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Afogados : em nota, PT municipal diz que busca fortalecer candidatura própria

Por Nill Júnior

Legenda,  que empossa nova Diretoria dia 11/1 reafirma que não se alinha com quem votou em Bolsonaro 

O Partido dos Trabalhadores esteve reunido neste domingo, dia 22, na busca de fortalecimento para eleições no próximo ano. Na pauta a definição da data da posse da nova direção eleita no PED, análise da conjuntura municipal e nacional e eleições municipais em 2020.

Ficou decidido que a posse na nova direção será em 11 de janeiro, encabeçada por Mônica Souto.

Os convites serão encaminhados à direção estadual do PT, aos deputados federais Marília Arraes e Carlos Veras, deputados estaduais Tereza Leitão e Doriel Barros, diretórios municipais da região do Pajeú, partidos que compõem o arco de alianças com o partido, Câmara, entidades de representação social como STR, Diaconia entre outras.

Com relação às eleições municipais o partido entende ser fundamental para seu crescimento a formação de uma chapa de vereadores (as) competitiva visando a preparação para uma disputa dentro da nova lei onde não é permitido coligações proporcionais.

“Quanto à disputa majoritária o PT reitera posição anterior de neste momento priorizar a busca de viabilizar eleitoralmente e politicamente a candidatura própria interagindo junto a sociedade na busca de apresentar um programa de governo que venha atender seus anseios”, diz a nota.

“Ao mesmo tempo decide que na perspectiva de aliança local seguir a mesma lógica nacional e não compor com nenhuma candidatura no município que defenda ou representa o governo Bolsonaro”, conclui a nota.

Outras Notícias

Pazuello diz que vacinação contra a Covid-19 começa ainda em janeiro

Em pronunciamento na noite desta quarta-feira, 6, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou que o governo está “preparado para a vacinação contra a Covid-19” e que já estão asseguradas 354 milhões de doses para 2021. Segundo ele, 254 milhões serão do imunizante desenvolvido pela Universidade de Oxford e pelo laboratório britânico AstraZeneca, com fabricação no Brasil […]

Em pronunciamento na noite desta quarta-feira, 6, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou que o governo está “preparado para a vacinação contra a Covid-19 e que já estão asseguradas 354 milhões de doses para 2021.

Segundo ele, 254 milhões serão do imunizante desenvolvido pela Universidade de Oxford e pelo laboratório britânico AstraZeneca, com fabricação no Brasil pela Fiocruz; e 100 milhões da CoronaVac, vacina produzida pela farmacêutica chinesa Sinovac e pelo Instituto Butantan, de São Paulo.

Além disso, ele ressaltou que o ministério está em processo de negociação com o Instituto Gamaleya, da Rússia; com a Janssen, empresa da Johson&Johnson; com as farmacêuticas Bharat Biotech e Moderna; e com a Pfizer.

“Importante enfatizar que, quanto a Pfizer, que já disponibilizou sua vacina em vários países mesmo em quantidades reduzidas, o ministério está trabalhando com os representantes da empresa para resolver as imposições que não encontram amparo na lei brasileira, como a isenção de responsabilidades, caso venha a ocorrer algum efeito colateral não desejado e não esperado do uso de sua vacina”, explicou Pazuello.

O ministro disse, também, que nesta noite o presidente assinou e enviou para publicação uma Medida Provisória que trata de medidas excepcionais para a aquisição de vacinas, insumos, bens e serviços de logística, até a aquisição de serviços na área de tecnologia da informação e publicidade. A norma também prevê, de acordo com ele, coordenação pelo Ministério da Saúde da execução do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19, treinamento de profissionais que vacinarão a população, e contratação de vacinas e de insumos destinados à imunização, antes do registro sanitário ou da autorização temporária de uso emergencial pela Anvisa.

Eleições 2020: MP Eleitoral promove seminário virtual para jornalistas

O Ministério Público Eleitoral em Pernambuco convida os profissionais de imprensa para participar do seminário virtual “O papel do MP Eleitoral nas eleições de 2020”, que será realizado pela plataforma Google Meet, no próximo dia 23 de julho, das 14h00 às 15h30. O evento contará com a participação do procurador regional eleitoral em Pernambuco, Wellington […]

O Ministério Público Eleitoral em Pernambuco convida os profissionais de imprensa para participar do seminário virtual “O papel do MP Eleitoral nas eleições de 2020”, que será realizado pela plataforma Google Meet, no próximo dia 23 de julho, das 14h00 às 15h30.

