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Aécio usou aeronaves de MG após deixar governo

Por Nill Júnior

a1Da Folha de S.Paulo – Lucas Ferraz

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) utilizou aeronaves do governo de Minas Gerais em pelo menos seis ocasiões após deixar o comando do Estado, em 2010.

Os voos, organizados exclusivamente para ele, foram realizados entre 2011 e 2012, quando o político já havia assumido o mandato de senador e feito seu sucessor no Executivo mineiro, Antonio Anastasia (PSDB), que também elegeu-se ao Senado por Minas, na eleição passada.

Relatórios do Gabinete Militar do Estado mostram que Aécio usou, sem a presença de autoridade estadual, helicópteros do Estado em cinco ocasiões para se deslocar em Belo Horizonte e um jato para ir a Brasília.

Um dos helicópteros utilizados por Aécio foi um modelo Dauphin N/3 prefixo PP-EPO. Seu uso foi regulamentado em decreto assinado pelo próprio político, em 2005, e é considerado de transporte especial. Ele “destina-se ao atendimento do governador do Estado, em deslocamento de qualquer natureza, por questões de segurança”.

Os demais cinco voos realizados pelo senador mineiro foram em aeronaves cujos prefixos as enquadram na categoria de transporte geral, destinadas, segundo o mesmo decreto, a atender o vice-governador, secretários de governo e autoridades em “missão oficial”.

À Folha, Aécio Neves justificou o uso das aeronaves em três dos seis deslocamentos, afirmando estar exatamente em “missões oficiais” a pedido do então governador Anastasia.

Ele citou outras autoridades que voaram em helicópteros do Estado em missão oficial, como o presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Luciano Coutinho, e o deputado federal Arlindo Chinaglia (PT-SP).

Outras Notícias

Debate na Globo tem troca de acusações entre Lula e Flávio, pedido de desculpas e embates sobre propostas

O último debate presidencial antes do segundo turno foi marcado por troca de acusações, divergências sobre programas sociais e discussões a respeito da economia e da saúde pública. Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) se enfrentaram na noite dessa sexta-feira (23), na TV Globo, em um encontro que também teve um pedido de desculpas do […]

O último debate presidencial antes do segundo turno foi marcado por troca de acusações, divergências sobre programas sociais e discussões a respeito da economia e da saúde pública. Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) se enfrentaram na noite dessa sexta-feira (23), na TV Globo, em um encontro que também teve um pedido de desculpas do senador após uma referência à deficiência física do presidente.

O episódio ocorreu quando Flávio utilizou uma expressão envolvendo os nove dedos de Lula para criticar o governo. O presidente reagiu, lembrou que perdeu o dedo mínimo da mão esquerda em um acidente de trabalho, aos 17 anos, e exigiu um pedido de desculpas do adversário.

Flávio se desculpou e afirmou que não pretendia ofender o presidente. Na sequência, criticou Lula por tê-lo chamado de miliciano e questionou o crescimento da população em situação de rua durante o atual governo.

O senador afirmou que o número de pessoas nessa condição havia dobrado. Entretanto, dados do Observatório Brasileiro de Políticas Públicas com a População em Situação de Rua apontam crescimento de 55% entre 2022 e dezembro de 2025, quando o país contabilizava aproximadamente 365,8 mil pessoas nessa situação.

Os pesquisadores também destacam que mudanças na metodologia, na identificação e no cadastramento de pessoas vulneráveis podem influenciar os números, não sendo possível atribuir todo o crescimento registrado ao aumento efetivo dessa população.

Outro momento do debate envolveu os direitos das mulheres. Lula questionou Flávio sobre seu voto contrário à ampliação da licença-maternidade quando exercia o mandato de deputado estadual no Rio de Janeiro.

O candidato do PL reconheceu o voto e afirmou que mudou de opinião. Segundo ele, na época, acreditava que a ampliação poderia dificultar a contratação de mulheres pelas empresas. Flávio declarou que passou a compreender de outra maneira a importância do período de convivência entre mães e filhos.

Na discussão sobre programas sociais, Lula mencionou publicações antigas do adversário nas quais o Bolsa Família era criticado. O presidente questionou a mudança de posicionamento do senador, que respondeu afirmando que pretende manter e ampliar os benefícios caso seja eleito.

A economia também esteve entre os principais assuntos. Flávio cobrou explicações sobre o endividamento das famílias e a dívida pública, atribuindo ao governo federal parte das dificuldades financeiras enfrentadas pela população.

