Agricultores de Flores se qualificam colocando a mão na massa
Por Nill Júnior
Kátia Gonçalves – Comunicadora Popular do Cecor
Homens e mulheres das comunidades Sítio Raimundos e Olho D’Água, do município de Flores, colocaram a mão na massa, literalmente, para aprenderem a fazer um fogão ecológico, biscoitos e pães caseiros. A atividade faz parte do Projeto Chamada de ATER – Assistência Técnica e Extensão Rural, executado pelo Centro de Educação Comunitária Rural (Cecor), em parceira com o Centro Sabiá.
Das 9h às 16h, os/as agricultores/as se dedicaram as duas oficinas com o intuito de unir conhecimentos que contribuam com a economia local e o meio ambiente. Um dos objetivos da ação foi conscientizar os participantes da importância em reduzir o uso de lenha, da emissão de fumaça e minimizar os problemas de saúde, além de diminuir o trabalho da mulher, geralmente responsável pelo transporte da lenha.
De acordo com o técnico do Cecor, Lucimário Almeida, responsável pelas oficinas, a participação ativa das famílias fortaleceu a necessidade de proporcionar mais momentos de troca de experiências. “Ficou claro o quanto eles querem aprender e como pensam em fazer depois das oficinas é melhor ainda. Muitos vão economizar, fazendo os pães caseiros para consumo e vendendo o excedente. O fogão coletivo trará benefícios para a comunidade e para o meio ambiente, uma vez que consome, em média, 50% menos lenha do que o fogão comum, sem falar que produz menos fuligem”, explicou Lucimário.
O aprendizado aconteceu, no ultimo dia 6, na residência da agricultora Ana Francisca Alexandrina, em Olho D’Água.
Evento acontecerá de 28 de novembro a 1º de dezembro em Petrolândia De 28 de novembro a 1º de dezembro, Petrolândia se transformará em um polo de negócios da região com a realização da Feira de Negócios e Empreendedorismo de Petrolândia – Exposertão. A quinta edição do evento espera reunir aproximadamente 20 mil pessoas em […]
Evento acontecerá de 28 de novembro a 1º de dezembro em Petrolândia
De 28 de novembro a 1º de dezembro, Petrolândia se transformará em um polo de negócios da região com a realização da Feira de Negócios e Empreendedorismo de Petrolândia – Exposertão. A quinta edição do evento espera reunir aproximadamente 20 mil pessoas em uma programação que inclui palestras sobre diversos segmentos econômicos. Além disso, a Exposertão, que é realizada pela prefeitura do município no Parque João Pernambuco, terá programação cultural assinada também pelo Sesc.
No primeiro dia da Feira (28/11), às 21h, a Prefeitura programou apresentação o Grupo Blue Jeans (Petrolândia) para animar a festa. Às 22h, o Sesc leva a música do povo Pankararu ao palco, apresentada pelo cantor Gean Ramos. Na sexta-feira (29/11), a partir das 20h, se apresentarão respectivamente, Íverso e Anna Clara (Petrolândia), Coco Quilombola – Negros de Betinhos (Petrolândia) e Conservatório Pernambucano de Música (Petrolândia). Às 23h, o público poderá se divertir ao som do forró de George Silva e os Pariceiros (Arcoverde).
No sábado toda a programação do Pátio Cultural foi organizada pelo Sesc. A partir das 21h, Chico Simões (Brasília), vai encenar o teatro de mamulengo com “Mamulengo Presepada”. Em seguida, subirá ao palco o grupo musical Turunas Cariocas (Rio de Janeiro) e, às 23h, a música do Cabeça de Alho (Arcoverde) encerra a grade. No domingo (1/12), último dia da Exposertão, o Sesc vai levar o espetáculo teatral “Espavento”, encenado pelo grupo Teatro de Retalhos (Arcoverde). A apresentação deve encantar o público com a história de quatro palhaços que se encontram e decidem montar o maior espetáculo da terra. Mas, como não têm virtuosismo algum, se apegam às lembranças dos circos que antigamente encantavam as cidades.
ExpoSertão – De acordo com os organizadores, o evento deve reunir mais de 100 expositores numa área de 5 mil m². Nela, o público encontrará palestras e consultorias, desfile de modas, feira do peixe vivo, feira de animais, arena gastronômica, feira de artesanato, entre outras atividades. Para o encerramento da programação, a Prefeitura anunciou a Palestra “Desafiando o Impossível”, com Issao Imamura (São Paulo).
