Afogados: Vereador defende que prefeito interrompa obra de saneamento enquanto empresa não cumprir compromissos
Por Nill Júnior
Representante da Comissão formada pela Câmara de Vereadores para fiscalizar as obras de saneamento executadas pela empresa MAF e fiscalizadas pela empresa Beck de Souza Engenharia, o vereador Igor Sá Mariano afirmou que no que cabe à comissão, o papel de fiscalização foi plenamente cumprido. Mas, em virtude do limite legal de atribuição da casa, nada além de fiscalizar, cobra e encaminhar relatórios pode ser feito.
Igor defende que, diante do aumento de demandas através da Rádio Pajeú e da realidade que se vê nas ruas, o prefeito José Patriota determine a paralisação da obra até que todos os problemas denunciados sejam sanados bem como os compromissos assumidos peal empresa. Dentre os problemas mais comuns denunciados, demora na reposição de calçadas ou reposição de má qualidade, demora entre escavação e fechamento das valas, ruas com meses sem conclusão dos serviços principalmente nos bairros.
“Quem tem poder para realizar isso é o prefeito. A Beck de Souza, que deveria fiscalizar, é inoperante. Estamos fazendo nossa parte, mas não podemos fazer além disso”, reclama.
A reunião entre Prefeitura, MAF, Beck de Souza, Câmara e Compesa; compromissos firmados ficaram no papel
Vale lembrar que a MAF havia se comprometido em março a melhorar a qualidade do serviço, não reabrir valas nos locais onde já foram realizados serviços, não reabrir valas para implantação de rede mais de uma vez; trocar tampas de bueiro de concreto por ferro, fornecer aos moradores três opções de cerâmicas antiderrapantes ou similares para reposição de calçadas.
Também providenciar sinalização vertical, iniciar os serviços de recomposição de calçada em até sete dias corridos à partir do início da abertura da vala, enviar à Prefeitura, todo dia 20 de cada mês, um relatório completo do andamento das obras, com a programação completa do mês seguinte, além de apresentar um projeto de comunicação, de modo a aproximar as informações da população. Só a sinalização vertical melhorou.
Faltar ao debate é um direito. Atacar a Rádio Pajeú, emissora Diocesana, não A Rádio Pajeú nasceu da iniciativa de Dom Mota, primeiro Bispo Diocesano, um visionário. Fez 61 anos em outubro, sendo um dos prefixos mais respeitados do estado e do país. Foi marcada pela linha editorial e pilares éticos defendidos por Dom Francisco Austregésilo […]
Faltar ao debate é um direito. Atacar a Rádio Pajeú, emissora Diocesana, não
A Rádio Pajeú nasceu da iniciativa de Dom Mota, primeiro Bispo Diocesano, um visionário. Fez 61 anos em outubro, sendo um dos prefixos mais respeitados do estado e do país.
Foi marcada pela linha editorial e pilares éticos defendidos por Dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho. Pilares mantidos até hoje por Dom Luis Pepeu e Dom Egídio Bisol, terceiro e quarto bispos diocesanos.
Foi com Dom Francisco através da Rádio Pajeú que a sociedade dessa região aprendeu a reivindicar seus direitos. Foi e é a voz dos que não tem voz, ainda mais agora, quando o rádio ganhou ainda mais protagonismo.
Um dos pilares defendidos pelo saudoso bispo e mantido pelos demais é a defesa da democracia, com protagonismo nesse período eleitoral por conta do trabalho que realiza abrindo espaço para os debates com candidatos a prefeito de cidades da região.
Até agora, transmitiu onze debates no Pajeú. E vem aí mais cinco, com Solidão, Iguaracy, Carnaíba, Afogados da Ingazeira e a retransmissão do debate com candidatos de Serra Talhada, em rede com a Cultura FM. Como sempre, o trabalho tem rendido elogios pelo papel exercido em um período em que por excepcionalidade não há campanha de rua, pelo modelo adotado de debates com regras equitativas e que possibilitam bons encontros, pela participação do Grupo Fé e Política ligado à Diocese. Só no YouTube já foram mais de dez mil visualizações apenas nos primeiros quatro dias da série O Super Debate. Imagine a partir daí a audiência no rádio, Facebook e aplicativos.
