Afogados: apesar de apreensão, Prefeitura mantém pagamento dentro do mês
Por Nill Júnior
Mesmo com todas as dificuldades advindas da redução dos repasses do FPM, a Prefeitura de Afogados irá realizar o pagamento do funcionalismo público municipal, com o calendário tendo início nesta quinta (28).
“Os ajustes que estamos fazendo na máquina pública determinados por nós no início do mês e o planejamento financeiro eficaz, está permitindo que possamos garantir o pagamento em dia dos nossos servidores municipais, que tanto nos tem ajudado a governar Afogados”, avaliou o Prefeito Sandrinho Palmeira.
Semana passada, chegou a sinalizar a possibilidade de atraso pela não reposição urgente de FPM e ICMS pelo governo Lula: “Tenho quase certeza que a gente não vai conseguir pagar a folha do dia 30 em dia. Devemos fazer o escalonamento desse pagamento. Se a gente tiver R$ 500 mil, pagamos primeiro quem recebe salário mínimo, sucessivamente, até chegar nos secretários, no vice e no prefeito”. Fornecedores já entraram nesse rodízio.
Mas a prefeitura conseguiu manter o atual escalonamento. Com o pagamento da folha salarial referente ao mês de setembro, a economia de Afogados receberá uma injeção de R$ 5,2 milhões, referentes ao pagamento de 1.552 servidores públicos municipais. Confira o calendário na íntegra:
28/09 – Quinta-feira
Secretarias de Administração, Assistência Social, Agricultura, Assuntos Jurídicos, Controle interno, Cultura e esportes, Finanças, Governo, Infraestrutura, Transportes, Gabinete, Ouvidoria, Assessoria especial e Coordenadoria da mulher, além de aposentados e pensionistas com vencimentos de 01 salário mínimo, com iniciais de A a Z.
29/09 – Sexta-feira
Secretaria de Saúde, aposentados e pensionistas com vencimentos Até R$ 3 mil.
02/10 – Segunda-feira
Secretaria de Educação, aposentados e pensionistas que recebem acima de R$ 3 mil.
O TCE analisou Recurso Ordinário interposto pelo atual prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, contra o Acórdão T.C. nº 874/19, proferido pela Primeira Câmara do Tribunal de Contas. A análise é referente a gestão fiscal da Prefeitura, em um quadrimestre de 2016, quando estava em sua primeira gestão. O TCE havia julgado irregular a Gestão […]
O TCE analisou Recurso Ordinário interposto pelo atual prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, contra o Acórdão T.C. nº 874/19, proferido pela Primeira Câmara do Tribunal de Contas.
A análise é referente a gestão fiscal da Prefeitura, em um quadrimestre de 2016, quando estava em sua primeira gestão.
O TCE havia julgado irregular a Gestão Fiscal, considerando o quadrimestre apurado. Na oportunidade, foi aplicada multa ao gestor no valor de R$ R$ 17.680,00 (dezessete mil, seiscentos e oitenta reais). O Pleno esteve reunido e manteve a decisão.
Por Magno Martins, em seu blog Berço da poesia, do repente e do improviso, de monstros sagrados da viola, como Lourival Pinto e Rogaciano Leite, o Sertão do Pajeú, afamado também pelas suas vaquejadas, usou o poder do voto nas eleições municipais deste ano na pequena Calumbi, a 360 km do Recife, para mandar ao […]
Berço da poesia, do repente e do improviso, de monstros sagrados da viola, como Lourival Pinto e Rogaciano Leite, o Sertão do Pajeú, afamado também pelas suas vaquejadas, usou o poder do voto nas eleições municipais deste ano na pequena Calumbi, a 360 km do Recife, para mandar ao parlamento municipal um autêntico vaqueiro, provavelmente um dos únicos eleitos no Nordeste. Aos 33 anos de idade e 20 derrubando boi na caatinga, Robério de Lima e Silva, ou simplesmente Robério Vaqueiro, nome usado na urna eletrônica, troca, a partir de janeiro, o gibão pelo paletó e a gravata.
A troca ainda é teórica, porque, na prática, pelo menos na posse em 1 de janeiro, ele pensa em adentrar na Câmara de Vereadores, pela primeira vez, trajando a mesma roupa das pegadas de boi, onde já quebrou o nariz, ganhou fortes ferimentos nos braços e nas pernas e, recentemente, quase perde um dos olhos. O vaqueiro trabalha com o boi, vive em função do boi, veste roupa feita com couro de boi.
A véstia do vaqueiro, de couro, resiste aos espinhos da caatinga, é a sua couraça, a sua armadura. O couro, em geral, é curtido por processos primitivos, ficando, com uma cor de ferrugem, flexível, macio, sem pelos. O gibão é o paletó de couro de vaqueta. Enfeitado com pespontos, fechado com cordões de couro.
