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Afogareta 2020: organizadores relatam que preocupação com segurança é determinante para sucesso do evento

Por André Luis

Por André Luis

Ney e Matheus Quidute, organizadores do Afogareta – Carnaval fora de época que esse ano vai para a sua 22ª edição, estiveram no Debate das Dez do programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, com Aldo Vidal, falando dos preparativos para  a festa.

Ney disse que não esperava que o evento duraria tanto tempo, principalmente porque festas do mesmo formato foram se acabando pelo Estado. Hoje o Afogareta é o único carnaval fora de época de Pernambuco.

A esse fato ele atribuiu a preocupação com segurança como um dos fatores determinantes para o sucesso do evento. Tanto é que para este ano, Ney revelou que foram instaladas trinta câmeras a mais que no ano passado.

“Algumas câmeras são secretas, que só quem sabe onde estão é Polícia Militar. Então nós fazemos questão de externar isso aqui para quem nos escuta nesse momento, que vem exatamente com o objetivo de brincar e de se divertir, venha que será bem abraçado, mas se você vem com alguma intenção… tenha certeza que não terá muito sucesso, pois estará sendo filmado durante todo o período do evento, não só na Avenida Rio Branco, mas também nas avenidas paralelas ao evento.” Alertou Ney.

Ney também destacou que a durabilidade do evento fez com que o mesmo virasse vitrine. “Tanto é que este ano teremos a presença do secretário de Turismo do Estado, Rodrigo Novaes, presente ao na festa”, revelou. Ele disse ainda que o secretário publicou em uma rede social a intenção de voltar com o Recifolia em outros moldes e que o mesmo aconteceria na Arena Pernambuco.

“Será muito importante, muito bem-vindo o nosso secretário logo mais no nosso evento e vamos recebe-lo como sempre recebemos todos que nos prestigiam. E fazer com que ele possa sair daqui exatamente com uma boa impressão do nosso evento e da nossa cidade.” Disse Ney.

Mateus filho de Ney, que era uma criança de 6 anos de idade quando o evento começou. Hoje divide as responsabilidades da organização com pai. Para ele o sucesso da parceria é que cada um respeita o espaço do outro. “Hoje a relação vai além de pai e filho e sim de sócios”, disse.

Dia 10, sexta, a atração será Parangolé. Parangolé é uma banda de pagode baiano. Formada em 1998, tornou-se um dos principais grupos do gênero. É atualmente liderada por Tony Salles.

Dia 11, sábado, a atração será Kiko Chicabana, de volta ao evento. Chicabana é uma banda de axé que surgiu na Bahia. Formada em 2007, no meio do sertão baiano. “Nas micaretas que participamos, as pessoas cantam e dançam com nossas músicas. É maravilhosa a sensação de causar alegria na galera com nossa energia”, conta Kiko, cantor da Chicabana.

No domingo, dia 13, a atração foi definida no estilo Forró Elétrico. Comanda a programação Yohannes. O artista volta após bela apresentação na última ediçãodo evento.

A Josefa Alves (@josefa_alves.2) e a Ana Beatriz (@_ruivaaah), foram as grandes sortudas e ganharam os abadás da promoção do blog. Elas vão curtir o Afogareta 2020 0800!

O sorteio aconteceu na manhã desta sexta-feira. Foram quase 8.000 comentários em menos de 48h após o lançamento da promoção.

Outras Notícias

Ângelo Ferreira participa de atos em Custódia, Itapetim e São José do Egito

Neste sábado (27) o deputado estadual Ângelo Ferreira participou de eventos políticos em três cidades dos sertões do Pajeú e Moxotó. A agenda teve início por Custódia onde Ângelo participou de um encontro com eleitores organizado pelo Dr. Zé Wilson e Drª Anne, que foi candidata a prefeita da cidade pelo PSB nas últimas eleições. […]

CUSTÓDIA 01 (14)

Neste sábado (27) o deputado estadual Ângelo Ferreira participou de eventos políticos em três cidades dos sertões do Pajeú e Moxotó.

