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Ao estilo JK, Fredson promete avançar 40 anos em 4 em São José do Egito

Por André Luis

“Vamos implementar no município uma política pública justa, no eixo, para que nós possamos avançar 40 anos em quatro”

Na última segunda-feira (22), Fredson (PV) foi destaque no Podcast Plano Certo, onde compartilhou sua trajetória de vida, desde os sonhos de estudante até sua atual pré-candidatura à prefeitura de São José do Egito nas eleições municipais de 2024.

Ao longo da entrevista, Fredson abordou diversos temas, oferecendo uma visão única sobre sua vida pessoal, seu início na carreira profissional no ramo de drywall, e sua ascensão no setor privado.

Contudo, o ponto focal da conversa foi seu comprometimento com o desenvolvimento do município e as mudanças que ele pretende implementar.

Fredson expressou sua determinação em querer implantar no município uma política assertiva, com a participação do povo, visando um avanço significativo em curto prazo: “Vamos implementar no município uma política pública justa, no eixo, para que nós possamos avançar 40 anos em quatro,” afirmou em referência ao slogan do plano de metas usado por Juscelino Kubitschek, que estabeleceu a construção de Brasília. 

O empresário e pré-candidato destacou as dificuldades enfrentadas pela cidade, observando a diminuição da população economicamente ativa e o impacto negativo no comércio local: “São José do Egito está diminuindo. A população economicamente ativa está indo embora. Só encontramos aposentados na cidade. O comércio da cidade está afundando a cada dia.” 

Fredson expressou sua preocupação com os jovens. “Os jovens estão sem perspectiva alguma.”

O Podcast Plano Certo ofereceu uma plataforma para que Fredson compartilhasse suas ideias e visões para o futuro de São José do Egito, permitindo que os ouvintes entendessem melhor seus planos para reverter os desafios enfrentados pela comunidade. A pré-candidatura de Fredson à prefeitura surge como uma proposta de renovação e compromisso com o desenvolvimento sustentável do município. Sua participação no Podcast Plano Certo reflete seu desejo de promover um diálogo aberto e transparente com a comunidade sobre os desafios e oportunidades que São José do Egito enfrenta. 

Na próxima sexta-feira (26), o pré-candidato dará início ao programa São José Pode Mais com plenárias para ouvir a população com vistas à construção de um plano de governo coletivo, ouvido as pessoas em cada um dos eixos temáticos (saúde, educação, mulher, cultura, agricultura, infraestrutura, assistência social, entre outros). Os dois primeiros encontros acontecerão no auditório do Hotel Central, em São José do Egito.

Outras Notícias

Prefeito de Patos achou normal aumento de 70% no salário

Em participação no programa Correio Debate da Rádio Correio 98 FM, o prefeito de Patos, Nabor Wanderley (Republicanos), se pronunciou sobre a polêmica envolvendo a aprovação dos Projetos de Lei aprovados em primeira votação na noite de quinta (18), na Câmara Municipal.q Eles aumentam os subsídios para o prefeito, vice-prefeito e secretários municipais, além dos parlamentares […]

Em participação no programa Correio Debate da Rádio Correio 98 FM, o prefeito de Patos, Nabor Wanderley (Republicanos), se pronunciou sobre a polêmica envolvendo a aprovação dos Projetos de Lei aprovados em primeira votação na noite de quinta (18), na Câmara Municipal.q

Eles aumentam os subsídios para o prefeito, vice-prefeito e secretários municipais, além dos parlamentares que formarão a composição do poder legislativo municipal a partir de janeiro de 2025.

Nabor teve coragem de defender o reajuste e argumentou que o valor atual de R$ 17 mil está defasado, tendo em vista que o último reajuste aconteceu há 12 anos, em 2012, e que o cargo exige grande responsabilidade, principalmente por se tratar de um município com mais de 100 mil habitantes.

Além disso, Nabor citou que o valor atual é inferior aos salários de prefeitos de cidades de menor porte.

O salário do prefeito aumentou de R$ 17 mil para R$ 28 mil. Do vice-prefeito foi para 50% do salário do prefeito, totalizando R$ 14 mil.

Os Secretários: R$ 13 mil para titulares e equivalentes, com R$ 5 mil para adjuntos. E vereadores, R$ 17 mil, com R$ 22 mil para o presidente da Câmara.

