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Água Branca: depois do prefeito, candidato da oposição desrespeita medidas contra o coronavírus

Por Nill Júnior

 

Na cidade Paraibana de Água Branca, o que não falta é candidato desrespeitando decretos municipal e estadual de combate a Covid-19. A notícia é de Anchieta Santos para o blog.

Depois do Prefeito Tom Firmino levantar idoso em leito de hospital para fazer selfie com o número de seu partido, e promover aglomeração na Praça Pública com simpatizantes entre eles idosos e crianças, agora foi a vez da oposição.

Aliados do candidato a prefeito Júlio Cesar, promoveram uma carreata no Povoado de Bom Jesus. Carros, motos e aglomerações tinha. Máscara era proibido no evento.

Fica a Pergunta: não estaria na hora do Ministério Público agir em Água Branca, contra o mal exemplo dos políticos da cidade?

Outras Notícias

“Grupo dos cinco” é contra pacote do Estado

Os deputados Beto Accioly (SD), Professor Lupercio (SD), João Eudes (PRP), Eduino Brito (PHS) e Joel da Harpa (PROS) se reuniram, nesta quinta-feira (24), para discutir o posicionamento em relação ao pacote de medidas do Governo que aumenta impostos. A frente ficou conhecida como o “Grupo dos 5” na eleição da Mesa Diretora. O grupo […]

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Os deputados Beto Accioly (SD), Professor Lupercio (SD), João Eudes (PRP), Eduino Brito (PHS) e Joel da Harpa (PROS) se reuniram, nesta quinta-feira (24), para discutir o posicionamento em relação ao pacote de medidas do Governo que aumenta impostos. A frente ficou conhecida como o “Grupo dos 5” na eleição da Mesa Diretora.

O grupo compreende o momento delicado que enfrenta o Estado, mas não concorda em “penalizar os pernambucanos por conta do desajuste fiscal”, segundo nota. Os deputados explicam que as famílias já cortaram gastos com a dificuldade financeira e não aguentam mais tantos impostos. Segundo o G5, o pacote fiscal vai contribuir para aumentar o desemprego.

O Grupo definiu que votará unido e já conta com a simpatia de outros deputados, que devem aderir ao bloco.

“Acho muito violento um sanfoneiro sem tocar no dia de São João”, diz intérprete de Luiz Gonzaga no cinema

Faltando poucas semanas para o São João, artistas criticam falta de espaço do forró dentro e fora do ciclo junino O forró, mais do que um gênero musical, é a alma de um povo e a expressão cultural do Nordeste que atravessa gerações. Nascido da combinação de influências africanas, indígenas e portuguesas, o forró tornou-se […]

Faltando poucas semanas para o São João, artistas criticam falta de espaço do forró dentro e fora do ciclo junino

O forró, mais do que um gênero musical, é a alma de um povo e a expressão cultural do Nordeste que atravessa gerações. Nascido da combinação de influências africanas, indígenas e portuguesas, o forró tornou-se um patrimônio cultural de valor inestimável.

Contudo, como toda cultura viva, enfrenta os desafios da modernidade. Faltando poucas semanas para o São João 2025, três forrozeiros abriram o coração e tocaram na ferida. Kelvin Diniz, Chambinho do Acordeon e Marquinhos Café são uma espécie de “guardiões do forró tradicional” – que, apesar de rico, precisa se reinventar para conquistar a relevância entre as novas gerações e superar o risco de cair no esquecimento.

Mas, como o forró pode se manter relevante sem perder suas raízes? E mais importante, como preservar a sua essência em um cenário musical que constantemente pede por novidades? Para esses artistas, a resposta está no equilíbrio delicado entre a tradição e a adaptação. Eles defendem que, para o forró seguir vivo, é necessário olhar para o futuro sem abrir mão da memória cultural que moldou sua identidade, deixando este gênero vivo não apenas no ciclo junino, mas em qualquer época do ano.

 Até no São João?

Embora o forró seja um pilar da cultura nordestina, seu espaço nas grandes festividades, inclusive no São João, tem diminuído com o passar dos anos. Para Marquinhos Café, nascido em Caruaru, considerada a “Capital do Forró”, e morando atualmente em Salvador, essa diminuição não é uma questão de falta de qualidade, mas de visibilidade. “Nossa maior festa nordestina, que é o São João, está tomada pelo capitalismo, descaracterizando nossa tradição e a cada dia minimizando o espaço de quem faz a festa ter sentido — que é o verdadeiro forró e o forrozeiro. Virou um festival de música onde o forró, dono da festa, é o menos tocado e menos prestigiado”, diz.

