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A jornada de trabalho de 40 horas vai “quebrar” o Brasil?

Por Nill Júnior

Por Heitor Scalambrini Costa* 

“Não é possível convencer um fanático de coisa alguma, pois suas crenças não se baseiam em evidências; baseiam-se numa profunda necessidade de acreditar.

O fanatismo e a inteligência nunca moram na mesma casa”.

Ariano Suassuna (escritor paraibano, filósofo, dramaturgo, professor, político)

O Projeto de Lei 1838/2026 encaminhado pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva prevê a vigência imediata da redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem redução de salário. Seguindo tendência mundial, se aproxima de países sul americanos e europeus que já reduziram a carga horária de trabalho abaixo de 40 horas semanais.

Caso aprovado pelo Congresso Nacional estabelecerá uma nova referência para o mercado de trabalho brasileiro, com impacto direto sobre milhões de trabalhadores, promovendo uma das maiores mudanças na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) em décadas.

Mesmo com inúmeros benefícios, tanto para o patrão como para o trabalhador, a implantação da jornada 5×2 (5 dias trabalhados e 2 dias com descansados remunerados) refletirá positivamente na economia do país; mas mesmo assim sofre resistência de parcela da classe empresarial, de políticos de extrema direita, e de parte da sociedade desinformada, que se alimenta de “fake News”. A grande maioria daqueles contrários à proposta, insistem em afirmar que mudar a jornada fragiliza empregos e a economia. Esse discurso de “quebra da economia” ou “desemprego em massa” foi usado anteriormente contra a implementação do salário mínimo, do 13º salário, das férias remuneradas, da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e da redução da jornada semanal de 48 para 44 horas na Constituição de 1988.

Contrários a esta evolução, que pode ser chamada de civilizatória, são os mesmos em sua imensa maioria, que apoiaram os 21 anos de ditadura cívico-militar de 64, expresso nas manifestações de rua da extrema direita. São adeptos do totalitarismo, do autoritarismo como forma de governo, e cultuam como líder o ex-presidente julgado, condenado e preso, pelo crime de tentativa de golpe de Estado. Também defendem o controle da mídia com censura previa, e o desmantelamento das instituições democráticas, com supressão de direitos, e a abolição da liberdade de imprensa. São na realidade fascistas, que devem ser combatidos.

Os opositores a modernização nas relações trabalhistas, apoiaram o governo, do agora presidiário, na tentativa de implantar “uma nova reforma trabalhista”, com a medida provisória 905/2019 que propunha uma maior flexibilização da CLT, e que entre outras medidas taxava o seguro-desemprego, e facilitava o trabalho aos domingos. Felizmente foi revogada antes de ser votada. Na prática seria a precarização, o aumento da terceirização, a redução de direitos (como 13º e as férias) e o aumento da vulnerabilidade do trabalhador. O agora presidiário durante seu desastroso mandato presidencial, facilitou a vida do empregador, justificando como “estimulo a economia”, com ênfase na flexibilização das leis laborais.

Seguidores do agora candidato à presidência, o “bolsonarinho”, apresentaram na Câmara uma proposta, que é um verdadeiro descalabro; a desoneração para compensar as empresas com a mudança da jornada de trabalho, o que equivaleria a bolsa-patrão. Setores empresariais chegam a defender a absurda proposta da contratação por hora para compensar o fim da escala 6×1. Na realidade opõem que se faça justiça social, e nem que se cuide da saúde de homens e mulheres impactados por longas horas ininterruptas de trabalho.

Ao serem a favor das jornadas de trabalho que consomem todo o tempo da vida das pessoas, como a jornada de 6 dias de trabalho por 1 de descanso, impedem uma vida mais digna, com mais saúde física e mental, e o próprio fortalecimento das relações familiares.

Análises e estudos produzidos pelo Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (CESIT) da Universidade de Campinas (Unicamp), intitulado “O Brasil está pronto para trabalhar menos: a PEC da redução da jornada e o fim da escala 6×1”, e pela Norma Técnica nº 286/2025 do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), intitulada “Tempo de trabalho e tempo de descanso: uma luta histórica”, demonstram que a jornada 6 x 1 compromete a recuperação física e mental do trabalhador, ao reduzir a frequência de descanso e fragmentar o tempo livre, além de enfraquecer vínculos familiares e comunitários, aspectos fundamentais para a saúde mental dos trabalhadores.

É desmedida e mentirosa a reação de setores empresariais, políticos e setores da sociedade civil, aliados e mesmo integrantes da extrema direita, diante da proposta do governo federal, tentando projetar um cenário de colapso econômico diante da redução da jornada. Ao afirmarem que esta medida irá desregular, gerar desemprego e quebrar empresas, não levam em conta o que ocorreu em diversos países que adotaram a redução da jornada.

