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Audiência pública discutiu na Alepe, os impactos do vazamento de óleo que atinge as praias do Nordeste. Entre outros temas, a reunião desta quarta (30), promovida pelas Comissões de Meio Ambiente e de Desenvolvimento Econômico, tratou da situação de trabalhadores que não conseguem vender o que pescam, além dos riscos à saúde de quem coleta […]

Audiência pública discutiu na Alepe, os impactos do vazamento de óleo que atinge as praias do Nordeste. Entre outros temas, a reunião desta quarta (30), promovida pelas Comissões de Meio Ambiente e de Desenvolvimento Econômico, tratou da situação de trabalhadores que não conseguem vender o que pescam, além dos riscos à saúde de quem coleta os resíduos que começaram a aparecer em agosto.
Durante o encontro, foram apontadas possíveis fontes de recursos para compensar pescadores e marisqueiros pelas perdas que vêm sofrendo, como o ICMS Socioambiental, o Fundo de Compensação Ambiental, e os fundos municipais e Estadual de Assistência Social. Houve reivindicações, ainda, por maior diálogo dos órgãos públicos e do gabinete de crise com esses trabalhadores, por estudos detalhados e informações sobre como a população deve agir, além da demanda de reconhecimento dos territórios tradicionais pesqueiros.
Representando a Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Pernambuco (Semas), Bertrand Alencar informou que 1,5 mil toneladas de borra oleosa foram coletados e encaminhados para o centro de tratamento de resíduos em Igarassu.
Entre as medidas adotadas pelo Estado, segundo o diretor de Meio Ambiente, estão a alocação de mais de 400 pessoas, contratação de duas empresas de remoção, ações de monitoramento, solicitação de investigação da Polícia Federal e articulação de força-tarefa com pesquisadores.
Presidente da Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH), Djalma Paes informou que a análise sobre a possível contaminação dos pescados será feita por um laboratório da Universidade de São Paulo (USP). Ele criticou o Governo Federal por extinguir comitês do Plano Nacional de Contingência para Incidentes de Poluição por Óleo em Água (PNC) e não dar respostas, ainda, sobre a origem do vazamento.
De acordo com o presidente da Comissão de Meio Ambiente da Alepe, deputado Wanderson Florêncio (PSC), que presidiu a audiência pública, um relatório sobre as demandas apresentadas será enviado aos órgãos competentes.
Do Governo Estadual, serão cobrados o monitoramento da possibilidade de novas manchas atingirem o litoral e a divulgação, na internet, de praias impróprias para banho. Também se pedirá urgência nos estudos sobre a possível contaminação dos pescados e ações para garantir recursos aos profissionais afetados pelo desastre.
A deputada Alessandra Vieira (PSDB), que pediu a realização do debate, manifestou preocupação com medidas anunciadas pelo Governo Federal. “Ouvimos que de 10 mil pescadores afetados no Estado, só 400 receberiam a antecipação do seguro-defeso. Como ficam os outros 9,6 mil?”, questionou.
“O mais importante é como vão se sustentar as pessoas que dependem da pesca, da venda de frutos do mar e do turismo”, agregou o presidente da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Delegado Erick Lessa (PP), que defendeu maior articulação entre as esferas.
Para o deputado João Paulo (PCdoB), há “total omissão do Governo Federal”, que age com discriminação contra os nordestinos. Romero Sales Filho (PTB) cobrou a coordenação, pelo Poder Público, dos grupos que estão agindo na coleta do óleo.
Integrante do mandato coletivo Juntas (PSOL), Carol Vergolino defendeu a decretação de estado de calamidade pública em Pernambuco, como forma de facilitar o auxílio financeiro aos municípios afetados, abrir créditos extraordinários e acessar o fundo estadual para situações de calamidade pública. O prefeito do Cabo de Santo Agostinho, Lula Cabral, tratou do cadastramento dos pescadores e marisqueiras afetados, para buscar ajuda do Estado e da União.