A agenda teve início por Custódia onde Ângelo participou de um encontro com eleitores organizado pelo Dr. Zé Wilson e Drª Anne, que foi candidata a prefeita da cidade pelo PSB nas últimas eleições.

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Em Itapetim Ângelo participou de um comício liderado pelo prefeito Arquimedes Machado, o vice Júnior Moreira e o ex-prefeito Adelmo Moura com a participação dos vereadores da Frente Popular e lideranças.

No fim da noite Ângelo ainda foi a Riacho do Meio distrito e São José do Egito onde recebeu o apoio do empresário Antônio Andrade conhecido como Antônio do Milhão. O deputado estava acompanhado do ex-prefeito Evandro Valadares e do ex-vice-prefeito Eclériston Ramos.

ITAPETIM 01 (11)

Após fila de espera na internet, Caixa atualiza app para reduzir tumulto pelos R$ 600

As filas na Caixa Econômica Federal para a obtenção do auxílio emergencial de R$ 600 concedido pelo governo federal não aconteceram só em agências físicas. Na internet, o aplicativo Caixa Tem, que permite a transferência do recurso e o pagamento de boletos, criou filas digitais e longa espera para parte da população que tentou acessar […]

As filas na Caixa Econômica Federal para a obtenção do auxílio emergencial de R$ 600 concedido pelo governo federal não aconteceram só em agências físicas.

Na internet, o aplicativo Caixa Tem, que permite a transferência do recurso e o pagamento de boletos, criou filas digitais e longa espera para parte da população que tentou acessar o dinheiro sem sair de casa.

Criado em 2019 e aprimorado às pressas diante da urgência da pandemia de coronavírus, o serviço tem quase 82 milhões de downloads e foi alvo uma forte sobrecarga com a corrida de desempregados e informais à internet pelo auxílio. Mais de 50 milhões de brasileiros devem receber a verba.

No primeiro mês de funcionamento, o app não deu conta de atender os milhares de acessos simultâneos, e muitos cidadãos tiveram que recorrer às agências.

Na loja de aplicativos do Google, há relatos de trabalhadores que citam demora superior a uma semana para conseguir fazer operações com o dinheiro. Também mencionam sequências de erros e travas no aplicativo, como problemas de conexão com o servidor e de validação dos dados.

“O app trava muito e quase sempre não consegue completar as operações de transferência ou pagamento [importantes para não precisar ir até a agência]”, disse um usuário em 5 de maio.

“Não permite que você faça uma transferência nos finais de semana [quando há menos usuários] para que a mesma seja efetivada no próximo dia útil, o que contribui ainda mais para o congestionamento”, continuou.

“Não consegui ter acesso por 10 dias seguidos. Péssimo”, disse outra.

A espera virtual é um recurso semelhante a uma sala de espera física, utilizado em diversos aplicativos com entrada de milhares de pessoas ao mesmo tempo, como de shows e grandes eventos.

O problema é que, enquanto em uma sala física a pessoa aguarda com uma senha na mão e a certeza de que será atendida, na sala virtual do Caixa Tem o usuário precisa manter a tela do aplicativo ativa, sem poder utilizar outras funções do celular, como abrir uma simples mensagem de WhatsApp. Segundo a Caixa, isso foi corrigido.

Atualização Antes de quinta-feira (7), quando o banco realizou uma atualização no aplicativo, esse processo poderia levar mais de meia hora e, no final, apresentar erro. Depois de inúmeras reclamações e diante das preocupantes filas em agências –o que levou a Justiça de estados como o Maranhão determinar a reorganização do sistema de pagamentos–, a Caixa diz que consertou o problema.

“Hoje [quinta-feira] a fila não está demorando mais do que um minuto, na versão 1.20.1 [do aplicativo]. É só baixar no Android e fazer o teste. No iOS, sistema da Apple, vamos migrar de sexta (8) para sábado (9). A usabilidade melhorou 1.000%”, disse Cláudio Salituro, VP de Tecnologia da Caixa.

