Afogados: prefeito anuncia pavimentação de treze ruas
Por Nill Júnior
O prefeito Alessandro Palmeira anunciou investimentos na pavimentação de mais 13 ruas em diversos bairros de Afogados, dentro do programa Caminhos da Cidadania.
O anúncio foi feito durante entrevista ao comunicador Nill Junior, na Rádio Pajeú. O Prefeito esteve acompanhado de assessores e do vice-prefeito, Daniel Valadares.
“Conseguimos quase R$ 7 milhões em emendas parlamentares, e parte desses recursos serão usados na pavimentação de ruas nos diversos bairros de nossa cidade, inseridas nas ações do programa caminhos da cidadania”, destacou o Prefeito Alessandro Palmeira.
Serão pavimentadas de acordo com o pacote de obras anunciado pelo prefeito: no São Braz as ruas Damião Alves, Cirene de Lima Alves (trecho) e Antônio Medeiros Filho (trecho). No Bairro Padre Pedro Pereira, as ruas Expedito Barbosa e Projetada 10. No Sobreira/Dom Francisco, as ruas Berta Celli (continuação) e José Inácio da Silva.
No São Francisco, as ruas Antônio José de Souza, Amaro Batista e Manoel Benedito de Paiva, e trechos das ruas José de Sá Maranhão, Maria Aurora e Jaime Batista. Em breve, a Prefeitura irá divulgar outras ruas a serem pavimentadas em Afogados, algumas delas através da execução direta, com recursos próprios.
Os bastidores do debate que não ocorreu Ontem, teria ocorrido na Capital da Poesia o último debate com candidatos à Prefeitura de São José do Egito, promovido pelo Blog do Magno, na Faculdade Vale do Pajeú. Haveria transmissão das rádios Gazeta FM, Pajeú FM e Ello TV. Teria… Os motivos que geraram o cancelamento provam […]
Ontem, teria ocorrido na Capital da Poesia o último debate com candidatos à Prefeitura de São José do Egito, promovido pelo Blog do Magno, na Faculdade Vale do Pajeú. Haveria transmissão das rádios Gazeta FM, Pajeú FM e Ello TV. Teria…
Os motivos que geraram o cancelamento provam que o processo eleitoral muitas vezes beira a esquisofrenia, que segundo especialistas, é caracterizada por pensamentos ou experiências que parecem não ter contato algum com a realidade. No interior, ele aparentemente é potencializado pelo jogo de interesses envolvido.
Outra constatação, na maioria das vezes o problema não está nos candidatos. Fredson Brito e George Borja são preparadíssimos, numa dupla que tem, apesar das rusgas, elevado o nível do debate. O problema está no entorno deles.
Esse processo de bilateral desconfiança da assessorada eu vivi de perto. Isso porque, convidado por Magno, a quem nunca soube dar um não, formatei o modelo de um debate equilibrado, com a proposta de ocorrer num ambiente universitário, acadêmico, portanto de um nível acima dos arranca rabos dos embates convencionais. A ponto de, antes de começar o debate, querer propor aos candidatos que eles poderiam circular pelo palco do auditório da Faculdade para tratar dos temas como num diálogo entre eles. Se até entre Lula e Bolsonaro deu certo, porque não entre Fredson e George, que, como é de domínio público, aparentam ter nível até melhor?
O problema é que desde a entrega do modelo aos assessores Roberto Sampaio, de George, na terça passada às 16h54 e Tatto, da comunicação de Fredson, praticamente no mesmo horário, começou o jogo de tensão entre as assessorias.
Em qualquer ambiente minimamente equilibrado, o formato não geraria problemas. Mas eles apareceram.
Do lado de George, desde o início, o questionamento tinha relação com as perguntas feitas pelos universitários. Em suma, a desconfiança externada por Roberto Sampaio e pelo assessor Lula Vieira eram: primeiro, que as perguntas poderiam ser direcionadas para prejudicar George e, por fim, da desconfiança de que poderiam ser entregues primeiro ao candidato Fredson Brito e sua assessoria.
