Notícias

Adolescente de 12 anos morre em acidente na PE-320

Por André Luis

Afogadense envolvido no acidente tranquiliza familiares e amigos

Por André Luis

Uma Colisão entre um Corsa Classic e uma Fiat Toro na tarde deste domingo (22), acabou com um garoto de 12 morto. O acidente aconteceu na PE-320, entre o Ambó e São José do Egito. Ricardo Fernandes, 12 anos, morava em Tabira, era filho de Tita Bar e sobrinho do vereador Dicinha do Calçamento.

Segundo informações, o carro em que Ricardo estava, o Classic, capotou na curva do Ambó e se chocou com a Fiat Toro, guiada pelo bancário, Douglas Ferreira, também conhecido por Douglas de Neurandir, natural de Afogados da Ingazeira.

Vídeos que circulam na internet,  mostram populares tentando tirar o garoto Ricardo das ferragens do Classic. Os Bombeiros foram chamados e socorreram as vítimas, mas tudo indica que Ricardo já foi retirado sem vida do veículo.

Ainda segundo informações, mais duas pessoas que estavam no Classic estão em estado grave.

Boatos deram conta de que o adolescente morto no acidente seria o filho de Douglas do Bradesco, como também é conhecido. O bancário gravou um vídeo tranquilizando familiares e amigos. Assista:

 

Outras Notícias

Emídio volta a falar em vitória politica após pleito. “Disseram que eu não teria mil votos

Segundo colocado nas eleições em Afogados da Ingazeira com pouco mais de 14% dos votos, o candidato Emídio Vasconcelos disse estar satisfeito com a votação que obteve, considerando a conjuntura em torno de sua candidatura. “Alguns disseram que não teria mil votos”. O candidato afirmou que a votação lhe credencia a manter um debate programático […]

thumbnail_img-20161004-wa0036

Segundo colocado nas eleições em Afogados da Ingazeira com pouco mais de 14% dos votos, o candidato Emídio Vasconcelos disse estar satisfeito com a votação que obteve, considerando a conjuntura em torno de sua candidatura. “Alguns disseram que não teria mil votos”. O candidato afirmou que a votação lhe credencia a manter um debate programático e acompanhamento à gestão do prefeito reeleito, José Patriota.

Emídio voltou a dizer que o modelo de sua campanha buscou respeitar a legislação eleitoral no limite de gastos, o que acredita, fez bem para o processo politico de Afogados da Ingazeira. “Se considerar que essa votação que obtive foi sem comprar um voto, sem uso da máquina, sem carro de som, saio extremamente satisfeito, afirmou.

Ele voltou a criticar o prefeito José Patriota pelas mesmas questões que nortearam sua campanha, citando excesso de terceirização, transporte escolar inadequado, classes multi-seriadas e a posição política de Patriota, a quem voltou de classificar de aliado do que chamou “golpe” contra a ex-presidenta Dilma Roussef.

Ele pegou o mote da votação na Câmara de vereadores em torno do aumento do teto de subsídios para 2017 e também criticou a casa. “Por essas e outras coisas que temos que manter nossos questionamentos”.

thumbnail_img_20161004_104813O petista disse ter ficado positivamente impressionado com a votação em Queimada Grande e Carapuça. Perguntado sobre o fato de ter pedido para Patriota na Pintada, Emídio afirmou que há ligações de pessoas de sua família com ele e com o prefeito e não colocaria a eleição acima da sua família.

Ele explicou novamente que as esposas de Patriota e Sandrinho são intimamente ligados a seus pais pelos extremos laços familiares e que tinha o maior carinho por eles. Afirmou que Patriota havia sido deselegante ao criticá-lo tendo esse tema de pano de fundo ontem.

Sobre futuro, Emídio disse que a votação que o obteve lhe dá a responsabilidade de manter uma oposição permanente do município. O candidato reconheceu que o desconhecimento em torno do seu nome foi um dos maiores obstáculos. “Alguns pensavam que era meu pai, Braz (Emigdio)”. Também que o PT ficou menor nessa eleição e que precisa se reinventar. Em determinado momento chegou a parabenizar Patriota pela expressiva vitória, esperando dele uma reflexão sobre as propostas e o que pode  melhorar na sua gestão.

“Sei latir e sei morder também”, diz Vicentinho sobre disputa da vice na Frente Popular

Em uma entrevista franca ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú nesta quarta-feira (10), o vereador Vicentinho Zuza abordou diversos pontos polêmicos do cenário político local, analisando o anúncio do pré-candidato Danilo Simões para a Prefeitura em 2024 e discutindo questões internas da Frente Popular. Danilo Simões e a Frente Popular Vicentinho abordou […]

Em uma entrevista franca ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú nesta quarta-feira (10), o vereador Vicentinho Zuza abordou diversos pontos polêmicos do cenário político local, analisando o anúncio do pré-candidato Danilo Simões para a Prefeitura em 2024 e discutindo questões internas da Frente Popular.