Mas a luta pela preservação do forró não é simples. Piauiense que mora em Fortaleza, Chambinho do Acordeon conquistou fama nacional por sua interpretação emocionante de Luiz Gonzaga no filme “Gonzaga: De Pai pra Filho” (2012). Ele vê o forró perdido em uma encruzilhada entre a comercialização e a preservação. “Hoje existe a dificuldade inclusive no período junino. Aqui não falo por mim que tenho meu mês junino bem desenvolvido, mas, com todo respeito do mundo aos demais gêneros, acho muito violento um sanfoneiro sem tocar no dia de São João. Acho triste as festas de São João pelo brasil e pelo Nordeste que têm na sua grade 10 a 20% de forró “, lamenta.

Kelvin Diniz, natural de Capim Grosso/BA e musicalmente formado em Serra Talhada/PE, também vê com preocupação o risco de o gênero se perder – ao mesmo tempo em que é crítico com relação a alguns pontos, dentro do próprio nicho. “O forró está perdendo espaço devido à falta de valorização cultural regional; à escassez de investimentos e qualificação nos grupos existentes; e à ausência de apoio entre artistas (grandes aos pequenos), como ocorre no sertanejo. A linguagem do gênero está estagnada, sem adaptação às novas demandas sociais, o que afasta o público. Além disso, taxam o forró a uma ‘música de São João’. Esse ciclo vicioso dificulta a renovação do forró”, comenta.

Forró tradicional x forró modernizado

O debate sobre a modernização do forró é complexo. Por um lado, há a necessidade de evolução para se manter vivo em um cenário musical em constante mudança. Por outro, existe o temor de que essa adaptação implique a perda de identidade. Marquinhos, que já compartilhou palco com grandes nomes da música nordestina, acredita que modernizar é possível, mas a essência deve ser mantida. “A modernização do forró é importante, mas deve manter a essência do gênero. O problema é que muitos artistas se apropriam do nome “forró” para misturar com pop, lambada, axé, pagode e sertanejo, e chamam isso de “forró modernizado”. O jovem de hoje, sem conhecimento da verdadeira história do forró, acaba confundindo essa mistura com o gênero original. Isso prejudica o forró, pois a falta de informação impede que a verdadeira essência seja preservada. Modernizar é válido, mas a essência deve ser mantida”

Chambinho alerta: “tem espaço para todos, a mistura pode acontecer. O que não podemos esquecer são das matrizes do forró. Quando preservamos as matrizes, podemos modernizar! Veja, modernizar não significa esculhambar, existe uma confusão sobre isso”, pondera.

Enquanto isso, Kelvin, dá um olhar mais moderno para novas possibilidades, reforçando a proximidade que o gênero precisa ter com as novas gerações. “Tecnicamente existem limites de até onde você pode ir sem deixar de ser forró. Modernizar não é remover o som da sanfona, zabumba e triângulo como os puristas temem. No meu ver cabe um teclado “eletrônico” no forró (Luiz Gonzaga tocando com Gonzaguinha usou!), cabe viola caipira (Quinteto violado já usou!), cabe bateria eletrônica (Assisão usou!), enfim… Há espaço pra criatividade e novas sonoridades sem deixar de ser forró. E eu acho isso de extrema relevância comercial, afinal é através do contexto sonoro do produto que o ouvinte se apega ou se distancia do artista. E convenhamos, o forró precisa dialogar melhor com as novas gerações, não é?!”, enfatiza o sanfoneiro.

Forró sem prazo de validade

Estamos chegando em mais um ciclo junino e, apesar dos pontos já abordados pelos artistas, o forró ainda tem certo protagonismo nessa época. No entanto, o que acontece com o gênero fora desse período, nos demais meses do ano? Será que é possível “respirar” longe do São João? Os forrozeiros buscam por esse espaço e esperam deixar o forró sem “prazo de validade”, fazendo com que a sanfona não se cale e possa ser inserida em outras festividades.

“A ideia de que o forró é exclusivamente para o São João é uma ilusão, pois, quando tocado fora dessa época, a festa ainda anima. Isso mostra que o gênero pode ser valorizado durante o ano todo. Para os forrozeiros iniciantes, é crucial investir em equipamentos, qualificar o show e estudar o mercado. Eu apoio a evolução do forró, mas sem perder sua essência. A modernização deve manter o gênero autêntico, sem se transformar em algo que já não é forró”, reforça Kelvin Diniz.

Para Chambinho, é preciso inserir o forró em outros eventos e refletir sobre a valorização dos artistas do gênero. “O forró enfrenta dificuldades para encontrar espaço fora do São João, principalmente por causa da priorização de outros estilos em festivais e grandes eventos como o carnaval e o réveillon. No entanto, todos os estilos deveriam ser contemplados em todas as festas, pois isso é essencial para preservar a diversidade cultural brasileira. Além disso, os cachês dos artistas precisam ser justos e proporcionais. Como um artista que ganha 30 mil por show, tendo que arcar com todos os custos de produção, pode entregar a mesma qualidade de performance de um que recebe 500 mil? Essa disparidade precisa ser refletida, pois impacta diretamente na continuidade e valorização do forró fora do período junino”, complementa.