Tudo porque a Faculdade em questão a sediar o debate é de Cleonildo Lopes, o Painha, que nunca escondeu sua gratidão a Zé Marcos de Lima pelos passos que deu na vida. Só que desde o primeiro momento, era explicado que, primeiro, a mediação de Magno e minha contribuição garantiriam isenção. Segundo, que, apesar desse fato público, a Faculdade é frequentada por universitários de várias cidades, predominantemente de São José do Egito, mas muito mais preocupados com a busca pela formação superior que pela futrica nutrida pela política.
Para provar isso, propus aos desconfiados que as perguntas, nascidas de uma sugestão do próprio Magno, seriam submetidas aos assessores meia hora antes, com acompanhamento do assessor que tem me acompanhado debates afora, Jonas Cassiano, garantindo exatamente o que prometera: não haveria ataques ou pegadinhas. Jonas aliás aprovou plenamente o modelo. Não havia nada demais nele e, com essa regrinha, estaria tudo resolvido. Não adiantou. A queixa era de que, como se aqui não houvesse garantia da inviolabilidade das perguntas, “o outro lado poderia saber primeiro”.
Já do lado da campanha de Fredson, as regras não eram aparentemente problema. O assessor Tatto me enviou mensagens algumas vezes com dúvidas triviais sobre o debate. “Companheiro, boa tarde. Você saberia me dizer quantas perguntas os candidatos poderão fazer por bloco?” – foi uma das dúvidas. A outra, sobre como seria o bloco de perguntas dos jornalistas, até um “entendi agora, querido”, na tarde da quarta-feira.
Só que no núcleo da campanha do candidato do Republicanos, a teoria da conspiração era quase paranóica. Na quarta, às 8h48, me liga o amigo jornalista João Carlos Rocha, ligado a Zé Marcos e à campanha de Fredson, me consultando sobre um plano mirabolante que era pregado pelo bloco opositor, do qual ele fazia parte. João era emissário da seguinte mensagem: “estão dizendo que Magno vai receber R$ 70 mil de um advogado para interferir no debate”. Preservo o advogado para não provocar mais espanto, tamanho absurdo. João perguntava, orientado pelo entorno de Fredson se valia ligar pra Magno perguntando sobre essa história maluca. Eu sugeri que, de tão sem nexo, não se desse ao trabalho, sob a máxima de que, quem diz o que quer, ouve o que não quer, no que ele concordou plenamente.
O processo de desconfiança chegou a tal ponto que, segundo revelou o próprio Painha a este jornalista, nomes como Hugo Rabelo e outros próximos a Fredson chegaram a também pressionar na sexta pela manhã para não ocorrer o debate.
A sexta seguiu e, dada a encheção de saco de um lado e de outro, mesmo sendo só uma espécie de auxiliar no formato, me propus a fazer um comunicado circular para as duas campanhas informando que não haveria motivos para mudar o modelo, que o debate seguiria o rito inicial e que qualquer um dos candidatos tinha a prerrogativa de não ir.
Só que de tão pressionado por abrigar o evento, já arrependido de ter cedido a Faculdade, Cleonildo Lopes soltou uma nota afirmando que a instituição “solicitou expressamente que seus alunos e professores não participassem diretamente ou indiretamente do debate, de modo a preservar sua neutralidade institucional”. Por mais que eu tenha entendido como uma antecipação que tirava do cenário os personagens naturais, os universitários, pra mim não necessária, compreendi aquele como um gesto extremo, que dá a dimensão do que o diretor passou recebendo ligações de Paulinho Jucá, Hugo Rabelo e demais nomes do entorno das campanhas.
Àquela altura, não tinha mais pergunta dos universitários. De tão decepcionado, mesmo sendo uma espécie de “coadjuvante com algum protagonismo”, pensei em nem aparecer na Faculdade. Magno me pergunta o que fazer, e sugere submeter aos candidatos e assessores a sugestão de uma rodada a mais de candidato pergunta a candidato ou de perguntas dos jornalistas.
