Após especulações sobre aproximação com João Campos, Márcia Conrado participa de agenda com Raquel
Por Nill Júnior
A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, do PT, teve protagonismo no lançamento do Programa Recicla Mais Pernambuco, ao lado da governadora Raquel Lyra e de vice, Priscila Krause.
Márcia destacou que o programa nasceu inspirado em um projeto criado em Serra Talhada.
“Implantamos a coleta seletiva porta a porta em todos os bairros com planejamento, responsabilidade social e compromisso com o meio ambiente, e hoje esse projeto virou política pública estadual”, disse.
No texto, Márcia não faz referência à governadora Raquel Lyra, muito menos publicou foto ao seu lado, mas destaca uma foto em que discursa ao lado da gestora.
No último dia 30, Márcia e o prefeito do Recife, João Campos (PSB), se reuniram em Serra Talhada. O movimento reforçou a especulações de que Márcia estará no palanque do socialista em 2026. Fontes palacianas dizem que Márcia não fechou questão sobre seu futuro ainda.
A proposta do governo é de R$ 200, que é considerada insuficiente pelos deputados O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que o projeto que garante recursos para brasileiros em situação de vulnerabilidade social, como os trabalhadores informais, tem objetivo de dar previsibilidade para as famílias que mais serão impactadas com a crise econômica […]
A proposta do governo é de R$ 200, que é considerada insuficiente pelos deputados
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que o projeto que garante recursos para brasileiros em situação de vulnerabilidade social, como os trabalhadores informais, tem objetivo de dar previsibilidade para as famílias que mais serão impactadas com a crise econômica provocada pela pandemia do coronavírus. Segundo Maia, os deputados estão discutindo uma proposta de renda mínima de R$ 500, maior do que o desejado pelo governo, que propôs R$ 200. Os parlamentares devem apreciar esse texto na sessão desta quinta-feira (26) e aproveitar um projeto que já tem a urgência aprovada para alterar o mérito do texto em plenário para incluir essa proposta de renda mínima.
“Precisamos garantir recursos, o que entendemos é que a proposta do governo é pequena para aquilo que a população precisa. Eu entendo o governo, que ainda trabalha com a questão do impacto fiscal, mas, neste momento, não é o mais importante. O importante é que todos nós, em conjunto, possamos gerar as condições mínimas para que os brasileiros possam manter a determinação do Ministério da Saúde, da OMS, dos estados e das prefeituras (de ficar em isolamento)”, explicou Maia.
Rodrigo Maia cobrou mais uma vez que o Executivo comande as ações de enfrentamento à pandemia. Segundo ele, o valor necessário para o enfrentamento da crise é entre R$ 300 bilhões a R$ 400 bilhões.
Maia citou a necessidade de pensar uma solução para os aluguéis das empresas que, com a crise, não teriam condições de serem pagos e lembrou que, na crise de 2008, o governo Lula garantiu que os bancos não quebrassem.
“Não é possível que a gente não possa garantir aos trabalhadores informais uma renda por esse período de três meses e avaliando esse cenário a cada semana, porque isso é um cenário de guerra. É importante que a gente possa aplicar os recursos [públicos] também na sociedade brasileira”, disse.
“Não acho que a gente deva olhar R$ 5 bilhões ou R$ 10 bilhões, do meu ponto de vista, a gente teria que gastar para enfrentar a crise, R$ 300 bilhões, R$ 400 bilhões, mas o que a gente precisa é que as despesas de 2020 fiquem limitada ao ano de 2020”, afirmou o presidente da Câmara.
Para Rodrigo Maia, o melhor caminho é o diálogo e que cabe ao presidente da República liderar esse processo, como, por exemplo, convocar uma reunião com todos os poderes para que, em conjunto, possam encontrar as soluções.
De acordo com Maia, o momento agora é deixar as divergências de lado para dar segurança aos brasileiros neste momento de crise. Caso contrário, na avaliação do presidente da Câmara, as pessoas vão sair do isolamento, aumentar as contaminações, colapsar o sistema de saúde e criar uma “tempestade perfeita” para crise se aprofundar.
“Precisamos dar previsibilidade para que as pessoas possam continuar nas suas residências, e que os empregadores saibam que seus negócios continuarão existindo, mas é o Executivo quem pode organizar isso”, cobrou. As informações são da Agência Câmara de Notícias.
Caminhões de todo o país chegaram a Brasília neste sábado (15) para uma manifestação de apoio ao presidente Jair Bolsonaro, que convocou mobilizações em várias capitais brasileiras em reação à sua perda de popularidade e às críticas por sua gestão da pandemia. “Cristãos e ruralistas se unem em apoio ao presidente Bolsonaro” publicaram em suas […]
Caminhões de todo o país chegaram a Brasília neste sábado (15) para uma manifestação de apoio ao presidente Jair Bolsonaro, que convocou mobilizações em várias capitais brasileiras em reação à sua perda de popularidade e às críticas por sua gestão da pandemia.
