Afogados: vereadora confirma nome a disposição para 2016, mas defende que definição seja coletiva
Por Nill Júnior
A vereadora Antonieta Guimarães (sem partido) foi a convidada do Debate das Dez desta segunda (07) na Rádio Pajeú. Ela confirmou que coloca seu nome a disposição da União Pelo Povo para a disputa em 2016. Entretanto, a todo momento Antonieta deixou claro que não irá impor seu nome no projeto e que qualquer decisão tem que ser tomada pelo grupo de forma coletiva.
Em mais de um momento, ela fez referência ao nome da sua cunhada e ex-prefeita Giza Simões, falecida em 2013, relembrando momentos em que falou da conjuntura local e da necessidade de unidade das oposições. Ela voltou a dizer que, sem Giza, o grupo perdeu a referência de liderança e que por isso deve ter mais unidade e força coletiva para o processo que se aproxima.
A vereadora disse que após a morte de Giza, alguns nomes deixaram o bloco, mas que ele resiste e terá seu papel no processo sucessório. Como é de seu perfil, a vereadora não fez críticas ácidas ao governo Patriota, mas criticou a falta de resposta a requerimentos, a falta de uma coleta de lixo humanizada, além de problemas verificados na saúde. “Para mim é o maior problema da gestão”, disse.
Perguntada sobre a possibilidade de a oposição ter como candidatos nomes como Zé Negão ou mesmo Totonho Valadares (crítico histórico da ex-prefeita Giza), a vereadora assumiu um tom coletivo. “Essas questões serão definidas coletivamente”. Lembrou, porém, que outros nomes como Jair Almeida (PT) também podem encabeçar um projeto de oposição.
Legislativo é o único no Pajeú presidido por uma mulher A Câmara de Vereadores de Solidão realizou importante evento alusivo ao Dia Internacional da Mulher. A atividade foi idealizada pela presidente da Casa, a vereadora Adriana de lima, conhecida como Adriana de Agenor. O evento foi bastante prestigiado, contando com as presenças do prefeito Djalma […]
Legislativo é o único no Pajeú presidido por uma mulher
A Câmara de Vereadores de Solidão realizou importante evento alusivo ao Dia Internacional da Mulher.
A atividade foi idealizada pela presidente da Casa, a vereadora Adriana de lima, conhecida como Adriana de Agenor.
O evento foi bastante prestigiado, contando com as presenças do prefeito Djalma Alves, mais vereadores de outras cidades da região, como Arlan Markson, de Tuparetama, Patrícia de Bacana, de São José do Egito, mais vereadores e outras autoridades do município.
Adriana é também presidente da UVP Mulher e única presidente de legislativo no Pajeú.
O plenário da Casa Daniel Atanásio Veras ficou totalmente lotado.
Houve cantoria, falas de várias autoridades e a palestra com a advogada Hérica Nunes, que abordou o tema “Ser Mulher na Atualidade – da delicadeza à força”. Ainda houve distribuição de brindes e um cofee breack. Veja mais imagens:
A cidade registrou saldo zero em outubro e saldos negativos no acumulado de 2021 e no acumulado dos últimos doze meses. Melhor desempenho do ano na região é de Brejinho, com saldo positivo de 213 empregos. Por Juliana Lima Além do resultado do último mês de outubro, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgou os […]
A cidade registrou saldo zero em outubro e saldos negativos no acumulado de 2021 e no acumulado dos últimos doze meses. Melhor desempenho do ano na região é de Brejinho, com saldo positivo de 213 empregos.
Por Juliana Lima
Além do resultado do último mês de outubro, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgou os índices da geração de empregos no acumulado do ano de 2021 e nos últimos doze meses, considerando o período de novembro de 2020 a novembro de 2021.
Segunda maior cidade do Pajeú e a décima maior do Sertão em termos populacionais, Afogados da Ingazeira apresentou resultado negativo nos três índices do Caged. Em outubro a cidade registrou saldo zero de empregos formais, com 64 admissões e 64 demissões. Com o resultado, a cidade ficou no 11º lugar no Pajeú e no 33º entre as 56 cidades do Sertão.
