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Afogados: não conseguiu agendar a vacina contra Covid-19 na sua faixa etária? Saiba como fazer

Por André Luis

Por André Luis

A coordenadora da Vigilância em Saúde de Afogados da Ingazeira, Aline Rodrigues, informou durante entrevista ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, nesta segunda-feira (09.08), que as pessoas com 29 anos ou mais, que por algum motivo não conseguiram agendar a vacinação contra a Covid-19, podem alterar o grupo e fazer o agendamento no site ou aplicativo.

“Isso só não vale para as pessoas que recusaram se vacinar por escolher o imunizante, ou recusaram e se arrependeram. Estas pessoas, infelizmente, só poderão fazer reagendamento no final da campanha, quando todas as outras faixas etárias forem vacinadas”, explicou Aline.

Para as pessoas que não conseguiram se vacinar dentro da sua faixa etária que já teve o agendamento encerrado, basta entrar no site ou aplicativo clicar em “Alterar meu cadastro” (veja as imagens acima) e na nova página que abrir escolher uma das opções disponíveis. Vai aparecer um alerta informando que caso você queira alterar os anexos de comprovante de residência ou identificação, você deve ir para o site Imuniza, clica em “entendi” e logo depois vai abrir o seu cadastro, para casos queira, fazer alguma alteração. Depois clica em “Completar Cadastro” e faça o seu agendamento. 

Outras Notícias

Barroso ataca Bolsonaro por vazamento de inquérito: “Faltam adjetivos”

Por Rafael Neves/UOL O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Luís Roberto Barroso, afirmou hoje que “faltam adjetivos para qualificar” a atitude do presidente Jair Bolsonaro (PL) de ter vazado um inquérito com dados sigilosos da Justiça Eleitoral, em agosto do ano passado. Barroso fez a declaração no início da noite de hoje, na abertura […]

Por Rafael Neves/UOL

O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Luís Roberto Barroso, afirmou hoje que “faltam adjetivos para qualificar” a atitude do presidente Jair Bolsonaro (PL) de ter vazado um inquérito com dados sigilosos da Justiça Eleitoral, em agosto do ano passado.

Barroso fez a declaração no início da noite de hoje, na abertura dos trabalhos do TSE em 2022. 

“Tivemos que tomar uma série de providências de reforço da segurança cibernética dos nossos sistemas para nos protegermos. Faltam adjetivos para qualificar a atitude deliberada de facilitar a exposição do processo eleitoral brasileiro a ataques de criminosos”, criticou o ministro.

Investigado no STF (Supremo Tribunal Federal) pelo vazamento, Bolsonaro decidiu não comparecer à PF na última sexta-feira (28), em Brasília, apesar da determinação do ministro Alexandre de Moraes para obrigá-lo a depor.

O inquérito publicado nas redes sociais de Bolsonaro trata de um ataque hacker ao TSE em 2018. O objetivo do vazamento, à época, era questionar a segurança das urnas eletrônicas.

O tribunal nega que o ataque tenha comprometido a segurança das eleições, mas afirma que os dados vazados por Bolsonaro eram sigilosos e não deveriam ter vindo a público.

“Informações sigilosas que foram fornecidas à Polícia Federal, para auxiliar uma investigação, foram vazadas pelo próprio Presidente da República em redes sociais, divulgando dados que auxiliam milícias digitais e hackers de todo mundo que queiram tentar invadir nossos equipamentos”, reclamou Barroso.

Telegram

No pronunciamento, Barroso também fez um alerta ás redes sociais e aplicativos de mensagem em funcionamento no país. Sem citar nomes, ele declarou que “plataformas que queiram operar no Brasil têm que estar sujeitas à legislação brasileira e às autoridades judiciais do país”.

“Nenhuma mídia social pode se transformar num espaço mafioso, onde circulem pedofilia, venda de armas, de drogas, de notas falsas, ou de campanhas de ataques à democracia, como foi divulgado pela imprensa nacional”, declarou o ministro.