“Cristãos e ruralistas se unem em apoio ao presidente Bolsonaro” publicaram em suas redes sociais a chamada “Marcha da Família Cristã pela Liberdade”, que promove a ação convocada em quase todas as capitais do país, que continua contando mais de 2.000 mortes por dia devido à covid-19.
O Brasil, com mais de 430 mil mortes pela pandemia, número superado apenas pelos Estados Unidos, enfrenta dificuldades para adquirir as vacinas necessárias para imunizar sua população de 212 milhões de pessoas.
Bolsonaro, que minimizou a doença chamando-a de “gripezinha” e questionou a eficácia das vacinas, viu sua popularidade cair para o mínimo histórico de 24%, segundo pesquisa publicada esta semana pelo Datafolha, que também revela que 49% dos brasileiros são a favor do impeachment, enquanto 46% são contra.
A pesquisa, que coloca o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como o favorito para vencer as eleições de 2022, foi divulgada enquanto uma comissão do Senado investiga sua gestão caótica da pandemia.
Bolsonaro reagiu desqualificando senadores e convocando manifestações para demonstrar força política.
“Estamos aqui apoiando o nosso presidente. Precisamos de apoio, porque na pandemia a agricultura não parou”, disse Carine de Souza, produtora rural do Mato Grosso.
Bolsonaro sobrevoou a manifestação em um helicóptero e apareceu a cavalo para se encontrar com as dezenas de milhares de seguidores de seu núcleo mais duro que começaram a se reunir cedo na Esplanada dos Ministérios, em Brasília.
Ele agradeceu aos ruralistas e caminhoneiros e voltou a atacar “alguns governadores e prefeitos” que impuseram medidas de restrição à circulação para conter a pandemia.
Em um breve discurso, o presidente voltou também à acusação contra o sistema de votação eletrônica, que coloca em dúvida sem apresentar provas. Referindo-se a Lula, afirmou que “se não tivermos o voto auditável, esse canalha pela fraude ganha as eleições do ano que vem”.
A defesa do voto impresso também foi central na pequena manifestação em São Paulo, onde menos de uma centena de pessoas ocuparam a Avenida Paulista vestidas com as cores da bandeira nacional.
Como sempre, a qualquer posição, há claques pagas ou direcionadas para tentar descredibilizar quem é sério. Há uma semana, minha pergunta sobre o trabalho de vigilante de Zé Negão viralizou. Por uma semana memes e mais memes. Estava fazendo meu trabalho. Odeio incoerências. Agora muitos que falam em defender a vida promoveram um evento em […]
Como sempre, a qualquer posição, há claques pagas ou direcionadas para tentar descredibilizar quem é sério.
Há uma semana, minha pergunta sobre o trabalho de vigilante de Zé Negão viralizou. Por uma semana memes e mais memes. Estava fazendo meu trabalho. Odeio incoerências. Agora muitos que falam em defender a vida promoveram um evento em encontro à ela. E a onda virou. Estou acostumado. Já disse que ser imparcial não é ser elogiado por todos. Às vezes é ser alvo de todos.
A campanha da Frente Popular está orientando pessoas pagas ou com interesses na campanha para difamar o blog, usando postagens de assessoria enviadas ao veículo. Todas as notas de assessoria são publicadas pelo blog, mesmo que editorialmente não representem a nossa opinião. Isso é exercício de isenção e credibilidade, não o contrário.
O material para tentar difamar tem produção profissional. Não foi encomendado por chaleiras ou interessados na vitória para uma vaga no trem. Eles apenas compartilham. Vai ter mais repercussão aqui do que aos ventos das redes. Não afeta ou intimida.
Um dos articuladores a serviço da “articulação” já teve posição similar por querer que eu atacasse mais a Frente Popular. Se perguntar rápido nem ele sabe em que palanque está. Outro tem cargo na Secretaria de Cultura. Contratado, explicado.
A articulação se dá no grupo Juventude 40, da rede WhattsApp, a mando de setores do comando de campanha, sem conhecimento ou orientação do candidato. “Vi poucas postagens no Instagram do pessoal”, reclama uma organizadora do movimento. Não é tão fácil atingir quem tem correção.
Tenho certeza que a campanha difamatória não tem iniciativa do candidato Sandrinho Palmeira. Ele não tem esse perfil. Aliás, também tenho informações de que a “brilhante ideia” do evento condenado pelo MP não partiu dele. Acabou de acordo mas não foi a primeira voz. Já ouvi dele que será diferente se eleito. Ja disse que acredito.
