Afogados da Ingazeira entre os municípios sorteados pela CGU para receber fiscalização da aplicação de recursos federais
Por Nill Júnior
A Controladoria-Geral da União (CGU) sorteou ontem (2), em Brasília, 60 municípios para fiscalizar a aplicação de recursos federais dos últimos dois anos. Apenas municípios com até 100 mil habitantes participam do sorteio, que é feito nos mesmos moldes dos sorteios da Loteria Federal.
Em Pernambuco, os municípios que serão fiscalizados são Afogados da Ingazeira, Cachoeirinha e Ferreiros. É a 40ª edição do sorteio, que existe desde 2003. Já foram fiscalizados mais de 2 mil municípios, o que corresponde a quase 40% do total, e recursos superiores a R$ 20 bilhões.
Dependendo da disponibilidade de mão de obra e recursos da controladoria, podem ser feitos até três sorteios por ano, chegando a 180 municípios fiscalizados. De acordo com o secretário executivo da CGU, Carlos Higino os municípios sorteados ontem não farão parte de outros sorteios este ano. (Por Anchieta Santos).
O prefeito de Tabira, Flávio Marques (PT) ,disse ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, ter ouvido da governadora Raquel Lyra e do presidente do DER, Rivaldo Melo, a garantia de solução para um problema crônico: a situação da PE 320 entre Afogados da Ingazeira e Tabira. Segundo ele, a garantia, além de trocar a empresa da […]
O prefeito de Tabira, Flávio Marques (PT) ,disse ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, ter ouvido da governadora Raquel Lyra e do presidente do DER, Rivaldo Melo, a garantia de solução para um problema crônico: a situação da PE 320 entre Afogados da Ingazeira e Tabira.
Segundo ele, a garantia, além de trocar a empresa da ação de tapa buracos, haverá uma licitação para refazer o trecho entre Santa Clara e Riacho do Gado.
“Aquele trecho será refeito. De fato tem havido muita lentidão no tapa buraco e levamos para a governadora”, disse.
Em outubro, foi informado que o “PE na Estrada” tinha R$ 5,1 bilhões em caixa com foco na recuperação da infraestrutura rodoviária do estado, em obras de implantação, restauração e conservação de estradas.
O Sertão do Pajeú foi contemplado no programa com obras em três rodovias estratégicas: a PE-275, que liga o distrito de Tuparetama até Itapetim; a PE-263, de São Vicente até a divisa com a Paraíba; e a PE-304, que conecta Tabira a Água Branca, na Paraíba.
Outro ponto de destaque foi a confirmação da restauração da PE-320, uma demanda antiga da população que utiliza o trecho entre São José do Egito e Serra Talhada. Uma empresa seria contratada para desenvolver o projeto, mas a questão ainda não avançou. Flávio garante que a coisa agora vai.
Por André Luis O prefeito de Ouro Velho, no Cariri paraibano, usou as suas redes sociais para comemorar a votação de seus candidatos no município. Augusto apoiou para o Governo do Estado, João (PSB), que obteve no Estado, 39,65%, ou 863.174 votos e vai disputar o segundo turno contra Pedro Cunha Lima (PSDB), que terminou […]
O prefeito de Ouro Velho, no Cariri paraibano, usou as suas redes sociais para comemorar a votação de seus candidatos no município.
Augusto apoiou para o Governo do Estado, João (PSB), que obteve no Estado, 39,65%, ou 863.174 votos e vai disputar o segundo turno contra Pedro Cunha Lima (PSDB), que terminou a disputa do primeiro turno com 23,90%, ou 520.155 votos.
Em Ouro Velho, João obteve 73,50%, ou 1.603 votos.
O deputado federal Wilson Santiago, foi majoritário em Ouro Velho, o candidato, foi apoiado pelo prefeito e somou 73,81%, ou 1.716 votos.
Mesmo cenário para deputado estadual. Wilson Filho também foi majoritário na cidade. Ele foi reeleito com 60,24%, ou 1.412 votos. O senador Efraim Filho, também apoiado em Ouro Velho por Augusto Valadares, obteve na cidade, 78,07%, ou 1.677 votos. Assim como os outros candidatos apoiado pelo prefeito, foi majoritário na cidade.