Nas últimas semanas, o Ministério Público e o TSE têm fechado o cerco contra o aplicativo Telegram, que pode ser alvo até de suspensões temporárias. O motivo seria a falta de diálogo com o tribunal para adotar medidas de combate à desinformação nas eleições.

Bolsonaro se declarou contra a adoção de restrições contra o aplicativo, e afirmou que o governo federal “está tratando do assunto”.

Adesão ao SAMU Regional acontece hoje

O presidente do Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú – CIMPAJEÚ, Emmanuel Fernandes, o Manuca, confirmou que acontece hoje às 14h na sede do Cimpajeú o Ato de Assinatura de contratos e convênios do SAMU Consorciado III Macro Região. Ele ainda emitiu nota para convocar todos os gestores municipais, consorciados e não consorciados, que […]

O presidente do Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú – CIMPAJEÚ, Emmanuel Fernandes, o Manuca, confirmou que acontece hoje às 14h na sede do Cimpajeú o Ato de Assinatura de contratos e convênios do SAMU Consorciado III Macro Região.

Ele ainda emitiu nota para convocar todos os gestores municipais, consorciados e não consorciados, que firmaram participação através da Ata de Adesão.

Com isso, sai do papel um tema que se arrastou a anos, sendo acompanhado pelo blog desde a chegada das ambulâncias, como você pode acompanhar nesse link de busca.

“É fundamental o comparecimento de todos, nesta data tão significativa e comemorativa para nossa região, uma vez que estaremos formalizando a prestação deste serviço primordial à vida, que é o SAMU”, diz o gestor.

A Sede do CIMPAJEÚ fica localizada à Rua Luciano Barbosa de Araújo, n°75, Bairro: Manoela Valadares, Afogados da Ingazeira, nesta quinta-feira, dia 5 de dezembro, pontualmente às 14h.

Renan manterá cronograma do impeachment, dizem senadores

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), informou nesta segunda-feira (9), de acordo com senadores, que irá manter o cronograma do processo de impeachment no Senado por considerar que a decisão do presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), de anular a votação do caso na Câmara foi “ilegal”. “Tudo indica que a decisão de […]

16110227O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), informou nesta segunda-feira (9), de acordo com senadores, que irá manter o cronograma do processo de impeachment no Senado por considerar que a decisão do presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), de anular a votação do caso na Câmara foi “ilegal”.

“Tudo indica que a decisão de Renan será pela leitura do relatório [nesta segunda]. O presidente está convencido que a decisão do presidente da Câmara foi ilegal e intempestiva”, afirmou o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

Logo que soube da deliberação de Maranhão, Renan convocou uma reunião com os líderes partidários em sua residência oficial para ouvi-los antes de tomar uma decisão.

Ao deixar a reunião, o presidente do DEM, senador José Agripino (RN), afirmou que, pela conversa que os parlamentares tiveram com Renan, ele está “do lado da lógica”.

Renan deverá ler em plenário ainda nesta segunda o resultado da votação realizada na semana passada pela comissão especial do impeachment que aprovou a abertura do processo contra a presidente Dilma Rousseff. Inicialmente, a leitura estava marcada para acontecer às 16h mas o peemedebista atrasará.

Senadores governistas, no entanto, prometem apresentar diversas questões de ordem ao longo da sessão desta segunda para impedir que Renan consiga realizar a leitura do documento. “Nossa opinião é que ele não deveria ler no plenário. Sinto que não há uma decisão tomada”, disse Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).

Se esta etapa for adiada, a presidente Dilma Rousseff pode ganhar, pelo menos, uma semana de sobrevida já que a votação em plenário do seu afastamento pode, pelas regras regimentais e prazos a serem cumpridos, ficar para a semana que vem.

Até o momento, a votação está prevista para acontecer na quarta (11). Se a Casa referendar a decisão, por maioria simples, Dilma Rousseff será afastada por 180 dias e o vice-presidente Michel Temer assumirá o comando do país neste período. Enquanto isso, a comissão especial procederá com a investigação que poderá levar à saída definitiva da petista da função.