Pelo que apurei, depois da pesquisa Múltipla a ideia foi mostrar força com um evento grande, para impactar e mostrar mais força que a aferida. Um erro estratégico que poderia ter sido evitado.
Por isso mesmo que disse a um amigo e importante nome do grupo, não entro na política. Depois que quis, mas fui sacaneado há anos, entendi como um sinal. E sei agora o porquê.
Eu não aceitaria um evento que agredisse normas sanitárias dessa forma só para “mostrar força”. Achava que Sandrinho também não.
Aos que decidiram, minha recomendação de que esse tempo é outro. A Sandrinho, minha esperança de que será um líder a conduzir, não a ser conduzido. Creio nisso. Não me demovi dessa certeza. Ele sabe disso. Pra mim basta.
Aos que articulam a onda de cards contra mim se a ideia é me descredenciar, sugiro armamento pesado. Esses tracks juninos aí não me atingem…
Do Portal Correio Continua foragido Valmir Pereira de Sousa, ex-secretário de Infraestrutura do Município de Princesa Isabel-PB. A Justiça Federal expediu mandado de prisão preventiva contra ele, por ocasião da deflagração da Operação Cardeiro, na última terça-feira (19). Já o proprietário da Construarq Empreendimentos e Construções LTDA, que estava com mandado de prisão preventiva em […]
Continua foragido Valmir Pereira de Sousa, ex-secretário de Infraestrutura do Município de Princesa Isabel-PB. A Justiça Federal expediu mandado de prisão preventiva contra ele, por ocasião da deflagração da Operação Cardeiro, na última terça-feira (19).
Já o proprietário da Construarq Empreendimentos e Construções LTDA, que estava com mandado de prisão preventiva em aberto, se entregou à Justiça na tarde desta quinta-feira (21). Ele também é acusado de embaraçar as investigações. Estima-se em R$ 1 milhão a quantidade de verbas federais desviadas, oriundas do Ministério da Saúde.
Segundo o Ministério Público Federal, Valmir teve a prisão decretada por envolvimento em desvio de recursos públicos e por atrapalhar as investigações da operação.
Conforme o MPF, a Construarq ganhou duas licitações com suspeitas de favorecimento, em virtude de relações de parentesco entre o empresário detido e o atual secretário de Administração de Princesa Isabel, cujo mandado de condução coercitiva ainda se encontra em aberto.
Os advogados do secretário e de engenheiro da Construarq que é pai do empresário informaram que ambos vão se apresentar na Delegacia de Polícia Federal de Patos nesta sexta-feira (22).
Operação Cardeiro: a Operação Cardeiro, cujo nome faz alusão a um cacto bastante comum na região do Sertão, foi deflagrada pelo Ministério Público Federal, a Polícia Federal e a Controladoria Geral da União no dia 19 de julho, com o objetivo de desarticular quadrilha envolvida em desvio de recursos públicos, fraudes em licitações e falsidade ideológica.
O esquema era realizado na Prefeitura Municipal de Princesa Isabel. Estima-se em R$ 1 milhão a quantidade de verbas federais desviadas, oriundas do Ministério da Saúde.
De 8 de janeiro de 2023 Dos parlamentares bolsonaristas, a Deputada Federal Clarissa Tércio e o Estadual Júnior Tércio foram os únicos que replicaram imagens dos atos golpistas em Brasília. Ambos postaram imagens da invasão ao Congresso Nacional, sem nenhum questionamento. Ao contrário, postaram seus endereços na rede, em nítido apoio aos atos. Foram os […]
Dos parlamentares bolsonaristas, a Deputada Federal Clarissa Tércio e o Estadual Júnior Tércio foram os únicos que replicaram imagens dos atos golpistas em Brasília.
Ambos postaram imagens da invasão ao Congresso Nacional, sem nenhum questionamento. Ao contrário, postaram seus endereços na rede, em nítido apoio aos atos.
Foram os únicos a demonstrar óbvio apoio aos atos, contra a maioria da classe política pernambucana, que condenou. Outros poucos silenciaram.
O Coronel Meira, Deputado Estadual, não se manifestou contrário ou favorável. Como quem notícia, usou uma tarja de “Urgente” e postou em destaque “Manifestantes invadem o Congresso e o STF”, sem fazer comentários. Entretanto, apoiadores postaram apoio aos atos.
Já o Coronel Feitosa replicou o posicionamento do presidente Jair Bolsonaro condenando os atos, mas os comparando às manifestações de 2013 e 2017, se eximindo de participação nos atos.
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