Apesar de ser exceção, não regra, justamente pelo peso do prefixo que organiza, chamaram a atenção quatro ausências na série, sendo bastante exploradas por adversários nas suas bases.
Os faltosos foram Nicinha de Dinca (Tabira), Evandro e Romério (São José do Egito) e Luciano Moreira (Ingazeira). Todos a seu modo apresentaram suas justificativas. Evandro Valadares foi orientado por assessores a não ir pela velha estratégia de quem não aparece em debate se liderar pesquisa.
Raciocínio diferente de Luciano Torres (Ingazeira) e Sávio Torres (Tuparetama) que mesmo liderando os últimos enfrentamentos evitaram virar alvos pelo púlpito vazio.
Luciano Moreira e Romério Guimarães, mesmo que ainda tenham que justificar ausências, reconheceram o papel da emissora e sua importância para a região.
Mas feio mesmo fez a campanha de Nicinha de Dinca. Em vez de admitir o fato de que não participará de nenhum debate independente na campanha, por questões já conhecidas, atacou a emissora Diocesana, chegando a dizer que “promoveu debates sem credibilidade”. Cards foram espalhados buscando atingir a emissora, gerida por uma Fundação que tem na gestão nomes sérios como o Monsenhor João Carlos Acioly e o Padre Josenildo Nunes, cujos debates tem tido a participação de Padre Luizinho, do Grupo Fé e Política, além do direcionamento editorial pela Diocese de Afogados Dom Egídio Bisol, por exemplo, tem como único canal de suas manifestações a Rádio Pajeú.
As agressões foram desnecessárias e sucessivas. Primeiro um texto, tipo carta aberta, depois uma postagem dizendo que a candidata não fora convidada, uma inverdade, e por fim a acusação de que faltava credibilidade. Um ataque desnecessário ao prefixo que só se propôs a facilitar e enobrecer o jogo democrático.
Mesmo com muitos afirmando que não vale a pena responder a esse nível de agressão já conhecida pela origem, cabe pontuar que atacar instituições e pessoas sérias como as que fazem a emissora Diocesana é o que se chama tiro no pé.
Emudecer ao debate, não aparecer, se ausentar, não importa como a definição do verbo é aplicada, a depender dos interesses de quem questiona a ausência. Faltar ao debate, por mais antidemocrático que possa parecer, é um direito. Problema é que, para se defender das consequências geradas pela ausência, alguns partem para o ataque baixo e gratuito.
A Fundação Cultural Senhor Bom Jesus dos Remédios não quis comentar a questão. Não viu interesse nem necessidade de responder, certamente porque o ataque fala mais de quem o promove do que de quem é atacado.
Se resumiu a dizer que “são os candidatos que não atenderam ao chamamento democrático dos debates que devem responder por suas ausências, e não a instituição que os promove”. Uma tapa de luva para os que atacaram não à Rádio Pajeú, mas à própria democracia.
Por que faltou?
Nicinha de Dinca e Luciano Moreira não apareceram de fato nos debates por conhecida dificuldade a frente dos microfones. Evandro Valadares foi blindado para não ser provocado por Romério Guimarães. E Romério por saber antes da ausência de Valadares. Se fosse, seria o alvo.
Ah, os boatos
Uma versão que corre na Rua da Baixa, centro da conversa no mundo é a de que Romério Guimarães estava dentro da carro em frente ao Cine São José e não entrou porque soube que Evandro não estava no prédio. A campanha de Romério nega. Ele alegou a perda da tia e abalo sofrido pela mãe para faltar.