Opinião: Câmara de Vereadores serra-talhadense de parabéns por Orçamento Impositivo

Por Marcos Oliveira* Hoje eu quero parabenizar o Poder Legislativo de Serra Talhada pela aprovação do orçamento impositivo. Muitos se perguntam: O que representa o orçamento impositivo para Câmara, como também para a população? Com a aprovação do orçamento impositivo a Câmara se torna mais independente. Os vereadores poderão destinar um determinado valor  do orçamento […]

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Por Marcos Oliveira*

Hoje eu quero parabenizar o Poder Legislativo de Serra Talhada pela aprovação do orçamento impositivo. Muitos se perguntam: O que representa o orçamento impositivo para Câmara, como também para a população?

Com a aprovação do orçamento impositivo a Câmara se torna mais independente. Os vereadores poderão destinar um determinado valor  do orçamento anual do município para determinadas áreas da Saúde, Educação, saneamento básico e outras. Como contra partida, a população pode cobrar mais ação do vereador para sua localidade.

O vereador passar a ter uma autonomia  maior e isso é bom. Não só porque o vereador é o político mais próximo da população e conhece bem os seus anseios, mas por não ficar tão dependente do chefe do Executivo que hoje só atende seu pleito se quiser.

O prefeito Luciano Duque,  que se mostrou contra o projeto, retirou de última hora o seu veto, evitando assim uma amarga derrota de 15 votos  a favor e nenhum contra.

Parabéns à Câmara de Vereadores de Serra Talhada indistintamente a todos os vereadores. Também ao seu presidente José Raimundo, pelo o avanço e fortalecimento do Poder Legislativo.

Esperamos que o orçamento impositivo seja um passo importante para que a Câmara se torne um poder realmente independente  do Poder Executivo.

*Marcos Oliveira apresenta seu comentário no programa A Voz da Notícia e o reproduz em nosso blog

Setor elétrico: refém dos lobistas

Por Heitor Scalambrini Costa* “Que ingenuidade pedir a quem tem poder para mudar o poder” Giordano Bruno (frade dominicano, teólogo, filósofo e matemático) Um dos aspectos mais sensíveis do setor elétrico nacional é à influência exercida pelos lobistas, que tem comprometido a gestão, a eficiência, a transparência e a modicidade tarifária. Esta situação chega a […]

Por Heitor Scalambrini Costa*

“Que ingenuidade pedir a quem tem poder para mudar o poder”

Giordano Bruno (frade dominicano, teólogo, filósofo e matemático)

Um dos aspectos mais sensíveis do setor elétrico nacional é à influência exercida pelos lobistas, que tem comprometido a gestão, a eficiência, a transparência e a modicidade tarifária. Esta situação chega a níveis intoleráveis provocando desarranjos importantes na governança do setor. Por tais abusos quem tem pagado a conta, literalmente, é o consumidor.

O atual Congresso Nacional (legislatura 2023-2027) é reconhecido como um dos piores dos últimos tempos, tanto do ponto de vista, moral, ético, político, o de mais “baixo nível” em décadas, com parlamentares concentrados no partido de extrema direita, o PL, com o maior número de representantes na Câmara Federal, e um número expressivo de senadores. Ao se aliar ao Centrão (aglomerado de parlamentares fisiológicos de vários partidos), formam uma maioria que tem sabotado pautas progressistas e de interesse nacional. Ao mesmo tempo frentes e grupos parlamentares têm agido, juntamente com os lobistas, aprovando matérias de interesses específicos, em detrimento daquelas de interesse da maioria da população.

A situação chegou a tal ponto que o próprio ministro de Minas e Energia, logo após a votação da medida provisória 1304/2025 (PEC do setor elétrico), cujo objetivo principal, segundo o governo federal, seria promover a modernização e a eficiência do setor elétrico brasileiro, tornando-o mais competitivo e com regras mais claras para os consumidores, declarou “os lobbies venceram o interesse público”. Uma afirmativa que deixa claro que o Estado brasileiro perdeu sua capacidade de planejar, formular e executar políticas públicas para a gestão sustentável dos recursos energéticos.

Sem dúvida o ministro Alexandre Silveira (o das “boas ideias”) se referiu aos diversos lobbies que atuam junto ao setor, como o “lobby das baterias”, do “curtailment” (cortes na geração renovável) que briga pelo ressarcimento financeiro, o da “geração distribuída”, do “carvão mineral”, o “lobby do gás natural”, o “lobby das hidroelétricas” que querem reduzir as exigências ambientais, o da “abertura do mercado”, o “lobby nuclear”, entre outros. Nenhum outro ramo da economia tem atualmente um lobby tão pulverizado na Esplanada dos Ministérios e no Congresso Nacional.