Danilo Simões e a Frente Popular

Vicentinho abordou o anúncio da confirmação de Danilo Simões como pré-candidato pela oposição, expressando um misto de tristeza e reconhecimento: “Um pouco triste por não poder ajudá-lo, pois já havíamos nos comprometido com o grupo político, e ao mesmo tempo reconhecendo que Danilo é um nome à altura do município.” O vereador acredita que o início tardio do trabalho de Danilo pode impactar suas chances, mas vê a Frente Popular unida e fortalecida.

Sobre a disputa, Vicentinho expressou sua crença de que Danilo terá mais votos que o candidato anterior, Zé Negão, mas apontou possíveis fraquezas no grupo ao redor de Danilo, destacando que debates e discussões de qualidade ocorrerão, mas acredita na força da Frente Popular.

Possíveis rachas na escolha da vice e a permanência de Totonho no grupo

Quanto aos rumores sobre divisões na escolha da vice, Vicentinho considera isso parte do processo democrático. Ele enfatiza que, embora Totonho Valadares tenha expressado sua preferência, há manutenção de Daniel Valadares, não vê isso como um racha, mas sim como parte do jogo político. Ele descartou a possibilidade de Totonho sair do grupo por conta dessa questão.

Ameaças de saída da Frente Popular e a relevância de Totonho

Quando questionado pelo blogueiro Júnior Finfa sobre a possibilidade de sair da Frente Popular caso não tenha espaço na escolha da vice, Vicentinho destacou que, no momento, vê como improvável essa possibilidade, ressaltando que divergências são normais na política. 

“Acredito que, mesmo se não derem espaço para minha participação, permanecer na Frente Popular é a melhor opção no momento. Não vejo isso como falta de respeito, mas como parte do jogo político. Quem tem tempo, como eu, não tem pressa. Vamos aguardar o desenrolar dos acontecimentos e a reação do grupo diante desse tipo de questionamento.”

Sobre a relevância do ex-prefeito Totonho Valadares, o vereador reconhece que ele continua sendo uma figura importante no processo político. 

“Quem é que não quer o apoio de Valadares? Só se o camarada estiver doido.” Ele destacou a necessidade de dar espaço para novas lideranças, respeitando as contribuições de cada um.

“Muitas vezes, tentam tirar o foco do nome Vicentinho, como nessa polêmica de Totonho dizer que não aceita Daniel fora da vice. Ele diz que não aceita que o deputado [José Patriota] coloque um nome. Quer dizer, não aceita que seja uma pessoa indicada pelo deputado [José Patriota]. É aí que eu digo: não só tem o deputado lá para indicar, não só tem o prefeito para decidir e não só tem Totonho para impor, tá entendendo? Às vezes, brincam comigo: rapaz, sai do meio que isso aí é briga do cachorro grande. Eu sei latir e sei morder também. Só não mexer comigo. Deixa eu em paz que estou tranquilo.

Sobre as críticas a atuação dos vereadores

Quando questionado sobre a atuação dos vereadores, especialmente em relação às demandas da zona rural, Vicentinho admitiu as dificuldades, cobrou melhorias e mencionou sua busca por soluções. Ele ressaltou que, no momento certo, apresentará suas propostas e iniciativas que beneficiarão a população.

Sobre possíveis mudanças de base e a oposição enfraquecida

O vereador abordou a possibilidade de vereadores migrarem para a oposição com a candidatura de Danilo Simões. Vicentinho destacou as dificuldades de Danilo construir um grupo forte, citando experiências passadas de pessoas que tentaram sair da Frente Popular, mas que foram desencorajadas por falta de estrutura na oposição.

Vicentinho Zuza deixou claro seu posicionamento em relação ao cenário político de Afogados da Ingazeira, indicando que a corrida eleitoral de 2024 promete ser acirrada e cheia de nuances.

Taquaritinga do Norte foi a única cidade em Pernambuco que Aécio ganhou

No último domingo, a cidade de Taquaritinga do Norte se destacou por ser a única cidade de Pernambuco onde Aécio Neves (PSDB) conseguiu vencer Dilma Rousseff (PT). Isso foi possível porque duas das principais forças políticas municipais, mesmo em lados opostos, reforçaram o comitê do tucano. Dessa forma, Aécio ficou com 51,52% dos votos dos […]

DSCF3844

No último domingo, a cidade de Taquaritinga do Norte se destacou por ser a única cidade de Pernambuco onde Aécio Neves (PSDB) conseguiu vencer Dilma Rousseff (PT). Isso foi possível porque duas das principais forças políticas municipais, mesmo em lados opostos, reforçaram o comitê do tucano. Dessa forma, Aécio ficou com 51,52% dos votos dos 17.525 eleitores locais contra 48,48% da petista.

Aécio recebeu o apoio do prefeito José Evilásio (PSB) e do seu principal opositor, o ex-prefeito e hoje vereador Jânio Arruda (PSD). Os dois votaram em Marina Silva (PSB) no primeiro turno e depois convergiram para o PSDB como consequência natural da aliança nacional e estadual entre socialistas e tucanos. Agora, disputam para ver quem mais contribuiu com o sucesso da campanha de Aécio.

