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Adutora de Custódia custará R$ 31 milhões, com previsão de 12 meses para execução

Por Nill Júnior
Água será captada na Adutora do Moxotó

Assinatura da ordem de serviço acontecerá nesta manhã

O governador Paulo Câmara comanda nesta sexta-feira (04), o primeiro ato do seu segundo mandato à frente do Governo de Pernambuco.

No Sertão do Moxotó, o chefe do Executivo estadual vai assinar Ordem de Serviço para o início do Sistema Adutor de Custódia. A intervenção encerrará, quando finalizada, o quadro de pré-colapso no abastecimento de água em que a cidade se encontra, beneficiando 40 mil pessoas. Na ocasião, Câmara estará acompanhado de todos os secretários que compõem a nova equipe de Governo.

O Sistema Adutor de Custódia será implantado a partir do Reservatório de Moxotó, em Sertânia, na mesma região, e levará água de qualidade para cerca de 40 mil custodienses. Ao todo, serão investidos R$ 31 milhões do Tesouro Estadual. A expectativa é de que as obras sejam concluídas em 12 meses.

A intervenção consiste no aproveitamento da captação no canal de aproximação construído na saída do Reservatório de Moxotó, da Transposição do Rio São Francisco, além da estrutura da Estação Elevatória (EB-01) da Adutora de Moxotó, na qual serão implantadas as bombas do Sistema Adutor de Custódia. Esta Estação Elevatória irá bombear o reforço de água para o sistema de abastecimento da cidade de Custódia, no total de 85 l/s, através de uma tubulação de ferro fundido com diâmetro de 400 mm até a Estação de Tratamento de Água de Custódia.

Para este mesmo empreendimento deverá ser ampliada a Estação de Tratamento de Água para a capacidade de tratamento de até 85 l/s, além da implantação de trechos curtos de Adutoras de Água Tratada que alimentarão os Reservatórios Existentes. Com a entrega da obra, a população da cidade de Custódia terá o fornecimento de água regularizado através de tubulações diretamente para suas residências. Antes da assinatura da Ordem de Serviço, o governador e sua equipe de Governo visitam a Estação Elevatória Rio da Barra, em Sertânia.

Serviços:

10h – Visita a Estação Elevatória Rio da Barra
Local: Bruta 01 – Rio da Barra – Sertânia/PE (às margens da Barragem do Moxotó – Eixo Leste da Transposição do Rio São Francisco)

11h30 – Assinatura da Ordem de Serviço de implantação do Sistema Adutor para a cidade de Custódia a partir do Reservatório do Moxotó
Local: Quadra do Colégio Ernesto Queiroz – Rua Major Esperidião de Sá, S/N, Custódia/PE

Outras Notícias

Coluna do Domingão

Obrigado, João! A história dos 37 anos de sacerdócio do Monsenhor João Carlos Acioly Paz, que nos deixou na última sexta,  tem profunda ligação com o desenvolvimento da região e presença da Igreja no Regional Nordeste II nas últimas décadas. Na educação, foi um dos principais responsáveis pelo nascimento da FAFOPAI, a Faculdade de Formação […]

Obrigado, João!

A história dos 37 anos de sacerdócio do Monsenhor João Carlos Acioly Paz, que nos deixou na última sexta,  tem profunda ligação com o desenvolvimento da região e presença da Igreja no Regional Nordeste II nas últimas décadas.

Na educação, foi um dos principais responsáveis pelo nascimento da FAFOPAI, a Faculdade de Formação de Professores. Com o professor João Mariano, bateu as portas de prefeituras da região na busca por apoio para o projeto de uma faculdade no Pajeú. A faculdade não tinha sequer bancas escolares ou cadeiras. O prédio que Dom Francisco imaginou inicialmente para um Seminário foi cedido para a instituição e precisou de adaptações para começar a funcionar. Se hoje a FASP tem a evolução que tem, deve muito àquele movimento, de quem como diretor ou professor de Filosofia acompanhou a vida da instituição até sua recente aposentadoria.

Assumiu a Presidência do Tribunal Eclesiástico do Regional Nordeste II da CNBB. Com o mesmo olhar peregrino, bateu as portas de Bispos e do Arcebispo de Olinda e Recife, Dom Fernando Saburido. Estabeleceu um modelo de contribuição que garantisse a manutenção do espaço. Transformou sua estrutura física, no mesmo prédio onde fica a sede da CNBB, na Rua Dom Bosco. Modernizou o espaço e organizou os processos como referência em Direito Canônico.

