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Por André Luis

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Triste recorde: 3.668 mortes por Covid em 24 horas

G1 O Brasil bateu um novo recorde com 3.668 mortes por Covid registradas nas últimas 24 horas e totalizou nesta terça-feira (30) 317.936 óbitos. Com isso, a média móvel de mortes no país nos últimos 7 dias chegou a 2.728, nova pior marca no índice pelo 5º dia consecutivo. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de […]

G1

O Brasil bateu um novo recorde com 3.668 mortes por Covid registradas nas últimas 24 horas e totalizou nesta terça-feira (30) 317.936 óbitos.

Com isso, a média móvel de mortes no país nos últimos 7 dias chegou a 2.728, nova pior marca no índice pelo 5º dia consecutivo.

Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +34%, indicando tendência de alta nos óbitos pela doença.

É o que mostra novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h de terça.

A um dia do fim do mês, março já tem quase o dobro de mortes por Covid registradas em julho de 2020, que era o pior mês da pandemia —até ser superado pelo mês atual.

De acordo com dados do consórcio de veículos de imprensa, julho teve 32.912 óbitos pela doença. Até aqui, foram registradas 62.918 mortes em março no país.

Hospital do Sertão terá 120 leitos para tratar Covid-19

Vinte serão de UTI, segundo Sebastião Oliveira Em entrevista ao programa Farol de Notícias, na rádio Vilabela FM, o deputado Sebastião Oliveira detalhou, neste sábado (18), como os leitos que vão ser preparados nas próximas semanas irão atender pacientes com covid-19 em Serra Talhada. Conforme o deputado, os 100 leitos de enfermaria que iriam funcionar na ala […]

Vinte serão de UTI, segundo Sebastião Oliveira

Em entrevista ao programa Farol de Notícias, na rádio Vilabela FM, o deputado Sebastião Oliveira detalhou, neste sábado (18), como os leitos que vão ser preparados nas próximas semanas irão atender pacientes com covid-19 em Serra Talhada.

Conforme o deputado, os 100 leitos de enfermaria que iriam funcionar na ala externa do Hospam serão realocados e montados em um hospital de campanha a ser montado na ala do Hospital Geral do Sertão, que fica às margens da BR-232.

“O HGS ele vai abrir internamente 20 leitos de UTI e aquele hospital de campanha que seria construído no Hospam, ele será aberto na área externa do Hospital com 100 leitos de enfermaria para tratamento de pacientes com covid-19. E os 20 leitos de UTI serão para casos críticos de pacientes com covid-19”, afirmou Sebastião, detalhando que como será a administração da unidade:

“Será administrado por uma OS (Organização Social), como é administrada a UPA de Serra Talhada. Eles [Governo de Pernambuco] vão abrir uma chamada pública para a construção desse hospital de campanha e também para administração desse hospital”.

“Infelizmente não gostaria que esse hospital começasse funcionar durante uma pandemia”, lamentou o deputado, concluindo:

“Gostaríamos que essa pandemia não estivesse acontecendo. Mas como é algo que não podemos evitar, e como em todo cenário de catástrofe também há coisas boas, essa é uma delas: a [notícia] de abrimos o Hospital Geral do Sertão com 20 leitos de UTI.”

Até o momento, Serra Talhada tem 4 casos confirmados de coronavírus e mais de uma dezena de casos em investigação.

População desocupada sobe 56,6% em setembro ante setembro/2014, diz IBGE

Do JC Online O número de pessoas que estão atrás de emprego no País continuou a crescer em setembro, seja porque foram demitidas ou porque passaram a procurar uma vaga nos últimos 12 meses, segundo os dados anunciados nesta quinta-feira (22), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em setembro, a população desocupada cresceu […]

Segundo o IBGE, 420 mil pessoas perderam o emprego nos últimos 12 meses
Segundo o IBGE, 420 mil pessoas perderam o emprego nos últimos 12 meses

Do JC Online

O número de pessoas que estão atrás de emprego no País continuou a crescer em setembro, seja porque foram demitidas ou porque passaram a procurar uma vaga nos últimos 12 meses, segundo os dados anunciados nesta quinta-feira (22), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em setembro, a população desocupada cresceu 56,6% ante igual mês de 2014, a maior alta da série da Pesquisa Mensal de Emprego, que tem dados desde março de 2003 neste confronto.

Isso significa que 670 mil pessoas engrossaram as filas à procura de trabalho nessas regiões no último ano – praticamente um terço dos 1,853 milhão de pessoas que estão desempregadas atualmente nas seis áreas investigadas: Recife, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, e Salvador.

Parte dessas pessoas seguiu tal caminho porque foi demitida no período. Segundo o IBGE, a população ocupada encolheu 1,8% em setembro ante igual mês do ano passado, repetindo a queda recorde já verificada em agosto ante agosto de 2014. Ou seja, 420 mil pessoas perderam o emprego nos últimos 12 meses.

Com essa combinação, a população economicamente ativa avançou 1,0% em setembro contra setembro de 2014, resultado de 250 mil pessoas que ingressaram ou retornaram ao mercado de trabalho – neste caso, abandonando a inatividade. A população inativa, por sua vez, cresceu 0,9% (+170 mil pessoas), uma taxa inferior ao observado até o fim do ano passado, quando avanços entre 3% e 4% eram bastante comuns.

