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Afogados: Bancada governista assina documento da APMAI sobre ação dos quinquênios

Por Nill Júnior

documento apmai 2A bancada governista se reuniu na manhã desta segunda-feira (14) na Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira e decidiu assinar, conforme foto, a Declaração Pública emitida pela Associação dos Professores Municipais de Afogados da Ingazeira (APMAI) a respeito dos quinquênios.

A bancada havia recebido o documento na última sessão da Câmara, que aconteceu no dia 07 e se comprometeu com a associação de entregar uma resposta em definitivo até a data de hoje.

“A Associação deixou uma cópia do documento conosco, assinamos a cópia já que não tivemos acesso ao documento original. Se a associação quiser nos procurar também estamos a disposição para assinar o original”, disse o líder da bancada, Igor Mariano.

“Não sei por que não pudemos ter acesso ao original, acho que até facilitaria para os servidores. Ficou certo de que hoje daríamos uma posição da bancada, acertamos o compromisso e cumprimos, o documento está a disposição da associação na secretaria da Câmara de Vereadores“, complementou.

Outras Notícias

Deputadas homenageiam Marielle Franco no “Março de Lutas”

Fabíola Cabral, Roberta Arraes, Simone Santana, Gleide Ângelo e Kátia Cunha discutiram temas como o feminicídio, a violência doméstica e a investigação do assassinato da vereadora Marielle Franco Nesta quinta-feira (14), à convite da presidente da comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, Gleide Ângelo, a deputada estadual Fabíola Cabral participou do “Março de Lutas”, […]

Foto: Pedro Batista

Fabíola Cabral, Roberta Arraes, Simone Santana, Gleide Ângelo e Kátia Cunha discutiram temas como o feminicídio, a violência doméstica e a investigação do assassinato da vereadora Marielle Franco

Nesta quinta-feira (14), à convite da presidente da comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, Gleide Ângelo, a deputada estadual Fabíola Cabral participou do “Março de Lutas”, na Assembleia Legislativa de Pernambuco durante sessão do Grande Expediente Especial. A reunião foi para debater temas como o feminicídio, violência doméstica e familiar, tendo como gancho o primeiro ano do assassinato da vereadora Marielle Franco.

O encontro reuniu deputadas, vereadoras, secretárias, delegadas e advogadas, que num gesto representativo, seguravam girassóis. Todas se uniram numa homenagem às mulheres, e claro, a uma grande representante da classe, Marielle Franco.

Entre outros nomes presentes, as deputadas Roberta Arraes, Simone Santana e Kátia Cunha, representante do Juntas, além da secretária da Mulher do Estado, Sílvia Cordeiro, a vice-presidente do Instituto Maria da Penha, Regina Célia e a advogada, Dani Portela.

“Apesar de sermos muitas e a maioria da população, ainda nos encontramos em situação de desigualdade na sociedade. No entanto, venho aqui para reiterar a minha força e o meu compromisso em lutar contra a opressão e em defesa da equidade dos nossos direitos”, afirmou a deputada Fabíola Cabral.

Durante o encontro as representantes do sexo feminino enfatizaram a importância de interiorizar os debates ligados ao respeito e dignidade da mulher, afinal a zona rural, por exemplo, não tem tanto acesso. O discurso deve ser levado para todo o Estado. Segundo a advogada Dani Portela, o que foi discutido na tribuna tem que ecoar fora daquele espaço. “A tribuna deve ser um anúncio popular em busca de uma luta pela garantia dos nossos direitos. Não vamos nos calar”, afirmou Portela.

Além disso, as participantes relembraram as conquistas e as lutas históricas das mulheres, como por exemplo, o direito ao voto em 1932. “Apesar de um cenário um tanto desolador, temos que concordar que já ultrapassamos muitas barreiras e demos grandes saltos. As Leis de Feminicídio, da Violência Doméstica, Maria da Penha e da Importunação Sexual são alguns dos exemplos desses nossos avanços”, pontuou a deputada Fabíola.

Foto: Pedro Batista

O ponto alto do encontro foi o momento sobre as investigações da Operação Lume. “Esse sentimento de impunidade se estende a diversos outros casos que continuam impunes. Quantas Marielles, Renatas, Marias, Joanas e Danielas ainda ficarão à mercê da violência? Quantas de nós mulheres vamos virar números e estatísticas? Não podemos depender da sorte. Isso precisa ter um basta!”, afirmou Fabíola.

Na ocasião, as mulheres presentes reforçaram que quem matou a vereadora foi a sociedade patriarcal, a cultura machista e o preconceito. “Ficaremos aqui, de olhos abertos, atentos e não descansaremos enquanto Marielles, Renatas, Marias, Joanas e Danielas não puderem andar pelas ruas ou simplesmente irem para suas casas. Faremos nosso papel, de cidadã e de parlamentar. Estou aqui presente”, reforçou Fabíola Cabral.

