Enquanto medidas paliativas são tomadas, falta consciência de setores da sociedade, principalmente os mais jovens e continuamos discutindo se e quando teremos uma vacina, as notícias preocupam.
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informou que nesta terça (15), foram registrados 35 casos para covid – 19 no município. Desses, 30 já estavam em investigação. É o maior número registrado em um dia há semanas.
São 18 pacientes do sexo feminino e 17 pacientes do sexo masculino. Ainda entraram em investigação 50 casos, 25 homens e 25 mulheres.
Hoje, 13 pacientes apresentaram cura após avaliação clínica e epidemiológica. O município atingiu a marca de 1.607 pessoas (92, 67%) recuperadas para covid-19. Atualmente, 107 casos estão ativos.
Afogados atingiu a marca de 8.571 pessoas testadas para covid-19, o que representa 23% da população.
Até agora, 20 pessoas perderam a vida para a Covid no munícipio. Mas parte da sociedade e opinião pública não tem a menor preocupação com a dor alheia, sem falar nos que ironizam e brincam com a pandemia.
A morte do Irmão Betinho, em Tabira, chocou a região. Ele tinha 62 anos e teve um infarto e deu entrada no Hospital de Tabira dirigindo o próprio carro. Quando era preparada a transferência, ele teve uma parada e não houve como reverter o quadro, segundo a equipe médica. Irmão Betinho foi vereador e presidente da […]
A morte do Irmão Betinho, em Tabira, chocou a região.
Ele tinha 62 anos e teve um infarto e deu entrada no Hospital de Tabira dirigindo o próprio carro. Quando era preparada a transferência, ele teve uma parada e não houve como reverter o quadro, segundo a equipe médica.
Irmão Betinho foi vereador e presidente da Câmara de Vereadores do município.
Também era empresário dos produtos de limpeza Quasar e Multilimpo.
Era tido como um homem de muita fé, dada sua condição de religioso evangélico.
Velório e sepultamento
O corpo será levado parav a Assembleia de Deus neste início de tarde. Depois, segue para a Câmara de Vereadores de Tabira. O sepultamento acontecerá na manhã desta quarta-feira, no Cemitério da cidade.
Em um vídeo emocionante sobre sua história de fé e resiliência, ele conta como chegou a fazer crescer uma empresa com atuação em quase todo o Nordeste, a Multilimpo:
Pela primeira vez na história das eleições do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) – que acontecem nos dias 7 e 8 de agosto – será disponibilizada uma urna eletrônica para votação em Afogados da Ingazeira. Médicos de toda a região do Pajeú que preferirem o voto direto poderão se dirigir à cidade-pólo. Os […]
Pela primeira vez na história das eleições do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) – que acontecem nos dias 7 e 8 de agosto – será disponibilizada uma urna eletrônica para votação em Afogados da Ingazeira. Médicos de toda a região do Pajeú que preferirem o voto direto poderão se dirigir à cidade-pólo. Os que não puderem, ainda contarão com o tradicional sistema de voto por correspondência.
Essa necessidade de modernizar e renovar forças tem inspirado os integrantes da Chapa 2 – Mudar e Agir, que disputa as eleições pela oposição. Representantes da chapa estarão hoje em Afogados da Ingazeira e Custódia, para conversar com a classe médica da região. Ao todo, disputam o conselho regional 40 nomes fortes, de várias regiões do Estado, todos reconhecidos pela classe médica e dispostos a lutar pela melhoria da qualidade no exercício da profissão e pela modernização do Cremepe, hoje lamentavelmente estagnado e parado no tempo.
A Chapa 2 reconhece o enorme potencial da classe médica pernambucana, que lamentavelmente não está sendo devidamente explorado. Nos últimos anos não se percebeu uma iniciativa positiva do Cremepe, apenas retrocessos. Daí a necessidade de promover mudanças verdadeiras e factíveis, muitas delas cobradas há anos pelos médicos de Pernambuco. Para isso, é preciso diálogo, coragem e vontade política.