Auxiliou muitas Dioceses no Regional. Prova disso é a quantidade de manifestações de todos os bispos das Dioceses da região. “Lamentável a perda do nosso querido irmão. Apresento meus sentimentos a Dom Egídio Bisol  todo o ministério, assim como à família”, disse Dom Saburido.

Quando assumiu a Rádio Pajeú em 2001, a emissora sofria com o fenômeno das FMs. Ainda em Amplitude Modulada, tinha desafios para manter-se. Padre João foi bater a porta do comércio e instituições, prometendo reestruturar a emissora. Dizia ter sido o maior desafio como administrador. A Dom Luis Pepeu, disse que era fundamental um apoio, um empurrão da Diocese para pavimentar sua restruturação. Se a Rádio Pajeú é o que é hoje, deve muito ao Monsenhor João Carlos, que inclusive continuou acompanhando seus passos como Presidente da Fundação Cultural Senhor Bom Jesus dos Remédios.

Tem marcas por todas as paróquias que passou. Das capelas que construiu em Afogados à instalação e estruturação da Paróquia de Iguaracy, a reforma da histórica igreja de Flores e a recente estruturação de casa paroquial e ligação à matriz de Tuparetama.

Mas muitos vão lembrar do tempo que João destinava a acompanhar pais e filhos, casais, as palestras do ECC (muitas documentadas de forma a poder gerar um livro), aos conselhos que guiaram essa instituição que ele tanto defendia: a família.

Se sensibilizava quando via alguém precisando de um empurrão para melhorar de vida. É como se enxergasse a própria trajetória de luta para exercer o sacerdócio e vencer na vida, dos sins aos nãos que recebeu. No fim do ano passado, só para dar um exemplo recente, pediu suporte da Fundação Cultural Senhor Bom Jesus dos Remédios para um profissional que não tinha condições de comprar um equipamento fundamental para desenvolver seu trabalho em Tuparetama. Só sossegou quando o viu com a máquina que lhe permitisse gerar sustento para ele e sua família.

Ocupou o microfone da Rádio Pajeú muitas vezes, a maioria para falar em defesa do povo pobre, com quem mais se identificava. Quando era convidado para alguma solenidade com presença de um governador, aproveitava espaço para pedir pelo povo. Colocou Eduardo Campos e Paulo Câmara em saia justa ao cobrar melhorias para o Hospital Regional Emília Câmara e para as estradas do Pajeú. Também tinha compromisso em reconhecer e parabenizar quando a ação saia do papel. No plano local e regional, não se furtava a criticar. Sandrinho, por exemplo, o ouviu reclamar duramente da situação do trânsito, mas também reconhecer um gesto de apoio para a FASP.

Na dura eleição entre João Ézio e Orisvaldo Inácio, alguns confundiram suas posições como uma declaração de apoio ao nome da Frente Popular. Chegou a ser ameaçado. Foi quando entrou Dom Francisco, que sempre teve uma linda relação de amor paternal, ocupando os microfones da Rádio Pajeú e avisando: “ai de quem tocar um fio de cabelo do João”. Ele guardou a gravação que não conseguia ouvir sem ir às lágrimas. Esse amor também ficou marcado quando, seminarista, sofreu um acidente que afetou a perna já fragilizada pela poliomielite. “Que nada falte para restabelecer a saúde do João”. Acioly retribuiu o carinho acompanhando Dom Francisco até sua morte, naquele 7 de outubro de 2006.

Foi Vigário Geral por dois bispados, sempre construindo uma relação de fidelidade a Dom Luis Pepeu e Dom Egídio Bisol. Mesmo após a saída de dom Pepeu, manteve os laços de amizade. Foi um auxiliar presente em um bispado desafiador, de quem assumira o trono deixado por Dom Francisco. Com Dom Egídio, construiu uma relação muito bonita, pois como sacerdotes eram mais distantes pela geografia, com Dom Egídio passando bom tempo em Serra Talhada, mais afastado do Médio Pajeú onde João atuou a maior parte do tempo. O bispado de Dom Egídio aproximou os dois. João virou um grande conselheiro pastoral e administrativo, sempre zelando pelo bem da Igreja Particular do Pajeú.

Na vida pessoal, também era marcado por gestos que provavam suas qualidades. Se algum favorecido social que o recebia tratasse a doméstica como “a menina lá de casa” ele interrompia, perguntava o nome e repreendia. “A chame pelo nome”, pra dizer que aquela pessoa era tão gente quanto quem a empregara. Em qualquer restaurante, ao receber a conta com os 10% da caixinha embutidos no valor final, chamava o garçon e perguntava: “esses 10% vão pra vocês ou para a casa?” – para saber se aquele valor ajudaria de fato esses profissionais e suas famílias.