Válidos
Contando votos válidos da última pesquisa Múltipla, Sandrinho Palmeira tem 63%, Zé Negão, 30% e Capitão Sidney, 7%. Em 2016, Patriota teve 83,25%, Emídio, 14,11% e Itamar França, 2,64%. E em 2012 Patriota teve 52,22%, Giza, 46,80% e jair do PT, 0,98%.
Quero distância
A produção do Super Debate da Rádio Pajeú teve muito trabalho prévio, mas conseguiu garantir um debate de bom nível com candidatos à prefeitura de Tuparetama. Mas não pode se querer mais que isso. Fotos com Deva, Júnior Honorato e Sávio juntos em apertos de mãos ou mesmo plano nem pensar. Só a que saiu com eles nos púlpitos. Um chegou a avisar que não adiantaria insistir.
Os próximos
Os Super Debates da Rádio Pajeú terão sequência segunda com Cida Oliveira e Djalma Alves convidados de Solidão. Terça, 10, Zeinha Alves e Rogério Lins debatem o futuro de Iguaracy. Dia 11, quarta, é a vez de Anchieta Patriota e Gleybson Martins, de Carnaíba. E dia 12, o último da série com Capitão Sidney, Sandrinho Palmeira e Zé Negão fazem o debate de Afogados da Ingazeira.
Pesquisas
Além dos últimos levantamentos de Sertânia, Arcoverde e Serra Talhada, Floresta e Belém do São Francisco entrarão no radar das últimas pesquisas realizadas pelo Instituto Múltipla.
Quem foi melhor
O analista independente da Coluna diz que Cybele Roa e Zeca Cavalcanti se saíram melhor no debate da Agnus Day. Wellington LW, verde por questões óbvias estava mais inseguro, ainda cedendo direito de resposta ao adversário e Francisco Leite não mostrou prumo.
Confirma ou vira
Dito isso, a festa democrática não costuma ter muita influência na reta final. Se der Zeca, o favoritismo cantado na campanha se confirmou, mesmo que por pouco. Se der Wellington, será a maior virada da história de Arcoverde.
Nível!
A Cultura FM reunirá representantes de vários setores da sociedade para participar e testemunhar o “Último Debate”, com candidatos à prefeitura de Serra Talhada. E vai orientar os candidatos para o bom nível e exemplo no derradeiro encontro na noite de quinta, 12, com cobertura de vários veículos do estado.
Frase da semana:
“Serei o presidente de todos os americanos, tenha votado em mim ou não”.
Joe Biden, ao vencer a eleição americana mais importante da história.
Sobre as afirmações dadas pelo deputado federal Carlos Veras a Anchieta Santos, o deputado estadual Waldemar Borges através de sua assessoria se posicionou ao blog. O parlamentar disse que de fato havia uma orientação para que fosse estabelecida uma aliança com o deputado Carlos Veras em Tabira e era nesse sentido que as coisas estavam […]
Sobre as afirmações dadas pelo deputado federal Carlos Veras a Anchieta Santos, o deputado estadual Waldemar Borges através de sua assessoria se posicionou ao blog.
O parlamentar disse que de fato havia uma orientação para que fosse estabelecida uma aliança com o deputado Carlos Veras em Tabira e era nesse sentido que as coisas estavam caminhando.
“Agora, o que nunca foi colocado é que essa aliança envolveria a entrega do PSB ao prefeito. E foi isso o que efetivamente aconteceu. O partido foi empurrado para as hostes do prefeito, que o invadiu empurrando seus vereadores pra dentro, expulsando os do partido e impedindo que outros viessem. Isso numa véspera de prazo de filiação. O crescimento, evidentemente, foi do prefeito, que ganhou um partido, até então de oposição, para sua base e, assim, fortaleceu o seu candidato, o candidato da continuidade. A orientação do governador não envolvia esse ‘combo’. Eu mesmo não sabia que eram tão estreitas as relações de Veras com o prefeito”, disse Borges.
