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Alessandro Palmeira celebra chegada do SAMU na região

Por André Luis

Prefeito de Afogados da Ingazeira, e também vice-presidente do Cimpajeú, Alessandro Palmeira comemorou a entrada em funcionamento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – SAMU.

Segundo ele foi uma longa jornada, com muitos percalços, mas um desafio que, com o envolvimento de todos, Prefeitos, Amupe, imprensa e Ministério Público, foi possível superar.

“Estou muito feliz, como gestor, em ter podido contribuir para que o SAMU pudesse começar a funcionar em Afogados e nos demais municípios da região. Essa é uma conquista da população, que só tem a ganhar, com um serviço especializado de atendimento de emergências,” avaliou o Prefeito Alessandro Palmeira.

A base do SAMU em Afogados funciona no pátio da UBS Mandacaru, no centro da cidade. Para acionar o serviço, basta ligar 192. A ligação é gratuita. A regulação do serviço será feita pela unidade instalada em Serra Talhada.

Outras Notícias

Gonzaga Patriota participa de entrevista na Rádio Pajeú

Da Assessoria do Deputado Gonzaga Patriota participou nesta sexta-feira (22), de entrevista com o jornalista Nill Júnior na Rádio Pajeú, onde destacou as ações realizadas em Afogados da Ingazeira, falou da reforma da Previdência e da privatização da Chesf. Ações Só de emendas parlamentares de sua autoria, o município receberá R$ 2 milhões para calçamento; […]

Da Assessoria do Deputado

Gonzaga Patriota participou nesta sexta-feira (22), de entrevista com o jornalista Nill Júnior na Rádio Pajeú, onde destacou as ações realizadas em Afogados da Ingazeira, falou da reforma da Previdência e da privatização da Chesf.

Ações

Só de emendas parlamentares de sua autoria, o município receberá R$ 2 milhões para calçamento; R$ 500 mil para a manutenção da saúde pública e R$ 850 mil para a construção de banheiros na zona rural e na periferia. Desta forma mais de 800 casas se beneficiarão. Além desses recursos, também serão liberados R$ 3 milhões e 200 mil, a serem distribuídos em diversos projetos e obras, que beneficiarão a vida dos afogadenses. O deputado disse ainda que estará em Brasília na próxima terça-feira, 26, na expectativa de conseguir recurso extra para o município.

Reforma da Previdência

O deputado Gonzaga Patriota reafirmou que a reforma da Previdência prejudicará toda a população: “ É sabido que a reforma é necessária, no entanto, as associações, sindicatos, federações, confederações, igrejas e o povo em geral precisam ser ouvidos”, disse Patriota. Para o parlamentar não é possível aceitar a proposta da maneira isolada como foi apresentada: “Confesso que estou receoso, pois o presidente Temer poderá usar o recesso parlamentar para conseguir o número necessário de votos para aprová-la. Precisamos nos manter atentos nesse período de recesso no Congresso”, finalizou o deputado.

Privatização da Chesf

Para o deputado, a privatização da Chesf pode acontecer, porque depende apenas de uma lei aprovada por 257 votos. Entretanto, Gonzaga defende que a privatização de uma companhia que ajudou e ajuda no progresso de toda uma região é no mínimo absurda. “Não podemos entregar a bacia do São Francisco nas mãos do capital privado”.

COMPESA retoma obra do sistema de abastecimento de Araras e Brejinho, em Tabira

A Companhia Pernambucana de Saneamento – Compesa retomou este mês as obras para implantação do sistema de abastecimento de água das localidades de Araras e Brejinho, no município de Tabira. A iniciativa permitirá o atendimento a 2 mil pessoas. A obra prevê o assentamento de mais de 10 mil metros de rede de abastecimento, além […]

A Companhia Pernambucana de Saneamento – Compesa retomou este mês as obras para implantação do sistema de abastecimento de água das localidades de Araras e Brejinho, no município de Tabira.

A iniciativa permitirá o atendimento a 2 mil pessoas. A obra prevê o assentamento de mais de 10 mil metros de rede de abastecimento, além de construção de uma estação elevatória (sistema de bombeamento) e uma unidade de tratamento com capacidade de 5 l/s.

Já foram implantados aproximadamente 6.500 metros de rede de distribuição e agora os trabalhos serão voltados para a construção das estações elevatória e de tratamento de água. A previsão é que a intervenção seja concluída até setembro deste ano, quando o sistema passará a atender a população que vive nas comunidades rurais a partir das águas do Rio São Francisco, por meio do Sistema Adutor do Pajeú. O valor total do investimento é de R$ 1,3 milhão.

“A retomada da obra significa mudança de vida para os moradores que aguardam receber água pela primeira vez nas torneiras”, afirmou o gerente de unidade de negócio da Compesa, Kaio Maracajá.

Após a conclusão da obra, o gerenciamento deste sistema de abastecimento ficará a cargo do Sistema Integrado de Saneamento Rural (Sisar) por se tratar de uma área rural.

Ciclista morre atropelado na BR-232 em Serra Talhada

Mais um grave acidente com vítima fatal foi registrado na BR-232, em Serra Talhada, no Sertão do Pajeú. Na noite deste sábado (24), um ciclista seguia pela rodovia quando foi atingido por um veículo não identificado, sofreu ferimentos graves e morreu no local. A vítima foi identificada como Francinildo José da Silva, idade e endereço […]

Mais um grave acidente com vítima fatal foi registrado na BR-232, em Serra Talhada, no Sertão do Pajeú.

