Antes de votar, Marília tomou café com apoiadores; João recebeu líderes políticos
Por André Luis
A candidata à Prefeitura do Recife Marília Arraes (PT) começou este domingo de segundo turno da eleição com um café da manhã, na sua casa. Ela estava acompanhada de representantes do segmento evangélico, os irmãos Anderson e André Ferreira, respectivamente, refeito de Jaboatão dos Guararapes e deputado federal.
No encontro também estavam o ex-prefeito de Petrolina Odacy Amorim e os vereadores do Recife Benjamin da Saúde e Jayme Asfora.
Sobre o resultado nas urnas, Marília disse estar confiante na vitória.
Para o prefeito de Jaboatão dos Guararapes, o Recife vive hoje um dos momentos mais importantes de sua história, reforçando sua admiração pela cadidada.
Já o deputado federal André Ferreira levou em conta as chances de Marília ser a primeira mulher eleita prefeita do Recife.
Já o prefeiturável, João Campos (PSB), recebeu, na manhã deste domingo (29), em sua residência, lideranças políticas e familiares. O deputado federal conversou com a imprensa ao lado da candidata a vice, Isabella de Roldão (PDT).
Para o dia de hoje, o prefeiturável agradeceu o apoio da população ao longa da campanha e reforçou que, durante esse período, discutiu o futuro da capital pernambucana.
João Campos afirmou que, se eleito, focará a gestão nos mais necessitados. E afirmou: “Quero me dedicar à minha cidade, trabalhar incansavelmente todos os dias nos próximos quatro anos para fazer do Recife a cidade que queremos, avançando nas conquistas que acumulamos e apontando novos caminhos”.
No encontro, estavam o prefeito Geraldo Julio, deputados federais e estaduais, vereadores, presidentes de partidos e outras lideranças.
Em 15 de novembro de 2020: de acordo com a pesquisa boca de urna do Instituto Múltipla realizada no dia de hoje, Wellington da LW deve ser o prefeito eleito de Arcoverde. Ainda assim, é importante respeitar a margem e erro de 4,3% para mais ou para menos e falar em empate técnico com Zeca […]
Em 15 de novembro de 2020: de acordo com a pesquisa boca de urna do Instituto Múltipla realizada no dia de hoje, Wellington da LW deve ser o prefeito eleito de Arcoverde. Ainda assim, é importante respeitar a margem e erro de 4,3% para mais ou para menos e falar em empate técnico com Zeca Cavalcanti.
De acordo com a pesquisa realizada durante o dia, LW tem 50% dos votos válidos contra 46% do candidato Zeca Cavalcanti. Cybele Roa tem 4%. O candidato Francisco Leite não atingiu 1% dos votos válidos.
É a primeira pesquisa boca de urna da história das eleições de Arcoverde, também a primeira de um instituto no interior. A boca de urna foi registrada com o número de identificação PE-08746/2020. Período de realização da coleta: 15 de novembro de 2020. A margem de erro é de 4,3% para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
Foram 500 entrevistas. Nome da entidade que realizou a pesquisa: André Cavalcante Falabella LTDA. Nome de fantasia: Instituto de pesquisa Múltipla. Nome do contratante: André Cavalcante Falabella LTDA. Nome de fantasia: Instituto de pesquisa Múltipla.
O resultado oficial foi Wellington da LW com 48,21%, Zeca Cavalcanti com 45,98%, Cybele Roa com 5,32% e Francisco Leite com 0,49%. Cravada com variação mínima dentro da margem de erro.
Márcia Conrado manteve estratégia de se ausentar dos últimos encontros Em 13 de novembro de 2020 Foi reconhecidamente de melhor nível e organização o “Último Debate”, apresentado pela Cultura FM na noite desta quinta (12) com candidatos à prefeitura de Serra Talhada. O encontro reuniu três dos quatro candidatos à Capital do Xaxado, Marquinhos Dantas […]
Márcia Conrado manteve estratégia de se ausentar dos últimos encontros
Em 13 de novembro de 2020
Foi reconhecidamente de melhor nível e organização o “Último Debate”, apresentado pela Cultura FM na noite desta quinta (12) com candidatos à prefeitura de Serra Talhada. O encontro reuniu três dos quatro candidatos à Capital do Xaxado, Marquinhos Dantas (PRTB), Socorro de Carlos Evandro (Avante) e Victor Oliveira (PR).