“Mas não é apenas no seu mérito que me oponho ao que ocorreu em Tabira. A forma como a manobra foi feita também recebe meu repúdio. Nós vínhamos procurando manter um diálogo aberto, transparente, sem ninguém querer dá uma de sabido e sem cartas na manga. O nosso movimento era no sentido de fortalecer o PSB para então costurarmos as alianças, inclusive com Veras. Claro que um prefeito em fim de gestão – aliás, de uma sofrível gestão, tanto que o PSB sempre fez oposição a ela – não estava dentro do radar dessa aliança, pelo menos não como protagonista, a tal ponto de levar o partido para ele. Nesse meio tempo, fomos surpreendidos por conversas paralelas, excludentes, que resultaram nesse desfecho desastroso, que só veio à luz do dia na véspera do prazo de filiação. Aí não há força humana que me faça concordar com essa forma de fazer política, por isso sou contra no mérito e na forma dessa desastrosa articulação”, arrematou.
Em relação a sua ausência na inauguração da Rodoviária de Tabira, Waldemar Borges, se explica aos tabirenses. “Quero, inclusive, me justificar ao povo tabirense por não ter estado presente quando da entrega da rodoviária, porque, assim como outros tantos, também lutei pela realização da obra. Lamentavelmente, não fui convidado pela presidente da EPTI para comparecer no dia. Ela, que é filiada ao PT de Veras, chamou alguns, mas “esqueceu” de me avisar e de convidar a todos que não estão nas hostes da candidatura de continuidade do prefeito. Isso é uma prática mesquinha e desrespeitosa, que foge às tradições de convivência democrática da Frente Popular. O DNA que estabelece conversas paralelas e excludentes é o mesmo que promove esse tipo de mesquinharia”, ressalta.
Por fim, o deputado Waldemar Borges afirma que seu compromisso não é com a prefeitura, mas sim com Tabira. Quero contribuir com a mudança, com a criação de alternativa, nosso compromisso é com uma Tabira renovada, afinada com as mudanças que vêm ocorrendo em Pernambuco”, finaliza Borges, se referindo ainda ao contexto estadual no qual as eleições municipais se integram.
“Vamos ver o que vai acontecer no resto do estado. O PT lançou uma candidata a prefeita no Recife, que é o pilar central desse projeto da Frente Popular em Pernambuco. Se você garroteia esse pilar, essa peça central, você está garroteando o projeto todo. E eu quero ver como vai se dar esse tipo de relação e ver se a população vai entender esses movimentos. Eu acho que vai ser difícil”, conclui.
Foto: Reprodução/TV Globo MP apura improbidade em Tamandaré (PE); criança morreu após cair de prédio em Recife quando estava sob cuidado da patroa da mãe O nome da mãe do garoto Miguel Otávio Santana da Silva, 5, que morreu depois de cair do 9º andar de um prédio no centro do Recife, nesta terça-feira (2), figura […]
MP apura improbidade em Tamandaré (PE); criança morreu após cair de prédio em Recife quando estava sob cuidado da patroa da mãe
O nome da mãe do garoto Miguel Otávio Santana da Silva, 5, que morreu depois de cair do 9º andar de um prédio no centro do Recife, nesta terça-feira (2), figura no quadro de servidores da Prefeitura de Tamandaré, no litoral sul de Pernambuco, desde 2017.
Mirtes Renata de Souza trabalhava havia quatro anos como empregada doméstica na casa do prefeito do município, Sérgio Hacker (PSB), e da primeira-dama, Sari Côrte Real, localizada no Recife.
Na terça-feira (2), a Polícia Civil de Pernambuco prendeu Sari em flagrante por homicídio culposo após ela deixar o filho de Mirtes sozinho no elevador, de onde ele se deslocou até um andar mais alto, escalou um buraco de ar condicionado, caiu e morreu.
