Afogados: radialista denuncia vandalismo na pracinha da 15 de Novembro
Por André Luis
Por André Luis
O Radialista Celso Brandão, enviou à redação do blog, um vídeo onde mostra uma ato de vandalismo cometido na Praça Ducarmo Pereira, que fica na bifurcação entre a Rua 15 de Novembro e a Décio Amaral Padilha, no Centro de Afogados da Ingazeira.
No vídeo, Brandão mostra que jogaram óleo de motor nos bancos da Praça, para evitar que pessoas se sentem ali. (Veja o vídeo acima).
O local é conhecido por reunir jovens que acabam perturbando o sossego, com música alta, consumo de bebidas alcoólicas e até drogas. O que leva a pensar que o ato pode ter sido cometido por um morador, numa tentativa de acabar com a algazarra no local. Um ato de desespero pela situação vivenciada ali e a falta de ação do poder público.
Contudo, a ação danifica o patrimonio público e se configura em vandalismo, que é a ação de destruir ou danificar uma propriedade alheia de forma intencional, seja esta pública ou privada.
É tipificado no Art. 163 – Destruir, inutilizar ou deteriorar coisa alheia: Pena – detenção, de um a seis meses, ou multa.
Foto: A professora Thais Eduarda, o aluno Rafael Marques e o seu desenho, ao fundo e ao lado. Rafael Marques conquistou a categoria Desenho em uma final com nove concorrentes de todo o Brasil. O pernambucano Rafael Marques, morador da cidade de Solidão, no Sertão de Pernambuco, foi o grande vencedor da categoria Desenho da […]
Foto: A professora Thais Eduarda, o aluno Rafael Marques e o seu desenho, ao fundo e ao lado.
Rafael Marques conquistou a categoria Desenho em uma final com nove concorrentes de todo o Brasil.
O pernambucano Rafael Marques, morador da cidade de Solidão, no Sertão de Pernambuco, foi o grande vencedor da categoria Desenho da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, concurso realizado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, do Governo Federal.
Aluno da Escola de Referência em Ensino Médio (EREM) Professora Carlota Breckenfeld, do município de Tabira, ele concorreu na final com mais nove pessoas de várias partes do Brasil.
A expectativa de Rafael, agora, é receber das mãos do ministro Marcos Pontes um certificado de menção honrosa no evento de premiação do concurso, marcado entre os dias 17 e 23 de outubro, em Brasília.
O estudante detalhou que a inspiração para o material produzido veio de um bebê. “Representa o nascer de uma nova vida, e é como enxergo o avanço tecnológico. A tecnologia, assim como nós, está sempre num processo de transformação e evolução”, destacou o aluno do 3º ano do Ensino Médio.
Rafael revelou que ficou surpreso quando recebeu a notícia de que havia sido o vencedor do concurso. “Nem acreditei, a ficha demorou a cair. É uma sensação muito boa, uma conquista muito importante para a minha escola e para o meu município. Tenho recebido muitas mensagens e estou muito feliz, é algo que com certeza vai ficar marcado na minha vida”, complementou.
Rafael embarcou no concurso por incentivo da professora Thays Eduarda, dentro da disciplina Projeto de Vida.
O tema chamou a atenção do estudante, que se reuniu com a docente para entender o processo e dar início à construção da arte.
“Enquanto escola e enquanto professora me sinto muito feliz. Sempre gostei de trabalhar de forma interdisciplinar nas minhas aulas, buscando algo além do conteúdo tradicional, então é gratificante colher os frutos. Rafael já tem o talento, nós só agregamos com os estudos sobre tecnologia. Vai ser uma honra ver que o nosso sertão estará sendo representado na feira de tecnologia, através do desenho do estudante, que fará parte da identidade visual do evento”, comemorou Thays. As informações são da Secretária de Educação e Esportes de Pernambuco.
Após polêmica sobre a validade da votação e com as galerias do plenário vazias, a Câmara dos Deputados aprovou na madrugada desta quinta-feira (2) proposta de emenda à Constituição (PEC) que reduz de 18 para 16 anos a maioridade penal para crimes hediondos, homicídio doloso, e lesão corporal seguida de morte. O texto ainda precisa ser […]
Após polêmica sobre a validade da votação e com as galerias do plenário vazias, a Câmara dos Deputados aprovou na madrugada desta quinta-feira (2) proposta de emenda à Constituição (PEC) que reduz de 18 para 16 anos a maioridade penal para crimes hediondos, homicídio doloso, e lesão corporal seguida de morte. O texto ainda precisa ser votado em segundo turno antes de seguir para o Senado.