O evento contará com a participação do procurador regional eleitoral em Pernambuco, Wellington Cabral Saraiva, do Ministério Público Federal, e do Procurador-Geral de Justiça, Francisco Dirceu Barros, do Ministério Público de Pernambuco.

Durante o encontro, os procuradores farão breves apresentações com conteúdo destinado a auxiliar os profissionais que atuarão na cobertura do processo eleitoral. Wellington Saraiva falará sobre “Atuação do Ministério Público Eleitoral” e Francisco Dirceu tratará do tema “Estrutura do Ministério Público Eleitoral e da Justiça Eleitoral”. Haverá ainda um espaço para o esclarecimento de dúvidas dos jornalistas.

Para participar do evento, basta preencher o formulário disponível no endereço http://bit.ly/SeminarioMPEleitoralPE. As inscrições estarão abertas até as 12h00 do dia 23 de julho. O link para acompanhar a videoconferência será informado aos inscritos 30 minutos antes do evento.

É fundamental que todos os inscritos leiam o guia para participação no seminário, que traz orientações importantes para o bom andamento do evento. O arquivo está disponível no endereço http://bit.ly/GuiaSeminarioMPEleitoralPE

Agentes Comunitários de Saúde de Solidão recebem fardamento

A Prefeitura Municipal de Solidão através da  Secretaria Municipal de Saúde realizou a entrega de kit’s contendo EPIs, fardamento e materiais de expediente para os 16 Agentes Comunitários de Saúde. Nas unidades de saúde, os ACS apoiam atividades coletivas associadas aos tradicionais programas de saúde, como grupos de hipertensos, diabéticos, além de outras atividades mais relacionadas […]

A Prefeitura Municipal de Solidão através da  Secretaria Municipal de Saúde realizou a entrega de kit’s contendo EPIs, fardamento e materiais de expediente para os 16 Agentes Comunitários de Saúde.

Nas unidades de saúde, os ACS apoiam atividades coletivas associadas aos tradicionais programas de saúde, como grupos de hipertensos, diabéticos, além de outras atividades mais relacionadas com a promoção, proteção e prevenção da saúde, acompanhando as famílias da comunidade em suas casas e orientando sobre as formas de acesso ao SUS.

“O Agente Comunitário de Saúde é um profissional essencial para o bom desenvolvimento das ações da equipe de saúde da família. Ele é elo importante entre os usuários e os serviços na Atenção Básica. São profissionais que devem ser respeitados e valorizados no exercício de sua função diária e nossa gestão reconhece a importância destes para melhorar cada vez mais a assistência prestada a população, por isso a entrega do kit é a primeira de outras ações de valorização do ACS”, disse Damiana Alves de Souza Nogueira, Secretária Municipal de Saúde.

Na oportunidade o prefeito Djalma Alves de Souza, que fez pessoalmente a entrega dos kits, agradeceu o empenho dos ACS durante os tempos difíceis que passamos em virtude da pandemia do Coronavírus e ressaltou que sua gestão é composta por “pequenas ações” que culminam em grandes resultados.

São José do Egito: Secretário defende medidas restritivas e questiona posição de Serra. “Alimenta negacionistas”

Paulo Jucá diz que lotações por Covid em Serra e Afogados justificam decisão drástica. Serra tem todos os leitos de sua UTI ocupados. “Tentamos transferir, mas não conseguimos” O Secretário de Saúde de São José do Egito, Paulo Jucá, disse ao programa Debate do Sábado que é difícil tratar de medidas restritivas, mas que diante […]

Paulo Jucá diz que lotações por Covid em Serra e Afogados justificam decisão drástica. Serra tem todos os leitos de sua UTI ocupados. “Tentamos transferir, mas não conseguimos”

O Secretário de Saúde de São José do Egito, Paulo Jucá, disse ao programa Debate do Sábado que é difícil tratar de medidas restritivas, mas que diante do avanço da pandemia, não há outro caminho.