Muita emoção na reinauguração do Cine São José na tarde de ontem. A solenidade marcou a passagem de bastão da gestão do equipamento, que era da Associação Cultural São José e passou a ser da Fundação Cultural Senhor Bom Jesus dos Remédios, mantendora da Rádio Pajeú e do Museu do Rádio. Houve participações de autoridades […]
Muita emoção na reinauguração do Cine São José na tarde de ontem.
A solenidade marcou a passagem de bastão da gestão do equipamento, que era da Associação Cultural São José e passou a ser da Fundação Cultural Senhor Bom Jesus dos Remédios, mantendora da Rádio Pajeú e do Museu do Rádio.
Houve participações de autoridades e nomes ligados ao cinema. A solenidade foi restrita a parte da capacidade do cinema em virtude das regras e protocolos atuais em virtude da pandemia de Covid-19. Em compensação, houve transmissão da Rádio Pajeú.
Inicialmente foram entregues homenagens aos remanescentes da Associação Cultural São José pela luta de 26 anos como gestora e articuladora do cinema que conhecemos hoje. Carlos Gomes, o Carrinho de Lica, Evanildo Mariano e Marcos Antônio receberam homenagens em nome da sociedade, das mãos de Sandrinho Palmeira, Waldemar Borges e Edgar Santos (Astur).
Falaram pela comissão Evanildo Mariano e Carrinho de Lica. Emocionados, fizeram referência a todos que contribuíram na luta de restauração e manutenção, citando nomes como Miguel Arraes, Jarbas Vasconcelos, Totonho Valadares, Giza Simões e Orisvaldo Inácio. Também o engajamento da sociedade, o apoio dos três bispos com os quais conviveram e a Fundação que passa a gerir o espaço.
Evanildo lembrou a entrega de um sistema de iluminação cênica a ser instalado. E Carrinho de Lica lembrou o gesto pioneiro de Helvécio Lima na construção do espaço.
Em seguida, houve homenagem ao radialista Anchieta Santos. Na tela foram projetadas imagens na tela e uma fala recente do comunicador enobrecendo a importância do cinema, os shows e filmes históricos.
As falas se sucederam com Waldemar Borges, José Patriota e Sandrinho Palmeira. Os três destacaram a história de superação do cinema e o engajamento da sociedade para de forma única manter esse espaço.
Pela Pajeú Filmes, Bruna Tavares, William Tenório e equipe subiram ao palco. Bruna falou da emoção de retomada em um espaço tão marcante para a cultura e as artes. Emocionada, registrou a importância desse momento para a sociedade.
Padre Josenildo Nunes e Nill Júnior falaram pela Fundação Cultural Senhor Bom Jesus dos Remédios. Padre Josenildo destacou a importância do cinema na formação de uma sociedade e enobreceu a missão da Fundação na manutenção desse espaço.
Nill Júnior falou da história do cinema e de como uma sociedade se identifica com espaços como esse. Também fez um histórico do trabalho da Associação nos últimos 26 anos e a participação da Rádio Pajeú nessa luta, bem como da construção da transição de gestão entre Associação Cultural São José e Fundação Cultural Senhor Bom Jesus dos Remédios.
Ao final, mais emoção com a exibição de O Bem Virá, filme de Uilma Queiroz. O filme conta a história de mulheres grávidas que estiveram nas frentes de emergência nos anos 80. Pela primeira vez, as personagens do filme puderam assistir ao filme na tela grande. Muita emoção, aplausos e simbologia, como quanto a cirene voltou a tocar.
Sessão inaugural com atraso, mas promessa de solução: a primeira sessão de 007 Sem Tempo para Morrer começou com uma hora de atraso em virtude da fila formada.
Isso porque o tempo hábil entre a sessão de estreia e a primeira sessão paga além da logística inicial estiveram entre os motivos.
A gestão promete resolver os gargalos. “É um aprendizado pra nós também. Vamos aperfeiçoando esses processos”, justificou a gestão do cinema.