Parecia se realizar mais celebrando em capelas com povo  das comunidades, principalmente rurais, por distantes que fossem. Por isso também, fazia suas homilias com uma linguagem simples, direta, para que todos compreendessem. Na última que fez na Catedral, disse que mentira e falta de amor nos distanciam de Deus. Chamou atenção para intriga, indiferença, que afastavam as famílias. “Não adianta dizer Feliz Natal, Feliz Ano Novo, se meu coração continua rancoroso, se continuo intrigado com vizinhos, com o irmão, com a esposa, com o marido, filhos que não tomam bênção aos pais. Sem esses valores, a exploração continua, a injustiça continua. E o tempo é de mudança, que não vem de fora. Está dentro de cada um de nós. Senão, de que adianta a oração?” Mais direto, impossível.

Usava as amizades de ponte para o bem. Foi assim no acidente que quase mata os então seminaristas José Cícero e Mairton Marques em uma rodovia da Paraíba. Mais recentemente, em novembro de 2019, quando cinco seminaristas se envolveram em um grave acidente na PE 283. O seminarista Lucas Emanoel foi salvo no Hospital da Restauração por uma equipe médica que contava com o amigo Guilherme Cerqueira. João acompanhou cada etapa daquele processo. Da mesma forma, acudiu pessoas que nem conhecia. Em 2015, nem as grandes autoridades de Itapetim resolveram o drama de Clécio Dâmocles, que precisava de uma cirurgia com um grave problema na perna direita. João se sensibilizou e conseguiu a cirurgia do itapetinense. Coincidentemente, ele partiu há um ano, por complicações da Covid-19.

Esse é um pedaço do Monsenhor que a missão jornalística e o testemunhar da história me levam a escrever. Mas existe um  outro João que ajudou a me moldar como ser humano. Esse foi de uma generosidade que de fato só pode ser comparada a uma relação de pai e filho pela forma como me abrigou e acolheu desde o pedido do então seminarista Luis Marques Ferreira, hoje sacerdote: “olha João, esse menino tem futuro. O que puder fazer por ele, faça”. Ali, com 16 anos, começando a enxergar o rádio como caminho, não teria ido tão longe se não fosse aquele braço amigo, fraterno, paterno. Tendo perdido o meu pai dois anos antes, vi em João o trilho que guiou minha trajetória. Trinta anos depois, me orgulhava em vê-lo dizer que eu era como um filho e que era feliz por me ver Gerente Administrativo da Rádio Pajeú, presidente da ASSERPE, mas principalmente um pai de família dedicado à esposa e filhos, à minha irmã enquanto esteve conosco, minha mãe e amigos.

Testemunhei seu amor pela família, da preocupação com a mãe Cordeira e o pai Pedro aos irmãos e sobrinhos. O vi chorar nas mortes do cunhado Beto, dos irmãos Paulo e Tadeu, do sobrinho Albani. Mas também se encher em  plenitude quando chegava agosto e recebia a mãe e família  na casa de Jabitacá, pela reforma da casa do Sítio Tapuio, onde nasceu, preservando suas origens, pela recente nomeação para Tuparetama, onde estava realizado chegando à terra onde estudou criança e fez diversas amizades.

Na doença, por dois anos acreditou na cura, mas sempre destacando que a vontade de Deus prevalecesse. Na semana em que foi chamado por Deus, não se queixou em nenhum momento. Seja no Hospital Esperança, na Ecoclínica ou na casa da irmã, agradecia a cada gesto e esforço para fazê-lo confortável, mesmo debilitado. Confidenciou ser grato a Deus pela família, às irmãs Neuza, Edleuza, Maria José, ao irmão Reginaldo e todos os sobrinhos, pelo acolhimento humano e fraterno que recebeu. Recebeu o Cristo na comunhão um dia antes de ser chamado. Pouco antes de falecer, mesmo com dificuldade de se expressar, deixou claro ter cumprido seu propósito na terra. Era chegada sua hora.

É essa história que nos dá força e obrigação de testemunhar quem foi João Carlos Acioly Paz. E agradecer a Deus pela presença desse anjo guia na vida de tantas pessoas. Somos marcados nessa passagem pelo que deixamos nos outros como legado. João deixou um pouco dele em cada um de nós. É isso que perpetua sua existência. João, mesmo morto, permanece vivo. Não há quem tenha convivido com ele para não guardar suas lições, valores, história, comprometimento com as causas que ele defendia.

