Abertura oficial reuniu toda a tradição do carnaval de Afogados
Por André Luis
A abertura oficial do carnaval de Afogados da Ingazeira aconteceu na noite desta sexta-feira (17), com um grande cortejo cultural percorrendo a Avenida Rio Branco em direção ao Polo do Frevo, na praça de alimentação.
Abrindo o cortejo, o homenageado do Carnaval, Marconi Édson, e o seu inconfundível carro de som. Logo atrás, passistas de frevo, passistas-mirins, pernas-de-pau, majestades do carnaval, vencedores do concurso de fantasias do baile municipal, o tradicional Boi de Hermes, ao lado da “burrinha”, centenas de tabaqueiros, e os integrantes dos blocos “bando de loucos”, “gava”, adega folia e bloco da educação; além de bonecos gigantes, caboclos de maracatus e a orquestra show de frevo dando o tom da animação.
O Prefeito Alessandro Palmeira puxou o “cordão”, ao lado do deputado estadual José Patriota, vice-prefeito Daniel Valadares, do secretário de cultura, Augusto Martins, dos vereadores César Tenório, Gal Mariano e Raimundo Lima.
Neste sábado, à tarde, a Prefeitura irá transmitir ao vivo, no perfil institucional do YouTube, o desfile e concurso das virgens, e a apresentação da orquestra show de frevo, no Polo do Frevo, na praça de alimentação, a partir das 21h. Veja fotos da abertura do carnaval de Afogados abaixo:
Blog do Valdo Cruz O presidente Jair Bolsonaro buscou menosprezar os resultados da pesquisa Datafolha divulgada hoje, que mostrou queda em sua aprovação pelos eleitores. A equipe próxima ao presidente, no entanto, entende que o resultado deveria soar um sinal de alerta dentro do Palácio do Planalto, porque Bolsonaro passou a perder apoio entre grupos […]
O presidente Jair Bolsonaro buscou menosprezar os resultados da pesquisa Datafolha divulgada hoje, que mostrou queda em sua aprovação pelos eleitores. A equipe próxima ao presidente, no entanto, entende que o resultado deveria soar um sinal de alerta dentro do Palácio do Planalto, porque Bolsonaro passou a perder apoio entre grupos que foram responsáveis por sua eleição.
Até agora, o discurso dentro do governo era o de que o presidente, com seu estilo de governar, garantia o apoio de pelo menos um terço da população, com um terço contra e outro um terço esperando para ver e se posicionar.
O levantamento do Datafolha mostrou que a situação mudou. Bolsonaro teve uma piora em sua avaliação em todos os segmentos. Sua reprovação passou de 33% para 38%. A aprovação caiu de 33% para 29%. E a turma do regular ficou estável, de 31% para 30%.
A piora na avaliação presidencial é resultado da radicalização de seu discurso entre a última pesquisa Datafolha e a divulgada nesta segunda.
No período de dois meses que separam os dois levantamentos, Bolsonaro aprovou a reforma da Previdência na Câmara, mas logo depois subiu o tom do discurso radical. Disse que era uma mentira que existisse fome no Brasil, atacou o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz, interferiu nos órgãos de combate à corrupção e atacou também os governadores do Nordeste.
Nessa região, por sinal, onde nunca teve boa avaliação, a situação piorou ainda mais, com sua reprovação subindo de 41% para 52%. E teve mais. No período ele subiu o tom na questão ambiental, acusando ONGs de serem responsáveis pelas queimadas na Amazônia, criando uma crise internacional.
Por sinal, a pesquisa mostra que 51% desaprovam como Bolsonaro cuidou do tema das queimadas. E 75% consideram legítimo interesse internacional na região. Uma derrota para o presidente Bolsonaro.
Se sua avaliação piorou entre os grupos que lhe apoiavam com maior intensidade, como homens, ricos, mais escolarizados e moradores do Sul, piorou ainda mais naqueles que já o reprovavam, como mulheres, desempregados e nordestinos. Sua pior avaliação está entre os mais pobres.
A piora na avaliação presidencial, indicando que hoje ele perderia uma eleição, reforça a posição do grupo dentro do Congresso que prega uma distância controlada do Planalto e pode afetar planos de Bolsonaro de aprovar temas de seu interesse no Legislativo, como a indicação de seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) para embaixada nos Estados Unidos.
A pesquisa é mais um recado de que o presidente pode muito, mas não pode tudo e não tem liberdade geral para fazer o que quiser.
A proposta de acordo do presidente Jair Bolsonaro com os governos estaduais para tentar reduzir a carga tributária sobre os combustíveis repercutiu entre os senadores. Nesta terça-feira (7), já há uma reunião de líderes prevista para tratar do assunto. O governo pretende zerar o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre diesel e gás […]
A proposta de acordo do presidente Jair Bolsonaro com os governos estaduais para tentar reduzir a carga tributária sobre os combustíveis repercutiu entre os senadores. Nesta terça-feira (7), já há uma reunião de líderes prevista para tratar do assunto.
