Abertas inscrições para Oficina de Crítica Cinematográfica
Por Nill Júnior
Estão abertas as inscrições para a Oficina de Crítica Cinematográfica que acontecerá entre os dias 14 e 16 de maio, abrindo a programação da 2ª Mostra Pajeú de Cinema. Em encontros teóricos e práticos, a oficina tem como objetivo a introdução ao pensamento crítico e às possibilidades de olhar, refletir o cinema e se relacionar com filmes.
Para efetuar a pré-inscrição é preciso enviar um texto de até 2500 caracteres sobre um filme de sua escolha (curta ou longa, ficção ou documentário). Os interessados poderão se inscrever entre os dias 2 e 10 de maio, através do formulário disponível no site no site – http://goo.gl/DkYNJO
Serão disponibilizado apenas 7 (sete) vagas para oficina e a seleção será realizada pela equipe de produção da Mostra com base nas informações contidas na ficha de inscrições. Além de participar da oficina, os selecionados produzirão textos e formarão um júri especial para eleger o melhor filme da 2ª MPC.
A oficina será ministrada por André Dib, pesquisador, crítico de cinema e jornalista formado pela Universidade Federal de Pernambuco. Sua experiência inclui a cobertura de festivais brasileiros e estrangeiros.
Tem textos publicados em diversos jornais, revistas e sites. Realiza curadorias para mostras, consultorias para festivais de cinema e é membro da diretoria da Associação Brasileira dos Críticos de Cinema (Abraccine) e do Congresso Brasileiro de Cinema (CBC).
A Secretaria da Controladoria-Geral do Estado (SCGE) instaurou nesta quarta-feira (25), no âmbito da Secretaria Estadual de Saúde (SES), auditoria para avaliar os controles internos relacionados aos contratos de gestão com as Organizações Sociais (OS’s) que atuam na área da saúde, especificamente a contratação alvo da Operação Clã, da Polícia Federal, deflagrada ontem. O contrato […]
A Secretaria da Controladoria-Geral do Estado (SCGE) instaurou nesta quarta-feira (25), no âmbito da Secretaria Estadual de Saúde (SES), auditoria para avaliar os controles internos relacionados aos contratos de gestão com as Organizações Sociais (OS’s) que atuam na área da saúde, especificamente a contratação alvo da Operação Clã, da Polícia Federal, deflagrada ontem.
O contrato que motivou a instauração da auditoria foi pactuado no governo passado entre a Fundação Gestão Hospitalar Martiniano Fernandes (FGH) e a Secretaria Estadual de Saúde.
Seguindo determinação da governadora Raquel Lyra, a secretária da Controladoria-Geral do Estado, Érika Lacet, já apresentou desde ontem à secretária de Saúde, Zilda Cavalcanti, o nome de três servidores que vão desenvolver o trabalho a partir dessa quarta-feira, também solicitando à SES a disponibilização de pessoal para apoiar as atividades. O prazo previsto para a conclusão dos trabalhos é de aproximadamente 90 dias.
De acordo com a governadora Raquel Lyra, a decisão de o governo instaurar auditoria para se avaliar o controle interno da gestão estadual a respeito dessas contratações ocorre para que a gestão tenha a clareza de que os recursos investidos estão em acordo com o interesse público e a qualidade dos serviços que a população merece.
Para a secretária da Controladoria-Geral do Estado, Érika Lacet, é fundamental que o controle interno aprofunde os mecanismos de auditoria em torno das contratações da Saúde na gestão anterior.
“Já apresentamos a equipe, que nos trará respostas para acelerar as providências internas. A equipe de auditoria vai verificar a regularidade na execução dos contratos de gestão firmados entre a Fundação e a Secretaria, além de analisar se os contratos firmados com terceiros pela Organização Social estão regulares. ”, explicou.
