Agência vê mais risco de calote e tira nota de bom pagador do Brasil

Brasil perde em uma das três agências de avaliação chamado Grau de Investimento
A agência de avaliação de risco Standard & Poor’s (S&P) cortou, nesta quarta-feira (9), a nota do Brasil de “BBB-” para “BB+”. Com isso, o país perdeu o chamado “grau de investimento”, ou seja, deixou de ser considerado um bom pagador, um lugar recomendável para os investidores aplicarem seu dinheiro.
Além de retirar do Brasil o grau de investimento, a S&P sinalizou que a situação pode piorar ainda mais, ao manter a perspectiva negativa para a nota brasileira.
“Os desafios políticos que o Brasil enfrenta continuam a crescer, pesando sobre a habilidade do governo e a disposição de enviar um orçamento de 2016 ao Congresso consistente com uma significativa política corretiva sinalizada durante a primeira parte do segundo mandato da presidente Dilma”, segundo a S&P.
A S&P foi a primeira das três principais agências de classificação de risco a conceder ao Brasil o selo de bom pagador, em abril de 2008, no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Agora, é a primeira a colocar o Brasil de volta ao grau especulativo.
O país ainda mantém o grau de investimento de acordo com as outras duas principais agências: Fitch e Moody’s. A decisão da S&P deve elevar os custos de financiamento para o governo e para as empresas locais.
Também pode reduzir o fluxo de entrada de dólares no país, deixando a moeda ainda mais cara. O dólar já acumula alta de mais de 40% ante o real neste ano. (Do Uol)



Depois de ser o principal protagonista da reeleição de Nelly Sampaio em 2018, o vereador Dicinha do Calçamento (MDB), reeleito, volta a protagonizar rumores sobre a virada de vota para escolha da Mesa Diretora da Câmara de Tabira.
A professora Carla Tatiane Veras de Carvalho, da Escola Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, localizada na zona rural de Ingazeira-PE, teve seu trabalho reconhecido em diferentes instâncias da educação estadual.
Dia de muita alegria para todos nós da querida Rádio Pajeú.
“É um projeto que dialoga com a vida real, porque o melhor programa social é o emprego. Prorrogar a desoneração da folha para os 17 setores da economia que mais empregam é garantir o emprego de milhões de brasileiros”, disse o líder do União Brasil no Senado, senador Efraim Filho (PB), tão logo o projeto de sua autoria (PL 334/23) foi aprovado, nesta quarta-feira (25), no plenário do Senado Federal. A matéria, agora, segue à sanção presidencial.














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