Sari foi liberada no mesmo dia depois de pagar fiança no valor de R$ 20 mil.
Nesta sexta (5), a Promotoria de Justiça de Tamandaré instaurou um inquérito civil com a finalidade de apurar possível prática de improbidade administrativa do prefeito Sérgio Hacker.
O Ministério Público constatou, por meio de busca no portal da transparência municipal, que Mirtes figura na folha de pagamento do município desde fevereiro de 2017. Ela recebe um salário mínimo e está lotada no setor de manutenção de atividades de administração. Leia a íntegra da matéria de João Valadares na Folha de São Paulo.
O Sindicato dos Despachantes Documentalistas de Trânsito de Pernambuco (Sinddespe) declarou apoio, na quarta-feira (17), às candidaturas de Anderson Ferreira (PL) e Izabel Urquiza (PL) ao Governo do Estado, e de Gilson Machado (PL) ao Senado Federal. O anúncio foi divulgado durante encontro de representantes da categoria e os candidatos em uma reunião no bairro […]
O Sindicato dos Despachantes Documentalistas de Trânsito de Pernambuco (Sinddespe) declarou apoio, na quarta-feira (17), às candidaturas de Anderson Ferreira (PL) e Izabel Urquiza (PL) ao Governo do Estado, e de Gilson Machado (PL) ao Senado Federal.
O anúncio foi divulgado durante encontro de representantes da categoria e os candidatos em uma reunião no bairro da Imbiribeira, Zona Sul do Recife.
“Recebemos esse apoio do Sinddepe a nossa campanha com muita alegria e naturalidade. Esse é um gesto que demonstra que a nossa mensagem e a importância de unirmos forças para mudar Pernambuco tem sido compreendida pela população”, afirmou Anderson Ferreira.
Por André Luis Na última quinta-feira (28), o blogueiro e comunicador Evandro Lira acompanhou, para o programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, o evento em Afogados da Ingazeira que formou as Comissões Executivas Municipais do MDB na cidade. Ao final do evento, ele conversou com o vereador Edson Henrique (PTB) sobre as especulações […]
Na última quinta-feira (28), o blogueiro e comunicador Evandro Lira acompanhou, para o programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, o evento em Afogados da Ingazeira que formou as Comissões Executivas Municipais do MDB na cidade. Ao final do evento, ele conversou com o vereador Edson Henrique (PTB) sobre as especulações em torno da formação da chapa majoritária da oposição nas eleições de 2024.
Evandro Lira questionou o vereador sobre as especulações de que a chapa seria composta por Zé Negão e Danilo Simões, enquanto outros apontam Danilo e Edson Henrique. Ele respondeu que o objetivo do evento era fortalecer as oposições e que a discussão sobre quem será o candidato a prefeito e vice só acontecerá em 2024.
“Esse fortalecimento também vem através de um partido que fazia parte da Frente Popular [MDB], mas que a partir de hoje passa a compor a oposição”. afirmou Edson.
O vereador destacou que a chegada de Danilo busca trazer novas ideias e oxigenar a oposição, enquanto Zé Negão tem construído um trabalho notável, mesmo sem mandato, em prol da população. Edson Henrique enfatizou que tem representado corajosamente a população de Afogados da Ingazeira por meio de seu mandato, buscando uma mudança positiva para a cidade.
“Gostaria também de destacar que me sinto preparado para o desafio, caso a população de Afogados da Ingazeira me chame. Seja para compor uma chapa majoritária ou para liderar uma chapa, a decisão será tomada pela população”, afirmou o vereador.
Com a afirmação de Edson Henrique de que o MDB de Afogados da Ingazeira, presidido pelo vice-prefeito Daniel Valadares, passa a fazer parte da oposição, mais uma vez levantamos a pergunta: e Daniel, onde entra nessa história? O que tem a dizer o presidente estadual do Partido, Raul Henry?
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