A candidata Márcia Conrado, do PT, manteve a mesma estratégia dos debates promovidos pelo Farol de Notícias e Vilabela FM e não compareceu, alegando motivos de agenda. Foi alvo dos três adversários pela ausência.
O momento mais curioso foi quando o candidato Marquinhos Dantas a chamou de “Márcia Corrida”. Nem o assessor de Victor Oliveira segurou-se e soltou uma gargalhada na plateia.
Apesar do episódio, a maior parte do Debate da Cultura teve bom nível dos candidatos. A emissora lançou a estratégia de convidar representantes de 30 instituições para acompanhar o encontro e ainda promoveu blocos com perguntas de representantes da CDL (Everaldo Melo), Sindicom (Chico Mourato) e CDI (Pedro Lira).
Pela imprensa, Guilherme Azevedo pelo Portal Nayn Neto, Juliana Lima pela Serra FM e Padre Josenildo Nunes (Rádio Pajeú) fizeram perguntas aos candidatos. Com isso o debate ficou mais propositivo e com menor margem para ataques que marcaram outros encontros.
Dentre os temas, Socorro prometeu ações para combate à criminalidade em Serra Talhada que dependam do município e defendeu o legado de Carlos Evandro. Marquinhos Dantas falou de políticas públicas para melhorar a infraestrutura do turismo na cidade e Victor Oliveira defendeu maior aplicação de recursos na saúde em detrimento dos atuais gastos com publicidade. Também disse ser a continuidade política de Inocêncio Oliveira.
O clima se manteve bem até o último bloco quando Victor atacou Carlos Evandro por não ser ficha limpa e ser obrigado a devolver R$ 300 mil por condenações. Ainda voltou a fazer referência ao “escândalo do bode e do peixe”. Socorro rebateu dizendo ser inverdade a condenação, que Carlos não disputou por questões clínicas e que Victor “era um menino que nem assumiu, já tinha várias condenações “.
Na última fala, sem dar detalhes, o candidato Victor ainda disse ter sido ameaçado.
O debate teve coordenação de Alysson Lima, produção e apresentação de Nill Júnior, Tony Alencar, Orlando Santos, Lailson Silva, Ranilson Clebson e Marina Ferraz. A assessoria jurídica foi do advogado Stefferson Nogueira.
Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (20) mostra os seguintes percentuais de avaliação do governo do presidente da República, Michel Temer (PMDB): Ele é Ótimo/bom para 6%. Regular para 19% e ruim ou péssimo para 74%. Um total de 2% não sabem ou não responderam. Na última pesquisa, feita em setembro, o governo do presidente Michel Temer […]
Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (20) mostra os seguintes percentuais de avaliação do governo do presidente da República, Michel Temer (PMDB): Ele é Ótimo/bom para 6%. Regular para 19% e ruim ou péssimo para 74%. Um total de 2% não sabem ou não responderam.
Na última pesquisa, feita em setembro, o governo do presidente Michel Temer atingiu o maior patamar de avaliação “ruim/péssimo” de toda a série histórica da pesquisa, iniciada em março de 1986, com o percentual de reprovação de 77%.
Antes desse resultado, o pior nível havia ficado em 70% nas avaliações de julho deste ano (governo Temer) e de dezembro de 2015 (governo Dilma Rousseff).
O levantamento do Ibope, encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), foi realizado entre os dias 7 e 10 de dezembro e ouviu 2 mil pessoas em 127 municípios.
O nível de confiança da pesquisa divulgada nesta quarta, segundo a CNI, é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos percentuais, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.
Esta é a quarta pesquisa Ibope encomendada pela CNI divulgada neste ano. No último levantamento, de setembro, Temer aparecia com aprovação de 3% dos entrevistados, enquanto 77% consideravam o governo “ruim/péssimo” e 16%, “regular”. À época, 3% não souberam opinar ou não responderam.
Desde que Temer se tornou presidente efetivo, após o impeachment de Dilma Rousseff ser aprovado pelo Congresso Nacional, esta é a sexta pesquisa Ibope encomendada pela CNI.
Os levantamentos anteriores foram divulgados em setembro, em julho e em março deste ano, em dezembro e em outubro de 2016; houve uma em julho do ano passado, mas Temer ainda era presidente em exercício.
Presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino foi condenado. Lote da Meta 4 foi divulgado nesta sexta-feira (14). Do G1 Foi divulgado nesta sexta-feira (14) pelo Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) mais um lote de condenações por improbidade administrativa em processos referentes à Meta 4. Segundo a assessoria de comunicação do TJPB, foram 89 condenações […]
Presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino foi condenado.
