Aline Mariano cortejada para assumir Secretaria da Mulher em Recife
Por Nill Júnior
Do Blog da Folha
Enquanto no plano nacional o PSB busca aproximação com o PT, o prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), faz movimentos em busca aproximação com os tucanos municipais, nesse caso, de olho na sua reeleição em 2016. Nos bastidores, interlocutores do PSB se articulam para conversas com os partidos que apoiaram o governador Paulo Câmara. Entre as siglas, o PSDB vem sendo alvo de conversas visando o no eleitoral.
Nos bastidores, o nome da vereadora Aline Mariano (PSDB) vem sendo fortemente especulado para a Secretaria da Mulher. A legisladora estaria tendo conversas com os governistas, mas ainda não teria fechado sua ida para a Prefeitura do Recife com Geraldo.
A primeira tentativa de fechar o apoio do PSDB foram as costuras para atrair o vereador oposicionista André Régis (PSDB) para o Governo do Estado. Socialistas tentaram fazer a sigla indicar o tucano para o espaço reservado no Estado para o partido, mas não conseguiram. O PSDB já participa do governo de Paulo Câmara na Secretaria do Trabalho, ocupada por Evandro Avelar.
Os tucanos começaram a se aproximar do PSB quando assumiram cargos no Governo Estado. O outro passo foi o apoio ao projeto de Paulo Câmara para o Governo do Estado.
“O governo está conversando com vários partidos. O prefeito tem feito movimentos para se aproximar das legendas. Tivemos conversas com o PSDB, com pessoas do PSDB e também tivemos conversas com Aline, mas não há nada fechado”, afirmou uma fonte do Palácio do Capiberibe, em reserva.
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou na CPI da Pandemia nesta terça-feira (8) que a Copa América não representa riscos adicionais à população e que, do ponto de vista epidemiológico, não há justificativa para o torneio não se realizado no Brasil, posicionamento que recebeu críticas de senadores. A competição começa […]
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou na CPI da Pandemia nesta terça-feira (8) que a Copa América não representa riscos adicionais à população e que, do ponto de vista epidemiológico, não há justificativa para o torneio não se realizado no Brasil, posicionamento que recebeu críticas de senadores. A competição começa neste domingo (13).
— Eu não vejo do ponto de vista epidemiológico uma justificativa que fundamente a não ocorrência do evento — afirmou o ministro.
Queiroga reforçou que não cabe ao ministério decidir sobre a realização do evento, que é privado, e afirmou que os protocolos apresentados pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e pela Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) são seguros.
— Dar ou não aval à Copa América no Brasil não é função do Ministério da Saúde. Presidente me pediu que avaliasse os protocolos. Avaliamos os protocolos da CBF e da Conmebol. Eles estão de acordo. Autoridades dos estados aceitaram — disse em resposta ao relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL).
O ministro disse que outros eventos esportivos estão ocorrendo no Brasil e que é exigido de todos que entram no país teste RT-PCR. E apontou que a Copa América é um evento “pequeno”, diferente de uma “olimpíada”.
— A prática de esportes e jogos é liberada no Brasil. O Campeonato Brasileiro de futebol aconteceu com mais cem partidas em um ambiente controlado, sem público nos estádios. Não existe provas de que essa prática aumenta o nível de contaminação — apontou.
O senador Humberto Costa (PT-PE) disse que não é possível equiparar a Copa América a outras competições e que, além de atletas, virão milhares de funcionários das comissões técnicas e jornalistas. Ele classificou como um ” equívoco” dizer que o ministério não pode interferir por se tratar de um evento privado e afirmou que cabe à principal autoridade sanitária do país vetar ou aprovar o evento em um momento de pandemia.
— É correr risco sanitário desnecessário. Vem gente de fora que pode trazer outras cepas. O Ministério da Saúde não teve o poder de aprovar ou vetar — criticou.
Bolsonaro
Após o ministro afirmar que defende medidas não farmacológicas como distanciamento social e uso de máscaras para evitar a disseminação do novo coronavírus, senadores questionaram a postura de Queiroga ante o presidente Jair Bolsonaro, que critica essas medidas e promove aglomerações. Sobre os protocolos sanitários, o titular da Saúde defendeu o cumprimento por todos os brasileiros, mas afirmou que seguir as recomendações é uma decisão particular do chefe do Executivo.
— Eu sou um ministro da Saúde. Eu não sou censor do presidente da República. Faço parte de um governo. Presidente da República não é julgado pelo ministro da Saúde — disse.
O presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), afirmou que é “constrangedor” o ministro orientar a população a ser cuidadosa e o presidente da República não seguir as recomendações do Ministério da Saúde.
— Como fazer política dentro do Ministério da Saúde se a principal personalidade do Brasil não lhe ouve ? — questionou Omar.
Em resposta, o ministro reforçou que tem feito a sua parte e defendido medidas não farmacológicas.
Lockdown
Ainda sobre medidas não farmacológicas, o ministro defendeu o fechamento de atividades em cidades a depender da situação da propagação do vírus, mas que sua principal preocupação é ampliar a vacinação e imunizar toda população com 18 anos ou mais até o final do ano. Também disse que o governo se prepara para uma campanha de vacinação contra covid-19 em 2022.
Questionado por Renan Calheiros sobre a ação apresentada pela Advocacia-Geral da União (AGU) ao Supremo Tribunal Federal (STF) para pedir que sejam declaradas inconstitucionais medidas de governadores e prefeitos por lockdown e toques de recolher em razão da pandemia da covid-19, Queiroga apontou que não foi consultado sobre a ADI. A medida é defendida pelo presidente Jair Bolsonaro.
“Tratamento precoce”
Com relação ao chamado “tratamento precoce” com o uso de medicamentos contra covid-19 sem comprovação científica, Marcelo Queiroga reforçou que essas discussões “nada contribuem para pôr fim ao caráter pandêmico dessa doença”.
É a segunda vez que Queiroga compareceu à CPI para prestar depoimento. Ele retornou após a primeira oitiva, em 6 de maio, ter sido avaliada por senadores como “contraditória” e após o anúncio de que o Brasil seria a sede da Copa América.
A foto foi cedida pela professora Luzinete Amorim para o blog e mostra a primeira formação de Bispos e sacerdotes envolvidos na composição da Diocese de Afogados da Ingazeira. É do final dos anos 50. Muitos dos nomes na foto histórica são nomes de ruas em cidades da região e tiveram papel destacado no processo […]
A foto foi cedida pela professora Luzinete Amorim para o blog e mostra a primeira formação de Bispos e sacerdotes envolvidos na composição da Diocese de Afogados da Ingazeira. É do final dos anos 50. Muitos dos nomes na foto histórica são nomes de ruas em cidades da região e tiveram papel destacado no processo de evangelização no sertão nordestino.
Apenas dois nomes não foram identificados: acima, Monsenhor Antonio de Pádua Santos (Afogados), um segundo não identificado, Monsenhor Luiz Sampaio (Triunfo), Monsenhor Luiz Muniz, Monsenhor Jesus Garcia (Serra Talhada) e o Padre Luiz Gonzaga Vieira, de Carnaíba.
Sentados o Monsenhor Sebastião Rabelo, um segundo nome não identificado, Dom João José da Mota e Albuquerque, primeiro Bispo Diocesano e o Cônego João Leite Gonçalves de Andrade.
A Diocese de Afogados da Ingazeira foi criada pelo Decreto do Papa Pio XII, no dia 02 de julho de 1956, com a Bula Pontifícia “Qui volente Deo”, tendo como padroeira diocesana Santa Maria Madalena, celebrada em 22 de julho.
Com a criação da nova Circunscrição Eclesiástica, sufragânea da Província Eclesiástica de Olinda e Recife, desmembrada do território da Diocese de Pesqueira, foi nomeado no dia 04 de janeiro de 1957, o seu 1º Bispo Diocesano, Dom João José da Motta e Albuquerque, cuja ordenação deu-se em 28 de abril de 1957.
Aos 19 de maio de 1957, em meio a solene concelebração presidida pelo então Núncio Apostólico, Dom Armando Lombardi, foi instalada a nova Diocese e tomou posse o seu primeiro Bispo Diocesano.
Dom João José da Motta teve a incumbência de estruturar a nova Diocese. Implantou a Ação Social Diocesana, fundou a Rádio Pajeú de Educação Popular, adquiriu o Cine São José. Após 04 anos de zelo apostólico foi transferido, em 28 de janeiro de 1961, para a Diocese de Sobral/CE.
