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Ao meio dia, sai nova pesquisa Múltipla de Venturosa

Por Nill Júnior

Sai ao meio dia de hoje novo levantamento divulgado na cidade de Venturosa, no Agreste.

Na cidade, disputam a preferência do eleitorado os nomes de Kelvin Cavalcanti, Adriano do Posto e Ernandes da Farmácia.

Kelvin é o nome governista, apoiado pelo atual prefeito, Eudes Tenório. Os outros dois nomes disputam pela oposição.

Na pesquisa divulgada em 13 de agosto, Kelvin apareceu com 48,4% das intenções de voto contra 37,6% de Adriano do Posto e 7,2% de Ernandes da Farmácia.

Disseram votar branco ou nulo 3,6% contra 3,2% que se disseram indecisos ou não opinaram. Registrada sob o número PE – 01334/2024, foi realizada dias 7 e 8 de agosto.

O número de identificação da pesquisa a ser divulgada hoje é o PE 08799/2024. Contratada pelo blog, foi realizada dia 31 de agosto, com 250 entrevistas, intervalo de confiança de 95% e margem de erro para mais ou menos de 6,2%.

Outras Notícias

Bispo lembra encontro de Dom Francisco com Dom Hélder e pede pelo país

O Bispo Diocesano de Afogados da Ingazeira, Dom Egídio Bisol, usou as redes sociais neste domingo para pedir intercessão divina para o país no domingo das eleições. Coincidentemente, a data de ontem marcou os doze anos de falecimento do segundo Bispo Diocesano, Dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho. Na imagem histórica, Dom Francisco aparece ao […]

O Bispo Diocesano de Afogados da Ingazeira, Dom Egídio Bisol, usou as redes sociais neste domingo para pedir intercessão divina para o país no domingo das eleições.

Coincidentemente, a data de ontem marcou os doze anos de falecimento do segundo Bispo Diocesano, Dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho. Na imagem histórica, Dom Francisco aparece ao lado de Dom Hélder Câmara, que foi Arcebispo de Olinda e Recife.

Os dois se notabilizaram na história da Igreja pela defesa dos direitos humanos, da democracia e pela paz. “Dom Francisco com o irmão Dom Hélder, interceda por nós e por nosso país”, disse.

Lula volta à campanha de rua em Pernambuco

do JC Online O ex-presidente Lula (PT) volta à campanha de rua no Recife em grande estilo. Um comício aguardado com expectativa acontece hoje, a partir das 19h, na comunidade de Brasília Teimosa, Zona Sul da cidade. A presença da maior estrela do PT é a cartada para alavancar as candidaturas da presidente Dilma Rousseff […]

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do JC Online

O ex-presidente Lula (PT) volta à campanha de rua no Recife em grande estilo. Um comício aguardado com expectativa acontece hoje, a partir das 19h, na comunidade de Brasília Teimosa, Zona Sul da cidade. A presença da maior estrela do PT é a cartada para alavancar as candidaturas da presidente Dilma Rousseff (PT) e de Armando Monteiro (PTB) ao governo do Estado. Antes, às 14h30, ele realiza caminhada e outro comício em Petrolina, também ao lado de Armando.

A agenda de campanha acontece no momento em que as candidaturas do PT começam a perder espaço para a do PSB, em Pernambuco e no Brasil. Antes na dianteira das pesquisas eleitorais, Dilma e Armando se veem espremidos pela onda eleitoral que beneficiou Marina Silva (PSB) e Paulo Câmara (PSB), respectivamente, candidatos à Presidência e ao governo.

Brasília Teimosa foi uma escolha pessoal de Lula. Exímio orador, ele estará bastante à vontade. Foi por lá que ele iniciou a chamada “Caravana da Fome” em janeiro de 2003, já presidente eleito. Acompanhado de uma comitiva de 30 ministros – entre eles, Dilma –, o petista prometeu urbanizar a comunidade, formada por palafitas, num convênio com o então prefeito do Recife, João Paulo (PT). Voltou em 2004 para inspecionar a construção da orla de Brasília, que, pela primeira vez, impediria que as palafitas voltassem. Numa campanha à reeleição marcada pelo escândalo do mensalão, Lula volta e faz o seu primeiro comício lá, em julho de 2006.

De acordo com um dos coordenadores da campanha do PT, Bruno Ribeiro, a demanda de militantes foi grande nos últimos dias. Ele calcula um público de 20 mil pessoas mobilizadas para assistir ao comício de Lula, Dilma, Armando e João Paulo (candidato ao Senado pelo PT). A maior parte, diz ele, oriundos da Região Metropolitana (10 mil), além de outros 5 mil do Agreste e outros 5 mil da Zona da Mata.