Entre outros compromissos, a oposição se dispõe a estimular a interiorização das atividades do Cremepe, hoje muito limitado à capital, região metropolitana e apenas algumas cidades maioresdo Estado. Também é meta dos futuros conselheiros diminuir os gastos dos médicos junto à entidade, defendendo a redução de anuidades locais e junto ao CFM, além de criar uma política especial para os recém-formados.
Questões éticas e judiciais também serão merecedoras de total destaque na futura gestão dos integrantes da Chapa Mudar e Agir, compromissados com uma maior atenção direta aos médicos na adoção de providências contra questionamentos profissionais e na otimização da função judicante, lutando pela redução do número de processos e por isonomia e justiça nos julgamentos. De dentro para fora, a chpa 2 se compromete, desde já, com a transparência das contas, para que cada profissional possa fiscalizar onde está sendo aplicada a sua anuidade.
Diante da estagnação do atual conselho, são muitas as demandas e compromissos assumidos pelos integrantes da oposição, e todos serão efetivamente implementados a partir do início da gestão e ao longo dos próximos cinco anos. Entre eles, programas e convênios de educação continuada, estímulo à maior participação dos médicos nas decisões do conselho, acolhimento e atendimento personalizado ao filiado e a criação de fóruns de discussão reunindo profissionais e entidades médicas do Estado.
Também está no rol de propostas a ampliação do sistema de proteção ao médico nas redes pública e privada, além de ações efetivas para estimular a excelência dos cursos de medicina e o combate incansável àqueles que apresentarem baixa qualidade. É importante ainda intensificar o engajamento da categoria na defesa de novas políticas públicas de saúde, não apenas em Pernambuco, mas em nível nacional. Da mesma forma, o novo Cremepe fomentará a criação de frentes parlamentares em defesa da saúde e da medicina, fortalecendo também a luta contra o atual modelo do Programa Mais Médicos e a criação da carreira de estado. Tudo isso é factível, e certamente fará com que o Cremepe retome seu protagonismo junto à sociedade do Estado.
Pesquisa do Instituto Atlas, contratada pela Intel e divulgada hoje, aponta que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está à frente do segundo turno eleitoral, com 53% de intenções de votos válidos. O presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 47%. Votos válidos são calculados com exclusão de brancos, nulos e indecisos. A margem de […]
Pesquisa do Instituto Atlas, contratada pela Intel e divulgada hoje, aponta que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está à frente do segundo turno eleitoral, com 53% de intenções de votos válidos.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 47%. Votos válidos são calculados com exclusão de brancos, nulos e indecisos. A margem de erro é de 1 ponto percentual para mais ou para menos. Esta é a segunda pesquisa do instituto para o segundo turno.
Em comparação com o primeiro levantamento do instituto para o segundo turno, divulgado no dia 13 de outubro, Lula oscilou para cima e passou de 52,4% para 53%. Já Bolsonaro oscilou para baixo em comparação com o levantamento anterior, em que obteve 47,6% ante 47% da pesquisa divulgada hoje.
A pesquisa Atlas é realizada com coleta aleatória via questionário eletrônico e com pós-estratificação da amostra de resultados “de acordo com as características do eleitorado nacional”, explica o registro da pesquisa disponível no site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
A pesquisa realizou a coleta de 4.500 entrevistas via questionário estruturado na web, em 1.404 municípios, entre os dias 18 e 22 de outubro. O nível de confiança, segundo o instituto, é de 95%. A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BR-06415/2022 e custou R$ 65.000,00.
Em razão do arredondamento da pesquisa, a soma dos percentuais pode variar de 99% a 101%. No cenário de votos totais, Lula também oscilou para cima e foi de 51,1% para 52%. Já Bolsonaro oscilou para baixo e passou de 46,5% para 46,2% no novo levantamento. Não sabem, brancos ou nulos oscilaram para baixo, passando de 2,4% para 1,8%.