O parapeito, como o nome indica, protege o peito. Uma alça que passa pelo pescoço o segura. A perneira é uma perna de calça que cobre do pé até a virilha. As perneiras ficam presas na cintura. São duas pernas de calça soltas, deixando o corpo livre para cavalgar. As luvas cobrem as costas das mãos e deixam os dedos livres.
Nos pés, as alpercatas simples ou complicadas como as dos cangaceiros. Às vezes usam botinas, um sapatão fechado. E na cabeça o chapéu, que protege o vaqueiro do sol e dos golpes traiçoeiros da caatinga. Na sua copa, às vezes bebem água ou comem. O jaleco parece um bolero, feito de couro de carneiro. É usado geralmente em festas. O jaleco tem duas frentes. Uma para o frio da noite, onde conservam a lá, outra liso para o calor do dia.
“Ainda estou consultando a vaqueirama que me elegeu, mas se o regimento permitir vou tomar posse com minha roupa de trabalho”, diz Robério. Filiado ao PSB, Robério foi o terceiro vereador mais votado de Calumbi, com 512 votos, correspondente a 10,61% dos votos válidos. Conseguiu a façanha de ser a única renovação na Câmara, que reelegeu oito dos seus novos integrantes, fenômeno que contrariou o altíssimo percentual de mudança nas câmaras da região e do País.
Na política, a única referência dele é o tio Chico dos Correios, do PT, atual vice-prefeito do vizinho município de Flores. Derrotado na chapa que tentou a reeleição, Chico passará a assessorar o sobrinho na Câmara de Calumbi. “Robério é um dos melhores vaqueiros do Pajeú, um agricultor pobre e sofrido de nossa região, mas com vocação também para a política”, diz o tio. Segundo ele, um dos motes iniciais do trabalho do sobrinho será a defesa da vaquejada, esporte e atividade econômica no Nordeste.
“O Supremo tem, no meu entender, coisas mais importantes para cuidar do que está se preocupando com vaquejada”, desabafa o vereador-vaqueiro, que também vai defender a preservação do esporte como componente cultural em seu município. No sítio Carnaúba, a 2 km do centro da cidade, aonde mora com a esposa Aline e dois filhos, o mais velho de 15 anos já chegado a uma pega de boi, Robério arrastou 150 votos, boa parte dos vaqueiros ou apreciadores da arte. O restante foi pulverizado nos demais redutos eleitorais no campo e no perímetro urbano também.
Robério já ganhou vários prémios em pega de boi pelo Nordeste. Arriscando a vida na caatinga fechada, recentemente quebrou o nariz numa queda. “O prêmio valia R$ 150 e acabei no prejuízo, gastando mais de R$ 5 mil na cirurgia para deixar o danado do nariz no lugar”, conta ele. Apesar das recomendações médicas, com 15 dias Robério estava de volta ao mato e, brincando, revela que o curativo foi tirado na caatinga, arrastado por um garrancho.
Agricultor, vaqueiro e também bacamarteiro, Robério não é, entretanto, daqueles com dotes também para o tradicional aboio, um canto sem palavras, entoado na condução do gado para os currais ou no trabalho de guiar a boiada para a pastagem. É um canto ou toada um tanto dolente, uma melodia lenta, bem adaptada ao andar vagaroso dos animais, finalizado sempre por uma frase de incitamento à boiada: ei boi! Boi surubim! Ei, lá, bonzinho!
Saindo da caatinga braba para a seara da política na Câmara, Robério fará oposição à prefeita Sandra da Farmácia, uma das raras espécies do petismo eleita, derrubando uma velha oligarquia. “Não farei oposição ao que for de interesse do município”, avisa, adiantando que sua pauta será a defesa do agricultor, da sua região e dos vaqueiros. “Estarei na Câmara lutando por minha gente, pelos pobres e sacrificados de Calumbi”, acrescenta.
Acordo de Antonio Carlos Freixo Júnior já foi encaminhado ao ministro André Mendonça, relator das apurações sobre o Banco Master e o financiamento de “Dark Horse”. A Procuradoria-Geral da República (PGR) fechou acordo de colaboração premiada com o empresário Antonio Carlos Freixo Júnior, conhecido como “Mineiro”, dono da Entre Investimentos e Participações. A delação envolve […]
Acordo de Antonio Carlos Freixo Júnior já foi encaminhado ao ministro André Mendonça, relator das apurações sobre o Banco Master e o financiamento de “Dark Horse”.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) fechou acordo de colaboração premiada com o empresário Antonio Carlos Freixo Júnior, conhecido como “Mineiro”, dono da Entre Investimentos e Participações. A delação envolve repasses relacionados à produção de “Dark Horse”, filme sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Segundo as apurações, a empresa de Freixo teria sido utilizada para realizar transferências atribuídas ao ex-controlador do Banco Master Daniel Vorcaro.