Desde ontem, não há certeza sobre o impacto da operação para outros contratos de Organizações Sociais no Estado. É certo que cada caso é um caso e não pode haver generalização. Entretanto, já há um start no governo para pente fino nos demais contratos.
O receio é dos prejuízos para a população que está na ponta e precisa dos serviços. No Pajeú, por exemplo, há melhoria na qualidade dos hospitais regionais antigos e recentemente entregues, como o Eduardo Campos. Há preocupação com a possibilidade de suspensão do modelo, afetando também onde há resolutividade.
Por André Luis A redação do programa A Tarde é Sua, da Rádio Pajeú, buscou ouvir dos prefeitos e prefeitas do Sertão do Pajeú, quais são as expectativas e as principais demandas, que serão apresentadas durante a reunião na tarde desta segunda-feira (30), com a governadora Raquel Lyra no Palácio do Campo das Princesas, no […]
A redação do programa A Tarde é Sua, da Rádio Pajeú, buscou ouvir dos prefeitos e prefeitas do Sertão do Pajeú, quais são as expectativas e as principais demandas, que serão apresentadas durante a reunião na tarde desta segunda-feira (30), com a governadora Raquel Lyra no Palácio do Campo das Princesas, no Recife.
A redação tentou contato com todos os dezessete prefeitos e prefeitas, mas não foi possível falar com a grande maioria. Segue abaixo a resposta daqueles que o contato foi possível.
Brejinho – O prefeito Gilson Bento, destacou que espera que a governadora mantenha o convênio que o município já tem o governo anterior. Ele destacou que a principal é com relação a questão hídrica. “Vamos pedir para que possa concluir a Adutora definitiva que com isso vamos poder atender as comunidades de Vila de Fátima, Lagoinha e Placas de Piedade. Temos muita vontade de levar água para essas comunidades e como já vimos que é uma bandeira dela, levar água para toda a população, levaremos essa demanda”, destacou Gilson.
Bento também falou que está indo para ouvir quais as ideias que a governadora tem para a região. E informou que estará apresentando a necessidade de uma Companhia Independente da Polícia Militar na região do Alto Pajeú.
Carnaíba – O prefeito Anchieta Patriota reafirmou que está levando para a reunião como prioridade número um, a questão da conclusão da obra da PE 380, também conhecida como Estrada de Ibitiranga. A estrada liga a PE 320 até a fronteira com a Paraíba.
“São dez quilômetros no território de Afogados da Ingazeira e onze no território de Carnaíba. Essa é a pauta prioritária que vamos levar para a governadora, além de outras questões”, destacou Anchieta.
Anchieta afirmou que estará indicando, também, a construção de duas creches, “uma em Ibitiranga e outra na Itã. Estamos colocando dois terrenos a disposição”.
Outra questão que Anchieta disse que irá apresentar durante a reunião é o financiamento de saúde. Ele destacou que o Hospital Municipal faz um atendimento de média complexidade e que é 90% financiado pela Prefeitura. “O SUS financia menos de 10%”.
Citou um levantamento realizado de que em 2022 foram investidos na unidade hospitalar cerca de R$ 5,6 milhões, que dá uma média de R$ 450 mil a R$500 mil/mês. E que o financiamento do hospital é o grande gargalo na área da saúde no município.
“Então essa é outra preocupação nossa, fazemos, além da Atenção Básica, essa saúde intermediária. A média complexidade e vamos pedir apoio a governadora para este pleito”, afirmou Anchieta.
São José do Egito – O assessor de comunicação de São José do Egito, Erbi Andrade, disse ter apurado junto ao prefeito Evandro Valadares, que a expectativa dele para a reunião com Raquel Lyra é positiva.
Sobre as demandas, disse que Evandro irá solicitar ações nas áreas da saúde e Infraestrutura, e um destaque para área de segurança.
“Uma demanda importante que já vem se arrastando há mais de uma década, que seria a instalação de uma companhia independente da Polícia Militar aqui em São José do Egito”. Ele explicou que a cidade conta com a 3ª Companhia, mas que é ligada ao 23º BPM de Afogados da Ingazeira e que a solicitação é de que seja criada uma independente.