Em menos de 30 dias, o banco fez 15 versões com melhorias ao aplicativo. A última atualização, segundo o banco, permitirá 5.000 usuários por minuto.

O teor dos comentários mais recentes nas lojas de aplicativos já mudou. Na sexta-feira (8), trabalhadores disseram conseguir efetuar as transações após semanas de tentativas.

“Depois de mais de um mês, eu consegui fazer o saque, o aplicativo ficava muito lento e tinha que enfrentar a fila virtual, mas sempre caía e depois dava erro”, afirmou uma usuária.

O Caixa Tem foi concebido a clientes do banco e, até antes da pandemia, funcionava na versão beta. Ele foi idealizado para atender 1 milhão de pessoas no período de um ano e, em menos de 30 dias, começou a receber até 4 milhões de acessos por dia.

O app existe para oferecer uma poupança social digital, alternativa bancária a quem não possui conta em instituições financeiras privadas, e permite transações bancárias e o pagamento de boletos e contas de água, luz e telefone.

Hoje, é possível acessá-lo pelo CPF quem for autorizado a receber o auxílio –o processo anterior de verificação é feito em outro aplicativo da Caixa, dedicado apenas ao preenchimento de dados cadastrais.

A necessidade de escalar uma solução emergencial gerou uma série de problemas. O banco reconhece que houve falhas e que o sistema como um todo foi sobrecarregado com a demanda, não atribuindo falhas apenas à conexão com servidor, à limitação de software ou ao desenvolvimento, mas ao conjunto da obra.

“De fato é legítima a reclamação, mas a cada dia estamos implantando melhorias no Caixa Tem e, agora, temos o conforto de dizer que estamos quase lá”, diz Salituro. Segundo ele, o app do auxílio emergencial foi feito em sete dias e, depois, “uma avalanche” chegou ao Caixa Tem.

Um técnico do banco afirmou que não foi possível escalar 100 ou 200 vezes a infraestrutura para atender uma demanda de 15 minutos, por exemplo. Profissionais de tecnologia compararam que a adaptação do aplicativo foi como a troca de asa de um avião durante o voo, com quase toda a equipe em home office.

Falta de informação Apesar de aparente melhora na fila digital nos últimos dias, pesquisadores criticam outros pontos, como a falta de informação sobre os requisitos mínimos para celulares que podem usar a aplicação e a dificuldade de instalação em aparelhos mais antigos.

Observam, ainda, que o repasse tem sido feito diretamente à poupança da Caixa, não a outros bancos em alguns casos.

“Governo e Dataprev conseguiram revelar 46 milhões de brasileiros que estavam invisíveis a políticas sociais. Mas as pessoas não estão necessariamente recebendo em suas atuais contas, mas na poupança social digital. Isso sobrecarrega porque não distribui para quem pode receber pelo Banco do Brasil, por exemplo”, diz Marco Konopacki, pesquisador ro ITS-Rio e ligado à New York University, que se debruçou sobre as falhas do app.

Além disso, ele menciona que CPFs iniciados com zero não estavam sendo identificados, o que a Caixa diz já estar solucionado.

Assim como em outros países, o Brasil utilizou sua infraestrutura tecnológica já existente para conectar governo e cidadãos na pandemia, ressalta a pesquisadora de internet e governo Yasodara Cordova. Como a Caixa já tem a expertise do Bolsa Família via aplicativo, adequou o Caixa Tem para a distribuição do dinheiro.

“Não podemos comparar o Brasil com a Inglaterra nesse sentido, que trabalha com um gabinete digital há 20 anos e tem um site simples, universal e que oferece ajuda a analfabetos e idosos. O que faltam são agentes do governo auxiliando as pessoas na fila, os idosos, para que consigam realizar as operações pelo celular”, afirma.