Em julho deste ano o ministro já havia declarado “se os lobbies continuarem prevalecendo e não tiver uma compreensão mais generosa da visão do todo, nós vamos, de alguma forma, colapsar o setor elétrico brasileiro”.

A multiplicidade de lobbies infiltrados, cuja busca por benefícios pontuais contribuem para a desorganização do arcabouço regulatório do setor elétrico e de sua governança, tem dificultado o planejamento coerente e transparente. A incerteza sobre como as decisões são tomadas e quais interesses estão sendo atendidos, alimenta a percepção de que o setor é “refém” desses grupos, que tem parlamentares inescrupulosos e oportunistas agindo contra os interesses nacionais, como verdadeiros inimigos do povo. 

A situação é tão grave que a falta de planejamento contribuiu para que o país conviva com um paradoxo dentro do Sistema Interligado Nacional (SIN). Ao mesmo tempo que avança a produção de energia de fontes renováveis altamente desejáveis, especialmente solar e eólica, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), tem decidido cortar a geração destas fontes, impedindo que sejam injetadas na rede, devido a problemas de infraestrutura (na transmissão) e na demanda, não permitindo o escoamento dessa geração. Essas operações são conhecidas como curtailment. Nesse cenário, as usinas termelétricas poluentes são acionadas para cobrir a demanda em horários de pico, justificando assim a oneração das tarifas.

Os cortes promovidos pela ONS na geração das fontes renováveis, ultrapassam as fronteiras nacionais. As empresas geradoras alegam prejuízos e exigem ressarcimento. Em defesa das empresas o presidente francês Emmanuel Macron, segundo noticiado quando de sua vinda para participar da COP30, chegou a fazer um pedido ao presidente Lula para que não vetasse a cláusula no Projeto de Lei de Conversão no 10 (PEC 1304/2025, aprovada com modificações) que prevê o ressarcimento às empresas afetadas pelos cortes.

Mesmo com uma participação de mais de 85% na matriz elétrica por fontes renováveis (solar, eólica, biomassa e hidrelétricas) que são as mais baratas, segundo os diversos leilões realizados, o consumidor acaba pagando uma das tarifas mais caras do mundo. Obviamente quem perde é o consumidor, mas também é facilmente identificado quem ganha, e muito. Não somente as empresas que têm em seus demonstrativos econômico-financeiros a “confissão” de tais ganhos exorbitantes, diante da situação econômica do país; mas também lobistas parlamentares ou não.

Infelizmente esta situação não está restrita ao setor elétrico, pois situação análoga é verificada nos assuntos do agronegócio, com a atuação da poderosa Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Com muito dinheiro este setor tem eleito e “convencido” parlamentares a votarem em propostas que beneficiam o setor agropecuário extremamente ganancioso e predatório, prejudicando em vários aspectos, a população brasileira. O setor juntamente com o desmatamento são os maiores emissores de gases de efeito estufa no país, o que por si só é um grande problema tanto a nível nacional como mundial.

O que evidencia nas ações dos lobbies é que o setor elétrico brasileiro é “refém” de interesses privados, em detrimento de um planejamento energético de interesse público. O setor virou um balcão de negócios, legislado pelos lobistas.

*Heitor Scalambrini Costa é professor associado aposentado da Universidade Federal de Pernambuco, físico, graduado na Universidade Estadual de Campinas-UNICAMP, com mestrado em Ciências e Tecnologia Nuclear na UFPE, e doutor em Energética pela Universidade de Marselha/Centro de Estudos de Cadarache-Comissariado de Energia Atômica-França.

Carnaíba: Prefeitura entrega conjunto de obras

A tarde da sexta-feira (10.09) foi de inaugurações no município de Carnaíba. Ao lado do deputado Danilo Cabral e lideranças do município, o prefeito Anchieta Patriota entregou mais um conjunto de obras a população carnaibana. Começando pela Academia da Saúde Hortência Alves dos Reis Patriota, no bairro Carnaíba Velha. A filha da homenageada, Adriana Angélica, […]

A tarde da sexta-feira (10.09) foi de inaugurações no município de Carnaíba. Ao lado do deputado Danilo Cabral e lideranças do município, o prefeito Anchieta Patriota entregou mais um conjunto de obras a população carnaibana.