“A expectativa é de que como uma companhia independente, além de aumentar o efetivo da polícia, também aumentaria a questão da segurança e prerrogativas para isso São José tem, faz fronteira com cidades da Paraíba e é também uma cidade polo que engloba outras quatro cidades da região, Santa Terezinha, Brejinho, Itapetim e Tuparetama”, destacou.
Solidão – O prefeito de Solidão, Dajalma Alves, disse esperar uma pauta positiva e que consiga ter algumas demandas do município atendidas pela governadora.
Ele citou o problema do trevo de acesso à cidade, escavado para a obra da Adutora do Pajeú e quem tem levado transtorno e perigo para quem precisa acessar a cidade tanto de Tabira, como de Afogados da Ingazeira.
Djalma informou que está levando quatro demandas para a reunião e que todas são de caráter urgente.
“O trevo de acesso à Solidão. São dois problemas, acostamento que nós não temos e a questão da Adutora do Pajeú, iniciada no governo Paulo Câmara, mas ficou a ser complementada a obra”, relatou Djalma.
Outra pauta citada pelo prefeito de Solidão é com relação a PE 309. “É urgente! Está ficando igual a uma tábua de pirulitos. Tem também o recapeamento desta via. É preciso fazer um tapa-buracos e posteriormente um recapeamento da PE 309”, afirmou.
Ele disse ainda que vai solicitar a governadora que envie alguém do governo para realizar uma visita para projetar o recapeamento da PE 309. “Já tem mais de 20 anos que foi feita”, destacou.
Outra questão que Djalma disse que vai solicitar ao Governo de Pernambuco é o esgotamento sanitário da área urbana.
Tabira – A prefeita Nicinha Melo também disse esperar que a reunião seja produtiva e esclarecedora. Nicinha disse estar levando algumas solicitações para a reunião, entre elas: “a restauração da PE 320, que liga Tabira a Afogados da Ingazeira e da PE 304, que liga Tabira ao estado da Paraíba”, destacou a prefeita.
PE Noticias Quatro estudantes do campus do IFPE em Afogados da Ingazeira foram classificados na primeira fase da Olimpíada Nacional de Ciências (ONC) 2020, que aconteceu nos dias 6 e 7 de agosto. Em razão da pandemia, a aplicação das provas da competição, este ano, aconteceu exclusivamente on-line. A segunda e última fase está marcada […]
Quatro estudantes do campus do IFPE em Afogados da Ingazeira foram classificados na primeira fase da Olimpíada Nacional de Ciências (ONC) 2020, que aconteceu nos dias 6 e 7 de agosto.
Em razão da pandemia, a aplicação das provas da competição, este ano, aconteceu exclusivamente on-line. A segunda e última fase está marcada para o dia 12 de setembro.
Os estudantes, Luís Gustavo Paiva Alves (2º ano), Elidimário Alves de Souza Junior (3º), Isabel Thauana Souza Calado e Renan Santana Costa (ambos do 1º ano) ficaram classificados para a 2ª fase, com notas que variam entre 11 e 13 pontos.
Segundo a ONC, mais de 2 milhões de estudantes se inscreveram para a edição 2020, um número recorde de inscritos.
A Olimpíada Nacional de Ciências integra o Programa Ciência na Escola e é uma realização de cinco Sociedades Científicas: a Sociedade Brasileira de Física (SBF ); Associação Brasileira de Química (ABQ); Instituto Butantan; Sociedade Astronômica Brasileira e a Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).
A ONC resulta de um convite do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) às sociedades e se destina a estudantes do Ensino Médio e do 8ª e 9º ano do Ensino Fundamental.