Também participaram do encontro a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PE), Ministério Pùblico do Estado de Pernambuco (MPPE), Defensoria Pública do Estado (DPE-PE), Defesa Civil estadual, Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), entre outras instituições.
A Polícia Federal bateu em Brejinho. A unidade Salgueiro deu início a uma operação na cidade para investigar um empresário envolvido com vendas e distribuição de cargas roubadas. Durante a operação foi pedido apoio ao Malhas da Lei e a GT de Brejinho, do 23º BPM, para dar continuidade à ação. Foram apreendidos em prédios […]
A Polícia Federal bateu em Brejinho. A unidade Salgueiro deu início a uma operação na cidade para investigar um empresário envolvido com vendas e distribuição de cargas roubadas.
Durante a operação foi pedido apoio ao Malhas da Lei e a GT de Brejinho, do 23º BPM, para dar continuidade à ação.
Foram apreendidos em prédios e residência do acusado vários objetos roubados e matérias diversos como carga de guarda roupas, calçados, remédios, luminárias, produtos odontológicos, perfumes , celulares , além de dinheiro e simulacros ,dentre outros.
O motivo da operação foi o rastreio de um celular que foi roubado dias atrás juntamente com uma carga de perfume, fato ocorrido próximo à cidade de Flores.
Segundo a PF , Brejinho é hoje um dos polos de distribuição nacional de cargas roubadas no país , fato esse comprovado com a verificação em notas fiscais apreendidas com endereços de várias regiões do país, como recentemente uma carga oriunda de Minas Gerais .
Os envolvidos foram detidos e todo material apreendido ficou a disposição da PF. Ela conduziu e fez a apresentação na DPF de Salgueiro.
O pré-candidato a governador, Miguel Coelho, repudiou a atitude arbitrária do Partido dos Trabalhadores de expulsar o prefeito de Orocó, George Gueber. A medida extrema foi adotada após declaração de apoio de Gueber à pré-candidatura de Miguel ao governo do estado pelo União Brasil, o que causou indignação. “Quero manifestar minha solidariedade ao prefeito George […]
O pré-candidato a governador, Miguel Coelho, repudiou a atitude arbitrária do Partido dos Trabalhadores de expulsar o prefeito de Orocó, George Gueber.
A medida extrema foi adotada após declaração de apoio de Gueber à pré-candidatura de Miguel ao governo do estado pelo União Brasil, o que causou indignação.
“Quero manifestar minha solidariedade ao prefeito George Gueber, grande liderança do Sertão. Não podemos aceitar que o argumento da fidelidade partidária seja usado para perseguir e punir posicionamentos políticos. A sua expulsão reflete uma política partidária retrógrada, que não encontra respaldo no debate plural e democrático que deve pautar a disputa eleitoral. Nossa pré-candidatura tem recebido o apoio de lideranças de diferentes matizes políticos, porque acreditamos que os interesses do povo de Pernambuco devem prevalecer sobre as divergências políticas e partidárias.”
Após um pouco mais de dois meses de colapso, a cidade de Bezerros, no Agreste, passa a ser abastecida novamente pela rede de distribuição de água. A obra da Transposição do Rio Sirinhaém para o Sistema Brejão foi executada em tempo recorde pela Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) e entrou na fase de testes ontem […]
Após um pouco mais de dois meses de colapso, a cidade de Bezerros, no Agreste, passa a ser abastecida novamente pela rede de distribuição de água.
A obra da Transposição do Rio Sirinhaém para o Sistema Brejão foi executada em tempo recorde pela Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) e entrou na fase de testes ontem (23) à tarde.
O empreendimento estava previsto para ser concluído em julho deste ano, mas já está operando e voltou a fornecer água pelas tubulações. O bairro do Cruzeiro foi o primeiro a receber água nas torneiras. Para retirar Bezerros do colapso, o governo de Pernambuco investiu R$ 2,1 milhões para executar a obra emergencial, iniciada no dia 13 de janeiro deste ano.