A entrevista que o jornalista Kennedy Alencar fez com o ex-presidente Lula será exibida com exclusividade num projeto em desenvolvimento com a BBC World News. Houve promessa de exibição na RedeTV, o que não aconteceu. “Logo em seguida, o blog publicará as íntegras em texto e vídeo da conversa com o petista, que ocorreu na […]
A entrevista que o jornalista Kennedy Alencar fez com o ex-presidente Lula será exibida com exclusividade num projeto em desenvolvimento com a BBC World News. Houve promessa de exibição na RedeTV, o que não aconteceu.
“Logo em seguida, o blog publicará as íntegras em texto e vídeo da conversa com o petista, que ocorreu na Superintendência da Polícia Federal Curitiba na manhã de sexta”, disse.
Nota da RedeTV! : “A RedeTV! foi contratada no ano passado pela BBC World News e pela K.doc para gravar entrevistas para uma série-documentário de três capítulos. Realizou 12 entrevistas, 3 das quais com ex-presidentes da República.
A série, chamada “ What Happened to Brazil”, foi transmitida internacionalmente em janeiro pela BBC. A entrevista com Lula foi solicitada à época como parte desse projeto. Liberada agora pela Justiça, foi gravada na última sexta-feira.
A entrevista será usada pela BBC World News com exclusividade, numa sequência da produção desenvolvida no ano passado. Todos os direitos sobre imagens e direção editorial são da BBC.”
Depois de anunciar que disputaria a Prefeitura de Tabira em 2020 em faixa própria pelo Democrata Cristão, o vice-prefeito José Amaral forneceu ontem mais detalhes para justificar a sua decisão: “Passei por mentiroso, mas em 2018 quando me reuni com Aristides Santos e Carlos Veras, na oportunidade candidato a Deputado Federal, anunciei o meu apoio […]
Depois de anunciar que disputaria a Prefeitura de Tabira em 2020 em faixa própria pelo Democrata Cristão, o vice-prefeito José Amaral forneceu ontem mais detalhes para justificar a sua decisão: “Passei por mentiroso, mas em 2018 quando me reuni com Aristides Santos e Carlos Veras, na oportunidade candidato a Deputado Federal, anunciei o meu apoio e adiantei o interesse em disputar a Prefeitura em 2020 e eles disseram que me apoiariam”.
Ao falar ao comunicador Anchieta Santos na Rádio Cidade FM ontem por telefone, respeitando o isolamento, Amaral disse que já que o PT não promoveu a pesquisa prometida pelo Deputado Carlos Veras, o vereador Djalma das Almofadas encomendou a consulta popular.
Sem lembrar dos números e o nome do Instituto, o vice-prefeito informou ter vencido a consulta popular. O resultado foi apresentado a Carlos Veras que argumentou que o partido estava recebendo outro prefeiturável e outra pesquisa precisava ser feita.
Depois desta informação e de revelações de integrantes do bloco governista que Flávio Marques seria o candidato escolhido por Alan Dias (filho do prefeito Sebastião Dias) e o Deputado Carlos Veras, preferiu bater em retirada e disputar a eleição em faixa própria.
Disse respeitar a orientação do irmão ex-prefeito Josete Amaral de que ninguém pode ser candidato de si mesmo, mas assegura ter o “apoio do povão” para enfrentar as urnas.
José não descartou um entendimento com a presidente da Câmara Nely Sampaio (PSC) que também está em rota de colisão com os governistas.
Sobre o possível apoio dos irmãos, Mário Amaral que disputará o mandato de vereador pelo PSB e do ex-prefeito Josete, José Amaral não soube dizer se eles estarão com ele na eleição.
O fundador do site WikiLeaks, Julian Assange, disse nesta segunda-feira (18) que deixará a Embaixada do Equador em Londres “em breve”. Ele não precisou quando sairia do prédio, no qual está refugiado desde junho de 2012. Tampouco confirmou notícias da imprensa britânica de que sairia por problemas de saúde. O ativista é procurado por crimes […]
O fundador do site WikiLeaks, Julian Assange, disse nesta segunda-feira (18) que deixará a Embaixada do Equador em Londres “em breve”.
Ele não precisou quando sairia do prédio, no qual está refugiado desde junho de 2012. Tampouco confirmou notícias da imprensa britânica de que sairia por problemas de saúde.
O ativista é procurado por crimes sexuais na Suécia, razão pela qual pesa contra ele um pedido de extradição para o país escandinavo.
O ministro do Exterior equatoriano, Ricardo Patino, afirmou que a oferta de “proteção” a Assange continuará válida. Desde 2012, o Equador lhe oferece asilo diplomático.
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