Montado no início da avenida principal de Brasília Teimosa, o palanque tem capacidade para 200 pessoas. Ainda conta com duas áreas laterais para acomodar os candidatos proporcionais, prefeitos, deputados estaduais, federais e vereadores do PT e partidos aliados. Três telões de LED, fogos, bandeiras e panfletagem dão intensidade ao ato. Por conta da hora, somente os candidatos majoritários, além de Lula e Humberto Costa (senador pelo PT), têm espaço para discurso, mas sem tempo pré-estabelecido.

Segundo Humberto, o coordenador da campanha de Dilma no Estado, são esperadas 50 mil pessoas para os dois atos. Lula desembarca em Petrolina às 14h30. Recepcionado por Armando e pelo prefeito Julio Lóssio (PMDB). Do aeroporto, eles seguem até a Praça Vinte e Um de Setembro, no Centro, onde às 15h acontece o comício.

Mesa Diretora da Câmara empossada em São José do Egito

Geraldo Palmeira Na noite desta quarta (2) foi empossada a Mesa Diretora da Câmara de Vereadores de São José do Egito para o biênio 22019-2020. Rogaciano Jorge (PSB) assumiu a presidência do Legislativo municipal; Aldo da Clipsi (PT), Albérico Tiago (PR) e Alberto de Zé Loló (PT) também assinaram os termos de posse para os […]

Vereadores Aldo da Clipsi, Rogaciano Jorge, Albérico Tiago e Alberto de Zé Loló. Fotos: Marcello Patriota

Geraldo Palmeira

Na noite desta quarta (2) foi empossada a Mesa Diretora da Câmara de Vereadores de São José do Egito para o biênio 22019-2020.

Rogaciano Jorge (PSB) assumiu a presidência do Legislativo municipal; Aldo da Clipsi (PT), Albérico Tiago (PR) e Alberto de Zé Loló (PT) também assinaram os termos de posse para os cargos de vice-presidente, 1º e 2º secretários respectivamente.

A sessão inicialmente foi presidida pelo vereador Antônio Andrade (biênio 2017-2018) que deu posse aos novos integrantes que vão conduzir a Mesa nos próximos dois anos.

Além dos quatro integrantes da nova Mesa e do presidente dos dois anos anteriores, estavam presentes os vereadores Claudevan Batista (Rede), Doido de Zé Vicente (PSC) e Jota Ferreira (PSB). O prefeito Evandro Valadares (PSB), o vice Eclériston Ramos (PSB), quase todo o secretariado municipal, o presidente da Câmara de Santa Terezinha Dr. Júnior (PR), e diversas autoridades também acompanharam a solenidade. O auditório do Plenário ficou lotado.

Em seu discurso Rogaciano Jorge apontou como será a sua administração: “É de nossa vontade que os serviços deste poder sejam percebidos da forma mais transparente possível. Estaremos cumprindo todos os compromissos legais para que o cidadão tenha acesso ao que por aqui for produzido e também no tocante aos recursos que são destinados à instituição”.

Posse da Mesa Diretora da Câmara SJE para o biênio 2019-2020

O presidente enfatizou: “Estamos iniciando um novo ciclo. Cada um tem suas características. Espero que ao final deste período de dois anos esta gestão seja reconhecida como eficiente e alinhada ao povo egipciense”.

No final de seu pronunciamento, destacou: “A Terra da Poesia pode contar com esta instituição como a base de todos os diálogos ideológicos”.

Câmara embarca no primeiro voo Recife-Garanhuns

O governador Paulo Câmara embarca, nesta sexta-feira (15.07), no voo inaugural da Azul no trecho que liga o Recife a Garanhuns, no Agreste Meridional. Já no município, Paulo Câmara participa das cerimônias de implantação do sinal digital da TV Pernambuco e de lançamento da cozinha comunitária local, que visa a combater a insegurança alimentar e […]

O governador Paulo Câmara embarca, nesta sexta-feira (15.07), no voo inaugural da Azul no trecho que liga o Recife a Garanhuns, no Agreste Meridional.

Já no município, Paulo Câmara participa das cerimônias de implantação do sinal digital da TV Pernambuco e de lançamento da cozinha comunitária local, que visa a combater a insegurança alimentar e nutricional.

À noite, o governador prestigia a abertura da 30ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns e o lançamento do livro em homenagem ao evento.

Arthur Lira fez muito mal ao país

A eleição do paraibano Hugo Mota representa ainda o fim do período de Arthur Lira (PP-AL) como presidente da Câmara dos Deputados. A chegada de Mota não quer dizer um avanço, já que vem com o rótulo do famigerado Centrão. Se foi apoiado por setores mais progressistas, é porque seria difícil e geraria fissuras perigosas […]

A eleição do paraibano Hugo Mota representa ainda o fim do período de Arthur Lira (PP-AL) como presidente da Câmara dos Deputados.