Historicamente, sempre a ladainha foi a mesma, quando se tenta fazer justiça social, diminuir a ignóbil desigualdade existente no país, melhorar a vida do trabalhador, dos mais pobres e vulneráveis. Adotar “fake news” que o Brasil vai quebrar, curiosamente, são os mesmos argumentos utilizados no passado com a finalidade de gerar pânico, de colocar em dúvida a eficácia da medida.

É contraditório a ação da extrema direita e seus seguidores que tanto exaltam a valorização da família, manter um modelo que dificulta, e às vezes impede o convívio com filhos, a prática e devoção religiosa, o lazer e a simples vivência comunitária, notadamente para os trabalhadores com menor qualificação. A vida humana não pode ser resumida apenas a produção sob o ponto de vista meramente econômico, a pagar boletos, ela precisa ser efetivamente vivida. Reduzir a jornada máxima no Brasil é um passo fundamental para a qualidade de vida das famílias brasileiras.

A atuação de uma parcela majoritária do Congresso Nacional tem priorizando privilégios e retrocessos, com votações prejudiciais à classe trabalhadora, com o avanço de agendas da extrema direita, em vez de pautas populares. É hora de lutar pelo fim da escala 6×1, denunciar e combater a maioria do Congresso Nacional que age como verdadeiro “inimigo do povo”.

Em estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) a redução da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais pode elevar em média, o custo a 7,84%; e que para os maiores empregadores, o efeito total da redução da jornada sobre os custos não chega a 1%.  Segundo o Ipea, os custos da redução da jornada para 40 horas semanais seriam semelhantes aos impactos observados em reajustes do salário mínimo, o que indica uma capacidade de absorção da medida pelo mercado de trabalho, sem efeitos importantes sobre o emprego.

Neste debate, os que resistem a redução da jornada, se posicionam adeptos de uma sociedade neoescravocrata, cujo sistema social e econômico baseia-se na propriedade do tempo da vida de um ser humano por outro, imposto pela violência de uma grande reserva de mercado de mão de obra não organizada, que espera trabalhar, e que acaba aceitando situações inóspitas, degradantes, sem dignidade e de baixa remuneração. Algo que poderíamos denominar de “escravagismo moderno”.

A mobilização e pressão popular junto aos parlamentares é o caminho para a mudança na legislação trabalhista e de outras conquistas. Caberá aos trabalhadores, cidadãos, eleitores, juntamente com seus órgãos de classe, sindicatos, centrais sindicais, associações, aliados na defesa dos legítimos interesses da classe laboral, manifestarem nas ruas, cobrando dos seus parlamentares a votarem pela redução da jornada semanal sem redução de salário. E que nas próximas eleições a(o) eleitor(a) escolha seu representante entre aqueles(as) que tenham lado, o do trabalhador. Não se deixe enganar. É chegada a hora de garantir o direito de existir, e que haja vida além do trabalho.

* Professor associado aposentado da Universidade Federal de Pernambuco, graduado em Física pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP/SP), mestrado em Ciências e Tecnologias Nucleares na Universidade Federal de Pernambuco (DEN/UFPE) e doutorado em Energética, na Universidade de Marselha/Aix – Centro de Estudos de Cadarache/Comissariado de   Energia Atômica (CEA)-França. 

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Movimento “Somos Forró” consegue apoio da Alepe e do TCE

Na tarde desta quinta-feira (17), o Presidente da Associação dos Secretários de Turismo de Pernambuco (Astur-PE), Edygar Santos, participou de mais uma ação do movimento “Somos Forró”, representado pelo cantor e produtor Armando Dantas, o Armandinho da banda Fulô de Mandacaru. Durante os encontros o movimento conquistou o apoio da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), […]

Na tarde desta quinta-feira (17), o Presidente da Associação dos Secretários de Turismo de Pernambuco (Astur-PE), Edygar Santos, participou de mais uma ação do movimento “Somos Forró”, representado pelo cantor e produtor Armando Dantas, o Armandinho da banda Fulô de Mandacaru.

Durante os encontros o movimento conquistou o apoio da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), através do presidente da casa, o deputado Eriberto Medeiros.

Segundo Edygar, na ocasião, houve a oportunidade de dialogar com demais deputados e deputadas estaduais de Pernambuco na reunião plenária ordinária sobre as propostas do movimento, que tem o apoio da Astur. 

A articulação dos encontros teve apoio do presidente da Amupe, José Patriota, junto do presidente da Astur. 