Em virtude de várias matérias veiculadas na imprensa local noticiando que hoje (segunda, 17) será votado, pela Câmara de Vereadores, o veto do Prefeito Luciano Duque ao Projeto de Lei 033/16, que reajusta os subsídios dos vereadores em 25%, tenho a esclarecer: 1- Um acordo entre os vereadores e o movimento Acorda Serra Talhada foi […]
Em virtude de várias matérias veiculadas na imprensa local noticiando que hoje (segunda, 17) será votado, pela Câmara de Vereadores, o veto do Prefeito Luciano Duque ao Projeto de Lei 033/16, que reajusta os subsídios dos vereadores em 25%, tenho a esclarecer:
1- Um acordo entre os vereadores e o movimento Acorda Serra Talhada foi feito, ainda em setembro, (amplamente divulgado pela imprensa local e regional) para que o prefeito vetasse o projeto de Lei e a Câmara mantivesse o veto, recuando dessa forma do reajuste;
2- Reafirmo a minha posição, e votarei pela manutenção do veto ao PL do reajuste dos subsídios dos vereadores.
Em resposta a uma publicação no Blog do Magno, o vereador Luiciano Pacheco negou que sónão teria rompido com o prefeito Wellington Maciel (MDB) porque teria cerca de 300 cargos na gestão. “Ainda que isso fosse verdade, o que não é, pelo menos estaria agindo pensando nessas pessoas que precisam dos seus postos de trabalho […]
Em resposta a uma publicação no Blog do Magno, o vereador Luiciano Pacheco negou que sónão teria rompido com o prefeito Wellington Maciel (MDB) porque teria cerca de 300 cargos na gestão.
“Ainda que isso fosse verdade, o que não é, pelo menos estaria agindo pensando nessas pessoas que precisam dos seus postos de trabalho para sobreviverem. Ainda assim, seria uma atitude digna. E não teria agido como tantos fazem, visando quanto é que vinha para meu bolso”, disse.
“Em primeiro lugar, não tenho montanha de empregos, como afirmado em vossa nota. Segundo, não tenho e ninguém tem condições de ter essa quantidade de cargos. Acho que nem o prefeito tem essas indicações todas. Um governo é composto por muitas lideranças, como vereadores, suplentes, ex-vereadores, secretários e dezenas de outros, os quais tem indicações de empregos”, seguiu.
Afirmou estar na base de apoio do prefeito porque acredita no projeto “de um homem que tem se dedicado ao máximo à terra e acima de tudo é honesto e correto na política”.
“Por fim, tenho uma vida digna e que construí nesses 6 mandatos com muita correção e seriedade. Minha defesa intransigente do prefeito Wellington é porque sei que isso significa o melhor para Arcoverde, e não porque tenho algumas indicações, que inclusive não são de esposa, nem filhos e nem irmãos. Política se faz pensando no povo e não no próprio umbigo, como a grande maioria faz”, concluiu.
Povo Afogadense, Circulam informações nas redes sociais sobre uma possível discussão sobre Kit Gay na câmara municipal. A respeito de tais informações quero esclarecer: 1 – Nunca chegou nenhum projeto na câmara de vereadores que tratasse deste assunto. 2 – A câmara desconhece qualquer material relacionado a este assunto Kit Gay. Nunca tivemos acesso a […]
Circulam informações nas redes sociais sobre uma possível discussão sobre Kit Gay na câmara municipal. A respeito de tais informações quero esclarecer:
1 – Nunca chegou nenhum projeto na câmara de vereadores que tratasse deste assunto.
2 – A câmara desconhece qualquer material relacionado a este assunto Kit Gay. Nunca tivemos acesso a tal conteúdo.
3 – Discutimos o Projeto de Lei sobre o plano de Educação para o município e houveram dúvidas interpretativas dos vereadores quanto ao uso da palavra gênero. Como a casa é democrática, a ampla maioria dos parlamentares decidiu retirar a palavra do plano para que não pudessem restar dúvidas.
4 – O governo municipal aceitou de pronto o projeto e sancionou de acordo com o que foi discutido e votado na casa.
5 – A Secretaria Municipal de Educação realizou consulta pública no cineteatro São José e contou com as presenças do Prefeito José Patriota, da coordenadora da Gerência Regional de Educação, Cecília Patriota, vereadores, Ministério Público, Conselhos de Educação, Associação de professores, IFPE, AEDAI, dentre outras instituições.
6 – A câmara é a casa do povo e estará sempre aberta para discutir qualquer projeto de interesse popular, respeitando a democracia e principalmente sabendo conviver com o contraditório.
7 – Em tempos de acirramento eleitoral não devemos e não podemos perder o senso racional. Verificar as informações que são postadas e informadas ao público é dever e obrigação de qualquer cidadão que respeita a democracia e que tem compromisso com a verdade.
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