Como proposta, o candidato do PL defendeu a utilização da Caixa Econômica Federal para adquirir dívidas dos bancos e oferecer condições de refinanciamento aos consumidores.

Lula respondeu que seu governo já havia adotado iniciativas de renegociação de débitos e que uma nova proposta havia sido encaminhada ao Senado. O presidente também relacionou as dificuldades financeiras das famílias à política de juros do Banco Central e defendeu o crescimento econômico como alternativa para reduzir o endividamento.

Na saúde, Lula questionou declarações atribuídas a integrantes da equipe econômica de Flávio sobre os investimentos no Sistema Único de Saúde (SUS). O presidente também retomou críticas à condução da pandemia de covid-19 durante o governo de Jair Bolsonaro.

Flávio negou que pretenda reduzir os investimentos no SUS. O senador afirmou que pretende ampliar os recursos destinados ao sistema, revisar despesas administrativas e aumentar os valores pagos pelos procedimentos realizados na rede pública e conveniada.

O candidato do PL também criticou as filas de atendimento e a situação financeira das Santas Casas, enquanto Lula defendeu a importância do SUS na assistência à população e no enfrentamento da pandemia.

O debate ocorreu a dois dias do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para este domingo (25). Lula disputa a reeleição contra Flávio Bolsonaro.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

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Progresso confirma passe livre intermunicipal para o 2º turno em Pernambuco

Empresa esclareceu que Decreto anterior era mais restrito e que nova decisão do Estado amplia o passe livre. Empresa negou qualquer recusa e cumprirá decisão integralmente  A Auto Viação Progresso divulgou um comunicado oficial para esclarecer as diretrizes operacionais que adotará no segundo turno das Eleições 2026. A concessionária assegurou que fornecerá transporte gratuito em […]

Empresa esclareceu que Decreto anterior era mais restrito e que nova decisão do Estado amplia o passe livre. Empresa negou qualquer recusa e cumprirá decisão integralmente 

A Auto Viação Progresso divulgou um comunicado oficial para esclarecer as diretrizes operacionais que adotará no segundo turno das Eleições 2026.

A concessionária assegurou que fornecerá transporte gratuito em suas linhas intermunicipais, alinhando-se às regras estipuladas pelo Governo de Pernambuco.

Inicialmente, o Decreto Estadual nº 61.565, assinado em 21 de outubro e publicado no Diário Oficial do Estado no dia seguinte (22/10), “previa critérios específicos restritos a linhas intermunicipais classificadas pela EPTI (Empresa Pernambucana de Transporte Intermunicipal) como de natureza estritamente urbana ou semiurbana”.

Em edição extra publicada nesta sexta-feira, 23 de outubro de 2026, o Governo do Estado editou o Decreto nº 61.587. O novo texto alterou a redação da norma anterior e passou a prever expressamente que o benefício do passe livre nas linhas intermunicipais independe do comprimento ou extensão da linha.

A Progresso enfatizou que suas orientações e comunicações iniciais seguiram estritamente os critérios vigentes no primeiro documento publicado.

A concessionária negou categoricamente qualquer recusa deliberada em cumprir as obrigações legais, ressaltando que estava apenas observando o texto original emitido pelas autoridades governamentais.

Com a publicação do novo decreto ampliando o alcance do benefício, a empresa declarou que já está adotando todas as providências operacionais necessárias para se adequar às determinações aplicáveis e garantir o direito ao voto dos passageiros de forma transparente.

Audiência do debate da Globo pode alcancar 100 milhões de eleitores

Uma pesquisa realizada pelo instituto Ipespe/Abrapel e divulgada nesta sexta-feira apontou que 70% dos eleitores pretendem assistir com certeza ao último debate presidencial do segundo turno. O confronto final entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) ocorre hoje, a partir das 21h20, na TV Globo. Os dados […]

Uma pesquisa realizada pelo instituto Ipespe/Abrapel e divulgada nesta sexta-feira apontou que 70% dos eleitores pretendem assistir com certeza ao último debate presidencial do segundo turno.

O confronto final entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) ocorre hoje, a partir das 21h20, na TV Globo.

Os dados detalhados do interesse dos eleitores mostram que 70% vão assistir com certeza. Já 15% talvez acompanhem o embate, e 13% afirmaram que não pretendem assistir.