Os recursos eram enviados ao Havengate Development Fund, fundo sediado no Texas, nos Estados Unidos, que administrava valores relacionados à produção do longa e fazia repasses à Go Up Entertainment, produtora responsável pelo filme.
O Havengate teria entre seus administradores Paulo Calixto, advogado do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro.
Freixo confirmou aos investigadores pagamentos realizados ao fundo e apresentou informações sobre as operações financeiras. A investigação busca esclarecer a destinação dos recursos enviados ao exterior e sua relação com o financiamento da produção cinematográfica.
Delação já está no STF
O acordo já foi encaminhado ao gabinete do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). Caberá ao magistrado analisar os termos e decidir sobre a eventual homologação da colaboração.
Mendonça é relator das investigações relacionadas ao Banco Master no Supremo e também do inquérito que apura o financiamento de “Dark Horse”.
A colaboração de Freixo é a primeira diretamente ligada ao financiamento do filme. É também a segunda delação firmada pela PGR no conjunto das investigações relacionadas ao Master.
A primeira foi fechada com João Carlos Mansur, ex-dono da gestora Reag. Os dois acordos estão sob análise de André Mendonça.
Fonte: O Globo, CNN Brasil e Diario de Pernambuco Foto: Divulgação
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As Grandes Famílias Um dos pontos debatidos pela oposição ao ciclo socialista em Pernambuco é o de que se quer instalar aqui uma “Monarquia dos Campos”, referência ao trio formado pela mãe, Renata Campos e pelos filhos, João e Pedro Campos, prefeito do Recife e candidato a Deputado Federal majoritário no estado. A crítica é […]
Um dos pontos debatidos pela oposição ao ciclo socialista em Pernambuco é o de que se quer instalar aqui uma “Monarquia dos Campos”, referência ao trio formado pela mãe, Renata Campos e pelos filhos, João e Pedro Campos, prefeito do Recife e candidato a Deputado Federal majoritário no estado.
A crítica é bem vinda no sentido de que não se pode entregar a um determinado núcleo familiar tanto poder. Eduardo não queria os filhos na política. Mas sua morte já jogou dois deles para o mesmo caminho. Dizem, a mãe Renata ainda tem muito poder na indicação dos rumos na Frente Popular. Um dos passos futuros seria fazer João governador.
Mas não é exclusividade dos Campos. Aliás, em todas as matizes ideológicas tem puxadinho e até “A Grande Família” na política. O que não dizer do Senador Fernando Bezerra Coelho e seus rebentos Miguel, Antonio e Fernando Filho? Um, candidato ao governo do Estado e os outros “distribuídos” entre Câmara e ALEPE. Maior exemplo de oligarquia familiar, feudo, impossível.
Não esqueçamos os irmãos Ferreira, o ex-prefeito de Jaboatão e candidato a governador Anderson Ferreira (PR) e o irmão dele e deputado estadual André Ferreira (PSC), o cunhado Fred Ferreira, vereador de Recife e o patriarca, ex-deputado Manoel Ferreira, querem fazer crescer o espaço político.
Mas não para aí. Em Caruaru João Lyra passou o bastão para a filha Raquel, hoje candidata ao governo do Estado. Ou você acha que ele passaria bastão e espólio para um mortal normal? No Solidariedade, Marília Arraes confiou seu capital eleitoral à irmã, Maria Arraes. Nada de um nome sem parentesco. Perguntada por este blogueiro se isso não derrubava o discurso dela e da irmã contra os Campos, ela desconversou: “nosso projeto é político, não familiar”.
Os exemplos se arrastam no mesmo caminho. Sebastião Oliveira decidiu disputar o cargo de vice-governador na chapa encabeçada por Marília Arraes. Pra quem entregou o espólio de mais de 120 votos que teve em 2018? Claro, para o irmão, o advogado Waldemar Oliveira. No PT, Odacy Amorim lançou Dulcicleide Amorim, a esposa, candidata. Tem até genética política no MST. Jaime Amorim, líder dos sem terra, lançou a filha, Rosa Amorim, candidata a estadual.