Da Folha de São Paulo Quase 1 milhão de famílias deixaram de receber a ajuda do programa Bolsa Família no mês de julho graças ao aumento da renda do domicílio, segundo dados do MDS (Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social), responsável pela gestão da política. Com isso, o número de beneficiários da política caiu de […]
Quase 1 milhão de famílias deixaram de receber a ajuda do programa Bolsa Família no mês de julho graças ao aumento da renda do domicílio, segundo dados do MDS (Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social), responsável pela gestão da política.
Com isso, o número de beneficiários da política caiu de 20,5 milhões em junho para 19,6 milhões neste mês. Trata-se da menor quantidade de famílias dentro do programa desde a reformulação implementada pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em março de 2023.
Considerando o período em que ele foi chamado de Auxílio Brasil, no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o número é o menor desde julho de 2022, quando havia 18,1 milhões de famílias contempladas, logo antes do aumento do benefício mínimo de R$ 400 para R$ 600.
A secretária nacional de Renda de Cidadania, Eliane Aquino, ressalta que a redução no número de famílias ocorre por razões positivas. Segundo ela, 536 mil famílias atingiram o prazo máximo de 24 meses sob a regra de proteção, que garante 50% do valor do benefício a famílias que ultrapassam o limite de renda para receber o Bolsa (R$ 218 por pessoa), mas ainda ganham abaixo de meio salário mínimo (R$ 759) por pessoa.
O dado indica que esses domicílios não só elevaram seus rendimentos a partir de outras fontes, mas conseguiram manter o ganho extra com alguma estabilidade, a ponto de não precisarem mais da ajuda do governo para sair da situação de pobreza.
Caso essa situação se reverta no futuro e a renda volte a ficar abaixo dos R$ 218 por pessoa, essas famílias têm retorno garantido ao programa, com prioridade na concessão.
Outras 385 mil famílias passaram a ter rendimentos superiores a meio salário mínimo por pessoa e tiveram o benefício cancelado, pois não preenchem os requisitos para ficar sob a regra de proteção. Ao todo, 921 mil famílias deixaram o programa devido ao aumento da renda domiciliar.
“É isso que a gente quer, mesmo. Que a população, em primeiro lugar, não tenha medo de assinar a carteira. A gente está rodando alguns estados e fazendo diálogos, principalmente com as mulheres do Bolsa. Ainda é muito forte na cabeça das pessoas achar que ‘se eu assinar a carteira eu perco o benefício’. A gente está trabalhando para desmistificar isso”, diz a secretária.
Outras 2,68 milhões de famílias ainda estão sob a regra de proteção e, caso mantenham a suas fontes de renda fora do programa, poderão ser desligadas no futuro.
Segundo ela, a divulgação da regra de proteção é uma “informação que precisa chegar na ponta”, para que os beneficiários tenham mais segurança para assumir postos formais de trabalho.
Nos últimos meses, o governo tem feito parcerias com empresas para tentar incentivar a contratação de beneficiários do Bolsa Família e pessoas registradas no CadÚnico. A avaliação no governo é que a iniciativa tem dado resultado.
Das 11,7 milhões de admissões registradas de janeiro a maio de 2025 no Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), principal indicador do mercado formal, 2,01 milhões foram de beneficiários do Bolsa Família, segundo cruzamento de dados feito pelo MDS. Isso significa uma proporção de 17,1%.
Já os desligamentos de integrantes do programa somaram 1,4 milhão, o equivalente a 13,1% do total de 10,7 milhões de demissões no mesmo período.
Entre o público do Bolsa, o saldo de emprego formal está positivo em 606,4 mil, o que representa 57,7% do saldo geral do Caged (1,05 milhão). Segundo técnicos do governo, a participação maior no saldo do que nas admissões e demissões indica que a permanência dos beneficiários do programa no mercado de trabalho formal está sendo maior do que nos demais grupos neste momento.