A chegada de Mota não quer dizer um avanço, já que vem com o rótulo do famigerado Centrão. Se foi apoiado por setores mais progressistas, é porque seria difícil e geraria fissuras perigosas não seguir a manada.

Mas nada é pior qur Arthur Lira, que deixa a Câmara após dois mandatos consecutivos. A gestão do parlamentar alagoano com postura de “coronel” consolidou o centrão como força política dominante e foi marcada por autoritarismo, manobras regimentais, chantagens, perseguições políticas, retrocessos ambientais e sociais, além de denúncias pessoais. Sob seu comando, a Câmara viveu anos de forte centralização de poder e práticas autoritárias que minaram a pluralidade política e reforçaram as críticas ao modelo do presidencialismo de coalizão no Brasil.

Lira foi eleito presidente da Câmara pela primeira vez em fevereiro de 2021 com 302 votos, graças ao apoio do então presidente Jair Bolsonaro, que ofereceu cargos estratégicos no governo e a liberação de verbas parlamentares para assegurar a vitória do aliado.

Ao assumir, concentrou poderes e apoiou Bolsonaro incondicionalmente durante seu mandato, utilizando a presidência da Câmara para barrar investigações contra o governo, travar a criação de CPIs e garantir que a Casa funcionasse como uma extensão do Executivo e de seus próprios interesses pessoais.

As emendas de relator, popularmente conhecidas como orçamento secreto, tornaram-se a principal arma de Lira para atuar como uma espécie de primeiro-ministro e encampar seu estilo autoritário. A partir de 2021, ele estruturou um esquema em que bilhões de reais eram distribuídos a parlamentares aliados sem critérios claros ou transparência.

Em 2022, as emendas de relator atingiram um recorde de R$ 20 bilhões e foram amplamente utilizadas como moeda de troca para aprovação de projetos do governo Bolsonaro. Mesmo após o Supremo Tribunal Federal (STF) determinar mais transparência, Lira articulou manobras que permitiram manter o controle sobre os recursos, garantindo a fidelidade de sua base e perpetuando um sistema de trocas políticas que favorecia o centrão e seu poder absoluto na Câmara.

Durante sua gestão, Lira utilizou diversas manobras regimentais para colocar em tramitação projetos fundamentalistas; atrasou votações para chantagear o governo; “passou a boiada” em propostas que representam retrocessos sociais e ambientais e perseguiu opositores.

Articulou a aprovação do regime de urgência para o PL 1904/2024, um projeto fundamentalista que equipara a interrupção de gestações acima de 22 semanas ao crime de homicídio, a aprovação do marco temporal para a demarcação de terras indígenas, articulou a aprovação da Medida Provisória 1154/2023, que enfraqueceu o Ministério do Meio Ambiente. Em vários momentos, torceu o nariz para movimentos por democracia, como os que condenaram o 8 de janeiro, tentou em vão enfraquecer o Supremo e o governo Lula, pelo capricho da divergência ideológica, sem respeito à composição institucional.

Travou pautas prioritárias do governo, como a reforma tributária (PEC 45/2019). A aprovação só foi viabilizada após longas negociações, que incluíram a concessão de cargos estratégicos e a liberação de bilhões em emendas.

Perseguiu parlamentares opositores, especificamente os de esquerda. Glauber Braga (PSOL-RJ), que sofre um processo de cassação no Conselho de Ética por chamar corretamente Lira de “chefe do orçamento secreto” em plenário. Por outro lado, aliados nos últimos anos, receberam prioridade para apresentar projetos e ocupar cargos-chave nas comissões.

É inimigo da liberdade de imprensa. Tentou barrar e intimidar a atividade jornalística, como no caso da denúncia de uma ex-mulher. Em 2023, Arthur Lira proibiu a entrada de fotojornalistas de veículos de imprensa no plenário da Câmara. A decisão ocorreu após o fotógrafo Lula Marques publicar uma imagem em que Lira parecia usar um cocar indígena. Na foto, o ângulo dava a impressão de que Lira usava o adereço, embora estivesse sendo segurado por outra pessoa ao fundo. Marques compartilhou a imagem nas redes sociais, chamando Lira de “cacique da Câmara”.

Mais recentemente, o jornalista Guga Noblat foi expulso da Câmara por Lira. “É pura perseguiçãozinha de um político mimado que se acha dono do Congresso”, afirmou Noblat.

Desde 2022, sua ex-esposa Jullyene Lins o acusa de agressão e violência sexual, apresentando provas documentais em processos que ganharam repercussão nacional.

Jullyene Lins também reforça as críticas contra Lira por conta do orçamento secreto e acusa o ex-marido de praticar corrupção.

Esse é Arthur Lira, o déspota que comprometeu a democracia e o equilíbrio institucional do Brasil. Se Hugo Motta não for seu capacho, até nunca mais…