No acumulado do ano de 2021, Afogados da Ingazeira registrou saldo negativo de -30 e variação relativa de -1,18%, com 812 admissões e 842 demissões de janeiro a novembro de 2021. É o pior resultado do Pajeú e o 54º lugar no Sertão. No acumulado dos últimos doze meses, de novembro de 2020 a novembro de 2021, Afogados registrou saldo negativo de -19 e variação relativa de -0,75%, com 922 admissões e 941 demissões, ocupando o 16º lugar no Pajeú e o 53º do Sertão na geração de empregos.
No Pajeú, o melhor desempenho no acumulado do ano é de Brejinho, com saldo positivo de 213 empregos. O segundo lugar é de São José do Egito, com 195. Em seguida vêm as cidades de Serra Talhada (180), Tabira (113), Flores 94, S. Terezinha 63, Itapetim 42, Triunfo 39, Carnaíba 18, Iguaracy 16, Santa Cruz da Baixa Verde 16, Calumbi 13, Quixaba 8, Solidão 8, Tuparetama 5, Ingazeira 3 e Afogados da Ingazeira -30. Afogados foi a única cidade do Pajeú a registrar saldo negativo no período.
Ainda na região do Pajeú, o melhor desempenho no mês de outubro é de Serra Talhada, com saldo de 131 empregos, e o pior desempenho é de Flores, com saldo negativo de -5. As demais cidades obtiveram os seguintes resultados: Tabira (17), São José do Egito (10), Carnaíba (7),Triunfo (4), Iguaracy (3), Itapetim (3), Santa Cruz da Baixa Verde (3) ,Brejinho (1), Santa Terezinha (1), Afogados da Ingazeira (0), Calumbi (0), Ingazeira (0), Quixaba (0), Solidão (0) e Tuparetama (-4).
Por André Luis Nesta sexta-feira (5), a ex-prefeita de Arcoverde, Madalena Brito, utilizou suas redes sociais para reforçar sua pré-candidatura à prefeitura do município. Em um texto publicado em seu Instagram, Madalena destacou o diálogo como força motriz de sua pré-campanha e ressaltou a importância da participação da população nesse processo de transformação. No texto […]
Nesta sexta-feira (5), a ex-prefeita de Arcoverde, Madalena Brito, utilizou suas redes sociais para reforçar sua pré-candidatura à prefeitura do município. Em um texto publicado em seu Instagram, Madalena destacou o diálogo como força motriz de sua pré-campanha e ressaltou a importância da participação da população nesse processo de transformação.
No texto Madalena enfatiza o compromisso em ouvir cada voz e sentir cada pulso da cidade, destacando que cada conversa, seja nas ruas ou praças, é uma peça valiosa nessa jornada. A ex-prefeita ressalta que a força da mudança é irresistível quando é impulsionada pelos sonhos e aspirações do povo arcoverdense.
“Estamos aqui para ouvir cada voz, sentir cada pulso da nossa amada cidade. Cada conversa, seja nas ruas, nas praças, cada encontro é uma peça valiosa dessa caminhada. A marcha da mudança é irresistível quando é conduzida pelos sonhos e aspirações do nosso povo”, afirmou Madalena Brito em suas redes sociais.
Madalena também destaca que sua pré-candidatura nasceu da vontade popular e reforça a ideia de que aqueles que falam contra temem a verdadeira mudança. A ex-prefeita ressalta a importância da união e participação da comunidade nesse processo de construção de um novo capítulo para Arcoverde.
“Juntos, somos mais fortes. Juntos, construímos pontes, superamos desafios e escrevemos um novo capítulo para Arcoverde. A Mudança Começa Agora, e você faz parte dessa história! Sua voz importa, suas ideias contam, e sua participação é fundamental. Vamos construir, juntos, o futuro que Arcoverde merece. Estou pronta para caminhar junto com você. Vamos unidos mudar Arcoverde!”, concluiu Madalena Brito em sua publicação.