Uma das músicas que ele gostava de ouvir era “A Lista”, de Osvaldo Montenegro. “Faça uma lista de grandes amigos/Quem você mais via há dez anos atrás/Quantos você ainda vê todo dia/Quantos você já não encontra mais”. Quando voltar ao ouvir a pergunta sobre “quem já não encontro mais” não vou colocar o João nessa lista. Ele está comigo, a cada novo passo, vitória, conquista, desafios, presente, como sempre foi. Sua bênção, João! Obrigado por tudo!

Mais uma morte na PE 320

Na noite deste domingo (08), uma colisão envolvendo uma moto e um carro deixou uma pessoa morta e uma ferida na PE-320, entre São José do Egito e Tabira. A colisão ocorreu próximo ao Motel Castelo dos Sonhos, dentro do município de Tabira. Antônio Oliveira, 52 anos, conhecido como Toinho do Bar, residente no bairro […]

Na noite deste domingo (08), uma colisão envolvendo uma moto e um carro deixou uma pessoa morta e uma ferida na PE-320, entre São José do Egito e Tabira.

A colisão ocorreu próximo ao Motel Castelo dos Sonhos, dentro do município de Tabira.

Antônio Oliveira, 52 anos, conhecido como Toinho do Bar, residente no bairro João Cordeiro, em Tabira, veio a óbito no local. Ele guiava a moto.

A segunda vítima foi identificada apenas como  Totó. Ele estava na garupa com Antônio. Ficou ferido mas não corre risco de morte. O motorista do carro não foi identificado.

PRF divulga balanço da Operação Independência em Pernambuco

Foto: PRF/Divulgação Mais da metade dos acidentes com morte envolveram motocicletas; 111 veículos irregulares foram recolhidos Entre a sexta (04) e a segunda-feira (07), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou 60 acidentes nas rodovias federais de Pernambuco, que deixaram 41 feridos e nove mortes. No ano passado, o feriado foi em um sábado e não […]

Foto: PRF/Divulgação

Mais da metade dos acidentes com morte envolveram motocicletas; 111 veículos irregulares foram recolhidos

Entre a sexta (04) e a segunda-feira (07), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou 60 acidentes nas rodovias federais de Pernambuco, que deixaram 41 feridos e nove mortes. No ano passado, o feriado foi em um sábado e não foi realizada a Operação Independência.

Dos oito acidentes com morte, cinco envolveram motocicletas. O acidente mais grave ocorreu na manhã de sexta-feira (04), na BR 101, em Paulista, no Grande Recife. O motorista de um carro perdeu o controle do veículo e faleceu após cair de um viaduto. O passageiro também não resistiu aos ferimentos.

Em quatro dias, foram fiscalizados 3.274 veículos e 2.991 pessoas, sendo emitidas 1.453 autuações por diversas infrações. Destacam-se 128 por ultrapassagem em local proibido, 77 pelo não uso do cinto de segurança, 44 pela falta do capacete, 22 pela ausência da cadeirinha e 12 pela mistura de bebida e direção, com duas prisões por alcoolemia.

Nesse período, também foram recolhidas 41 animais que estavam soltos às margens das rodovias e registradas 40,4 toneladas de excesso de peso em veículos de carga.

A fiscalização recolheu 111 veículos irregulares, 82 Certificados de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLVs) e seis Carteiras Nacionais de Habilitação (CNHs).

O combate ao crime resultou na recuperação de cinco veículos roubados e em 11 pessoas detidas por uso de documento falso,  receptação de veículo roubado e por crimes ambientais. As ações contaram com o apoio da Base de Operações Aéreas da PRF.

Por críticas de José Queiroz e seu líder a Dilma e Lula, PT de Caruaru entrega cargos do governo

Partido diz agora que adotará a posição de independente A Comissão Executiva Municipal do PT de Caruaru acaba de decidir que Todas as pessoas filiadas ao partido no município, que ocupam cargos comissionados ou função gratificada (cargos de confiança), devem fazer opção, no prazo de 30 (trinta) dias, por entregar os cargos que ocupam, deixando […]

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Partido diz agora que adotará a posição de independente

A Comissão Executiva Municipal do PT de Caruaru acaba de decidir que Todas as pessoas filiadas ao partido no município, que ocupam cargos comissionados ou função gratificada (cargos de confiança), devem fazer opção, no prazo de 30 (trinta) dias, por entregar os cargos que ocupam, deixando a gestão municipal, ou, solicitar afastamento do partido. Isso por conta da   da entrevista do prefeito  José Queiroz (PDT) – Prefeito de Caruaru, à Rádio Cultura do Nordeste, afirmando que: “O pacote de ajuste fiscal enviado ao Congresso Nacional pelo Governo Federal é um assalto aos brasileiros”.