Então, assim caminha a humanidade. Quando o assunto é busca pelo fortalecimento e loteamento em família, cada um tem um pecado pra contar. Assim, com o sobrenome pesando mais que o debate orgânico, perde a política e a sociedade. Ficamos reféns das grandes famílias…
Sopa de letrinhas
Alegando necessidade de alguns ajustes, a prefeitura de Afogados adiou a inauguração da Rotatória próxima ao Pajeú Autoserviço para hoje, a partir das 19h. “Quando inaugurada, trará mais beleza para essa importante área de nossa cidade, com um belo letreiro e uma moderna iluminação em LED”, garante.
João da Poiva
O pernambucano que viralisou dando banho de gasolina no carro é João Martiniano, conhecido por “João da Poiva”, dono de uma locadora em São José da Coroa Grande. “Enche essa porra aí. É Bolsonaro”, bradava em referência à redução do ICMS. O dono do posto, conhecido por Netinho, está sendo autuado pelo episódio.
Nem palita o dente
O prefeito Zeinha Torres não perde oportunidade de pedir nem em festa de aniversário. Aproveitou o almoço para comemorar data nova de Waldemar Borges para falar com Paulo Câmara sobre as PEs 282, que liga Iguaracy a Jabitacá e 310, entre Iguaracy e Custódia.
Voto frio
Luciano Duque enfrentou o frio de Triunfo para esquentar a campanha. Com o médico e ex-prefeito Eduardo Melo fez porta a porta. Um dia antes, anunciou o apoio de dois ex-prefeitos de Santa Cruz da Baixa Verde, Tassio Bezerra e Zé Bezerra.
Cantou, correu
O prêmio “Léo Magalhães de chatice” na Expoagro vai para Dorgival Dantas. Entrou e saiu sem atender fãs e imprensa. Encerrou o show em cima da pinta e correu pro hotel. Dizem que é neura com medo da Covid-19. Ah, tá…
O papel da Pajeú
Santana, o Cantador, fez questão de destacar o papel da Rádio Pajeú na difusão e valorização da cultura. Lembrou o papel de nomes como João Paraibano na emissora. “Rádio Pajeú tem tudo a ver com cultura popular”. E arrematou: “A Pajeú nunca farrapou”.
Melhora o nível!
Tá na hora de Ronaldo de Dja dar um freio no baixo nível do discurso de alguns pares: essa semana Vandinho chamou Rosimério de Cuca de “analfabeto” ao defender Bolsonaro. “Agora você falou em merda. Aquilo é uma besta fera”, retrucou Rosimério.
Frase da semana:
“Pegue os R$ 600 e compre o que comer, mas na hora de votar, dê uma banana neles”.
Lula, sobre os R$ 600 do Auxílio Brasil oferecidos por Bolsonaro. e volte pra gente mudar a história desse país. O petista acusou facista e disse que ele pensa que o povo vai ser tratado como se fosse ignorante ou gado.” Ele acha que vai comprar dando um programa para seis meses”, completou.
Por André Luis A aprovação do novo ICMS foi motivo de celebração entre os prefeitos e prefeitas pernambucanos durante a última Assembleia da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), realizada em Gravatá na última quinta-feira (14). O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira (PSB), destacou a importância da decisão nas redes sociais, ressaltando os impactos […]
A aprovação do novo ICMS foi motivo de celebração entre os prefeitos e prefeitas pernambucanos durante a última Assembleia da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), realizada em Gravatá na última quinta-feira (14). O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira (PSB), destacou a importância da decisão nas redes sociais, ressaltando os impactos positivos para o município.
“Estamos aqui na última Assembleia do ano da Amupe, essa instituição tão importante para os municípios pernambucanos. Uma das pautas principais foi o projeto do ICMS, dessa redistribuição que foi tão crucial para os municípios pernambucanos. Um exemplo é o município de Afogados da Ingazeira, que agora vai passar a receber R$ 4 milhões a mais por ano, fortalecendo bastante a nossa receita. Isso é uma conquista municipalista, tendo a Amupe à frente sob a direção da nossa querida Márcia Conrado. Os municípios pernambucanos agradecem a essa importante instituição, e aproveito para desejar um feliz Natal e um próspero ano novo a todos”, destacou Sandrinho Palmeira em um vídeo divulgado em seu Instagram.
A redistribuição do ICMS representa uma vitória significativa para os municípios pernambucanos, que agora contarão com recursos adicionais para investir em áreas essenciais, como saúde, educação e infraestrutura.
O prefeito Sandrinho Palmeira ressaltou que Afogados da Ingazeira é um dos municípios que serão diretamente beneficiados pela nova distribuição de recursos, o que contribuirá para fortalecer as finanças locais e impulsionar o desenvolvimento. A luta municipalista, liderada pela Amupe, demonstra a importância da união dos gestores municipais na busca por melhorias para suas comunidades.
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