O comerciante Valter Henrique, o Valtinho, da Galeria São José, disse hoje ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, que defende uma abertura gradativa com regras de alguns setores do comércio de Afogados da Ingazeira. Um deles, diz o comerciante, é o setor de material de construções. Ele diz que há plenas condições de o […]
O comerciante Valter Henrique, o Valtinho, da Galeria São José, disse hoje ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, que defende uma abertura gradativa com regras de alguns setores do comércio de Afogados da Ingazeira.
Um deles, diz o comerciante, é o setor de material de construções. Ele diz que há plenas condições de o setor se adequar como acontece com os supermercados, com regras de acesso e cumprimento de medidas sanitárias.
Para ele, um dos problemas identificados é o grande fluxo de pessoas nas ruas, como verificado hoje, onde há exposição maior quando comparada aos estabelecimentos que poderiam abrir as portas com restrições de acesso.
Perguntado se os comerciantes que tem tido essa posição procuraram as autoridades, Valtinho disse que não e afirmou que essa deveria ser atribuição da CDL local, que segundo ele não tem se manifestado nesse sentido.
O julgamento prosseguirá na próxima quarta-feira (24). Na sessão desta quinta-feira (18), o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) deu continuidade ao julgamento da Ação Penal (AP) 1025, em que o ex-senador Fernando Collor de Mello e outros dois réus respondem pela prática de crimes ligados a contratos entre a UTC Engenharia e a BR […]
O julgamento prosseguirá na próxima quarta-feira (24).
Na sessão desta quinta-feira (18), o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) deu continuidade ao julgamento da Ação Penal (AP) 1025, em que o ex-senador Fernando Collor de Mello e outros dois réus respondem pela prática de crimes ligados a contratos entre a UTC Engenharia e a BR Distribuidora. Até o momento, há cinco votos para condenar o ex-parlamentar por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa, um voto que apenas converte a imputação de organização criminosa em associação criminosa e outro pela total absolvição. Os demais votos serão colhidos na sessão da próxima quarta-feira (24).
Para o relator, ministro Edson Fachin, e o revisor, ministro Alexandre de Moraes, o conjunto de provas produzido nos autos comprova a tese da acusação de que, com a ajuda dos empresários Luis Pereira Duarte de Amorim e Pedro Paulo Bergamaschi de Leoni Ramos, Collor recebeu R$ 20 milhões para viabilizar irregularmente contratos da BR Distribuidora.
Na sessão de hoje, os ministros Luís Roberto Barroso e Luiz Fux e a ministra Cármen Lúcia acompanharam esse entendimento. A vantagem indevida, segundo Barroso, foi paga por meio de depósitos fracionados em contas pessoais e jurídicas do então parlamentar, para ocultar a origem ilícita. Ficou provado também, para o ministro, que os três denunciados constituíram organização criminosa com outros agentes na atuação estruturada para a prática dos crimes.
Associação
Neste ponto, o ministro André Mendonça divergiu. A seu ver, não é possível enquadrar os réus no delito de organização criminosa, que exige quatro ou mais integrantes, pois a acusação não comprovou a relação estável e permanente entre o grupo liderado por Collor e os demais núcleos já identificados em outros casos da operação Lava Jato. Diante disso, a seu ver, as condutas devem ser enquadradas como associação criminosa (artigo 288 do Código Penal).
Absolvição
O ministro Nunes Marques votou pela absolvição total dos três acusados, por entender que o conjunto probatório não apontou de forma conclusiva que eles teriam negociado a venda de apoio político para manter dirigentes na BR Distribuidora a fim de obter vantagens ilícitas. A seu ver, o relatório produzido pelo Grupo de Trabalho de Averiguação da UTC, que embasa a acusação, não tem informações sobre a maneira pela qual eles teriam interferido nas licitações para beneficiar a empreiteira.
Ainda segundo o ministro, a acusação se apoia apenas em depoimentos contraditórios e divergentes de colaboradores premiados, sem elementos externos de prova. E a ausência de provas do crime antecedente de corrupção passiva conduz à improcedência da denúncia quanto à lavagem de dinheiro.
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