Além de críticas nas lojas de aplicativos, usuários já relataram a entidades de defesa ao consumidor, como a Proteste, dificuldade de contato com o suporte técnico.

Na última semana, a Caixa divulgou em seu site que intensificou o atendimento às pessoas que estão nas filas, com prestação de informações e geração de códigos para a realização de saques.

De acordo com os últimos dados do Dataprev, empresa pública responsável por processar e analisar as informações sobre a possibilidade de conferir o auxílio do governo, cerca de 46 milhões de brasileiros solicitaram o auxílio e 44,9 milhões de cadastros elegíveis foram enviados ao banco de 7 a 22 de abril.

Duas semanas Em nota, a Caixa diz que o pagamento do auxílio é o maior programa de inclusão social, financeira e digital do Brasil, e ressalta: “ele foi implementado em apenas duas semanas”.

“Ao longo da semana, o banco registrou uma redução considerável das filas nas agências de todo o país e verificou-se que o atendimento foi normalizado”, afirmou.

Sobre a compatibilidade com celulares antigos, o banco afirma que o app foi projetado para ser o mais leve do mercado financeiro, de forma a funcionar em qualquer modelo de smartphone.

Os horários de maior acesso ao Caixa Tem são das 7h30 às 18h e das 20h às 21h30, portanto usuários podem testar o uso em horários com menos concentração. Para obter as correções, é preciso atualizar o app nas configurações do celular ou na loja de aplicativos do sistema Android ou iOS.

Asserpe discute presente e futuro da radiodifusão no Recife

Relação institucional com o Estado e o papel do rádio e TV em Pernambuco foram tema de 172ª Reunião de Diretoria Do site da ASSERPE A ASSERPE – Associação das Empresas de Radiodifusão do Estado realizou na manhã desta quinta (22) em sua sede, a 172ª Reunião de Diretoria e associados.  Na pauta, vários temas […]

Relação institucional com o Estado e o papel do rádio e TV em Pernambuco foram tema de 172ª Reunião de Diretoria

Do site da ASSERPE

A ASSERPE – Associação das Empresas de Radiodifusão do Estado realizou na manhã desta quinta (22) em sua sede, a 172ª Reunião de Diretoria e associados.  Na pauta, vários temas de interesse da radiodifusão foram discutidos. A reunião contou com representação de prefixos de todas as regiões do Estado.

Houve apresentação de novas afiliadas ou de prefixos que tiveram alterações em sua composição diretiva ou societária. Francisco Paiva, da Rádio Agnus Dey Arcoverde e Erilson Gouveia, do Sistema Jornal do Commercio apresentaram as recentes mudanças. A primeira passou a ser gerida pelo CEDEC, coordenado pelo Padre Adilson Simões, do qual Paiva é Diretor Administrativo. Ele agradeceu à acolhida da Associação e disse que a emissora manterá presença nos debates do meio.

Já o Sistema Jornal do Commercio passou à coordenação de Mônica Carvalho, com a saída de Bia Figueiredo. Mônica foi representada por  Erilson, Gerente de Programação de Rádio e TV do Sistema. Em suma, destacou que a parceria institucional entre o Sistema e a Asserpe será mantida com a mesma filosofia. Outros nomes do Sistema como Carlos Humberto Rocha, Coordenador do Interior do Sistema.

Também foi apresentada Jaianne Evellin, Programadora Comercial da Rede Aleluia.

Outro tema foi a necessidade de avanço na emissão eletrônica da Nota Fiscal Modelo 21 para o setor de Radiodifusão. O tema foi levantado pela Diretora da Transamérica Recife, Adriana Tudde e Pelo Diretor Financeiro da entidade, Tony Pereira. O diagnóstico é de que emissoras ainda são obrigadas a emitir notas com talonário ou através da impressão em máquinas como impressoras matriciais, fora do mercado, e que Pernambuco é uma exceção no país, cujos outros estados evoluíram. Como encaminhamento, uma discussão institucional com a Secretaria da Fazenda para avançar na emissão no modelo eletrônico.