“Ouro Velho votou em quem fez pela cidade e vai fazer muito mais. Avante”, comemorou o prefeito Augusto Valadares.
Decisão ocorre após derrubada de vetos presidenciais na Lei das Eólicas Offshore, que geraria um impacto estimado de R$ 40 bilhões no custo da energia elétrica O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou uma medida provisória (MP) para reduzir os impactos financeiros da derrubada de vetos presidenciais à Lei nº 15.097/2025, conhecida como Lei […]
Decisão ocorre após derrubada de vetos presidenciais na Lei das Eólicas Offshore, que geraria um impacto estimado de R$ 40 bilhões no custo da energia elétrica
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou uma medida provisória (MP) para reduzir os impactos financeiros da derrubada de vetos presidenciais à Lei nº 15.097/2025, conhecida como Lei das Eólicas Offshore, e evitar o aumento na conta de luz dos brasileiros. A MP nº 1.304/2025, publicada nesta sexta-feira, 11 de julho, em edição extra do Diário Oficial da União (DOU), também estabelece mecanismos para o aprimoramento do mercado de gás natural.
A edição da MP tornou-se necessária após a derrubada dos vetos presidenciais na Lei das Eólicas Offshore, que, com o início da vigência dos pontos vetados, geraria um impacto estimado de R$ 40 bilhões no custo da energia elétrica. Isso representaria um aumento na conta de luz para os consumidores brasileiros.
Para evitar que esses custos sejam repassados diretamente aos consumidores, a MP estabelece medidas como a definição de um teto para a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) — fundo que financia políticas públicas no setor, custeado pelos consumidores de energia. O valor de referência para este teto será o orçamento da CDE de 2026.
LUZ PARA TODOS – Em caso de insuficiência de recursos da CDE para subsidiar as políticas do setor, será criado o Encargo de Complemento de Recursos, destinado a garantir que o limite não seja ultrapassado. Este encargo será pago pelos beneficiários da CDE, com exceção de pessoas de baixa renda, como as beneficiárias do Luz para Todos e da Tarifa Social de Energia Elétrica. O pagamento será escalonado, sendo 50% do total devido em 2027 e 100% a partir de 2028.
A MP também propõe a contratação de PCHs, em substituição à contratação compulsória de térmicas inflexíveis — que geram energia de forma ininterrupta, mesmo sem demanda. A contratação de PCHs estará submetida a decisões de planejamento setorial. A previsão é que até 3 GW de centrais hidrelétricas de até 50 MW sejam contratados por meio de leilão de reserva de capacidade até o primeiro trimestre de 2026, com início de suprimento escalonado entre 2032 e 2034.
GÁS — Quanto ao mercado de gás natural, a MP fixa os valores de acesso aos sistemas integrados de escoamento, processamento e transporte para a comercialização do gás natural da Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA) em US$ 2 por milhão de BTU. Atualmente, esse valor pode chegar a aproximadamente US$ 8 por milhão de BTU, com picos de US$ 16.
A medida visa propiciar melhores condições de comercialização do gás natural da União e da PPSA, com o objetivo de reverter os elevados preços do gás natural no mercado nacional e permitir que a PPSA oferte seu gás a preços competitivos. O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) será o responsável por determinar as condições de acesso e seus valores.
VALIDADE — A MP entra em vigor a partir desta sexta-feira, com exceção do novo teto da CDE, que passa a valer a partir de 1º de janeiro de 2026.
O líder da oposição na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Silvio Costa Filho (PTB), afirmou que a oposição vai montar um calendário de visitas a todas as regiões do Estado, o “Pernambuco de Verdade”. Sílvio falou da agenda de questionamentos da oposição na Alepe a partir da marcados cem dias das gestão Paulo Câmara. Foi […]
O líder da oposição na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Silvio Costa Filho (PTB), afirmou que a oposição vai montar um calendário de visitas a todas as regiões do Estado, o “Pernambuco de Verdade”. Sílvio falou da agenda de questionamentos da oposição na Alepe a partir da marcados cem dias das gestão Paulo Câmara. Foi em entrevista a este blogueiro no programa Manhã Total. Leia:
Porque para oposição o governo Paulo Câmara “é menos do mesmo?”
