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Afogados: Semana do bebê começa nesta segunda-feira

Por André Luis

O selo Unicef é o prêmio de maior reconhecimento ao trabalho de prefeituras e municípios em prol de políticas de atenção integral à primeira infância. E Afogados da Ingazeira já ganhou o selo duas vezes. A primeira na segunda gestão do então prefeito José Patriota, e a segunda premiação na primeira administração do prefeito Alessandro Palmeira (Cada selo premia um quadriênio).

E na próxima segunda tem início a semana do bebê em Afogados da Ingazeira. A ação tem por objetivo dar visibilidade às políticas públicas implantadas no município em prol da primeira infância. A abertura oficial acontece a partir das 8h30, no auditório da secretaria municipal de educação. O tema desse ano é: Presença que transforma – o poder da família e do tempo de atenção na primeira infância.

A programação inclui palestras, oficinas, debates e ações diversas, incluindo uma programação específica nas escolas municipais de educação infantil, unidades básicas de saúde e equipamentos públicos da assistência social. Esse será a primeira semana do bebê sem a presença física de Socorro Martins, que nos deixou recentemente, e que coordenava o selo Unicef em Afogados da Ingazeira. 

“Será uma semana muito produtiva, enfatizando a importância que nossa gestão dá aos cuidados integrais para com a primeira infância, mas também de muita reflexão e de muita saudade pela ausência de nossa querida Socorro Martins,” afirmou o Prefeito de Afogados da Ingazeira, Alessandro Palmeira. 

Nesta segunda (20), 8h30, abertura oficial e palestra Magna com a Psicóloga do Fórum de Afogados da Ingazeira, Denise Duarte, no Auditório da Secretaria de Educação. Na terça (21), na Secretaria de Saúde, Mesa Redonda sobre a importância da família, socioafetividade, cuidados e limites aliados à falta de atenção dos responsáveis para com as crianças na primeira infância com a mediadora Manoela Nascimento (Psicóloga), no CS Eventos (Brotas).

A programação ainda tem palestra com Paloma Araújo na quarta, para pais e profissionais da educação, ações nas UBS, palestras com as psicólogas Emmanuella Genésio e Lívia Sousa. O encerramento será na sexta com acolhida e homenagem a(o) Bebê Prefeito(a) com entrega do banner com foto, chave da cidade, certificado e kit bebê, no Centro de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente (Rua Pedro Pires).

Outras Notícias

Zé Negão diz que ainda não sentou com ninguém sobre 2024 em Afogados. “Primeiro tem a eleição desse ano”

O ex-vereador e candidato a Deputado Federal Zé Negão,  do Podemos,  esteve no Debate das Dez de hoje na Rádio Pajeú. Zé falou dos passos de sua candidatura e negou que esteja candidato para marcar posição em relação às eleições de 2024. “Estou com 53 anos. Passei dessa época de fazer brincadeira com política.  Sou […]

O ex-vereador e candidato a Deputado Federal Zé Negão,  do Podemos,  esteve no Debate das Dez de hoje na Rádio Pajeú.

Zé falou dos passos de sua candidatura e negou que esteja candidato para marcar posição em relação às eleições de 2024.

“Estou com 53 anos. Passei dessa época de fazer brincadeira com política.  Sou candidato a Federal e há possibilidade de ganhar”, afirmou.

Zé disse que deverá ser votado em todo o Pajeú e falou de cidades de outras regiões do Estado que tem visitado.  Em Afogados da Ingazeira,  sua principal base, evitou dizer se acha que será majoritário,  mas afirmou que pode surpreender,  criticando os irmãos Campos.  “Um foi candidato,  o João Campos,  não veio nem agradecer os votos. Agora já estão apoiando o Pedro Campos.  O povo vê isso”.

Zé reforçou seu apoio à candidatura de Miguel Coelho dizendo que ele ele deve ser o nome das forças de oposição que vai para o segundo turno.  Na mesma análise,  criticou o governo Paulo Câmara,  citando a situação das estradas e disse que a população cansou do ciclo socialista,o que explica a atual posição de Danilo Cabral nas pesquisas.

Sobre Afogados, garantiu que não conversou com Evângela Vieira sobre um alinhamento em 2024 para formar um bloco de combate à Frente Popular,  mas afirmou que não se fecha a essa possibilidade.  “Mas primeiro tem a eleição de 2022”.