Houve ainda participação de Evaristo Filho, Secretário Executivo de Relações Institucionais e Flávia Lemos, Gerente Geral de Coordenação da Comunicação do Governo do Estado. Eles falaram sobre como o Governo está tratando a relação institucional com os veículos de comunicação de Pernambuco.

Em suma, Evaristo e Flávia explanaram como funciona o núcleo de Comunicação do Governo do Estado e seus braços de integração com as demais Secretarias, unificando a relação governo-emissoras-sociedade e evitando gestões paralelas de comunicação.

Ambos defenderam que, por orientação do Governo, as emissoras de rádio estão sendo tratadas como prioridade, com campanhas nas dezessete emissoras da capital e cinquenta e quatro no interior. Também houve enfoque para o trabalho coordenado por Carlos Moraes no Núcleo de Rádio do Estado – Rádio SEI. “Sem o rádio, nossa comunicação fica capenga”, disse Evaristo.

O Presidente da Asserpe, Nill Júnior, disse que esse relacionamento institucional fortalece a radiodifusão, respeitando sua autonomia editorial e responsabilidade social. Também que esse ciclo do Núcleo de Comunicação tem mantido um contato respeitoso e de diálogo constante com a entidade. Ainda que o rádio e a TV continuam sendo o canal firme e determinante para o diálogo do Estado com a sociedade pernambucana.

“As redes sociais são importantes, mas nada se compara ao rádio e à TV. Inclusive, nossos meios também tem presença nas redes e agregam valor a elas, assim como blogueiros e produtores do conteúdo buscam o rádio para ter capilaridade. Vamos também fazer um estudo do tamanho da nossa presença também nas redes”, afirmou. Outros nomes como Ivan Feitosa e Marcelo Pitanga também comentaram o momento da relação institucional com o Estado.

Ainda houve informes sobre os Congressos e encontro que movimentam o país neste segundo semestre promovidos por Abert (Rádio, Mercado em Sintonia) dia 25 de Setembro, AERP (25º Congresso Paranaense de Rádio e Televisão) entre os dias 18 e 20 de setembro, em Curitiba e ACERT (Fala Nordeste),  dias 28 e 29 de novembro. Todos tem apoio e condições especiais para Associados Asserpe.

Participaram da reunião Cléo Nicéas (Vice Presidente de Rádio), Tony Pereira (Vice-Presidente Administrativo Financeiro), Ivan Feitosa (Diretor Secretário), Gorete Vieira (Gerente Executiva), Juliana Melo (Assistente Comercial), Erilson Gouveia (TV e Rádio Jornal), Carlos Moraes (Rádio SEI), Eri Santos (CBN Caruaru), Jaianne Evellin (Rede Aleluia), Francisco Paiva (Agnus Dei), José Eliandro (Agnus Dei), Paulo de Andrade Filho (Naza FM), Jonas Cristian (Rádio Cultura do Nordeste), Ercília Albuquerque (Litoral FM), Jair Ventura (Rádio Jornal do Commercio), Marcos Aurélio (Rádio Vitória FM), Paulo Fernandez (CBN/Rádio Globo), Conceição Galvão (Itacaeté FM), Paulo de Andrade Neto (Naza FM), Cláudia Constantino (Cultural AM/TV Vitória), GiseldaTavares (Atual FM), Maurí Júnior (Atual FM), Marcelo Pitanga (Recife FM), Evaristo Filho (GovPE), Flávia Lemos (GovPE), Carlos Humberto (Sistema Jornal do Commercio), Paulo de Tharso Pinto (Globo FM), João Ferreira (Itapuama FM) e Fabiana Liliane Ferreira (Itapuama FM).

A próxima reunião será dia 24 de outubro em Salgueiro, no Sertão do Estado.