Estamos acompanhando os primeiros cem dias de Paulo Câmara, cujo governo está totalmente paralisado. A situação econômica de Pernambuco é extremamente preocupante. É o Estado que mais se endividou. Deve mais de R$ 320 milhões a fornecedores na área da construção civil e terceirização. Tem um dos maiores restos a pagar dos últimos dez anos. Servidores da polícia civil, militar, saúde e educação, com sinalização de aumento zero. Eles merecem reconhecimento. O governo gastou demasiadamente e não fez o planejamento e o dever de casa. Não se preparou para momento das dificuldades.
Mas a gestão alega que boa parte das dificuldades é fruto da crise e contingenciamento do Governo Federal…
Você não vê nas lideranças do PSB um reconhecimento do que foi feito por Lula e Dilma. Ações como a BR 101, três hospitais, 14 Upas, interiorização das universidades, muitas ações com a marca do presidente Lula com o ex-governador Eduardo. O governo federal está com dificuldade, é inegável, mas toda culpa o governo do Estado quer jogar na conta de Dilma. Se tem estrada ruim no Pajeú, que são muitas, a culpa é de Dilma, se um posto não funciona, culpa é de Dilma, se leva uma topada, a culpa é de Dilma. Ele esquece suas responsabilidades. Está aí o aumento da violência, falta de piso para professores, obras paralisadas. Isso não é culpa do Governo Federal.
E quanto ao Pajeú ? A oposição acompanha o que ocorre por aqui ?
No Pajeú a violência aumentou consideravelmente, o conjunto das estradas, mesmo com o Secretário de Transportes sendo da região (Sebastião Oliveira) está com muita precariedade. É menos do mesmo, um governo velho que não apresentou uma nova agenda para o Estado. Jarbas em 99 anunciou a reforma da BR 232, Eduardo anunciou os três hospitais. O que você vê agora de concreto que o Estado apresenta ? São apenas esses atos festivos no Todos Por Pernambuco. O Governador discursa e os detentores de cargos comissionados vão lá aplaudir.
Como vai ser a agenda da oposição a partir desse debate dos cem dias ?
Estaremos criando em maio o “Pernambuco de Verdade”, indo às microrregiões. Vamos visitar o Agreste, a Mata Norte, Sul , sertões do Araripe, São Francisco, Pajeú, para ouvir médicos, sindicatos, enfermeiros, lideranças para cobrar do governo através de audiências públicas. A bancada tem procurado tratar com muita responsabilidade o trabalho da oposição, não do quanto pior, melhor. Vamos ter uma radiografia do Estado e fazer o que estamos fazendo, apontando os descaminhos, os equívocos, mas apresentando propostas.
O CEDOCA, que precisou ser fechado no começo do ano, já tem data para começar a funcionar Em reunião com os produtores de leite de cabra da região, ficou definida uma data para a reabertura do Centro de Excelência em Derivados de Carne e Leite, o CEDOCA de Sertânia: dia 03 de maio. A presidente […]
O CEDOCA, que precisou ser fechado no começo do ano, já tem data para começar a funcionar
Em reunião com os produtores de leite de cabra da região, ficou definida uma data para a reabertura do Centro de Excelência em Derivados de Carne e Leite, o CEDOCA de Sertânia: dia 03 de maio. A presidente da autarquia, Sônia Patriota, iniciou o encontro, prestando contas aos homens e mulheres do campo, que compareceram, na manhã desta quarta-feira (05).
O CEDOCA precisou ser fechado no começo deste ano, pois a antiga gestão não deixou o patrimônio físico em perfeitas condições e, sim, em péssimo estado de conservação e higiene, segundo a prefeitura em nota. Logo, os equipamentos precisaram de reparos.
Após uma visita de técnicos, as máquinas já estão prontas para uso. O que falta ainda são algumas reformas na estrutura do Centro, que já começaram e devem ser finalizadas ainda neste mês de abril. Agora, ficou acordado com os criadores o escoamento da produção, que também vai ajudar a reerguer o CEDOCA.
O secretário de Agricultura e Meio Ambiente e vice-prefeito de Sertânia, Antônio Almeida, também participou da conversa com os produtores. “As comunidades rurais no raio de 5 quilômetros do canal da Transposição vão receber água encanada, o que vai ajudar na produção e baratear os custos”, falou aos trabalhadores rurais.
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