O Brasil perdeu nos pênaltis para a Croácia por 4 a 2 após o empate em 1 a 1 e está fora da Copa do Mundo no Catar.
A Seleção abriu o placar com Neymar, no fim do primeiro tempo da prorrogação, mas Petkovic igualou na etapa final, levando para a disputa por penalidades.
Rodrygo e Marquinhos erraram suas batidas, enquanto os croatas acertaram todas e assim avançaram à semifinal.
Com isso, segue o tabu: desde o penta, em 2002, a seleção brasileira sempre caiu nas quartas quando enfrentou europeus. Foi assim em 2006 (França), 2010 (Holanda), 2018 (Bélgica) e agora 2022. Fim do sonho do hexa.
Membro da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, o deputado federal Tadeu Alencar (PSB) afirma que o Diretório Nacional do partido agiu com coerência ao fechar questão ontem pela aceitação da segunda denúncia contra o Presidente Michel Temer (PMDB). Para justificar sua posição, Tadeu observa que as novas denúncias que chegaram à […]
Membro da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, o deputado federal Tadeu Alencar (PSB) afirma que o Diretório Nacional do partido agiu com coerência ao fechar questão ontem pela aceitação da segunda denúncia contra o Presidente Michel Temer (PMDB).
Para justificar sua posição, Tadeu observa que as novas denúncias que chegaram à Câmara são tão graves quanto a primeira, impedida de ser esclarecida por decisão do plenário da Casa em não aceitar a abertura da investigação, no último mês de agosto. “É importante que a Câmara dos Deputados trate com rigor as suspeitas que pesam sobre o Presidente da República e dê ao povo brasileiro uma demonstração de compromisso com a verdade. É esse o sentimento do PSB”, afirmou Tadeu.
O parlamentar lembra que o diretório nacional do PSB, além de reivindicar o esclarecimento das denúncias contra o Presidente, também tem fechado questão contra medidas do Governo Federal que vão de encontro aos princípios programáticos do partido, a exemplo das propostas de reforma trabalhista e da previdência.
“Honrando a sua história, o PSB tem se colocado contra medidas que tiram direitos duramente conquistados pela população brasileira”, afirmou o parlamentar, que é vice-presidente estadual do PSB.
Como mais uma prova da lisura na parceria entre o Múltipla e o blog, às 18 horas, o blog divulga o relatório na íntegra da pesquisa, inclusive com dados que não chegaram a ser publicados semana passada. O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) decidiu nesta quarta-feira (3) liberar a divulgação da pesquisa eleitoral registrada […]
Como mais uma prova da lisura na parceria entre o Múltipla e o blog, às 18 horas, o blog divulga o relatório na íntegra da pesquisa, inclusive com dados que não chegaram a ser publicados semana passada.
O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) decidiu nesta quarta-feira (3) liberar a divulgação da pesquisa eleitoral registrada sob o número PE-07611/2026, realizada pelo Instituto Múltipla Pesquisas.
A decisão foi assinada pelo desembargador eleitoral Luiz Gustavo Mendonça de Araújo, relator do processo.
Ao analisar o pedido de reconsideração formulado pelo Instituto Múltipla, o magistrado concluiu que os documentos apresentados pela empresa demonstraram sua capacidade econômica para financiar a pesquisa, bem como sua espertize técnica e a parceria séria e histórica com o blog.
A pesquisa teve o número de identificação PE – 07611/2026 e BR – 00432/2026. Contratada pelo blog, foi a campo entre 16 a 20 de maio, com 1.070 entrevistas. A margem de erro de 3% para mais ou para menos.
Na pesquisa estimulada, em que são oferecidas as opções para o entrevistado, Raquel apareceu com 43%, contra 39% do ex-prefeito do Recife e pré-candidato ao governo, João Campos, do PSB.
Ivan Moraes, do PSOL, apareceu com 2%. Não opinaram 1% dos entrevistados. Indecisos foram 8%. Brancos e nulos, 7%.
Considerando a margem de erro, de 3% para mais ou para menos, o quadro foi de empate técnico.
Na simulação de segundo turno, Raquel Lyra apareceu com 44% e João Campos, 41% dos votos.