Mas, àquela altura, o “debate Titanic” já estava afundando. A campanha de George, através de Lula Vieira, ainda querendo uma reunião sem necessidade alguma, mesmo após a retirada dos universitários da cena do debate. E a campanha de Fredson, através da sua esposa, Lúcia Lima, dizendo que só aceitariam o debate com os universitários. Magno, sabendo que não tinha reunião, reza ou mandinga que resolvesse, cancelou o encontro.
Eu, pobre colaborador voluntário, querendo ajudar, ainda tive que desfazer a acusação da campanha de Fredson de que eu havia retirado as questões dos universitários por vontade própria. Até uma parceria institucional do blog foi invocada, mesmo que, em mais de 30 anos de jornalismo, já tenha provado a diferença entre liberdade editorial e parceria institucional. Santo Afonso, o padroeiro da paciência, me ajudou.
Resumindo, confusão de um lado e do outro.
Contar esses bastidores me ajuda a provar o quanto nas nossas cidades a política muitas vezes não transforma, mas transtorna. Também ajuda a revelar parte do que quem faz jornalismo por essas terras acaba passando. E porque, sem ironia, recomendo a todo colega: “faça terapia, a vida toda”.
Parece Sucupira, mas aconteceu em São José do Egito, uma das cidades mais importantes do Sertão de Pernambuco, no debate que teria tudo para ser outro sucesso, mas foi estragado pelos asssessores de um lado e do outro.
Os candidatos, que costumam lançar cards prontos após o apito final dizendo terem ganho as pelejas, soltaram notas que são cortina de fumaça para o que realmente ocorreu. Deveriam escrever em letras garrafais: “George e Fredson dessa vez, perderam o debate”.
Estável
A policial Civil Dayanna Barros de Siqueira, irmã do vereador e candidato a vice-prefeito de Arcoverde, Siqueirinha (Republicanos), estava fazendo a limpeza da arma quando houve um disparo acidental. Operada no Memorial Arcoverde com fratura exposta no braço, recupera-se bem.
Gesto
Em respeito ao incidente, a adversária de Siqueira e Zeca, Madalena Britto, não realizou a Caminhada das Mulheres. Com Diogo Moraes, prestaram sua solidariedade pelo ocorrido. Um sopro de civilidade em uma campanha verbalmente acirrada.
Sucesso
A estreia do LW Cast com Magno Martins, na TV LW, somando Instagram e YouTube já conta com mais de 40 mil interações entre o episódio e os cortes nas redes sociais. Na próxima quinta, as pesquisas em debate, com Ronald Falabella, Diretor do Instituto Múltipla, e Carlos Britto, o respeitado jornalista de Petrolina.
Lá vem pesquisa
Dentre as últimas pesquisas na reta final da campanha, tem IP Pesquisas, Datavox e Ultraliberal em São José do Egito com números PE-06953/2024, PE-00473/2024 e PE-02655/2024 com divulgação dias 3 e 4, TML em Floresta dia 4 (PE-01975/2024), Conecta em Sertânia dia 3 (PE-06093/2024), DataTrends em Afogados da Ingazeira dia 3 (PE-01025/2024) e Conecta em Santa Cruz da Baixa Verde dia 3 (PE-06953/2024).
Civilidade
A prova do preparo de George e Fredson foi mais uma vez mostrada no debate do Finfa na última quinta-feira. E no final, assim como ocorreu na Gazeta FM, mais um gesto de civilidade dos postulantes à prefeitura, em uma das eleições mais acirradas da região.
O promotor mandou avisar
Alerta público: o Ministério Público Eleitoral e o Judiciário Eleitoral não participam, não promovem, não realizam e não avalizam pesquisas nem institutos. Qualquer menção ao Ministério Público Eleitoral e a Justiça Eleitoral associadas a candidaturas, partidos e/ou coligações representa sério ataque institucional, ilícito eleitoral e afronta à Constituição, à cidadania e à democracia. O recado foi do promotor Aurinilton Leão Sobrinho.
