não se encontra alheio a esta realidade.
Quando chamamos a atenção de que na politica não deveria ser lugar para amadores, é porque consideramos que grande parte dos nossos representantes ou daqueles que estão pleiteando, uma vaga no legislativo ou no executivo na esfera de poder imediata, ou seja, a municipal são pouco qualificados, muitos inclusive, desconhecendo a sua função real, confundindo-a, desconhecendo-a e acreditando que eles deveriam tomar antes o lugar do pai ou mãe dos eleitores, como muitos dos nossos políticos gostam de ser identificados, mas que na verdade além dos problemas psicanalíticos que neste texto não temos espaço para discutir, só constrói uma relação viciada baseada na autoridade, paternalismo e troca-troca, onde o candidato dá o milheiro de tijolo, a carteira de motorista, o dinheiro e o eleitor os aceita.
Nós temos um desafio eminente diante de um ano extremamente traumático para a nossa política e democracia por isto, no dia 02 de outubro, temos que fazer escolhas certas e compreender que a política, e a sua principal arma, o voto, não pode ser reduzido à moeda troca, pois quando ela é permutada a tal dimensão, exclusivamente, a do apelo e poder econômico sabemos como termina a história e quem são os principais prejudicados, pois as nossas cidades perdem, e não podemos ter uma conduta verdadeiramente ética e apontar o nosso representante como corrupto, pois ao trocarmos o nosso voto por vantagens pouco republicanas, além de renunciarmos a nossa cidadania nos tornamos também corruptos.
*Augusto César Acioly Paz Silva (Doutor em História e Professor Universitário)
A partir de 1º de janeiro, o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, preso nesta quinta-feira (29), deixará o cargo e, com isso, perderá o foro privilegiado. Especialistas ouvidos pelo G1 afirmam que a mudança fará com que o processo contra o governador vá para a 1ª instância; consequentemente, Pezão perderá prerrogativas, como […]
A partir de 1º de janeiro, o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, preso nesta quinta-feira (29), deixará o cargo e, com isso, perderá o foro privilegiado.
Especialistas ouvidos pelo G1 afirmam que a mudança fará com que o processo contra o governador vá para a 1ª instância; consequentemente, Pezão perderá prerrogativas, como o direito de estar numa sala na Unidade Prisional da Polícia Militar, em Niterói.
“Vai mudar a competência judicial. Vai sair do STJ [Superior Tribunal de Justiça] e vai para a primeira instância. Como tem muitos investigados, se um mantiver foro especial, pode manter para todos ou desmembrar. No caso de Pezão, parece que não há”, afirmou o advogado criminalista Breno Melaragno.
Melaragno acredita que o processo envolvendo o governador, atualmente no STJ, possa ir para as mãos do juiz federal Marcelo Bretas, titular da 7ª Vara Federal Criminal no RJ e responsável pelos processos envolvendo a Lava Jato no estado.
O advogado ressalta que o foro de Pezão não garante outros privilégios – o governador está numa cela sem grades e sozinho, embora vigiado por câmeras. Visitas devem ocorrer de forma normal, uma vez por semana. Os advogados dele devem ter pleno acesso ao cliente desde que respeitados os horários definidos pela unidade prisional.
O também advogado criminalista Thiago Nagib ressalta que o envio do processo para a 1ª instância da Justiça Federal vai depender de parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) e, posteriormente, decisão do ministro relator do caso, Félix Fischer.
Particularmente, o advogado acredita que a mudança de instância “só deveria ser aplicada para novos processos e investigações”. Nagib diz que a troca pode ferir o princípio do “juiz natural”.
“Uma vez que se aplique a perda de foro no meio do processo, restringe o direito do acusado de saber previamente em qual jurisdição seu caso será analisado”, opinou especialista.
Nagib também esclareceu que não são todos os casos que voltam à 1ª instância. Ele disse que, dependendo do momento processual, a ação continua no STJ ou no Supremo Tribunal Federal (STF).
“Se estiver em alegações finais, o processo continua no tribunal para não haver atraso. No caso do Pezão, não está nessa fase, está bem no início.”