Relatório dá dimensão do detalhamento de uma pesquisa de opinião com a seriedade do Múltipla.
A pesquisa foi estruturada em quatro grandes eixos temáticos, buscando compreender não apenas a intenção de voto do eleitor pernambucano, mas também seu perfil social, político e sua percepção sobre os governos estadual e federal.
No primeiro eixo, a pesquisa traçou o perfil dos entrevistados, analisando características como sexo, faixa etária, escolaridade, renda domiciliar, classe social, posicionamento ideológico e distribuição geográfica dos participantes em todas as regiões do Estado.
O segundo eixo concentrou-se no ambiente político e eleitoral para 2026. Foram avaliados cenários para a Presidência da República, Governo de Pernambuco e Senado Federal. O levantamento mediu tanto as intenções de voto espontâneas quanto estimuladas, além de simulações de segundo turno.
Também foram analisados aspectos qualitativos do comportamento eleitoral, como o grau de interesse dos eleitores pela disputa estadual, a firmeza ou possibilidade de mudança do voto até a eleição, a percepção sobre quem tem mais chances de vencer o pleito e o potencial eleitoral dos principais nomes colocados na disputa, incluindo índices de aceitação e rejeição.
A pesquisa ainda realizou cruzamentos dos cenários eleitorais com variáveis como região do Estado, gênero, idade, escolaridade, religião, renda, classe social e perfil ideológico, permitindo identificar tendências e diferenças de comportamento entre os diversos segmentos da população.
O estudo também procurou identificar se a população prefere a continuidade da atual administração ou deseja diferentes níveis de mudança para o próximo governo.
A pesquisa vai além da simples medição de intenções de voto, oferecendo um retrato abrangente das percepções políticas, expectativas eleitorais e avaliações administrativas da população pernambucana às vésperas do ciclo eleitoral de 2026.
Agora,veja a comparação e similaridade com a recente pesquisa Datafolha, contratada pela TV Tribuna, divulgada na mesma semana, quando separada em votos válidos:
Em Flores, o PSB homologa hoje o nome de Marconi Santana candidato a prefeito. A chapa oposicionista, formada por uma frente de 6 (seis) partidos: PDT, PSDB, PMDB,PV,PSD e PTC, enfrentará o mandato republicano, da prefeita e candidata a reeleição, Soraya Morioka (PR). Encabeçando a chapa oposicionista, Santana puxou do distrito de Fátima, Cícero de Moisés, […]
Em Flores, o PSB homologa hoje o nome de Marconi Santana candidato a prefeito.
A chapa oposicionista, formada por uma frente de 6 (seis) partidos: PDT, PSDB, PMDB,PV,PSD e PTC, enfrentará o mandato republicano, da prefeita e candidata a reeleição, Soraya Morioka (PR).
Encabeçando a chapa oposicionista, Santana puxou do distrito de Fátima, Cícero de Moisés, do mesmo partido, pra vice. Cícero é uma forte liderança no distrito. Sua presença é tida como estratégica para o grupo.
Nesta sexta-feira (3), aconteceu a primeira noite da tradicional Festa de Reis de São José do Egito. Com 158 anos de história, o evento, que ocorre nos primeiros dias da nova gestão municipal, trouxe mudanças, como a implantação de um Polo Cultural. A iniciativa, promovida pela gestão do prefeito Fredson Brito, do vice-prefeito Zé Marcos […]
Nesta sexta-feira (3), aconteceu a primeira noite da tradicional Festa de Reis de São José do Egito. Com 158 anos de história, o evento, que ocorre nos primeiros dias da nova gestão municipal, trouxe mudanças, como a implantação de um Polo Cultural. A iniciativa, promovida pela gestão do prefeito Fredson Brito, do vice-prefeito Zé Marcos e do secretário de cultura Márcio Rocha, descentralizou a programação, que antes se concentrava apenas no pátio de eventos, ampliando os espaços de celebração.
A abertura do Polo Cultural, instalado na rua João Pessoa, próximo ao Centro de Cultura, reuniu famílias, crianças, jovens e adultos em um ambiente animado e seguro. O público compareceu para prestigiar apresentações que valorizam a cultura local e regional.