“O artista de forró já enfrenta dificuldades até no São João, sua principal vitrine — fora desse período, o desafio é ainda maior. Isso vem da ideia, ainda muito presente, de que forró é só música junina, quando na verdade é um ritmo que cabe em qualquer época do ano. Além disso, gestores têm excluído o forró até do São João, o que agrava a situação. Ainda assim, há quem mantenha viva a tradição. O forró resiste, porque é identidade cultural e tem força para estar presente o ano inteiro”, conclui Café.

Para sempre!

O forró, com sua sanfona vibrante, suas letras apaixonadas e sua dança envolvente, é mais que uma música – é um patrimônio vivo. A preservação desse legado passa pela aceitação das mudanças, mas sem jamais perder o fio condutor que o liga à tradição nordestina. O futuro do forró depende de um equilíbrio delicado entre o respeito ao passado e a capacidade de se transformar, sempre com a alma do Nordeste pulsando em cada música. Assim, o forró, mais do que nunca, precisa ser abraçado por todos – não apenas pelos que nasceram sob a sua influência, mas também pelas novas gerações que têm o poder de renovar essa chama, sem apagar o que a torna eterna.

Danilo: financiamento de campanha deve ser feito com mecanismos já existentes

O deputado federal Danilo Cabral (PSB-PE) defende que o financiamento das campanhas eleitorais deve ser feito através dos mecanismos no sistema político-partidário brasileiro. O parlamentar propôs que, inicialmente, a Câmara Federal discuta a redução dos custos dessas campanhas. “Já houve um movimento nesse sentido em 2014, mas há espaço para reduzir mais e, a partir […]

O deputado federal Danilo Cabral (PSB-PE) defende que o financiamento das campanhas eleitorais deve ser feito através dos mecanismos no sistema político-partidário brasileiro. O parlamentar propôs que, inicialmente, a Câmara Federal discuta a redução dos custos dessas campanhas. “Já houve um movimento nesse sentido em 2014, mas há espaço para reduzir mais e, a partir disso, se faça o financiamento com os recursos já existentes, especialmente o fundo partidário.

“A sociedade não pode ser responsabilizada por esta conta, pois já vem pagando uma conta enorme pelos cortes que estão sendo feitos nas políticas públicas.  Não é razoável que se crie fundo de quase R$ 4 bilhões para custear as eleições”, discursou Danilo Cabral nesta terça-feira (15) no Plenário da Câmara. O deputado também se posicionou contra o financiamento privado das campanhas. “É um mecanismo que não cabe por todos os constrangimentos e as relações promíscuas que existiram no nosso sistema”, justificou.

Ele acrescentou que o financiamento individual das campanhas não fazem parte da cultura nacional, por isso, o financiamento público é o ponto chave das regras eleitorais aprovadas pela comissão especial da Câmara que analisa da reforma política. “Essa é uma das mais importantes reformas que precisam ser debatidas nesta Casa, mas, infelizmente, não foi feita de forma satisfatória. Mais uma vez, o Congresso Nacional prepara, às vésperas do prazo limite, um arremedo de reforma, que vai simplesmente orientar as eleições de 2018”, criticou. Segundo Danilo Cabral, o debate sobre a reforma política deveria ter sido mais amplo, com maior participação da sociedade.

Durante o discurso, o deputado destacou a posição do PSB a favor do fim das coligações e da instituição da cláusula de barreira e contrária ao voto majoritário para deputados federais e estaduais e vereadores, o chamado distritão. “Nós temos que preservar o fortalecimento da democracia brasileira através dos partidos políticos e a legitimidade do eleitor”, finalizou.

Vinda de Tadeu Alencar marca anúncio de apoio de Gilberto Rodrigues e lançamento de pré-campanha de Evandro Valadares

A vinda do Deputado Tadeu Alencar ao Pajeú marcou o lançamento da pré-campanha de Evandro Valadares à Prefeitura de São José do Egito. Desde o início da manhã, fogos eram ouvidos em toda a cidade, já demonstrando o clima de campanha. Tadeu foi o primeiro a defender a candidatura de Evandro e disse que o […]

Evandro e Gilberto na Gazeta FM: bloco na rua Foto: Marcelo Patriota
Evandro e Gilberto na Gazeta FM: bloco na rua Foto: Marcelo Patriota

A vinda do Deputado Tadeu Alencar ao Pajeú marcou o lançamento da pré-campanha de Evandro Valadares à Prefeitura de São José do Egito. Desde o início da manhã, fogos eram ouvidos em toda a cidade, já demonstrando o clima de campanha. Tadeu foi o primeiro a defender a candidatura de Evandro e disse que o projeto tem aval do partido.