No aperto
Na região, ainda dão como cidades com as eleições mais equilibradas Sertânia (Pollyana Abreu x Rita Rodrigues), Tabira (Flávio Marques x Nicinha Melo), São José do Egito (Fredson Brito x George Borja) e Santa Cruz da Baixa Verde (Irlando Parabólicas x Dr Ismael). Se serão arroxadas mesmo, está perto de saber.
Debate quente
A semana em Carnaíba teve a oposição publicizando uma denúncia de 2014 por agressão doméstica contra Berg Gomes, envolvendo sua mulher, Valderiza Lins, publicada no Blog Ricardo Antunes. A mulher de Berg gravou um vídeo afirmando que desenterrar a denúncia foi “show midiático”. Mais pimenta antes do debate entre Ilma Valério e Berg Gomes, amanhã, 10 horas, na Rádio Pajeú.
Regras mais rígidas
Para garantir um ambiente minimamente respeitoso, a Rádio Pajeú proibiu militâncias, liberou a presença na emissora de candidatos com apenas um assessor pra cada. As câmeras estarão focando nos postulantes e assessores. Haverá advertência e direitos de resposta em casos de ataques à honra, munganga de assessor(a) pra candidato(a) e correlatos. A assessora jurídica será a presidente da OAB, Laudicéia Rocha.
Estratégia
Aparentemente, a se levar em conta a ausência no debate da TV Farol, a prefeita Márcia Conrado vai usar a estratégia de não comparecer mais aos embates com Miguel Duque, Luiz Pinto e Jucélio Souza. Foi ao da Cultura pra dar o recado de que não se furta a debater, e faltará aos demais usando o episódio envolvendo Luciano Duque dia 11, mais o orgumento de que são três contra uma. Será?
Vão a preencher
Se a vaidade não atrapalhar, as lideranças socialistas da região tem condições, desde que com o apoio do PSB e João Campos, buscar retomar o caro espaço político perdido com a morte precoce de José Patriota. Sem representação, a região fica órfã e politicamente, empobrecida.
Fraseda semana:
“Eu me decepcionei com Lula”.
De Magno Martins, na estreia do LW Cast, explicando sua posição crítica ao atual presidente, alegando que os escândalos de sua gestão acabaram sua anterior admiração e respeito.
O cantor Flávio Leandro, um dos melhores e mais autênticos artistas da atual safra do forró, confirmou, que fará um show especial durante o lançamento do livro de Magno Martins – Perto do Coração – em Afogados da Ingazeira, sua terra natal, no próximo dia 5. A noite de autógrafos, na fonte da sua inspiração, razão da […]
O cantor Flávio Leandro, um dos melhores e mais autênticos artistas da atual safra do forró, confirmou, que fará um show especial durante o lançamento do livro de Magno Martins – Perto do Coração – em Afogados da Ingazeira, sua terra natal, no próximo dia 5.
A noite de autógrafos, na fonte da sua inspiração, razão da obra, será em praça pública, a partir das 19 horas, em frente à catedral, na Praça Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara. “Vou para prestar esta grande homenagem a você, Magno”, disse Flávio Leandro.
Depois de tomar conhecimento pelo livro Reféns da Seca do jornalista Magno Martins, o candidato tucano ao Planalto, Aécio Neves, está propenso a incluir em seus debates o projeto “Base Zero”. O projeto, de autoria do engenheiro pernambucano José Arthur Padilha, poderá ser incluído em seu programa de governo para o Nordeste. Aécio quer vir, […]
Depois de tomar conhecimento pelo livro Reféns da Seca do jornalista Magno Martins, o candidato tucano ao Planalto, Aécio Neves, está propenso a incluir em seus debates o projeto “Base Zero”.
O projeto, de autoria do engenheiro pernambucano José Arthur Padilha, poderá ser incluído em seu programa de governo para o Nordeste.
Aécio quer vir, inclusive, a Afogados da Ingazeira, laboratório da ideia, conhecer a experiência.