Professor de Direito da Pontifícia Universidade Católica do RJ (PUC-Rio), Manoel Peixinho também crê que o caso passará a tramitar na 1ª instância. Segundo ele, o juiz que receber o processo, então, poderá reavaliar a necessidade da prisão do atual governador.
“Se, naturalmente, decidir pela manutenção da prisão, então obviamente [Pezão] continuará preso. O juiz também poderá entender que não há necessidade da prisão, então expedirá mandado de soltura.”
O professor explicou que, retornando à 1ª instância, o processo aberto contra o governador não inicia “do zero”, mas precisará ser avaliado pelo novo magistrado.
“De qualquer forma, todas as provas produzidas são aproveitadas, todos os documentos. O processo não começa do zero, apenas começa com um novo juiz, mas que ali terá que seguir toda uma tramitação, até que chegue numa sentença.”
O Cimpajeú esteve representado em Brasília, no I Encontro Nacional do Fórum de Consórcios Públicos Intermunicipais. O evento foi promovido pela Confederação Nacional dos Municípios. O Cimpajeú esteve representado pelo presidente e prefeito de Ingazeira, Luciano Torres, juntamente com a Gerente Geral, Hilana Santana. Participou também o prefeito de Águas Belas e presidente do Comupe, […]
O Cimpajeú esteve representado em Brasília, no I Encontro Nacional do Fórum de Consórcios Públicos Intermunicipais.
O evento foi promovido pela Confederação Nacional dos Municípios.
O Cimpajeú esteve representado pelo presidente e prefeito de Ingazeira, Luciano Torres, juntamente com a Gerente Geral, Hilana Santana. Participou também o prefeito de Águas Belas e presidente do Comupe, Luiz Aroldo.
O evento teve o objetivo de compartilhar as boas experiências de consórcios intermunicipais espalhados pelo país e foi realizado na sede da Confederação Nacional de Municípios (CNM).
Houve exemplos do Consórcio Interfederativo de Desenvolvimento do Estado de Rondônia (Cinderondonia) e prefeito de Pimenta Bueno (RO), do Consórcio Intermunicipal de Saúde do Seridó (CIS Seridó) e do Consórcio Intermunicipal do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Cisa).
A auditora do Tribunal de Contas dos Municípios do Estado da Bahia (TCM/BA), Leonice Silva de Oliveira, trouxe um panorama histórico e jurídico a respeito dos contratos que envolvem os consórcios. “É importante que o rateio esteja previsto na Lei Orçamentária de cada ente que compõe o consórcio e isso é muito importante, pois pode refletir na Lei de Responsabilidade Fiscal.
O encontro nacional, de forma presencial, segue nesta quinta, na sede da CNM. Entre os destaques está a definição da pauta da próxima reunião que será realizada entre os consórcios públicos.
A Prefeitura Municipal de Brejinho em nome de toda sociedade Brejinhense, vem neste momento agradecer e parabenizar a Polícia Militar do Estado de Pernambuco e do nosso vizinho Estado da Paraíba, homens e mulheres, que diuturnamente conduziram a operação para prender meliantes que atentaram contra um carro forte nas proximidades do Povoado de Placas de […]
A Prefeitura Municipal de Brejinho em nome de toda sociedade Brejinhense, vem neste momento agradecer e parabenizar a Polícia Militar do Estado de Pernambuco e do nosso vizinho Estado da Paraíba, homens e mulheres, que diuturnamente conduziram a operação para prender meliantes que atentaram contra um carro forte nas proximidades do Povoado de Placas de Piedade desse Município de Brejinho, deixando nossa população apreensiva, mas com a confiança que a policia estava protegendo a nossa sociedade.
Somos solidários também, com os guerreiros que foram feridos na ação, mas com a benção de Deus não correm riscos de morte e voltaram sãos e salvos para o seio das suas famílias.
A Instituição Prefeitura Municipal de Brejinho ovaciona à todos vocês, porque sabe que o Policial é um Herói da sociedade, desenvolvendo a atividade de segurança pública com nobreza e grandiosidade mesmo que isso lhe tire a própria vida
Sabemos que as corporações a qual vocês militam não os condecoraram por essa ação. Mas entendemos que o homem de bem não necessita de medalhas de ouro para abrilhantar uma farda! Seu coração valoroso por si só o condecora!