Tabira: Missa do Poeta resiste com poesia e tradição

Polêmicas sobre a falta de maior investimento público das esferas municipal, estadual e federal a parte, pode-se dizer que a força cultural de Tabira, a articulação com artistas da região e a organização do evento salvaram a Missa do Poeta em sua 30ª edição em Tabira. O evento , homenagem a Zé Marcolino, foi organizado […]

Foto: Wellington Júnior

Polêmicas sobre a falta de maior investimento público das esferas municipal, estadual e federal a parte, pode-se dizer que a força cultural de Tabira, a articulação com artistas da região e a organização do evento salvaram a Missa do Poeta em sua 30ª edição em Tabira.

O evento , homenagem a Zé Marcolino, foi organizado pela APPTA, Associação dos Poetas e Prosadores do município e durou três dias.

Este ano o evento organizado homenageou também o poeta Walter Marcolino.

Nos três dias de programação, com a maior parte das atividades na Praça Gonçalo Gomes, houve apresentações de artistas de toda a região.

Nomes como Sevi Nascimento, Chico Arruda, Lindomar Souza, BKL, Lula Sabiá, Xaxado Cabras de Lampião, Assisão e a dupla Denílson Nunes e Adelmo Aguiar subiram ao palco.

Houve ainda Chá Poético na Escola Carlota Breckenfeld, o 13º Festival de Violeiros Poeta Zé Liberal, o 9º Encontro de Sanfoneiros, 21ª Mesa de Glosas, 6º Recital Feminino e lançamentos do Livro de Luiz Nunes, Juscelino: vida obra e verso.

Expoentes da cultura tabirense e da APPTA como Dedé Monteiro, Genildo Santana, Verônica Sobral, Adeval e Elizângela Soares e o próprio Sebastião Dias participaram da missa tradicional, presidida pelo padre Aldo Guedes.

Diretor do MMA destaca participação no Comitê de Revisão da Implantação da UNCCD

Por André Luis O Diretor de Combate à Desertificação do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), Alexandre Pires, usou as suas redes sociais para destacar a sua participação no Comitê de Revisão da Implantação (Cric21) da Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação (UNCCD), que aconteceu em Samarkand, no Uzbequistão, […]

Por André Luis

O Diretor de Combate à Desertificação do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), Alexandre Pires, usou as suas redes sociais para destacar a sua participação no Comitê de Revisão da Implantação (Cric21) da Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação (UNCCD), que aconteceu em Samarkand, no Uzbequistão, entre os dias 13 e 17 de novembro.

Na postagem, Pires destacou a importância da participação do Brasil no evento, que reuniu representantes de 196 países-parte da UNCCD para avaliar o progresso das ações de combate à desertificação e degradação da terra.

“Esses últimos dias foram intensos, desafiantes e de muitos aprendizados”, escreveu Pires. “Como Ponto Focal Técnico do governo do Brasil, desde domingo participando do Comitê de Revisão da Implantação – Cric21, da UNCCD, uma responsabilidade imensa, a quem agradeço a confiança à Ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva e à Secretária Edel Moraes. Essa responsabilidade também é pelo reconhecimento que as Partes têm da contribuição do Brasil para essa agenda”, completou.

Pires também destacou os desafios enfrentados pelo Brasil e pelo mundo no combate à desertificação, como o crescimento das áreas em desertificação, as secas mais frequentes e mais severas, as tempestades de areia e poeira, e o desafio de neutralizar a degradação da terra.

“Além do mais, o Brasil é foco das atenções porque o Brasil assume a presidência do G20 e do Mercosul, que são espaços estratégicos na política internacional para nossa agenda. Muitas tarefas a cumprir! Uma reconexão com nossos irmãos latino americanos e caribenhos, que estavam sentindo falta da ‘alma’ brasileira. Reconexão com oportunidades para avançarmos juntos no Combate à Desertificação na ALC”, escreveu Pires.

O Cric21 foi um processo preparatório para a COP16 da UNCCD, que acontecerá em dezembro de 2024 na Arábia Saudita. A COP16 é o principal fórum global para a discussão e a tomada de decisões sobre o combate à desertificação e degradação da terra.