“Por fim, ainda acompanhamos o Armandinho, ao Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE), onde tivemos o apoio irrestrito do órgão ao movimento que estamos juntos na luta”, destacou Edygar Santos.

Sebrae amplia conexão com parceiros estratégicos em todo o estado

O mês de fevereiro é alvo de encontros em várias regiões de Pernambuco Neste mês de fevereiro, o Sebrae Pernambuco promove a ação Sebrae Em Rede, para apresentar as iniciativas da instituição em favor dos pequenos negócios para o desenvolvimento municipal. Para isso, o objetivo é conectar o Sebrae a parceiros estratégicos, atuais e novos, […]

O mês de fevereiro é alvo de encontros em várias regiões de Pernambuco

Neste mês de fevereiro, o Sebrae Pernambuco promove a ação Sebrae Em Rede, para apresentar as iniciativas da instituição em favor dos pequenos negócios para o desenvolvimento municipal. Para isso, o objetivo é conectar o Sebrae a parceiros estratégicos, atuais e novos, bem como compartilhar com esse público o que está previsto para o ano de 2020 na região.

Lideranças empresariais, políticas, acadêmicas e imprensa foram convidados para os encontros que serão realizados com os dirigentes estaduais do Sebrae, contemplando as sedes do Sebrae em Caruaru, em Garanhuns, em Serra Talhada, em Araripina, em Petrolina, e, por fim, no Recife.

A estratégia do Sebrae está ancorada no desenvolvimento dos pequenos negócios por meio da disseminação da cultura da inovação e na incorporação do digital em suas estratégias. “O jeito de fazer negócios mudou, e queremos aproximar os pequenos negócios dessa realidade, que é conectada, digital, móvel e em rede. O objetivo é sensibilizar os empresários em temas como inovação e tecnologia, para que se aproximem de seus clientes, público formado cada vez mais por pessoas conectadas em redes digitais”, destaca o superintendente do Sebrae Pernambuco, Francisco Saboya.

Ao aproximar atores importantes da região, o Sebrae busca fortalecer a relação em rede, extraindo o melhor que cada um tem a oferecer, entregando assim um valor diferenciado aos clientes. “O Sebrae é um agente relevante do sistema estadual de fomento ao empreendedorismo e desenvolvimento econômico. Ao atuar de forma integrada com outros agentes, podemos influenciar nas macropolíticas que impactam os pequenos negócios no âmbito dos territórios, arranjos produtivos e setores. A ideia de ampliar a rede de parcerias institucionais, acadêmicas e técnicas é mobilizar conhecimentos e competências que a rede detém para complementar e potencializar o atendimento aos empreendedores”, ressaltou a diretora técnica, Adriana Côrte Real.

Roberta Correia, diretora de administração e finanças do Sebrae/PE ressaltou a importância de estar conectado com os parceiros. “Queremos compartilhar com os parceiros o novo jeito de fazer negócio do Sebrae, para desenvolvermos juntos essa estratégia de relacionamento. Sebrae Em Rede é um movimento de aproximação entre o Sebrae e os parceiros”.

SERTÃO CENTRAL, MOXOTÓ, PAJEÚ E ITAPARICA

A Unidade Sebrae Sertão Central, Moxotó, Pajeú e Itaparica, com sede em Serra Talhada, abrange 34 municípios da região atendendo setores do comércio, serviços, indústria e agronegócio. Tem como destaques o apoio à indústria e o trabalho com as cadeias de apicultura e meliponicultura, caprinos de leite e corte, e fruticultura de sequeiro.

A unidade também desenvolve o comércio de moda, comércio varejista, hospedagem e alimentação fora do lar, panificação, economia criativa, serviços de beleza, saúde e bem-estar.  Para 2020, estão previstas ações para promover melhoria em gestão e em processos produtivos por meio de transformação digital e educação empreendedora.

Há projetos específicos para alguns setores, a exemplo do Sertão Play, previsto para acontecer em junho, que visa à economia criativa, inovação e tecnologia. Também serão implementados os projetos Educação Empreendedora para a Clientela do Futuro e Territórios Inovadores, com foco em políticas públicas.

Vereador defende que Prefeito de Quixaba Zé Pretinho escolha o sucessor através de pesquisa

Por Anchieta Santos Em Quixaba as pedras do xadrez da sucessão municipal já estão se mexendo. Considerado um vereador de boa atuação, Venceslau Alves, o “Lau” (PR), sonha com a indicação do seu nome pelo grupo liderado pelo Prefeito José Pretinho (PR). Na última eleição estadual, Lau não votou nos candidatos do prefeito, mas não considera […]

prefeito ze pretinho quixaba
Quem terá a bênção de Zé Pretinho ? Já tem vereador querendo…

Por Anchieta Santos

Em Quixaba as pedras do xadrez da sucessão municipal já estão se mexendo. Considerado um vereador de boa atuação, Venceslau Alves, o “Lau” (PR), sonha com a indicação do seu nome pelo grupo liderado pelo Prefeito José Pretinho (PR).