A cidade estava sendo atendida por estações de abastecimento, tipo chafarizes, que eram supridas com a água retirada do volume morto da Barragem Brejão – manancial que fornecia água para Bezerros – que está com menos de 2% da sua capacidade total. A previsão era que Brejão só teria água para manter essa operação apenas por mais dez dias.
“Foi preciso muito esforço e empenho dos técnicos da Compesa para finalizar essa obra antes do prazo e livrar a cidade da situação do colapso total, em função da estiagem que já dura seis anos no estado. Agora estamos na fase de testes, momento que serão feitos ajustes e vamos acompanhar como se comporta a operação do sistema”, explica o diretor Regional do Interior da Compesa, Marconi de Azevedo.
Para antecipar o início da operação, a obra foi executada em jornada de trabalho estendida, inclusive, nos finais de semana. A Compesa também utilizou um conjunto de motobombas do próprio almoxarifado para realizar a captação de água na bacia do Rio Sirinhaém, no município da Barra de Guabiraba.
Para reabilitar o Sistema Sirinhaém/ Brejão, ainda foi implantada uma subestação elétrica e realizada a recuperação da Estação Elevatória de Água Bruta do Rio Sirinhaém. De lá, a água segue por uma adutora com cerca de nove quilômetros de extensão até a Estação Elevatória Brejão, na cidade de Sairé, onde é bombeada até a Estação de Tratamento de Água (ETA) Bezerros.
O sistema está contribuindo com a vazão de 110 litros de água por segundo para o abastecimento de Bezerros.
Durante o programa Ouvir para Mudar, realizado nesta sexta-feira (29), em Arcoverde, familiares da pequena Jade e de outras vítimas de suposta negligência hospitalar realizaram um protesto pacífico. Vestidos de preto e carregando cruzes e cartazes, eles pediram justiça e melhores condições no atendimento de saúde. O movimento ganhou força após o relato de Marcos […]
Durante o programa Ouvir para Mudar, realizado nesta sexta-feira (29), em Arcoverde, familiares da pequena Jade e de outras vítimas de suposta negligência hospitalar realizaram um protesto pacífico. Vestidos de preto e carregando cruzes e cartazes, eles pediram justiça e melhores condições no atendimento de saúde.
O movimento ganhou força após o relato de Marcos Rodrigues, pai de Jade, na sessão da Câmara de Vereadores do último dia 11. Ele afirmou que a filha teria sido vítima de falhas no atendimento prestado pela UTI pediátrica do Hospital Regional de Arcoverde, o que, segundo ele, contribuiu para a morte da criança.
Marcos disse que não gostaria de expor a dor da família em público, mas destacou que se sentiu obrigado a cobrar providências. Durante a sessão, entregou documentos ao vereador e médico Rodrigo Roa, que confirmou alterações em exames apresentados, embora tenha dito que não poderia se manifestar tecnicamente por conta do sigilo profissional.
O pai relatou uma série de supostas inconformidades, como registros médicos com datas incompatíveis e assinaturas feitas dias depois dos atendimentos. Segundo ele, o hospital demorou 15 dias para liberar o prontuário da filha, que permaneceu internada menos de 12 horas. Já no Hospital Mestre Vitalino, onde Jade ficou 10 dias, o documento foi entregue em apenas cinco.
Outra denúncia feita por Marcos foi de que sua esposa, enfermeira, teria sido impedida de acompanhar a filha durante a transferência na ambulância. Ele também questionou a qualificação da equipe que atuava na UTI pediátrica, formada por médicos recém-formados.
Em seu depoimento, Marcos pediu que a Comissão de Saúde da Câmara investigue o caso e cobre melhorias. “Hoje sou eu como pai. Amanhã pode ser qualquer um de vocês. Vamos fazer desse hospital um hospital, não um anexo do necrotério”, afirmou.
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