Destaco que durante meu mandato na gestão de Iguaracy tive todas as contas aprovadas pelo TCE, esclarecendo que houve um problema no envio da documentação da prestação de contas da feira popular de Iguaracy que gerou a rejeição pelo TCU e minha inclusão numa lista meramente exemplificativa enviada ao TSE.
É de conhecimento público e notório por parte da população e dos meus opositores que não houve qualquer irregularidade no convênio da feira e que a inserção na referida lista não tem implicações eleitorais, pois a Justiça Federal em decisão sob o manto da coisa julgada me absolveu deixando claro que não houve qualquer ato de improbidade.
Diferentemente do candidato da situação, que foi condenado pelo TCE por diversas irregularidades quando foi prefeito de Iguaracy, condenado a devolver valores aos cofres municipais como pode ser visto aqui.
Dessa forma, reitero a nossa plena capacidade de disputar qualquer pleito eleitoral e manifesto nossa incansável disposição de trabalhar pelo povo do município de Iguaracy.
por Augusto César Acioly* Hoje subi o morro. O meu olhar pelas ruas estreitas que dão acesso, a padroeira do povo do Recife e de alguns pernambucanos, não foi de um de devoto, mas de um historiador, que a cada passo vencido na ladeira que dá acesso ao santuário da Conceição, colocava questões que na […]
Hoje subi o morro. O meu olhar pelas ruas estreitas que dão acesso, a padroeira do povo do Recife e de alguns pernambucanos, não foi de um de devoto, mas de um historiador, que a cada passo vencido na ladeira que dá acesso ao santuário da Conceição, colocava questões que na sua maioria ligavam-se as formas, lutas, resistências e vivências das pessoas que povoaram e construíram aquele espaço urbano.
O elenco de questões ampliava-se na subida, atitude própria da cabeça de historiador. Pensava sobre as memórias do povo que construiu o morro, as batalhas por eles travadas que mesmo não entrando nos manuais e na história oficial, escreveram sim, as suas trajetórias históricas de forma concreta que se manifesta vivendo e lutando.
Viver e narrar são duas condições importantes na construção da história, e podemos observar a sua expressão mais sincera nas ruas, casas e no rosto das pessoas que vivem lá ou vão em busca de alento e agradecimento. São histórias que se entrecruzam, as dos que se dirigem ao morro animados pela fé e os que lá vivem e foram importantes para dar vida aquela comunidade, uma das maiores do Recife, e que ainda, em pleno século XXI, vivência problemas do século passado, como por exemplo, o do saneamento básico, da falta de estrutura urbanística e de todo um conjunto de deficiências que privam milhares de moradores a terem sua cidadania de fato. Mesmo que nós encontremos pelas veredas do morro, vários políticos que não deixam de ir fazer a sua “fé”.
É Ali nas suas ladeiras e nos milhares de devotos que sobem, em busca de paz para os seus problemas, que encontramos o fluxo e desenvolvimento da história, pois cada um que ali se apresenta para reverenciar a virgem, narra e tem consciência daquilo que nos faz ser, seres históricos, que é a compreensão de que a vida é dinâmica e cheia de sinuosidade e obstáculos como uma estrada, que mesmo sem saber qual é a sua “verdadeira” direção, temos mesmo que continuar vivendo. Pois, como dizia um célebre romancista brasileiro, “viver é perigoso”.
Diário de Pernambuco O juiz titular da 38ª Vara Federal em Pernambuco, Felipe Mota Pimentel de Oliveira, atendeu ao pedido do Ministério Público Federal para disponibilização imediata de efetivo da Polícia Federal e Militar do estado a fim garantir a segurança do território Pankararu. A comunidade indígena, localizada no município de Jatobá, Sertão de Pernambuco, […]
O juiz titular da 38ª Vara Federal em Pernambuco, Felipe Mota Pimentel de Oliveira, atendeu ao pedido do Ministério Público Federal para disponibilização imediata de efetivo da Polícia Federal e Militar do estado a fim garantir a segurança do território Pankararu.
A comunidade indígena, localizada no município de Jatobá, Sertão de Pernambuco, foi atacada, no último dia 28, com um incêndio criminoso que atingiu a sua única escola e o seu único posto de saúde. A pena para o descumprimento da decisão é de R$ 50 mil por dia.
Na decisão, o magistrado ressalta diversas comunicações oficiais realizadas anteriormente aos órgãos envolvidos com a finalidade de resguardar a integridade física dos indígenas e líderes da etnia, sem que houvesse o atendimento das determinações.
“Se mesmo após diversas notificações e comunicações – feitas tanto por este juízo como pelo Ministério Público Federal – não há, por parte da PM e da PF, efetivo e/ou logística aptas imediatamente dirimir a ameaça integridade física do povo Pankararu, é chegado o momento de este juízo perquirir acerca da razoabilidade dos critérios que estão sendo utilizados por esses órgãos na elaboração de suas políticas de segurança. Ou seja, a questão não se encontra mais sob a proteção da discricionariedade administrativa dos citados órgãos, ganhando, evidentemente, contornos de ilegalidade, e, assim, estando sob a avaliação do Poder”, escreveu o juiz Felipe Mota.
Relembre o caso: a comunidade indígena Povo Pankararu, localizada no sertão Pernambucano, utilizou sua página do Facebook para repudiar os atos de vandalismo praticados em sua única escola e seu único posto de saúde neste último domingo (28).
Os indígenas contam que os prédios “foram criminosamente incendiados tendo praticamente perda total da estrutura física”, além de afirmarem que móveis, documentos e equipamentos foram perdidos.