Evilásio garante que Aécio só venceu Dilma em Taquaritinga porque teve o seu apoio. “Se eu tivesse dito que era para votar em Dilma, ela teria sido vencedora. Aécio perdeu contra a gente no primeiro turno. Depois que foi representado por nós, passou para mais de sete mil votos”, disse.

O prefeito afirma que seu grupo político trabalhou forte por Aécio. “O que a gente fez no primeiro turno por Marina fez depois por Aécio. O governador Paulo Câmara (PSB) me ligou para dizer que fiz o dever de casa. O outro (Jânio Arruda) quer pegar carona agora. Quando o menino é bonito, todo mundo quer ser o pai. ”, falou.

Líder da oposição ao prefeito, Jânio Arruda tem uma versão diferente sobre a eleição em Taquaritinga. “Sempre votamos no PSDB. Já o grupo do prefeito não tem essa vinculação. Eles votaram no partido pela primeira vez e praticamente não fizeram campanha”, rebate.

Os moradores também evitaram falar de política. Uma das poucas que se dispôs foi a vendedora Priscila Santos, 22 anos. “Quase toda a cidade ia votar em Eduardo Campos. Ele morreu e votamos em Marina. Depois, não tinha como votar em Dilma. A maioria das pessoas que conheço votou em Aécio mesmo”, contou.

Instituto Opinião desmente pesquisa em Pesqueira

O Instituto de Pesquisa Opinião emitiu uma nota desmentindo a pesquisa divulgada pelo Delegado Rossine em Pesqueira. A suposta pesquisa, realizada nos dias 22 e 23 de novembro, apontava uma vitória do Delegado Rossine contra o Cacique Marcos, referido na pesquisa apenas como Marquinhos. O jurídico do Republicanos entrou em contato com o responsável pelo […]

O Instituto de Pesquisa Opinião emitiu uma nota desmentindo a pesquisa divulgada pelo Delegado Rossine em Pesqueira.

A suposta pesquisa, realizada nos dias 22 e 23 de novembro, apontava uma vitória do Delegado Rossine contra o Cacique Marcos, referido na pesquisa apenas como Marquinhos.

O jurídico do Republicanos entrou em contato com o responsável pelo instituto, que emitiu uma nota negando a veracidade do fato.

Agora, a população de Pesqueira questiona qual seria o intuito de um pré-candidato divulgar uma pesquisa falsa tão distante do pleito eleitoral. Segundo o radialista Dinho Santos, da cidade de Lajedo, onde Rossine foi prefeito, essa prática é comum e faz parte da estratégia e do comportamento do delegado.

Em um vídeo nas redes sociais, o pré-candidato já anunciava a vitória de seu grupo e a derrota do grupo do Cacique, atitude que configura crime eleitoral.

STJ manteve ‘posição punitivista’ e perdeu chance de ‘evoluir’, diz advogado de Lula

O advogado Sepúlveda Pertence, que compõe a defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou nesta terça-feira (6) que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) adotou posição “punitivista” e perdeu a chance de “evoluir” ao negar a concessão de habeas corpus preventivo para evitar a prisão do petista. A declaração foi dada minutos após o […]

G1

O advogado Sepúlveda Pertence, que compõe a defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou nesta terça-feira (6) que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) adotou posição “punitivista” e perdeu a chance de “evoluir” ao negar a concessão de habeas corpus preventivo para evitar a prisão do petista.

A declaração foi dada minutos após o STJ negar o pedido da defesa de Lula para evitar que o petista seja preso depois de esgotados os recursos no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), que em janeiro condenou Lula a 12 anos e 1 mês de prisão.

“Foi um resultado unânime no qual o tribunal preferiu manter-se na posição punitivista em grande voga no país e perdeu a oportunidade de evoluir e voltar a dar à garantia constitucional da presunção de inocência o seu devido valor”, afirmou após o término do julgamento.

Questionado por jornalistas sobre os próximos passos a serem seguidos, o advogado afirmou que ainda vai discutir com a equipe de defesa para definir a estratégia do ex-presidente.

Pertence disse esperar que a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, coloque em pauta “o mais rápido possível” o julgamento sobre a possibilidade de prisão de condenados após a decisão de segunda instância. A mesma posição foi defendida pelo PT, partido de Lula, que divulgou nota logo após o julgamento.

“A situação hoje no Supremo não pode permanecer com essa divisão em que a concessão ou não de habeas corpus depende do sorteio do relator”, disse, enfatizando que o STF precisa julgar a questão para acabar com essa “dramática divisão”.

A afirmação do advogado se refere ao julgamento feito pelo STF em outubro de 2016, no qual o plenário decidiu, em votação apertada de seis votos a cinco, manter a possibilidade de prisão após uma condenação por colegiado de segunda instância.

“Espero que o Supremo Tribunal venha a alterar os seus precedentes mais recentes”, afirmou Pertence.