No programa Manhã Total na Gazeta, houve também a participação de Gilberto Rodrigues, ex-presidente da Emater e do Instituto Xingó, hoje responsável por uma empresa de perfuração de poços e pelas rádios do Grupo Fenix de Comunicação.

Perguntado se havia se arrependido de apoiar Romério Guimarães em 2012, afirmou que não costuma se arrepender das suas decisões. Mas criticou a gestão, afirmando que criou expectativas que não entregou a população. “São José andou pra trás”. Ele também acusou a gestão de “decidir unilateralmente” sem ouvir ninguém. Defendeu uma campanha limpa e aberta e garantiu não estar preocupado em brigar para ser o candidato a vice, em discurso similar ao de Eclérinston Ramos a alguns dias.

Evandro Valadares afirmou que, assim como os demais, é um soldado no grupo para disputar a prefeitura. Pegando gancho na fala de Gilberto que afirmou ter errado quando votou em Romério, disse que todo mundo erra, mas pretende errar menos em 2016. Disse que a gestão do PT inaugurou obras deixadas por ele.

Sobre sucessão, sugeriu que a disputa terá três nomes que geriram a cidade, fazendo referência a ele, Zé Marcos e Romério Guimarães. “Cada um mostre o que fez”. Disse por fim acreditar que Romério não disputará por “ter medo”. E garantiu que não haverá dificuldade para formalizar a chama.

Depois da entrevista, os políticos seguiram em carreata para entrega de ações hídricas na zona rural. A agenda contou com nomes como Adelmo Moura (Casa Civil), vereadores, lideranças políticas e assessores.

Afogados: veja fotos da abertura oficial do carnaval 2018

Na noite deste sábado, aconteceu a abertura oficial do carnaval 2018, em Afogados da Ingazeira. O prefeito José Patriota, deu o ponta pé inicial às festividades de momo no Polo do Frevo (Praça de Alimentação), com a participação de todos os estandartes de Blocos e Troças, Rei e Rainha do Carnaval 2018, Príncipe e Princesa, […]

Na noite deste sábado, aconteceu a abertura oficial do carnaval 2018, em Afogados da Ingazeira. O prefeito José Patriota, deu o ponta pé inicial às festividades de momo no Polo do Frevo (Praça de Alimentação), com a participação de todos os estandartes de Blocos e Troças, Rei e Rainha do Carnaval 2018, Príncipe e Princesa, Tabaqueiros, Virgens, Passistas, e o grande homenageado do carnaval 2018, Pé de Banda. Clique aqui e confira todas as fotos:

A animação ficou por conta da Orquestra Show de Frevo que colocou os foliões pra dançar ao de som de muito frevo. Na programação para hoje tem:

  • 09h – POLO DAS VIRGENS DO SOBREIRA (concentração na Rua Berta Celi e em seguida desfile pelas ruas da cidade ate o campo do COHABÃO, no Bairro COHAB).
  • Atração: CARLA ALVES
  • 10h- BLOCO ‘’ CHUPA LITRO’’, concentração na Vila Pitombeira.
  • 12h- POLO CLUBE CAMPESTRE. Atração: Banda Expresso Folia
  • 12h- BLOCO SWING DO KM, Bar do Umbuzeiro.
  • 12h- POLO CALDINHO DA NENÉM. Atração: GENIVAL E GRUPO VERSÁTIL NO FREVO
  • 14h- BLOCO O CORUJÃO, concentração no Barchef
  • 14h- BLOCO ‘’CAZÁ CAZÁ’’, concentração no Afogril Bar. Atração: PAULO MÁRCIO
  • 14h- BLOCO PERERECAS EM CHAMA, concentração no Barchef
  • 14h- BLOCO DOS PIJAMAS, concentração no POLO NASCENTE
  • 15h- BLOCO DO POVÃO, concentração no POLO NASCENTE
  • 15h- BLOCO ‘’ ENCHENDO E DERRAMANDO’’, concentração na Rua 07 de Setembro, Bairro São Francisco, com desfile pelas principais ruas do Bairro.
  • 16h- BLOCO ‘’UNIDUNITÊ’, concentração em frente à Secretaria da Fazenda, na Avenida Rio Branco, com desfile até a Praça de Alimentação.
  • 16h- POLO NASCENTE -Trio Elétrico Tradição dos Tabaqueiros, concentração no POLO NASCENTE com os Blocos e Foliões em geral. Atração: Banda Expresso Folia
  • 19h- Desfile de Fantasia Infantil – POLO DO FREVO (Praça de Alimentação)
  • 20h- Orquestra Show de Frevo (POLO DO FREVO)
  • 22h- POLO NASCENTE- Bloco A Onda. Atração: WALLAS ARRAIS