Lote da Meta 4 foi divulgado nesta sexta-feira (14).
Do G1
Foi divulgado nesta sexta-feira (14) pelo Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) mais um lote de condenações por improbidade administrativa em processos referentes à Meta 4. Segundo a assessoria de comunicação do TJPB, foram 89 condenações e 50 absolvições de gestores e ex-gestores públicos.
A divulgação das sentenças aconteceu no Fórum Afonso Campos, em Campina Grande, pelo Juiz coordenador da Meta 4, Aluízio Bezerra Filho. Entre os condenados estão 36 ex-prefeitos, atuais prefeitos, além de prefeitos eleitos de municípios em 2016. As decisões cabem recurso.
Aparecem na lista o deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino (PSB). Ele foi condenado por improbidade administrativa correspondente a época que foi prefeito da cidade de Pocinhos, no Agreste paraibano, com pena de perda de função pública e suspensão de direitos políticos por cinco anos. O G1entrou em contato com o parlamentar, mas as ligações não foram atendidas.
O ex-prefeito da cidade de Queimadas e que foi eleito para administrar a cidade a partir de 2017 recebeu três condenações por improbidade. José Carlos de Sousa, conhecido como Carlinhos de Tião (PSB), disse a reportagem que até as 10h45 não foi notificado. Em um dos processos, foi condenado a um ano e oito meses de prisão, substituída por prestação de serviços.
Confira a lista de prefeitos e ex-prefeitos:
Carlinhos de Tião – ex-prefeito de Queimadas e eleito.
Bevilacqua Matias – ex-prefeito de Juazeirinho e eleito.
Adriano Galdino – ex-prefeito de Pocinhos.
Arthur Galdino – ex-prefeito de Pocinhos.
Polyana Dutra – prefeita de Pombal.
Joana Darc – prefeita de Massaranduba.
Marcos Odilon Ribeiro – ex-prefeito de Santa Rita.
José Benício – ex-prefeito de Pilar.
Edvardo herculano – ex-prefeito de Lagoa Seca.
Jeane Nazário dos Santos – ex-prefeito de Caaporã.
Roberto Carlos Nunes – ex-prefeito de Duas Estradas.
Maria Auxiliadora – ex-prefeito de Sobrado.
Gilberto Dantas – ex-prefeito de Fagundes.
Manoel Almeida de Andrade – ex-prefeito de Barra de Santana.
Gilberto Bezerra – ex-prefeito de Aroeiras.
Isac Rodrigo Alves – ex-prefeito de Algodão de Jandaíra.
Juraci Pedro Gomes – ex-prefeito de Sossego.
Carlos José Castro Marques – ex-prefeito de Boqueirão.
José Herculano Marinho – ex-prefeito de Santo André.
João bosco Cavalcante – ex-prefeito de Serra Grande.
Ajácio Gomes – ex-prefeito de Malta.
Maria Cristina da Silva – ex-prefeito de Jacaraú.
Fábio Fernandes Fonseca – ex-prefeito de Mamanguape.
Antonio Mendonça Coutinho – ex-prefeito de Massaranduba.
Íris de Céu Souza – prefeita de Zabelê
José Martinho Cândido – ex-prefeito de Gurjão.
Edílson Pereira – ex-prefeito de Coremas.
José Severiano – ex-prefeito de Tavares.
José Pinto Neto – ex-prefeito de Boa Ventura.
Espólio Galdino – ex-prefeito de Piancó.
Thiago Pereira de Sousa – ex-prefeito de Princesa Isabel.
Antonio Loudal Florentino – ex-prefeito de Juru.
Magno Demys – prefeito de Lagoa.
José Ribamar da Silva – ex-prefeito de Imaculada.
Geraldo Terto – prefeito de Cacimbas.
Francisco Andrade Carreiro – ex-prefeito de São Bentinho.
Ao discursar durante o Grande Expediente – espaço nobre, em que os deputados contam com mais tempo para abordar com profundidade temas de interesse da sociedade – na Tribuna do Plenário da Câmara dos Deputados, na tarde desta segunda-feira (15), Gonzaga Patriota fez uma análise sobre a grave situação do Nordeste em função da seca […]
Ao discursar durante o Grande Expediente – espaço nobre, em que os deputados contam com mais tempo para abordar com profundidade temas de interesse da sociedade – na Tribuna do Plenário da Câmara dos Deputados, na tarde desta segunda-feira (15), Gonzaga Patriota fez uma análise sobre a grave situação do Nordeste em função da seca e defendeu o seu Projeto de Lei (PL nº 6.569/2013) que propõe a interligação da hidrovia do São Francisco com a Bacia Amazônica.