Na noite deste sábado (24), um ciclista seguia pela rodovia quando foi atingido por um veículo não identificado, sofreu ferimentos graves e morreu no local.

A vítima foi identificada como Francinildo José da Silva, idade e endereço não revelados.  Segundo testemunhas que passavam pelo local no momento do acidente, o motorista fugiu e não prestou socorro à vítima. Populares acionaram o Corpo de Bombeiros e o SAMU, mas o homem já havia entrado em óbito.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF), o Instituto de Criminalística e a Polícia Civil estiveram no local para os procedimentos cabíveis. O corpo da vítima foi encaminhado para o Instituto de Medicina Legal (IML) de Caruaru.

Lula mantém desoneração dos combustíveis

Outros decretos trataram de acesso às armas, Bolsa Família e combate ao desmatamento Em seu primeiro ato como novo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou neste domingo (1º) no Palácio do Planalto uma série de medidas provisórias (MPs), decretos e despachos. Medidas provisórias têm força de lei assim que publicadas no […]

Outros decretos trataram de acesso às armas, Bolsa Família e combate ao desmatamento

Em seu primeiro ato como novo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou neste domingo (1º) no Palácio do Planalto uma série de medidas provisórias (MPs), decretos e despachos.

Medidas provisórias têm força de lei assim que publicadas no “Diário Oficial da União”. Precisam, contudo, ser aprovadas pelo Congresso Nacional para se tornar leis em definitivo. Decretos e despachos têm validade imediata.

Lula assinou as seguintes MPs (nesta ordem):

Organização da Presidência da República e dos ministérios;

Pagamento de R$ 600 para as famílias mais pobres;

Prorrogação da desoneração sobre os combustíveis.

Em seguida, Lula também assinou (nesta ordem):

Decreto que muda a política de controle de armas;

Decreto que restabelece combate ao desmatamento;

Decreto que restabelece o Fundo Amazônia;

Revogação de decreto que permitia garimpo em áreas indígenas e de proteção ambiental;

Decreto que garante inclusão à educação;

Decreto que muda as regras para inclusão da sociedade na definição de políticas públicas;

Despacho que determina à CGU reavaliar no prazo de 30 dias as decisões que impuseram sigilo sobre informações e documentos da administração pública;

Despacho que determina aos ministros o encaminhamento de propostas que retirem do processo de privatização empresas como Petrobras, Correios e EBC;

Despacho que determina à Secretaria-Geral elaboração de proposta de recriação do programa Pró-catadores;

Despacho que determina ao Ministério do Meio Ambiente a elaboração de uma proposta para nova regulamentação do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).

No caso dos combustíveis, os impostos federais foram zerados até o fim de 2022 pelo governo Jair Bolsonaro e pelo Congresso. A decisão foi tomada em meio à escalada dos preços, motivada, entre outros fatores, pela guerra da Ucrânia.

As decisões foram tomadas em meio ao período eleitoral, quando o então presidente Jair Bolsonaro se lançou candidato à reeleição. Para que a desoneração continuasse em 2023, era necessária a edição de uma medida provisória. Na prática, com a desoneração sobre os combustíveis, o governo tenta evitar novos reajustes nos preços.

Câmara aprova tramitação mais rápida da PEC do teto dos gastos

A base de apoio do presidente Michel Temer (PMDB) conseguiu aprovar na manhã desta segunda-feira (10) na Câmara dos Deputados a supressão do intervalo de duas sessões para a votação em primeiro turno da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do teto dos gastos públicos, o que permitirá que o projeto seja votado ainda na […]

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A base de apoio do presidente Michel Temer (PMDB) conseguiu aprovar na manhã desta segunda-feira (10) na Câmara dos Deputados a supressão do intervalo de duas sessões para a votação em primeiro turno da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do teto dos gastos públicos, o que permitirá que o projeto seja votado ainda na tarde de hoje. A Câmara iniciou às 14h a sessão que deverá votar a proposta.

O requerimento que acelerou a votação foi aprovado por 255 votos; 9 contrários e 1 abstenção.

Pelas regras da Câmara, após ter sido aprovada por uma comissão especial na quinta-feira (6), a PEC teria que esperar duas sessões no plenário até ser votada. A dispensa das duas sessões antes da votação precisava para ser aprovada apenas com o apoio da maioria dos presentes. Ou seja, pelo placar da votação (265 votantes), apenas de 133 votos.

Como não houve quórum para a sessão da última sexta-feira (7), esse prazo seria cumprido apenas na tarde de terça-feira (13), véspera do feriado de Nossa Senhora Aparecida, o que poderia, na prática, jogar a votação para a próxima semana.

O pedido para suprimir o prazo foi apresentado pelo líder do governo na Câmara, André Moura (PSC-SE).

A medida foi aprovada em votação simbólica (quando os deputados que discordam levantam as mãos no plenário), mas um pedido da oposição fez com que o resultado tivesse que ser confimado em votação nominal, com cada deputado registrando seu voto no painel eletrônico.

Para que a PEC seja aprovada, é preciso o voto de ao menos 308 deputados (o equivalente a 3/5 da Câmara).

Se aprovada numa primeira votação, a PEC é submetida a uma segunda rodada de votação, após cinco sessões. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que irá respeitar esse prazo.

Após passar pela Câmara, o projeto é enviado ao Senado, onde também precisa passar por duas votações.