O Governo Municipal de Itapetim vai assinar nesta próxima segunda-feira (16), a ordem de serviço para o asfaltamento de mais 15 ruas da cidade. O evento acontece, às 19h, na Praça Poeta Rogaciano Leite. O recurso para a realização da obra, que soma quase 50.000m² de pavimentação asfáltica, é fruto de emendas parlamentares do ex-deputado […]
O Governo Municipal de Itapetim vai assinar nesta próxima segunda-feira (16), a ordem de serviço para o asfaltamento de mais 15 ruas da cidade. O evento acontece, às 19h, na Praça Poeta Rogaciano Leite.
O recurso para a realização da obra, que soma quase 50.000m² de pavimentação asfáltica, é fruto de emendas parlamentares do ex-deputado Gonzaga Patriota e do deputado Felipe Carreras.
Ruas contempladas
Paulino Soares (da ponte na entrada da cidade até a Igreja), Padre José Guerel (da Igreja até a ponte de Otácio), Avenida Clístenes Leal (da ponte do Canal da Joana até as piscinas de Joelson), Monsenhor Sebastião Rabelo, Joaquim de Fonte Rangel, Conceição Piancó, João Lino de Moraes, Rua Paulo VI, Crizanto Valdivino (trecho 1), Crizanto Valdivino (trecho 2), Cláudio Bezerra Leite, Professor Antônio Nunes, Antônio Delfino, Dom José Lopes e José Correia (Pátio da Feira).
Começou nesta segunda-feira (3), na sede da Promotoria de Justiça de Toritama, no agreste de Pernambuco, a fase de testes do projeto piloto referente ao Processo Eletrônico Extrajudicial. A implementação é feita por meio do Sistema de Informações do Ministério Público (SIM). O novo sistema vem proporcionar uma maior economia e rapidez, na medida em […]
Começou nesta segunda-feira (3), na sede da Promotoria de Justiça de Toritama, no agreste de Pernambuco, a fase de testes do projeto piloto referente ao Processo Eletrônico Extrajudicial. A implementação é feita por meio do Sistema de Informações do Ministério Público (SIM). O novo sistema vem proporcionar uma maior economia e rapidez, na medida em que substituirá a necessidade da impressão de documentos.
A ação, supervisionada pela Comissão para Implementação de Processos Eletrônicos (CPE), seguindo as diretrizes do Conselho Nacional do Ministério Público(CNMP), procura atender os termos da Portaria PGJ nº 432/2019 que, através do Programa Processo Eletrônico, contempla a implementação dos sistemas SIM – Extrajudicial Eletrônico e MPe – Judicial; o descomissionamento de sistemas ligados à atuação finalística e a adequação necessária de todo o sistema do MPPE à nova sistemática.
“O SIM tem uma grande vantagem, pois funciona exclusivamente por meio eletrônico. Os promotores de Justiça poderão acessá-lo de qualquer lugar que esteja conectado à internet. Mesmo com a sua chegada, isso não quer dizer que o Arquimedes (sistema usado atualmente pelo MPPE) será extinto, pelo contrário, os processos físicos vão continuar sendo armazenados no mesmo. O SIM agregará apenas os novos processos que surgirem a partir da sua implementação”, explica a promotora de Justiça e presidente da CPE, Tatiana de Souza Leão Araujo.
“O MPPE vem se modernizando e o SIM é mais uma plataforma de inovação e tecnologia que irá beneficiar o nosso trabalho no atendimento à população de Toritama”, disse o promotor de Justiça de Toritama Hugo Eugênio Ferreira Gouveia.
Além da apresentação da nova plataforma ministerial aos servidores da comarca, também foi realizado um pequeno treinamento de como operar o novo sistema.
O SIM em uso pelo MPPE foi adaptado sob a supervisão do promotor de Justiça e presidente do Comitê Estratégico de Tecnologia e Inovação (CETI), Antônio Rolemberg, nas Promotorias de Justiça de Brejo da Madre de Deus e de Jataúba.
Nos próximos dias 5 e 13 de junho, as Promotorias de Justiça de Amaraji e São José do Egito, respectivamente, também devem ser contempladas com o projeto piloto. Em outro momento, as Promotorias de Justiça da Região Metropolitana do Recife (RMR) e da Capital também deverão receber o projeto.
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