A aprovação se deu com 323 votos favoráveis, 155 contrários e 2 abstenções. Eram necessários ao menos 308 votos a favor para a matéria seguir tramitando. De acordo com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a votação em segundo turno deverá ocorrer após o recesso parlamentar de julho, já que é preciso cumprir prazo de cinco sessões antes da próxima votação.
Pelo texto, os jovens de 16 e 17 anos terão que cumprir a pena em estabelecimento penal separado dos menores de 16 e maiores de 18. Ao final da votação, deputados seguraram cartazes na tribuna em defesa da proposta e comemoraram com gritos em plenário.
A aprovação da proposta ocorre depois de a Casa derrubar, na madrugada de quarta-feira, texto semelhante, que estabelecia a redução casos de crimes cometidos com violência ou grave ameaça, crimes hediondos (como estupro), homicídio doloso, lesão corporal grave ou lesão corporal seguida de morte, tráfico de drogas e roubo qualificado.
Após a rejeição na noite anterior, Cunha afirmou que a Casa ainda teria que votar o texto principal, mas ressaltou que isso só ocorreria após o recesso parlamentar de julho. No entanto, após reunião com parlamentares favoráveis à redução da maioridade penal, ele decidiu retomar a análise do tema nesta quarta (1º) para apreciar um texto parecido com a proposta rejeitada.
Jovens da União Nacional dos Estudantes (UNE) e da União Nacional dos Estudantes Secundaristas (UNBES) não esperavam a retomada da votação e, por isso, não conseguiram fazer protestos como os mobilizados na noite anterior.
Cunha também não permitiu a entrada dos poucos estudantes que foram à Câmara para defender a derrubada da proposta, alegando que os manifestantes fizeram tumulto na noite anterior.
Durante a sessão, deputados do PT, do PSOL e do PCdoB defenderam a derrubada da PEC. O governo defende alterar o Estatuto da Criança e do Adolescente e ampliar o tempo máximo de internação de 3 para 8 anos. (G1)
Segundo informações repassadas ao Blog do Magno, os alvos da Operação Clã, deflagrada pela Polícia Federal, na manhã desta terça-feira (24), são da família Figueira, que comanda o Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira – IMIP. A família é conhecida por ter comandado a Secretaria de Saúde e a Casa Civil nos governos Eduardo […]
Segundo informações repassadas ao Blog do Magno, os alvos da Operação Clã, deflagrada pela Polícia Federal, na manhã desta terça-feira (24), são da família Figueira, que comanda o Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira – IMIP.
A família é conhecida por ter comandado a Secretaria de Saúde e a Casa Civil nos governos Eduardo Campos e Paulo Câmara.
De acordo com o que foi apurado, pedidos de prisão foram feitos pela PF, mas a Justiça os negou.
Venho agradecer a todos que depositaram em mim a sua confiança, seja pela primeira vez ou mais uma vez com o voto no último domingo dia 5 de outubro. Tenho a imensa satisfação de representar o povo pernambucano pela terceira vez na Assembleia Legislativa e neste novo mandato ajudar o governador eleito Paulo Câmara a […]
Venho agradecer a todos que depositaram em mim a sua confiança, seja pela primeira vez ou mais uma vez com o voto no último domingo dia 5 de outubro.
Tenho a imensa satisfação de representar o povo pernambucano pela terceira vez na Assembleia Legislativa e neste novo mandato ajudar o governador eleito Paulo Câmara a fazer um excelente trabalho e com isso fazer Pernambuco avançar ainda mais.
Durante a análise de um dos processos relacionados aos atos de 8 de janeiro de 2023, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux afirmou que não há provas de que os réus tinham um dever jurídico específico de impedir os danos provocados pela invasão às sedes dos Três Poderes em Brasília. “No caso […]
Durante a análise de um dos processos relacionados aos atos de 8 de janeiro de 2023, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux afirmou que não há provas de que os réus tinham um dever jurídico específico de impedir os danos provocados pela invasão às sedes dos Três Poderes em Brasília.
“No caso em questão, não há nenhuma prova de que algum dos réus tinha o dever específico de agir para impedir os danos causados pela multidão em 8 de janeiro de 2023”, disse o ministro, em voto no processo da chamada Trama Golpista.
Segundo Fux, a omissão penalmente relevante não se caracteriza apenas pela ausência de ação, mas exige a comprovação de um dever jurídico específico de evitar o resultado criminoso. “Isso deve ser um dever jurídico específico, não apenas uma obrigação moral genérica”, acrescentou.
O ministro destacou ainda que não há evidências de que os acusados tenham ordenado a destruição e posteriormente se omitido. “Pelo contrário, há evidências de que, assim que a destruição começou, um dos réus agiu para evitar que o edifício supremo fosse invadido pelos vândalos. O que eu atestei pela prova dos autos é que o réu Anderson Torres assim agiu”, afirmou.
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