PT Tabira se fortalece com filiação de mais de 30 lideranças

Neste ano, mais de 30 lideranças de Tabira se filiaram ao PT local. O objetivo do diretório municipal é “fortalecer a sigla para enfrentar o contexto de ataques aos direitos da classe trabalhadora, bem como para chegar com força nas eleições 2020”, segundo nota. “Todos os quadros que ingressaram nas fileiras de luta do nosso […]

Flavio Marques é um dos nomes

Neste ano, mais de 30 lideranças de Tabira se filiaram ao PT local.

O objetivo do diretório municipal é “fortalecer a sigla para enfrentar o contexto de ataques aos direitos da classe trabalhadora, bem como para chegar com força nas eleições 2020”, segundo nota.

“Todos os quadros que ingressaram nas fileiras de luta do nosso partido têm grande potencial para cumprir as missões postas pelo PT diante da atual conjuntura. Agora, seguimos ainda mais unidos e mais fortes”, afirma a presidenta do PT de Tabira, Socorro Santos Veras.

Entre essas lideranças estão três nomes de peso pré-candidatos à chapa majoritária: Aristóteles Monteiro, Djalma das Almofadas e Flávio Marques.

A chapa proporcional petista ganhou força com as filiações de Jaciara Amaral, José Cipriano (Zé Luiz), Geraldo de Souza (Geraldinho da Compesa), Francisco Xavier ( Xavier da Borborema), Manoel Alves (Messias), Leocádio ( Souza Segurança), Marli Mendes, Daniel Pantaleão, José Ribamar (Nena), Carlos Roberto (Carlos dos Correios), Gil da Borborema, Sandro Ferreira, Heleno Nogueira e entre outras lideranças.

O PT também recebeu no dia de hoje(4) as filiações de Zeza Almeida (Secretária de Saúde da cidade), Geneci Cristóvão ( Ex- Conselheiro Tutelar), Henrique Rocha, Paulo Santana, Lívia Risiane, José Ivan, Djailson Rodrigues (Hominho), Marcelo Carvalho, Diana Jacy, Juarez Ferreira, Francisco Vitor, Rosivan Francisco, Rômulo Francisco, entre outros.

“Nosso partido segue de portas abertas para todos aqueles que estão dispostos para lutar em defesa do povo tabirense”, conclui Socorro.

Suspeita de Ebola: Ministro diz que resultado de exame sai em até 24 horas

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, disse nesta sexta-feira (10) que o resultado do exame do paciente com suspeita de ter ebola deve sair em até 24 horas. Segundo ele, a situação está sob controle. “Todos os procedimentos indicados no nosso protocolo foram efetivamente aplicados com muito êxito”, explicou. “Se nós tivermos o resultado do […]

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O ministro da Saúde, Arthur Chioro, disse nesta sexta-feira (10) que o resultado do exame do paciente com suspeita de ter ebola deve sair em até 24 horas. Segundo ele, a situação está sob controle.

“Todos os procedimentos indicados no nosso protocolo foram efetivamente aplicados com muito êxito”, explicou. “Se nós tivermos o resultado do exame antes, imediatamente o tornaremos público. Pelo protocolo, é necessário confirmá-lo em dois laboratórios. Mesmo se esse resultado der negativo, será colhida em 48 horas uma segunda amostra para análise e posterior informação do resultado”, complementou.

Chioro disse que, no atendimento realizado, o paciente estava em bom estado geral, não tinha febre e não apresentava nenhum outro sintoma. Esse quadro, sem a presença de sintomas, persistiu desde a primeira triagem, isolamento e transferência para o Rio.

“[Ele não teve] nem hemorragia, nem diarreia, nem febre, nem vômito. A informação que ele reporta ao médico é que, na quarta-feira, teve febre, tosse e dor de garganta. O médico trabalha com essas informações e sintomas que forem detectados na consulta clínica”, complementou Chioro.

A análise das amostras de sangue colhidas do paciente foram levadas ao Pará, onde fica o Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, responsável por apontar o diagnóstico sobre o caso. Inicialmente, O teste para malária deu negativo, segundo o ministro.