Também criticou o prefeito Sandrinho.  “A promessa dele de que iria cuidar dos bairros e zona rural não está sendo cumprida.  Basta ouvir as rádios.  Aqui na Pajeú antes as reclamações eram da Compesa.  Agora são da prefeitura”, criticou.

Tabira: entendimentos podem por fim a buracos e continuidade no asfaltamento

Não raro a população está reclamando nos meios de comunicação de buracos nas ruas muitas vezes deixados pelas escavações realizadas pela Compesa em reparos de sua rede de abastecimento. Um entendimento entre a Prefeitura de Tabira e a Companhia Pernambucana de Saneamento – COMPESA – poderá pôr um fim a esse drama. O Governo Municipal, […]

transito_tabira-584x330Não raro a população está reclamando nos meios de comunicação de buracos nas ruas muitas vezes deixados pelas escavações realizadas pela Compesa em reparos de sua rede de abastecimento. Um entendimento entre a Prefeitura de Tabira e a Companhia Pernambucana de Saneamento – COMPESA – poderá pôr um fim a esse drama.

O Governo Municipal, através da secretaria de Obras esteve reunido com o senhor Washington Jordão que é Gerente Regional da Compesa em Afogados da Ingazeira para tratar de um contrato de parceria onde a Compesa pagará para uma empresa efetuar as restaurações das escavações que forem feitas para reparos em sua rede de distribuição de água.

O acordo diz respeito às pavimentações em paralelepípedos e asfalto. O contrato, que já está em posse do secretário de Obras, Cláudio Alves, será apresentado ao engenheiro da prefeitura, posteriormente ao Jurídico do município e, finalmente, será encaminhado para a secretaria de Administração proceder com todos os trâmites necessários.

Asfaltamento será continuado – O secretário de Obras do município, Cláudio Alves, esteve reunido com o engenheiro Daniel, o Diretor de Convênios, Rúbens Espíndola e o Dr. Ivanildo que é o engenheiro responsável pela empresa que executou a primeira etapa do asfalto em Tabira.

Desse encontro saiu a boa notícia, principalmente para os moradores da Rua Rosa Xavier, que será o próximo logradouro a receber pavimentação asfáltica, que a empresa procederá com todos os reparos solicitados pela Caixa Econômica Federal.

Depois desses trabalhos concluídos haverá a liberação da segunda etapa da aplicação do asfalto nas ruas restantes do projeto.

Novas moradias do Minha Casa, Minha Vida podem aliviar déficit habitacional no Pajeú

Primeira mão O Ministério das Cidades publicou na última segunda-feira (15), no Diário Oficial da União (DOU), a Portaria 673/2024, que abre o processo de seleção de propostas para moradias urbanas através do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS), dentro do Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV).  Pela primeira vez, o programa está […]

Primeira mão

O Ministério das Cidades publicou na última segunda-feira (15), no Diário Oficial da União (DOU), a Portaria 673/2024, que abre o processo de seleção de propostas para moradias urbanas através do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS), dentro do Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV). 

Pela primeira vez, o programa está direcionando propostas para a construção de unidades habitacionais em municípios com população até 50 mil habitantes, O que pode ajudar dezesseis, dos dezessete municípios do Sertão Pajeú, visto que Serra Talhada ultrapassa o número de habitantes informado na portaria.

Este novo segmento, denominado MCMV FNHIS Sub 50, busca reduzir o déficit habitacional e melhorar as condições de vida nos pequenos municípios brasileiros. Inicialmente, serão selecionadas 30 mil novas unidades habitacionais com recursos do FNHIS.

A portaria publicada estabelece diretrizes e requisitos para a seleção das propostas, garantindo que estejam em conformidade com critérios técnicos de desenvolvimento urbano, econômico, social e cultural, além de promover a sustentabilidade e a redução de vulnerabilidades. 

A medida visa apoiar municípios, estados e o Distrito Federal na produção ou aquisição de unidades habitacionais destinadas a famílias de baixa renda, classificadas na Faixa Urbano 1 do MCMV, ou na Faixa Urbano 2 em casos de emergência ou calamidade pública.

Dessas 30 mil unidades, cinco mil serão destinadas a pessoas residentes em áreas de risco, insalubres ou impróprias para moradia, como erosões, deslizamentos, lixões ou assentamentos precários. A distribuição por Unidade da Federação está detalhada na portaria.

Os recursos para cada unidade habitacional estão limitados a R$ 130 mil, e as propostas devem prever a construção de no mínimo 20 unidades habitacionais, com limites específicos baseados na população do município. Serão priorizadas propostas que melhor atendam à demanda habitacional e observem requisitos técnicos da portaria.