Momentos antes do “Março de Lutas”, a deputada estadual participou da sessão do Pequeno Expediente da ALEPE para reforçar a data e falou no pulpito. “Estamos aqui para combater o assédio sexual, o respeito ao corpo da mulher e a sua liberdade. Essa é uma luta nossa! Quando digo “nossa”, não me refiro ser uma bandeira restrita às mulheres, mas aos senhores e a toda a sociedade. Avançar nessas questões é fazer nossa nação progredir”, disse. Fabíola aproveitou para apresentar números e dados que ressaltam o aumento da violência contra mulher.

De acordo com o Departamento de Pesquisas Judiciárias do CNJ, no Brasil, em 2018, o aumento foi de 34% em relação a 2016. Em Pernambuco, foram 101 casos pendentes de feminicídios, uma variação de 146% nos últimos três anos.

Pernambuco concedeu mais de 12 mil medidas protetivas em 2018, um aumento de 40% no mesmo período. Apesar da crescente violência contra mulher, esse aumento também deve-se ao fato de que, aos poucos, mesmo que timidamente esse tema deixa de ser tabú e faz entoar gritos para sair do silêncio.

Durante a tribuna, o discurso da deputada não se ateve às lutas sociais. Fabíola falou dos desafios dos novos tempos da mulher moderna, que tem que se dividir entre ser filha, mãe, esposa, dona de casa, chefe de família e profissional.

“Seguimos, tendo que aprender novas formas para equilibrar família e profissão, no entanto agora também temos a nosso favor mais possibilidade de escolhas e maior poder de decisão. E essas novas possibilidades fazem parte do nosso crescimento e da nossa história. Foram nossas conquistas”, concluiu a deputada.

Protesto interdita dois sentidos da BR-101, no Recife

Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 7h30 desta segunda-feira (20). Motoristas relataram congestionamento nos dois sentidos da via. G1 PE Um protesto interditou a BR-101, no Ibura, na Zona Sul do Recife, na manhã desta segunda-feira (24). De acordo com testemunhas, a manifestação ocorre num trecho próximo à entrada do bairro e ocupa […]

om ônibus queimado na pista, potesto interditou BR-101 nas proximidades do bairro do Ibura, no Recife — Foto: Elvys Lopes/TV Globo

Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 7h30 desta segunda-feira (20). Motoristas relataram congestionamento nos dois sentidos da via.

G1 PE

Um protesto interditou a BR-101, no Ibura, na Zona Sul do Recife, na manhã desta segunda-feira (24). De acordo com testemunhas, a manifestação ocorre num trecho próximo à entrada do bairro e ocupa as duas vias. O ato deixou o trânsito complicado na rodovia.

Nas proximidades do quilômetro 74, os integrantes do protesto queimaram um ônibus. Através de imagens enviadas ao WhatsApp da TV Globo, é possível ver que o veículo, da Vera Cruz, teve perda total. O G1 entrou em contato com o Grande Recife Consórcio de Transporte e, até a última atualização desta matéria, não obteve retorno.

O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 7h30. Uma viatura foi enviada ao local da manifestação. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) também foi acionada e enviou equipes para o trecho onde ocorre o protesto.

Na rodovia, o trânsito ficou intenso. “Estou no sentido Porto de Galinhas há 45 minutos. No sentido Ceasa os carros também estão parados”, disse a professora Adriana Cabral, por volta das 7h45 desta quinta (20).

Prefeitura de Afogados e 23º BPM tem importante reunião sobre municipalização do trânsito

O Prefeito de Afogados da Ingazeira, Alessandro Palmeira, o Vice-Prefeito Daniel Valadares, a Secretária de Transportes e Trânsito, Flaviana Rosa, e o Secretário Adjunto, Wandson Moura, estiveram em reunião, na manhã desta segunda (12), no 23º Batalhão da Polícia Militar com o Tenente Coronel Aristóteles Oliveira e o Major Jobson. Eles estiveram no Batalhão para […]

O Prefeito de Afogados da Ingazeira, Alessandro Palmeira, o Vice-Prefeito Daniel Valadares, a Secretária de Transportes e Trânsito, Flaviana Rosa, e o Secretário Adjunto, Wandson Moura, estiveram em reunião, na manhã desta segunda (12), no 23º Batalhão da Polícia Militar com o Tenente Coronel Aristóteles Oliveira e o Major Jobson.

Eles estiveram no Batalhão para firmar convênio de cooperação técnica, educativa e administrativa entre a PMAI e a PM, para melhorar a segurança pública e desenvolver ações integradas direcionadas ao disciplinamento do trânsito do município.