Na comparação mensal, porém, a população desocupada mostrou a primeira baixa desde dezembro do ano passado. Em setembro ante agosto, 4 mil pessoas deixaram essa condição, um recuo de 0,2% no período. Mas não significa que elas conseguiram uma vaga, já que a população ocupada também encolheu 0,2%, ou seja, foram fechados 41 mil postos.

O resultado é explicado pela queda de 0,2% na população economicamente ativa (-45 mil pessoas) em setembro ante agosto e a alta de 0,1% na população inativa (+11 mil). O IBGE sinaliza, porém, que todas essas mudanças na comparação mensal são consideradas “estatisticamente estáveis”.

O Blog e a História: o que as pesquisas diziam em 2016

Em 16 de julho de 2016 – nova pesquisa Datafolha sobre intenção de voto indica que o ex-presidente Lula lidera o primeiro turno da disputa para presidente nas eleições de 2018. Num cenário onde a disputa fica entre Lula, Marina (Rede) e o senador Aécio Neves (PSDB), o petista lidera com 22%, Marina fica em […]

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Em 16 de julho de 2016 – nova pesquisa Datafolha sobre intenção de voto indica que o ex-presidente Lula lidera o primeiro turno da disputa para presidente nas eleições de 2018.

Num cenário onde a disputa fica entre Lula, Marina (Rede) e o senador Aécio Neves (PSDB), o petista lidera com 22%, Marina fica em segundo com 17% e o tucano teria 14%.

Nesse caso, Jair Bolsonaro (PSC) teria 7%, Ciro Gomes (PDT) 5%, Michel Temer (PMDB) 5%, Luciana Genro (PSOL) 2% e Ronaldo Caiado (DEM) e Eduardo Jorge (PV) teriam 1% cada um.

De acordo com o Datafolha, o ex-presidente Lula não conseguiria vencer num possível segundo turno a ex-senadora Marina Silva (Rede) ou o ministro das Relações Exteriores, José Serra (PSDB).

A pesquisa foi realizada nos dias 14 e 15 de julho e entrevistou 2.792 pessoas em 171 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%.

Temer ou Dilma : A mesma pesquisa  aponta que 50% dos entrevistados prefere a permanência do presidente em exercício, Michel Temer, até 2018. Para 32%, o melhor seria o retorno da presidente afastatada, Dilma Rousseff, ao cargo.

De acordo com o Datafolha, outros 4% disseram que nenhum dos dois deve continuar na Presidência e 3% afirmaram preferir a realização de novas eleições para a escolha de um novo presidente. Já 2% deram “outras respostas” e 9% disseram que não sabem.

A pesquisa foi realizada nos dias 14 e 15 de julho e entrevistou 2.792 pessoas em 171 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%.

Impeachment: O Datafolha perguntou ainda aos entrevistados se eles defendem ou são contra a saída definitiva de Dilma da Presidência. Defendem o afastamento definitivo: 58%.  São contra o afastamento definitivo: 35%.  São indiferentes: 3%. Não opinaram: 3%.

Em pesquisa realizada pelo instituto em abril, antes da votação do afastamento de Dilma pela Câmara, 61% defendiam o impeachment e 33% eram contrários.

Avaliação do governo Temer: O Datafolha também fez a primeira pesquisa para avaliar a opinião dos brasileiros sobre o governo Temer. Dois meses após o peemedebista assumir o cargo, 42% dos entrevistados disseram que seu governo é regular. Para 31%, é ruim ou péssimo. Já 14% avaliaram como ótimo e bom. Outros 13% não souberam responder.

Morre irmão do pequeno Omran, cuja imagem chocou o mundo

O irmão do pequeno Omran, cuja foto com a cabeça ensanguentada e coberta de poeira deu a volta ao mundo, não resistiu aos ferimentos e faleceu, neste sábado (20) – anunciou o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH). “Ali, de 10 anos, sucumbiu aos ferimentos neste sábado. Ele havia sido gravemente ferido no mesmo bombardeio […]

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O irmão do pequeno Omran, cuja foto com a cabeça ensanguentada e coberta de poeira deu a volta ao mundo, não resistiu aos ferimentos e faleceu, neste sábado (20) – anunciou o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).
“Ali, de 10 anos, sucumbiu aos ferimentos neste sábado. Ele havia sido gravemente ferido no mesmo bombardeio sofrido por Omran, em 17 de agosto, em Aleppo”, afirmou a ONG.

O Aleppo Media Center, um centro de jornalistas militantes, confirmou o óbito e postou o vídeo de um médico que atendeu a Ali e constatou seu falecimento. A imagem de Omran, um pequeno morador de Aleppo de 4 anos, ferido em um bombardeio aéreo, foi compartilhada por milhões de internautas e ocupou as primeiras páginas dos jornais do mundo todo.

Segundo Washington, representa o “verdadeiro rosto da guerra” na Síria, que deixou mais de 290.000 mortos desde março de 2011. Aleppo, no norte da Síria, é palco de intensos bombardeios e combates entre as tropas do regime de Bashar al-Assad e os rebeldes.

Ao menos 330 civis perderam a vida em Aleppo desde 31 de julho passado, quando os rebeldes lançaram uma ofensiva de grande envergadura para romper o cerco imposto pelo regime aos bairros do leste da cidade.

As crianças são as que mais sofrem com o conflito sírio. Segundo relatório recente da UNICEF, um terço das crianças na Síria só conheceram a guerra, crescendo em meio “à violência e ao medo”. No total, o conflito afeta 8,4 milhões de menores sírios, mais de 80% da população infantil do país, na Síria ou no exílio, segundo a UNICEF.