Os agentes executores têm até cinco dias, a partir da vigência da portaria, para submeter suas propostas na plataforma Transferegov. O Ministério das Cidades divulgará as propostas selecionadas em até noventa dias.

Essa iniciativa é especialmente relevante para os municípios do Pajeú, onde cidades como Afogados da Ingazeira enfrentam um déficit habitacional significativo e não têm programas habitacionais há bastante tempo. A construção dessas novas moradias pode aliviar consideravelmente essa carência e proporcionar melhores condições de vida para os moradores da região.

A nova etapa do Programa Minha Casa, Minha Vida representa um avanço significativo na política habitacional do país, visando atender de forma mais eficiente as necessidades das populações em pequenos municípios e contribuir para o desenvolvimento sustentável dessas regiões.

DataFolha: 61% rejeitam candidatos que prometam livrar Bolsonaro

Da CNN Brasil A poucos meses do início oficial da campanha presidencial de 2026, pesquisa do Instituto Datafolha divulgada neste domingo (3) mostra que o perdão ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e a seus aliados condenados ou investigados por envolvimento em ações golpistas é amplamente reprovado pela população. Segundo o levantamento, 61% dos eleitores não […]

Da CNN Brasil

A poucos meses do início oficial da campanha presidencial de 2026, pesquisa do Instituto Datafolha divulgada neste domingo (3) mostra que o perdão ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e a seus aliados condenados ou investigados por envolvimento em ações golpistas é amplamente reprovado pela população.

Segundo o levantamento, 61% dos eleitores não votariam em um candidato que se comprometesse a livrar o ex-presidente de punições. Apenas 19% afirmaram que certamente votariam em alguém com essa proposta, enquanto 14% disseram que talvez o fizessem. Outros 6% não souberam responder.

A pesquisa foi divulgada em meio ao julgamento, no Supremo Tribunal Federal (STF), da ação penal por suposta tentativa de golpe envolvendo Bolsonaro e outros sete réus. A pesquisa ouviu 2.004 pessoas nos dias 29 e 30 de julho e tem margem de erro de dois pontos percentuais.

Neste domingo, manifestantes de direita se reuniram em diversas cidades em atos contra o ministro do STF, Alexandre de Moraes, contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a favor da anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro, entre outras pautas.

O ex-presidente Jair Bolsonaro não participou das manifestações, pois cumpre medidas cautelares em Brasília e está proibido de sair de casa aos finais de semana.

STF decide que vacinação contra a Covid deve ser obrigatória

Foto: Dorivan Marinho/SCO/STF Medida não significa vacinação à força, mas quem se recusar poderá sofrer medidas restritivas. O Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu nesta quinta-feira (17) julgamento em que, por dez votos a um, autorizou a aplicação de medidas restritivas para quem se recusar a se vacinar contra a Covid-19. O plenário analisou nestas quarta […]

Foto: Dorivan Marinho/SCO/STF

Medida não significa vacinação à força, mas quem se recusar poderá sofrer medidas restritivas.

O Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu nesta quinta-feira (17) julgamento em que, por dez votos a um, autorizou a aplicação de medidas restritivas para quem se recusar a se vacinar contra a Covid-19.

O plenário analisou nestas quarta e quinta duas ações que tratam da possibilidade de os governos federal, estaduais e municipais decidirem sobre a vacinação compulsória da população contra a Covid.

Com o resultado, prevaleceu o entendimento do relator, ministro Ricardo Lewandowski, que votou a favor da aplicação de medidas restritivas contra quem se recusar a se vacinar.

Para os ministros, a vacinação obrigatória não significa, no entanto, a vacinação forçada da população, que não pode ser coagida a se vacinar.

Somente o ministro Nunes Marques divergiu em parte, afirmando que a vacinação obrigatória deve ser adotada em último caso.

Segundo o ministro Ricardo Lewaandowski, é “flagrantemente inconstitucional” a vacinação forçada das pessoas, ou seja, sem o seu expresso consentimento, mas argumentou que “a saúde coletiva não pode ser prejudicada por pessoas que deliberadamente se recusam a ser vacinadas”.

No mesmo julgamento, a maioria dos ministros também rejeitou recurso com o objetivo de desobrigar pais de vacinarem os filhos. Veja a matéria completa com os votos dos ministros na matéria de Rosanne D’Agostino, no G1.