Neste domingo, 31 de março, completamos 60 anos do Golpe Militar de 1964, um evento que marcou profundamente a história do Brasil e que ainda hoje repercute em nossa sociedade. A data é um momento de reflexão sobre os horrores da ditadura, as lutas pela democracia e os desafios que enfrentamos no presente. O Golpe […]
Neste domingo, 31 de março, completamos 60 anos do Golpe Militar de 1964, um evento que marcou profundamente a história do Brasil e que ainda hoje repercute em nossa sociedade. A data é um momento de reflexão sobre os horrores da ditadura, as lutas pela democracia e os desafios que enfrentamos no presente.
O Golpe de 64 foi um ato de força que depôs o presidente democraticamente eleito João Goulart e instaurou uma ditadura militar que durou 21 anos. Durante esse período, o Brasil viveu sob um regime autoritário que suprimiu direitos básicos, censurou a imprensa, perseguiu e torturou milhares de pessoas.
As torturas infligidas aos presos políticos são um dos capítulos mais sombrios da história do regime militar. Os métodos de tortura eram cruéis e desumanos, e visavam não apenas obter informações, mas também destruir física e psicologicamente os opositores da ditadura.
Até hoje, centenas de pessoas que foram vítimas da ditadura militar permanecem desaparecidas. Seus familiares ainda lutam por justiça e pelo direito de saber o que aconteceu com seus entes queridos.
A ditadura militar deixou marcas profundas na sociedade brasileira. A concentração de renda, a desigualdade social, a violência e a fragilidade das instituições democráticas são alguns dos problemas que herdamos daquele período.
Ainda hoje, há aqueles que defendem ou amenizam o Golpe de 64. Tentam negar os crimes da ditadura e minimizar seus efeitos. Essa postura é inaceitável e perigosa. Negar a história é negar a justiça e abrir caminho para que os horrores do passado se repitam.
É fundamental que continuemos lutando pela memória e pela verdade sobre o Golpe de 64. É preciso manter viva a lembrança dos crimes da ditadura para que as futuras gerações não precisem viver sob um regime autoritário.
Ao mesmo tempo, é preciso defender a democracia e os direitos humanos. Devemos estar vigilantes contra qualquer tentativa de retrocesso autoritário e lutar por uma sociedade mais justa e igualitária.
O Golpe de 64 não foi um acidente da história. Foi o resultado de uma complexa trama de interesses políticos e econômicos. As elites brasileiras, com o apoio dos Estados Unidos, se uniram para derrubar um governo que defendia reformas sociais e ameaçava seus privilégios.
A ditadura militar não foi um período de paz e progresso. Foi um período de repressão, tortura e morte. Milhares de brasileiros foram perseguidos, presos, torturados e assassinados por defenderem seus direitos e a democracia.
Os crimes da ditadura militar não podem ser esquecidos ou perdoados. É preciso que os responsáveis por esses crimes sejam punidos e que as vítimas sejam reparadas.
A memória do Golpe de 64 deve ser preservada para que as futuras gerações saibam o que significa viver sob um regime autoritário e para que nunca mais se repita um período tão sombrio na história do Brasil.
Lutar pela democracia e pelos direitos humanos é o melhor caminho para construir um futuro melhor para o Brasil.
Na quarta-feira, 1º de janeiro, Venturosa deu início a uma nova gestão com a posse de Kelvin Cavalcanti como prefeito, acompanhado do vice-prefeito Gabriel Bezerra e dos 11 vereadores eleitos. A cerimônia aconteceu ao final da tarde, na Câmara Municipal, e contou com a presença da comunidade e lideranças locais. Em seu discurso, Kelvin Cavalcanti […]
Na quarta-feira, 1º de janeiro, Venturosa deu início a uma nova gestão com a posse de Kelvin Cavalcanti como prefeito, acompanhado do vice-prefeito Gabriel Bezerra e dos 11 vereadores eleitos.
A cerimônia aconteceu ao final da tarde, na Câmara Municipal, e contou com a presença da comunidade e lideranças locais.
Em seu discurso, Kelvin Cavalcanti fez uma declaração surpreendente: “Estou me ausentando do DNIT, mas optei em não receber o salário de prefeito de Venturosa. Então, eu continuo sendo engenheiro. O salário de prefeito vai pro povo”, afirmou.
Kelvin assume o cargo sucedendo Eudes Tenório, que liderou o município por quatro mandatos.
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