O governo pretende zerar o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre diesel e gás de cozinha; reduzir o ICMS e zerar tributos federais sobre gasolina e etanol e compensar, ao menos em parte, os estados pela perda de arrecadação.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, lembrou que, como Casa da Federação, o Senado terá papel decisivo na discussão das propostas. Por meio das redes sociais, logo após o governo anunciar suas intenções, ele afirmou que está disposto ao diálogo e que o Senado “está comprometido com a redução dos preços”. Também defendeu a busca de um consenso para que tal objetivo seja alcançado.
Os governistas Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Vanderlan Cardoso (PSD-GO) retuitaram mensagens do presidente da República, Jair Bolsonaro, em defesa de um possível acordo, que, segundo o governo, vai garantir o alívio no bolso da população.
Entre os oposicionistas, no entanto, o clima é de desconfiança. O senador Humberto Costa (PT-PE) lembrou que, quando Jair Bolsonaro assumiu a Presidência da República, a gasolina custava R$ 4 e agora está mais de R$ 8 em algumas cidades.
“O presidente passou mais de três anos sem se incomodar com a alta do combustível. Agora, resolveu fazer um jogo de cena e prometeu baixar os preços, mas só por seis meses, no período eleitoral”, afirmou.
O senador Jean Paul Prates (PT-RN), por sua vez, apresentou números. Segundo ele, se for zerado o ICMS sobre o diesel, o preço na bomba vai cair R$ 1 por litro. Já se forem zerados o PIS, a Cofins e a Cide na gasolina, a redução na bomba deve ser de R$ 0,69 por litro.
Para ele, no entanto, a proposta é insuficiente, o governo “está perdido” e não tem plano estratégico ou estruturante real para o setor.
“Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes são teimosos pois não querem de fato mexer no preço dos combustíveis, mas somente disfarçar com desoneração de cunho eleitoreiro. Reduzir impostos indiretos é positivo mas insuficiente. Solucionar estruturalmente exige trabalho e inteligência”.
Já o senador Fabiano Contarato (PT-ES) mostrou-se preocupado com a perda de arrecadação dos estados. “A reforma da cobrança de ICMS não pode prejudicar os entes federativos. Estou em constante diálogo com o governo capixaba e lideranças do Espírito Santo para evitarmos retrocessos. É pauta de interesse público que não pode admitir distorções de arrecadação”, avaliou no Twitter. As informações são da Agência Senado
A Câmara aprovou na noite desta terça-feira, 16, a diminuição do o número de assinaturas necessárias para apresentação de projetos de iniciativa popular e que exige a impressão dos votos registrados em urnas eletrônicas, diminuindo as chances de fraude. Já a cota para eleição de mulheres foi rejeitada pelos deputados. Todas essas propostas aprovadas foram […]
A Câmara aprovou na noite desta terça-feira, 16, a diminuição do o número de assinaturas necessárias para apresentação de projetos de iniciativa popular e que exige a impressão dos votos registrados em urnas eletrônicas, diminuindo as chances de fraude. Já a cota para eleição de mulheres foi rejeitada pelos deputados.
Todas essas propostas aprovadas foram apresentadas em um único texto, de autoria do líder do PMDB, Leonardo Picciani (RJ), para agilizar a votação e permitir que a revisão da política de desoneração da folha de pagamento seja apreciada nesta quarta-feira (17).
Aprovada com 433 votos a favor, sete contra e duas abstenções, a redação determina que o político que se desligar do partido pelo qual foi eleito perderá o mandato, exceto em casos de “grave discriminação pessoal, mudança substancial ou desvio reiterado do programa praticado pela agremiação”. Também ficam livres da perda de mandato aqueles que deixarem a legenda por causa de criação, fusão ou incorporação do partido. Atualmente, as regras de fidelidade partidária não estão na Constituição.
Outra mudança aprovada foi a impressão do registro de cada votação feita em urna eletrônica. Pelo texto, o voto será impresso automaticamente e depositado em local previamente lacrado, sem contato manual do eleitor.
O texto também permite que projetos de iniciativa popular poderão ser apreciados pela Câmara se subscritos por um mínimo de 500 mil eleitores, distribuídos em ao menos cinco Estados com adesão mínima de 0,1% dos eleitores em cada Unidade da Federação. Hoje, são necessárias assinaturas de 1% dos eleitores algo em torno de 1,5 milhão de pessoas. A adesão atual exigida é de 0,3% em cada Estado.