Começando pela Academia da Saúde Hortência Alves dos Reis Patriota, no bairro Carnaíba Velha. A filha da homenageada, Adriana Angélica, falou em nome da comunidade, agradecendo pela homenagem e pelo novo equipamento de prática de esportes. 

“Quero também parabenizar o governo municipal que tanto faz pelo povo, não somente nessa, mas em todas as áreas”.

A caravana seguiu para conhecer as novas instalações da Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos, sendo recepcionados pelo secretário Tiago Arruda. O último compromisso foi na Escola Padre Frederico Bezerra Maciel, onde a calorosa recepção das crianças emocionou a todos, com suas apresentações.

A gestora da escola, Sandra Paiva, enalteceu em sua fala o “sonho que se sonha junto”, gestores e população, juntos trabalhando pelo desenvolvimento do município. “Eu sempre entendi que a educação era o único caminho, é o conhecimento que faz com que nossos meninos e meninas mudem a realidade de suas famílias através do estudo”, exaltou o prefeito Anchieta Patriota.

Outro defensor da educação, o deputado Danilo Cabral sempre manteve laços estreitos com o município nessa área, sendo responsável, entre outras, pela vinda da ETE Paulo Freire.

“Quando Anchieta sugeriu o nome de Paulo Freire para a ETE, que aqui foi instalada, eu achei muito apropriado, porque Paulo Freire é o patrono da educação libertária e Carnaíba é o município que mais representa isso em sua essência. Uma obra que não é de pedra e cal, mas constrói cidadania para as pessoas e muda realidades”, afirmou o deputado.

Acompanharam as inaugurações os vereadores Cícero Batista, Calango, Juniano, Izaquele Ribeiro, Alex Mendes e Antônio Venâncio, assim como os secretários de governo Tiago Arruda, Jonas Rodrigues, Cecília Patriota, Alessandra Noé, Everaldo Patriota, Anchieta Alves, Vilberto Malaquias, o vice-prefeito Júnior de Mocinha e diretores municipais.

Caso Miguel faz 5 anos: ‘Dor que não tem nome, justiça que nunca chegou’, diz Mirtes

A saudade sufocante e a luta diária por justiça continuam fazendo parte da rotina de Mirtes Renata Santana, cinco anos após a perda do filho, Miguel Otávio Santana da Silva. O processo que condenou a ex-patroa, Sarí Corte Real, à prisão permanece na fase de análise de recursos no Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), […]

A saudade sufocante e a luta diária por justiça continuam fazendo parte da rotina de Mirtes Renata Santana, cinco anos após a perda do filho, Miguel Otávio Santana da Silva. O processo que condenou a ex-patroa, Sarí Corte Real, à prisão permanece na fase de análise de recursos no Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), sem previsão de julgamento.

Nesta segunda-feira (2), um ato público será realizado em frente ao Edifício Pier Maurício de Nassau (Torres Gêmeas), no bairro de São José, área central do Recife, onde o menino de 5 anos morreu após ser deixado sozinho no elevador por Sarí e cair do nono andar.

Com apoio de entidades e movimentos sociais, Mirtes e familiares de Miguel seguirão em caminhada, a partir das 15h, até o Palácio da Justiça, sede do TJPE, para cobrar o andamento do processo.

Em maio de 2022, Sarí foi condenada a oito anos e meio de prisão pelo crime de abandono de incapaz com resultado de morte. Já em novembro de 2023, após recursos, a 3ª Câmara Criminal do TJPE reduziu a pena para sete anos. Foram apresentados embargos de declaração, que até hoje não foram analisados.

A tendência é de que o processo siga para o Superior Tribunal de Justiça (STJ). Enquanto isso, Sarí continua em liberdade.

“Cinco anos de uma dor que não tem nome, de uma espera que não teve fim, de uma justiça que nunca chegou. Cinco anos se passaram e ainda tenho que lutar para que o nome dele [Miguel] não seja apagado, para que o grito por justiça não seja abafado”, afirmou Mirtes.

“Eu sigo. Mesmo cansada, mesmo ferida, mesmo silenciada, eu sigo. E não vou parar enquanto o Brasil não encarar essa ferida aberta que é a morte de Miguel”, completou. As informações são do JC Online.