Só 2% não sabem ou preferiram não responder.

O engajamento é ligeiramente maior do lado petista: 74% dos eleitores de Lula afirmaram que acompanharão a transmissão ao vivo, enquanto o índice é de 69% entre os eleitores de Flávio Bolsonaro.

A projeção de audiência aponta que o programa pode alcançar uma marca próxima de 100 milhões de telespectadores.

No meu comentário, os três cenários mais prováveis para eleição desde domingo

Na minha análise para o comentário das rádios Itapuama FM, Pajeú, Cultura FM e Monteiro FM, falo das projeções para as eleições deste ano. Por ordem de possibilidades,  vitória de Flávio com até 2% de frente, vitória de Lula até 2% de frente ou vitória de Flávio por mais de 2% de frente. Para Lula, […]

Na minha análise para o comentário das rádios Itapuama FM, Pajeú, Cultura FM e Monteiro FM, falo das projeções para as eleições deste ano.

Por ordem de possibilidades,  vitória de Flávio com até 2% de frente, vitória de Lula até 2% de frente ou vitória de Flávio por mais de 2% de frente. Para Lula, considero essa última possibilidade remotíssima.

Ministro do TSE impede Nunes Marques de suspender canal ‘Exército do Lula’ sem aval do plenário

Do G1 O ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu nesta sexta-feira (23) que o canal de WhatsApp “Exército do Lula” não poderá voltar a ser suspenso por uma decisão administrativa da Presidência da Corte. Com isso, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, não poderá usar as atribuições administrativas da […]

Do G1

O ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu nesta sexta-feira (23) que o canal de WhatsApp “Exército do Lula” não poderá voltar a ser suspenso por uma decisão administrativa da Presidência da Corte.

Com isso, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, não poderá usar as atribuições administrativas da Presidência para tirar o canal do ar ou limitar seu funcionamento.

Uma eventual nova restrição, no entanto, ainda poderá ser determinada em um processo judicial.

“Defiro ainda a liminar para os fins de determinar que a Presidência se abstenha de exercer sua competência administrativa […] para determinar a suspensão, retirada ou restrição o funcionamento do Canal designado “Exército de Lula” até que sobrevenha alguma decisão de Plenário em sede jurisdicional que emita decisão neste sentido”, diz um trecho do documento.

Dessa forma, a medida vale até que haja uma decisão do plenário do TSE, em processo judicial, sobre o funcionamento do canal.

 

Ministro do TSE impede Nunes Marques de suspender canal ‘Exército do Lula’ sem aval do plenário

Floriano de Azevedo Marques afirmou haver risco de nova suspensão antes do segundo turno e determinou que eventual medida contra o canal seja tomada em processo judicial.

Por Márcio Falcão, Luiz Felipe Barbiéri, Mariana Laboissière, g1 e TV Globo — Brasília

 

23/10/2026 14h57 Atualizado há 5 minutos

 

O ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu nesta sexta-feira (23) que o canal de WhatsApp “Exército do Lula” não poderá voltar a ser suspenso por uma decisão administrativa da Presidência da Corte.

 

 

Com isso, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, não poderá usar as atribuições administrativas da Presidência para tirar o canal do ar ou limitar seu funcionamento.

 

Uma eventual nova restrição, no entanto, ainda poderá ser determinada em um processo judicial (entenda mais abaixo).

 

“Defiro ainda a liminar para os fins de determinar que a Presidência se abstenha de exercer sua competência administrativa […] para determinar a suspensão, retirada ou restrição o funcionamento do Canal designado “Exército de Lula” até que sobrevenha alguma decisão de Plenário em sede jurisdicional que emita decisão neste sentido”, diz um trecho do documento.

Nunes Marques determina pente-fino no canal ‘Exército do Lula’

Nunes Marques determina pente-fino no canal ‘Exército do Lula’

 

Dessa forma, a medida vale até que haja uma decisão do plenário do TSE, em processo judicial, sobre o funcionamento do canal.

Floriano de Azevedo Marques concedeu parcialmente o pedido apresentado em mandado de segurança e suspendeu os efeitos de ordens da Presidência do TSE que possam resultar na suspensão, indisponibilização ou restrição do alcance ou das funcionalidades do “Exército do Lula”.

O ministro também determinou que a Presidência não use sua atribuição administrativa de fiscalização das plataformas digitais para adotar esse tipo de medida contra o canal.