Entre os destaques da noite, a banda de pífanos de Riacho do Meio encantou os presentes com sua música tradicional, seguida pelo poeta Paulo Passos, que trouxe versos marcantes ao público. A dupla de violeiros Afonso Pequeno e Arnaldo Pessoa emocionou com suas rimas, enquanto o cantor Jota Neto levantou o público. Para fechar a noite com chave de ouro, o renomado Maciel Melo, símbolo da música nordestina, trouxe sua arte e carisma ao palco.
O Polo Cultural mostrou-se uma iniciativa bem-sucedida, proporcionando um espaço acessível e democrático para que todos os moradores pudessem participar da festa.
A cidade segue em festa, e a expectativa é de que os próximos dias continuem celebrando a cultura e a história de São José do Egito.
As eleições de 1989 eram um marco para a política brasileira. Com a economia fortemente abalada e com o povo ainda se recuperando de anos de censura e repreensão, o próximo presidente da república tinha como responsabilidade recuperar o Brasil da crise, tanto econômica, quanto ideológica. A quantidade recorde de candidatos refletia a vontade da […]
As eleições de 1989 eram um marco para a política brasileira. Com a economia fortemente abalada e com o povo ainda se recuperando de anos de censura e repreensão, o próximo presidente da república tinha como responsabilidade recuperar o Brasil da crise, tanto econômica, quanto ideológica.
A quantidade recorde de candidatos refletia a vontade da classe política de voltar ao poder, ao todo 22 se candidataram na disputa pela presidência, número que perdura até hoje como o maior.
No primeiro turno das eleições destacaram-se Fernando Collor de Mello (PRN), Leonel Brizola (PDT), Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Mário Covas (PSDB) e Paulo Salim Maluf (PDS), com o segundo turno tendo a disputa entre Collor e Lula. Tanto a direita, quanto a esquerda tinham um representante com grandes chances de vitória, o que resultou em uma eleição extremamente disputada.
Cada um dos candidatos construiu sua imagem na mídia, através de entrevistas e debates transmitidos pelas grandes redes de televisão. Lula ainda se atrelava aos seus ideais sindicalistas que pararam o bairro do ABC paulista na década de 70, trazendo para si uma imagem de “líder socialista”, apesar do mesmo afirmar que essa não era a sua intenção. Porém Lula tinha o apoio de candidatos como Leonel Brizola (PDT) e Mário Covas (PSDB), o que lhe trouxe uma grande força para a disputa do segundo turno.
Collor, por outro lado, era um candidato que se baseava muito mais na imagem para atrair os votos. Apelidado como Caçador de Marajás, por suas políticas de moralização do serviço público, usava de frases de efeito e boa estampa nas televisões para conquistar o eleitorado. “Com boa aparência, um discurso carismático e o apoio financeiro do empresariado brasileiro, Collor se transformou na grande aposta da direita” (SOUSA, 2017, p.1). Na reta final das eleições, os debates passaram a ter um peso massivo para os ambos. Os brasileiros consideraram Collor superior nos últimos debates, e esse fator foi decisivo para ser empossado como presidente do Brasil.
Muitos afirmam que a vitória de Collor se deu pela manipulação e edição da Rede Globo no debate. As suspeitas poderiam ser confirmadas com a vitória de Collor nas urnas.
Dados mais concretos também podem ser observados: “Um relatório da DENTEL (Departamento Nacional de Telecomunicações), divulgado em 08/12/89, aponta o favoritismo da Rede Globo para Fernando Collor de Mello: ele teria 78,55% mais tempo de divulgação no noticiário político, se comparado ao do seu concorrente Lula, no período de 27/11 a 06/12/89.” (AVELAR, 1992, p. 9).
Em 2011, em entrevista ao Globo News, Boni, então diretor da emissora, afirmou: “Todo aquele debate foi produzido. Não o conteúdo, o conteúdo era do Collor mesmo, mas a parte formal nós é que fizemos”. Boni sugeriu e Collor não aceitou simular gotas de suor no candidato.
Até mesmo o ex-presidente Fernando Collor admitiu ter tido uma vantagem sobre Lula. Provando então a teoria que a televisão teria poder suficiente para moldar uma nova realidade, e influenciar o povo que pela falta de acesso a outros meios, se informam apenas pela mídia televisiva.
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