O prefeito Alessandro Palmeira parabenizou o novo Comandante pelas ações que já vem sendo realizadas, e discutiu sobre a importância dessa parceria, situações específicas da segurança, e se aprofundou na questão da fiscalização e ordenamento do trânsito.

De acordo com Flaviana Rosa, Secretária municipal de trânsito e transportes – SETTRANS, o convênio com a Polícia Militar “reforçará a segurança viária, melhorando a mobilidade urbana e a redução significativa de vítimas de sinistros”.

Durante a reunião também foi debatida a participação da PM na programação do Maio Amarelo através de blitz educativas e de palestras sobre prevenção de sinistros. As ações do Maio Amarelo em Afogados terão início na quarta (14) e seguirão até o final desse mês.

Ministro do STJ que mandou Queiroz pra casa rejeitou outros 700 pedidos similares

G1 O ministro João Otávio de Noronha, presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que concedeu prisão domiciliar a Fabricio Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), rejeitou 96,5% (700) de 725 pedidos que chegaram à Corte em razão da pandemia do coronavírus. No último dia 9, Noronha autorizou a transferência de Queiroz do complexo penitenciário de Gericinó, […]

G1

O ministro João Otávio de Noronha, presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que concedeu prisão domiciliar a Fabricio Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), rejeitou 96,5% (700) de 725 pedidos que chegaram à Corte em razão da pandemia do coronavírus.

No último dia 9, Noronha autorizou a transferência de Queiroz do complexo penitenciário de Gericinó, no Rio de Janeiro, para prisão domiciliar, sob o argumento de que o o ex-assessor parlamentar faz tratamento contra um câncer.

De acordo com a decisão, por pertencer a grupo de risco, Queiroz teria mais chances de contrair o coronavírus na cadeia. Ele deixou o presídio no último dia 10. Além disso, o magistrado também determinou que a mulher de Queiroz, Márcia Aguiar, que estava foragida, também cumprisse prisão domiciliar, a fim de cuidar do marido.

Na última quinta-feira, Noronha rejeitou um pedido do Coletivo de Advocacia em Direitos Humanos para conceder prisão domiciliar a todos os presos do Brasil que pertençam a grupo de risco para o novo coronavírus.

O ministro argumentou que o pedido era genérico, por não tratar da situação específica de cada preso. Ainda de acordo com Noronha, não ficou demonstrada ilegalidade que pudesse justificar a concessão do benefício.

Procurado para comentar as decisões, o ministro João Otávio de Noronha não se manifestou.

Levantamento efetuado pelo Superior Tribunal de Justiça a pedido do G1 demonstra que, até o último dia 20, o presidente do STJ, responsável pelas decisões no tribunal durante o recesso de meio de ano do Judiciário, atendeu a 18 dos 725 pedidos de presos formulados no contexto da pandemia, um dos quais o de Queiroz. Segundo a assessoria do STJ, as decisões ainda não foram publicadas. Os outros sete pedidos são de pessoas que desistiram da solicitação.

Alguns dos 18 pedidos concedidos por Noronha foram de prisão domiciliar a um homem portador de linfoma não Hodgkin abdominal; a duas mães para cuidar dos filhos menores; e a uma advogada idosa e portadora de hipertensão aguda grave.

Fabrício Queiroz e a mulher são investigados no inquérito que apura o chamado esquema das “rachadinhas”, pelo qual funcionários do gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro supostamente devolviam ao ex-assessor parte dos salários que recebiam.

Projeto Energia com Cidadania chega a Iguaracy e Tuparetama

Unidade móvel começou a percorrer as ruas das cidades a partir desta segunda-feira (16) até a sexta-feira  (20) Os clientes da Neoenergia que residem nos municípios de Iguaracy e Tuparetama podem se beneficiar do projeto Energia com Cidadania, que faz parte dos programas de Eficiência Energética da distribuidora regulados pela Agência Nacional de Energia Elétrica […]

Unidade móvel começou a percorrer as ruas das cidades a partir desta segunda-feira (16) até a sexta-feira  (20)

Os clientes da Neoenergia que residem nos municípios de Iguaracy e Tuparetama podem se beneficiar do projeto Energia com Cidadania, que faz parte dos programas de Eficiência Energética da distribuidora regulados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). 

A iniciativa realiza as trocas das lâmpadas ineficientes por LED, que são mais econômicas e duráveis. As trocas serão realizadas pela unidade móvel da concessionária de porta em porta, de segunda-feira (16) até a sexta-feira  (20).

O projeto funciona da seguinte forma, o cliente entrega uma lâmpada ineficiente, que pode ser fluorescente compacta, incandescente ou halógena, de potência igual ou superior a 14 Watts, e recebe da concessionária um equipamento com a tecnologia LED, que consome até 40% menos do que as demais. Cada cliente poderá trocar até cinco unidades por contrato com a concessionária.