Patriota iniciou o discurso lamentando os atrasos das grandes obras do Nordeste, principalmente da Transnordestina e da Transposição do Rio São Francisco, e afirmou que quando se trata dessa região “tudo fica para depois”.
“O meu compromisso maior é com a população brasileira e de modo particular, com meu querido Estado de Pernambuco e de um Nordeste que continua sendo tratado como “o patinho feio” do Brasil. Lá, tudo que tem que ser feito hoje pelo governo, fica para depois, ou nunca acontece. Antes de refletir sobre tudo isso, fiz várias visitas ao Sertão pernambucano, onde acompanhei de perto o sofrimento dos meus conterrâneos que estão enfrentando a pior seca das últimas cinco décadas”, disse.
E completou: “Nada justifica o que o Nordeste está sofrendo. É como se a seca fosse um fenômeno desconhecido, ou algo que chegou sem que ninguém tivesse conhecimento desse fenômeno natural que mata os animais e atormenta milhões de homens, mulheres, idosos e crianças.O tratamento que o Governo Federal vem dando à seca nos últimas cinquenta anos depõe contra os princípios morais e os direitos humanos, tamanha as atrocidades enfrentadas por milhões de nordestinos. Faz algumas décadas que saímos do anacronismo dos governos militares e o País passou a ser administrado por nordestinos como José Sarney, Fernando Collor de Melo, Lula e o mineiro Itamar Franco”, avaliou.
O deputado destacou os prejuízos causados pela seca em Pernambuco. De acordo com o parlamentar, um levantamento feito até o mês de março deste ano, “mostra números assustadores, como se o Agreste e o Sertão do Estado tivessem sido devastados por uma tragédia anunciada há muito tempo e que só agora começa a ser avaliada”.
“A violência com que a seca se estende sobre o território nordestino é impressionante em relação aos registros de anos anteriores. Em Pernambuco, por exemplo, 126 dos 184 municípios estão em situação de emergência, muitos em calamidade pública. A escassez de água já chegou a muitas cidades do Agreste e região da mata, delas que nunca sofreram nenhum problema de abastecimento d’água”, comentou.
O socialista acredita que neste momento de escassez das águas, o seu Projeto de Lei de interligação do Rio Tocantins não pode ser desprezado.
“Acredito que dessa vez meu projeto é enfim respeitado e estudado como merece. Tenho certeza que o Rio Tocantins é a melhor saída para salvar o Rio São Francisco e a população do semiárido do nosso país. Agora torna-se vital a aprovação do projeto de minha iniciativa que concretiza a ajuda das águas do Rio Tocantins para o Rio São Francisco. O Governo Federal, enfim, atentou para a viabilidade do projeto e diante disso, engenheiros de Furnas Centrais Elétricas elaboraram um estudo para levar ao semiárido nordestino a água de um dos mais importantes rios do País, beneficiando a população de cinco estados”, defendeu.
Conforme delineia o projeto de Patriota, essa obra de transposição garantirá a navegabilidade e a regularização do nível das águas do São Francisco. “A execução desse projeto é indispensável. Não se pode falar em transposição do São Francisco sem garantir a regularização do nível do rio”, justificou.
Estimada em R$ 1 bilhão, a proposta prevê a construção de um canal com cerca de 200 quilômetros de extensão entre o rio Tocantins, no Centro-Oeste, e o rio Preto, que corta os municípios a Oeste da Bahia. O tráfego hidroviário do rio São Francisco seria feito pelo canal dos rios Preto, Tocantins e Amazonas, facilitando, inclusive, o transporte das cargas da Ferrovia Norte-Sul para o Porto de Suape, no Recife.
Três deputados pediram aparte, durante o discurso de Gonzaga Patriota e apoiaram o projeto do parlamentar. Os deputados Zé Geraldo (PT-BA); Padre Luiz Couto (PT-PB) e Mauro Pereira (PMDB-RS) defenderam maior agilidade na concretização do PL que propõe a interligação da hidrovia do São Francisco com a Bacia Amazônica.
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