“A comunidade Bem Querer de Baixo é uma das principais áreas de conflitos entre indígenas e posseiros e onde recentemente tivemos ganho de causa pela reintegração de posse do nosso território” diz a nota na página do facebook. Os maiores prejudicados são as crianças sem escola nas vésperas do fim do ano letivo, a comunidade sem o PSF onde eram realizados cerca de 500 atendimentos mensais e a nossa alma que é constantemente ferida, machucada… Mas jamais silenciada.”
Já está tudo pronto para o 9º Baile Municipal de Arcoverde. A festa vai ser animada pela Super Oara e terá como atração a cantora Elba Ramalho. As mesas e senhas individuais começaram a ser vendidas a partir desta segunda-feira, dia 05 de janeiro, na Secretaria de Turismo e Eventos, que funciona no Esporte Clube […]
Já está tudo pronto para o 9º Baile Municipal de Arcoverde. A festa vai ser animada pela Super Oara e terá como atração a cantora Elba Ramalho.
As mesas e senhas individuais começaram a ser vendidas a partir desta segunda-feira, dia 05 de janeiro, na Secretaria de Turismo e Eventos, que funciona no Esporte Clube Municipal.
O evento está programado para o dia 31 de janeiro. Outras informações pelos telefones: (87) 3821.3502, (87) 8863.8622 e (87) 9909.9510.
Já tem algumas semanas que o volume de reclamações relacionadas ao abastecimento de água em Afogados da Ingazeira aumentou e muito. Desde a semana passada que a companhia divulga nota onde explica que o problema é devido um serviço de manutenção realizado pelo Ministério do Desenvolvimento no Eixo Leste da Transposição. Leia íntegra da nota. […]
Já tem algumas semanas que o volume de reclamações relacionadas ao abastecimento de água em Afogados da Ingazeira aumentou e muito.
Desde a semana passada que a companhia divulga nota onde explica que o problema é devido um serviço de manutenção realizado pelo Ministério do Desenvolvimento no Eixo Leste da Transposição. Leia íntegra da nota.
A Compesa esclarece que devido a necessidade de manutenção realizada pelo Ministério do Desenvolvimento no eixo leste da Transposição, iniciada em agosto, o volume de água no canal baixou, ficando abaixo do ponto de captação da segunda etapa da adutora do Pajeú.
Desse modo, a produção de Afogados da Ingazeira está sendo dividida entre o município e a cidade de Tabira, reduzindo a vazão em Afogados em 20%, ficando mais difícil abastecer os pontos mais altos.
A Companhia esclarece ainda que a previsão de normalização do volume no canal é para o dia 24 deste mês.
Ainda assim, os questionamentos permanecem. Pois a população não consegue entender o problema, e se apegam ao fato de que antes, a cidade era abastecida somente pela Barragem de Brotas e não aconteciam problemas como agora.
Após muitas mensagens de cobrança na manhã desta segunda-feira (21), ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú a Compesa divulgou calendário de abastecimento para a cidade. Veja:
Setores abastecidos hoje (21): Centro lado B até 12h.
A partir de 12h serão abastecidos Sobreira, Centro lado A e São Sebastião;
Amanhã (22): São Francisco; Ponte, Planalto, Borges e Brotas.
Os bairros Ponte, Planalto, Borges e Brotas são abastecidos diariamente.
Município recebeu alerta do TCE, há algumas semanas, por risco de desabamento em escola. Mas, vai gastar dinheiro com shows. No dia 22 de março de 2022, o Tribunal de Contas do Estado enviou um alerta de responsabilização para a prefeitura de Bom Conselho, no Agreste, por causa do risco de desabamento em uma escola […]
Município recebeu alerta do TCE, há algumas semanas, por risco de desabamento em escola. Mas, vai gastar dinheiro com shows.
No dia 22 de março de 2022, o Tribunal de Contas do Estado enviou um alerta de responsabilização para a prefeitura de Bom Conselho, no Agreste, por causa do risco de desabamento em uma escola da cidade. A “imediata recuperação” da escola Augusto Tenório Sobrinho foi apontada no alerta assinado pela conselheira Teresa Duere. As informações são do jornalista Igor Maciel da coluna Cena Política/JC Online.
Essa informação preliminar é importante antes de se perguntar o que passa pela cabeça da secretária de Educação do município ao destinar R$ 1,2 milhão do Fundo Municipal de Educação para pagar artistas que vão se apresentar no São João de Bom Conselho? A informação foi divulgada no Blog de Jamildo.
Somente um dos artistas, João Gomes, vai receber R$ 350 mil para se apresentar no palco principal da festa. Bom Conselho tem 58 mil habitantes.
Em 2021, o estudo “Perda de Aprendizagem na Pandemia”, do Insper e do Instituto Unibanco, estimou que, na pandemia, os estudantes brasileiros aprenderam apenas 17% do conteúdo de matemática e 38% do de língua portuguesa, em comparação com o que ocorreria nas aulas presenciais. Isso é uma média brasileira.
Imagine como estará esse percentual no interior de Pernambuco.
Imagine agora o que R$ 1,2 milhão poderiam fazer na estrutura precária das escolas do município e na aceleração do ensino prejudicado pela pandemia. Ao invés disso, a prefeitura resolveu gastar dinheiro do Fundo Municipal de Educação para pagar artistas de uma festa.
Está tudo bem para o Ministério Público? Tribunal de Contas? Alguém?
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