Na última eleição estadual, Lau não votou nos candidatos do prefeito, mas não considera que isto seja um empecilho para sua escolha.

Em contato com a produção dos programas Rádio Vivo e Cidade Alerta, Venceslau deixou claro que respeita muito o prefeito Zé Pretinho e defende que o “ungido” por ele e o grupo, saia de uma pesquisa.

Governo de Pernambuco fechou 2022 com déficit primário de R$ 567 milhões

Dados do fechamento das contas do Estado em 2022 apontam deterioração do quadro fiscal e gastos acima das receitas O Governo de Pernambuco divulga, nesta segunda-feira (30), os relatórios de Gestão Fiscal (RGF) e o Resumido de Execução Orçamentária (RREO) referentes ao fechamento das contas no exercício de 2022.  De acordo com os dados prévios, […]

Dados do fechamento das contas do Estado em 2022 apontam deterioração do quadro fiscal e gastos acima das receitas

O Governo de Pernambuco divulga, nesta segunda-feira (30), os relatórios de Gestão Fiscal (RGF) e o Resumido de Execução Orçamentária (RREO) referentes ao fechamento das contas no exercício de 2022. 

De acordo com os dados prévios, a atual gestão recebeu as contas em 1º de janeiro de 2023 com disponibilidade líquida (para utilização livre) de R$ 395 milhões, tendo a obrigatoriedade de utilizar ainda na primeira semana de janeiro R$ 303 milhões com despesas já contratadas: transferências aos municípios de ICMS e do Fundeb e pagamento da dívida. Do montante livre em caixa, portanto, restaram na primeira semana R$ 92 milhões. 

Em relação a 2022, Pernambuco registrou mais despesas que receitas: enquanto a receita total foi de R$ 51,4 bilhões, a despesa total somou R$ 51,427 milhões, apontando um resultado orçamentário com déficit de R$ 27 milhões. Em relação ao resultado primário (que exclui receitas e despesas relacionadas à dívida), o déficit foi de R$ 567 milhões, descumprindo a meta fiscal estabelecida pela própria gestão anterior, que era de superávit primário de R$ 439,6 milhões. 

No ano passado, enquanto a receita cresceu 16,2% (incremento de R$ 7,15 bilhões), a despesa aumentou em um ritmo ainda maior (21,7%, R$ 9,18 bilhões), inviabilizando o equilíbrio fiscal. 

De acordo com o secretário da Fazenda, Wilson José de Paula, o resultado recebido carrega consequências. “O quadro apresentado gerará impacto no selo Capag, mas a gestão da governadora Raquel Lyra já está tomando as medidas necessárias para retomar o equilíbrio fiscal do Estado”, explicou.

SJE: Movimento Jovem Esperança reafirma apoio a Zé Marcos e Fredson Brito

Neste domingo (28), na Fazenda Melancias em São José do Egito, o movimento Jovem Esperança, composto por cerca de 200 jovens, reuniu-se para um café da manhã com o objetivo de reforçar seu apoio à chapa de Zé Marcos, pré-candidato a vice-prefeito, e Fredson, pré-candidato a prefeito. Zé Marcos e Fredson  agradeceram a presença e […]

Neste domingo (28), na Fazenda Melancias em São José do Egito, o movimento Jovem Esperança, composto por cerca de 200 jovens, reuniu-se para um café da manhã com o objetivo de reforçar seu apoio à chapa de Zé Marcos, pré-candidato a vice-prefeito, e Fredson, pré-candidato a prefeito.

Zé Marcos e Fredson  agradeceram a presença e o apoio dos jovens, destacando a importância da participação ativa da juventude no processo político.

“Ver a juventude engajada e presente em um evento como este nos enche de esperança e confiança de que estamos no caminho certo. Juntos, vamos trabalhar para transformar nossa cidade e proporcionar mais oportunidades para todos”, destacou Zé Marcos.

Os jovens presentes também tiveram a oportunidade de expressar suas expectativas e ideias para a cidade. Diversos representantes do movimento Jovem Esperança discursaram.

“O evento na Fazenda Melancias é mais um passo importante na campanha de Zé Marcos e Fredson, que seguem conquistando apoio e consolidando suas propostas para transformar São José da Evita em uma cidade mais justa e desenvolvida para todos”, afirmou a assessoria em nota.