Também pesou  o pronunciamento do líder da bancada do governo municipal, na Câmara de Vereadores de Caruaru-PE, José Ailton (PDT), onde da Tribuna da Casa Legislativa Municipal afirmou que: “O PT é um partido que tem de desaparecer”.

O PT taxou de ” posição política orquestrada e definida” as críticas. “O Governo Federal nos últimos 12 anos (Lula e Dilma), direcionou investimentos da ordem de 650 milhões de reais para o município. Mais de 60% de tudo que é investido em Caruaru é proveniente do Governo Federal e que mesmo em meio à atual crise política e econômica que vivenciamos tais recursos não deixaram de ser alocados para nosso município. O PT de Caruaru apoiou política e eleitoralmente as duas últimas eleições e gestões do atual prefeito, porém, desde as eleições presidenciais não temos recebido o mesmo tratamento e apoio político, pois estivemos em palanques antagônicos nas eleições presidenciais, tanto no primeiro quanto no segundo turno”, diz na justificatva.

Os filiados e as filiadas que optem por seu desligamento da Gestão Municipal, deverão apresentar ao DM-Caruaru comprovação do pedido de exoneração. Excetuam-se da decisão  servidores/servidoras de carreira/concursados, exceto se sua situação violar o Estatuto Partidário.

A decisão do Diretório Municipal foi de sair da base de apoio do Governo Municipal, passando a adotar a posição de independente.

Presidente Lula lamenta falecimento de Silvio Santos

Neste sábado (17), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva expressou suas condolências pelo falecimento do empresário e comunicador Silvio Santos, uma das maiores figuras da história da televisão brasileira. Em nota oficial, Lula destacou a trajetória singular de Silvio Santos, cujo nome de batismo era Senor Abravanel, e o impacto duradouro que ele teve […]

Neste sábado (17), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva expressou suas condolências pelo falecimento do empresário e comunicador Silvio Santos, uma das maiores figuras da história da televisão brasileira.

Em nota oficial, Lula destacou a trajetória singular de Silvio Santos, cujo nome de batismo era Senor Abravanel, e o impacto duradouro que ele teve no cenário midiático e cultural do país.

Silvio Santos, nascido no Rio de Janeiro e filho de imigrantes, começou sua carreira como vendedor ambulante antes de se tornar um dos mais influentes empresários do Brasil. Fundador de uma das maiores redes de televisão do país, o SBT, e de diversas outras empresas nos setores financeiro, industrial e comercial, ele será sempre lembrado por sua presença marcante nas tardes de domingo, quando conquistava milhões de telespectadores com seu carisma e talento inigualável.

Lula ressaltou que Silvio Santos não só construiu um império na comunicação, mas também lançou e apoiou muitos talentos na TV brasileira, incluindo humoristas e jornalistas. “Era uma das pessoas mais conhecidas e queridas do nosso país,” afirmou o presidente, relembrando os encontros e conversas que tiveram ao longo dos anos, sempre pautados pelo respeito e carinho mútuos.

O presidente concluiu a nota expressando sua solidariedade à esposa de Silvio, suas seis filhas, familiares, amigos, colaboradores de suas empresas e fãs espalhados por todo o Brasil. “A sua partida deixa um vazio na televisão dos brasileiros e marca o fim de uma era na comunicação do país,” lamentou Lula. Leia abaixo a íntegra da nota:

Nota de pesar

Silvio Santos foi a maior personalidade da história da televisão brasileira, e um dos grandes comunicadores do país. Carioca, filho de imigrantes, Senor Abravanel, seu nome de batismo, foi um empreendedor que iniciou sua vida como vendedor ambulante e construiu uma grande rede de TV e empresas dos mais diversos setores: financeiro, industrial e de comércio. Mas será sempre lembrado como Silvio Santos, o rosto e a voz dos domingos de milhões de brasileiros, querido pelas suas “colegas de trabalho”, como carinhosamente chamava as telespectadoras.

Com seu talento e carisma lançou e deu apoio a muitos talentos da nossa TV, do humor e do jornalismo. Era uma das pessoas mais conhecidas e queridas do nosso país.

Ao longo dos anos, nos encontramos em programas de TV, reuniões e conversas, sempre com respeito e carinho.

A sua partida deixa um vazio na televisão dos brasileiros e marca o fim de uma era na comunicação do país.

Meus sentimentos e solidariedade para sua esposa, suas seis filhas, todos os familiares, amigos, trabalhadores de suas empresas e fãs pelo Brasil.

Luiz Inácio Lula da Silva – Presidente da República