Um terreno cercado e sem nenhuma parede erguida a quatro meses do prazo para a entrega da obra. Esse é o cenário da construção da creche do programa Juntos pela Educação, do Governo de Pernambuco, em Custódia, no Sertão. O local foi alvo de uma fiscalização do deputado Sileno Guedes (PSB) ao lado da ex-vice-prefeita […]
Um terreno cercado e sem nenhuma parede erguida a quatro meses do prazo para a entrega da obra. Esse é o cenário da construção da creche do programa Juntos pela Educação, do Governo de Pernambuco, em Custódia, no Sertão.
O local foi alvo de uma fiscalização do deputado Sileno Guedes (PSB) ao lado da ex-vice-prefeita Luciara de Nemias (PSB) e do vereador Renato Guerra (PSB). O grupo assumiu o compromisso de intensificar as cobranças pelo andamento da obra.
“Isso aqui é a placa de construção de uma creche cujo prazo de entrega é dia 10 de fevereiro de 2026. Mas é mais uma unidade que, como tantas outras, está desse jeito: local cercado, a propaganda na frente, mas o terreno não foi sequer limpo. A obra sequer existe. Essa é a creche que o governo diz que vai entregar daqui a quatro meses”, criticou o deputado.
Sileno lembrou ainda que o cenário foi encontrado em um município governado por um aliado da governadora Raquel Lyra (PSD), o que contraria a tentativa do Palácio do Campo das Princesas de atrelar atrasos na construção de dezenas de creches em todo o estado à suposta imposição de dificuldades por prefeitos de partidos de oposição à gestão estadual.
Durante a campanha eleitoral de 2022, a então candidata Raquel Lyra prometeu entregar 60 mil vagas de creche até 2026, mas, quase três anos depois, ainda não inaugurou nenhuma. “Essa é uma realidade que demonstra a falta de capacidade do Governo Raquel Lyra de fazer as entregas com as quais se comprometeu. Em vários municípios que a gente vai, o cenário é o mesmo que a gente está vendo aqui hoje. Seguirei cobrando uma solução junto com o povo de Custódia”, declarou Sileno.
Em maio, informação foi de que projeto andaria a passos largos. Mas veio a crise e… O recente episódio da arremetida do avião que traria o Ministro da Cultura Juca Ferreira ao Encontro de Culturas Populares de Serra Talhada foi o mais comentado nas redes sociais e grupos de WhattsApp da Capital do Xaxado. Não […]
Em maio, informação foi de que projeto andaria a passos largos. Mas veio a crise e…
O recente episódio da arremetida do avião que traria o Ministro da Cultura Juca Ferreira ao Encontro de Culturas Populares de Serra Talhada foi o mais comentado nas redes sociais e grupos de WhattsApp da Capital do Xaxado. Não faltou quem defendesse a atitude do comandante e criticasse as condições do Aeroporto de Serra Talhada ou criticasse e buscasse explicações na má vontade do Ministro em fincar seus pés no Sertão.
Paixões políticas de lado, o fato é que em maio, o blog noticiou que o Líder do PT no Senado, o senador Humberto Costa teve audiência com o ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil (SAC) da Presidência da República, Eliseu Padilha, para pedir a aceleração das obras de implantação do aeroporto do município de Serra Talhada, acompanhado do prefeito Luciano Duque (PT).
À época, os estudos de viabilidade técnica e econômica que antecedem o início das obras já haviam sido concluídos. “O ministro nos assegurou que essa etapa, iniciada um ano atrás, já foi cumprida. E o mais importante: todos os estudos concluem positivamente pela viabilidade da construção do aeroporto. É o início de um grande projeto que vai mudar a realidade de Serra Talhada e ajudar a impulsionar o desenvolvimento do Sertão”, explicou na época Humberto.
Em maio, encontro de Humberto Costa com o ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Eliseu Padilha e o prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque
A construção do aeroporto no município se insere no programa de aviação regional, que prometeu construir ou reformar 270 aeroportos nos interiores do Brasil. Foram R$ 7,4 bilhões anunciados para obras, do Fundo Nacional da Aviação Civil (FNAC), formado por receitas da aviação e destinado exclusivamente ao setor.
Nenhuma das etapas seguintes andou depois do primeiro passo. O processo passaria por um detalhamento do estudo de viabilidade técnica, fase do licenciamento ambiental e elaboração do anteprojeto. Daí, abriria-se a licitação e, na sequência, realizadas as obras.
O fato é que fatores como as crises econômica e politica, bem como o anunciado contingenciamento de recursos estão impactando no andamento do projeto, tido como determinante para fazer de Serra Talhada pólo para ingresso de vôos comerciais, também em estudo pelo empresariado local. Em meio a isso, debates paralelos como o fim de um lixão no entorno da área também são deflagrados. Enquanto não houver rapidez e decisão política de acelerar as etapas – algo mais distante por contas do noticiário em Brasília – poderão haver mais arremetidas a vista.
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