Presidenta do PT de Afogados diz que partido está analisando o cenário. Por André Luis No último sábado (11.01), o vice-prefeito de Afogados da Ingazeira, Alessandro Palmeira, o Sandrinho, como informamos no blog, fez um aceno durante o seu discurso na posse da presidenta municipal do Partido dos Trabalhadores (PT), Mônica Solto de que o […]
Presidenta do PT de Afogados diz que partido está analisando o cenário.
Por André Luis
No último sábado (11.01), o vice-prefeito de Afogados da Ingazeira, Alessandro Palmeira, o Sandrinho, como informamos no blog, fez um aceno durante o seu discurso na posse da presidenta municipal do Partido dos Trabalhadores (PT), Mônica Solto de que o PT poderia voltar a compor a Frente Popular no município.
Em conversa com o blog na noite do domingo (12.01), durante o Afogareta, Sandrinho confirmou o aceno justificando que o momento que a política de Afogados da Ingazeira, e do país vem atravessando, é preciso reunir forças. “Acenar sim. Para o centro, para a esquerda, para que possamos nos unir para ajudar na nossa governança, para que a gente possa melhorar ainda mais a nossa possibilidade de captar recursos, expandir as nossas possibilidades de elaboração de projetos e de modelos de governança”.
Sandrinho destacou que o PT de Afogados da Ingazeira sempre teve um papel importante, tanto na política local, como na gestão. “O PT já fez parte da Frente Popular, é um partido progressista, que tem uma bonita história. E eu pergunto porque não o PT voltar a fazer parte da Frente Popular, que é ampla e importante”, destacou.
O vice-prefeito disse ainda que apesar da Frente Popular ter um modelo de gestão já implantando e pretender dar continuidade, não quer dizer que não estão abertos a novas sugestões, a novas propostas. “Então quem estiver pensando no futuro de Afogados da Ingazeira pode vir”, afirmou
Provocado a falar sobre a declaração de que “Afogados não pode ser governada por alguém que votou em Bolsonaro”, teria sido um recado ao ex-prefeito e pré-candidato à Prefeitura, Totonho Valadares. Disse que não. “Eu disse que não podemos ter compromisso com o erro. Então a gente não quer essa pessoa que tenha essa ligação cem porcento com o governo Bolsonaro para que governe Afogados”, disse.
Após ser questionado, Sandrinho garantiu que o debate não será nacionalizado. “Vamos discutir Afogados, mas fazendo uma leitura é claro do cenário estadual e do cenário federal. Lembrando que a eleição é municipal, não é pra governador nem pra presidente.
O blog também buscou ouvir a presidenta do PT municipal, Mônica Solto que foi empossada no sábado (11).
Mônica disse que recebeu por parte do Diretório Estadual a recomendação de convidar todos os representantes de partidos alinhados com a esquerda para acompanharem a posse. Afirmou que todos tem uma única linha de pensamento, que é manter a democracia, que segundo ela após a derrubada da ex-presidenta Dilma Rouseff tem sofridos seguidos golpes.
“Desde esse momento, muitos lutam para que a democracia continue, nós estamos aí com um governo Fascista, que a cada dia tem diminuído as brechas que a democracia tem, cortando caminhos para que possa continuar, então temos que nos unir aqui em Afogados, como em Pernambuco e no Brasil para que a gente possa continuar tendo um país democrático”, afirmou Mônica.
Quanto ao PT de Afogados da Ingazeira fazer parte ou não da Frente Popular, Mônica disse que será analisado. “Depende do cenário que está se formando no município. No momento a gente tem candidatura própria. Estamos ainda analisando isso, mas se a gente tiver de um lado um candidato da Frente Popular que é mais voltado as frentes das esquerdas e do outro lado um candidato que é representante de um governo fascista como o de Bolsonaro, não podemos permitir que um governo desses se materialize em Afogados da Ingazeira. Se a gente puder se unir para não permitir que tenha no município um representante de Bolsonaro a gente se une, mas ainda estamos analisando o cenário.
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