“É frustrante a gente estar falando em fechamento, mas pelo atraso na chegada das vacinas é necessário. Era pra gente estar falando em retomada econômica. Mas só administramos vacinas em duas mil pessoas em São José do Egito. Isso não dá nem 7%”.

Ele relata o momento como crítico. “Todas as UTIs estão lotadas na região. São José do Egito chegou a 100% e a gente infelizmente precisa tomar uma medida frustrante. Ninguém toma uma decisão dessa feliz e achando bom. Tem um momento que a gente tem que tomar decisão enérgica e corajosa. Não estamos conseguindo transferir porque as unidades estão lotadas. A gente não pode assistis tudo isso de camarote. Claro que os empresários reclamam, mas na economia o mais importante de uma empresa devem ser as pessoas”.

Paulo destacou que não pôde estar na reunião do MP, mas que adere integralmente à decisão colegiada.  “Vamos atender”.

Questionado sobre o posicionamento da prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, de, mesmo ciente do quadro não aderir às medidas,  traz um incomodo.

“A gente está fazendo esse combate e tem um grande inimigo que é o vírus e o outro os negacionistas, que só pensam em eleição e voto como esse grupo que envolve o Presidente da Republica. Esse argumento atinge a base de quem acha que a terra é plana, que cloroquina resolve e a gente sofre isso nos municípios”.

Para Paulo, é um discurso ate mais fácil de ser feito nesse momento econômico. E acrescentou: “esse posicionamento de Serra reforça esses laços do discurso negacionista de que quem for morrer vai morrer mesmo. Ficamos preocupados com esse posicionamento de Serra. Mas ela não é prefeita da região. Vamos manter independente de Serra”.

Diretores condenados na ‘Lava Jato’ tinham aval de Temer, diz Delcídio

Folhapress Em seu acordo de colaboração com a Justiça, o senador Delcídio do Amaral (PT-MS) afirma que o vice-presidente Michel Temer teve participação direta na nomeação de executivos da Petrobras condenados em uma ação da Operação “Lava Jato”. O acordo de delação de Delcídio foi confirmado nesta terça-feira (15) pelo ministro Teori Zavascki, do Supremo […]

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Folhapress

Em seu acordo de colaboração com a Justiça, o senador Delcídio do Amaral (PT-MS) afirma que o vice-presidente Michel Temer teve participação direta na nomeação de executivos da Petrobras condenados em uma ação da Operação “Lava Jato”. O acordo de delação de Delcídio foi confirmado nesta terça-feira (15) pelo ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal.

Em depoimento, Delcídio acusou de irregularidades na subsidiária BR Distribuidora João Augusto Henriques, que foi diretor na empresa de 1998 a 2000, no governo Fernando Henrique Cardoso.

O senador disse que Henriques fazia “operações” na BR Distribuidora para conseguir recursos a partir da variação do preço do etanol nas usinas. “A forma de obtenção de recursos ilícitos nas operações consistia na manipulação das margens de preço do produto, estabelecidas pela assim chamada ‘Escola de Piracicaba’, ligada à área de agronomia”, diz o termo de delação. Delcídio não dá outras informações sobre Temer relacionadas a esse caso.

Henriques foi preso na 19ª fase da “Lava Jato”, em setembro passado, e acabou condenado pelo juiz Sergio Moro em fevereiro. Nesse processo, ele era acusado de ser operador de propinas após deixar a BR Distribuidora.

Outro ex-executivo apontado como apadrinhado de Temer é Jorge Zelada, que foi diretor da área Internacional da Petrobras de 2008 a 2012, por indicação do PMDB.
Zelada está preso desde julho do ano passado e foi condenado na mesma ação penal de Henriques.

Em seu depoimento, Delcídio afirmou que o governo Lula, em 2007, aceitou dar a diretoria Internacional a um indicado do PMDB em troca de apoio no Congresso em uma votação envolvendo a CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira).

O nome peemedebista para o cargo, com aval também de Temer, era Henriques, mas, segundo Delcídio, a escolha foi vetada pela então ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff.

O próprio Henriques, diz o depoimento, então indiciou Zelada para o cargo. “Jorge Zelada foi chancelado por Michel Temer e a bancada do PMDB na Câmara”, diz o relato do senador. O vice-presidente ainda não se manifestou sobre o assunto.