Em meio ao aquecimento do mercado de trabalho, empresários passaram a atribuir ao Bolsa Família as dificuldades de encontrar mão de obra disponível. O argumento é rejeitado pelo governo. “A gente precisa fazer uma reflexão realmente se o problema é a família do Bolsa Família ou se são as condições de trabalho. Que tipo de emprego está tendo no Brasil, principalmente para as mulheres?”, diz a secretária.
Ela reconhece, porém, que ainda há uma questão a ser melhor trabalhada: a elevada informalidade entre beneficiários do programa.
A professora do Insper Laura Müller Machado, colunista da Folha, avalia que o número de famílias que deixaram o Bolsa em julho é representativo, mas seria potencialmente maior caso houvesse um monitoramento mais próximo de famílias que estão, justamente, em situação de informalidade.
Segundo ela, as visitas domiciliares podem ajudar no acompanhamento e atualização da renda, mas os incentivos do programa também precisam de ajustes. Sob o desenho atual, o trabalhador formal acaba sofrendo uma espécie de punição no médio prazo, devido à saída do programa, enquanto os informais conseguem acumular o benefício e a remuneração do trabalho.
“Não é que o programa incentiva o não trabalho. Talvez não seja essa a intenção, mas ele incentiva a informalidade”, afirma Machado.
Para a especialista, seria importante prever um desenho que não transmita esse sinal de punição por encontrar um trabalho. “Quase um milhão de famílias saíram do programa, e que bom, precisa ser celebrado. Mas a família tem que sentir essa celebração. Então, em vez de retirar o benefício, ou reduzir à metade, poderia dar um prêmio a elas e fazer um acordo de saída mais suave”, diz.
Segundo ela, uma possibilidade seria oferecer aos beneficiários um bônus, financeiro ou não, para quem consegue emprego formal, além de uma redução mais gradual do valor do benefício. Hoje, o montante cai de 100% para 50% assim que há a colocação no trabalho com carteira assinada.
Em maio, o governo publicou uma portaria com mudanças na regra de proteção para restringir o acesso e reduzir a duração dos pagamentos. Agora, têm direito ao pagamento os beneficiários com renda entre R$ 218 e R$ 706 por pessoa – ou seja, o teto da regra de proteção não acompanha mais o salário mínimo. O prazo também caiu de 24 para 12 meses.
As novas regras foram aplicadas pela primeira vez no mês de julho. Segundo o MDS, 36 mil famílias preencheram as condições e foram colocadas sob a regra de proteção.
A saída de famílias do Bolsa não significa necessariamente a redução de alcance da política, já que o espaço no Orçamento pode ser usado para conceder novos benefícios a pessoas que estão em situação de pobreza e preenchem os requisitos, mas ainda não estão na folha de pagamento do programa.
Ainda assim, o desempenho de fato ajuda a reduzir a pressão sobre as despesas do governo. No início do ano, o Executivo negociou com o Congresso um corte de R$ 7,7 bilhões na reserva de recursos para o Bolsa em 2025, para acomodar o crescimento de outros gastos.
A quebra do sigilo de dados telemáticos do empresário Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, revelou uma extensa lista de contatos com autoridades dos Três Poderes, incluindo ministros do Supremo Tribunal Federal, parlamentares, integrantes do Executivo e dirigentes do Banco Central do Brasil. Segundo levantamento divulgado pelo portal Poder360, a agenda de Vorcaro reúne ao […]
A quebra do sigilo de dados telemáticos do empresário Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, revelou uma extensa lista de contatos com autoridades dos Três Poderes, incluindo ministros do Supremo Tribunal Federal, parlamentares, integrantes do Executivo e dirigentes do Banco Central do Brasil.
Segundo levantamento divulgado pelo portal Poder360, a agenda de Vorcaro reúne ao menos 55 contatos considerados sensíveis. Entre eles, aparecem números de ministros do STF, como Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Kassio Nunes Marques e Ricardo Lewandowski. Também consta o contato de Viviane Barci de Moraes, esposa de Alexandre de Moraes.
A agenda inclui ainda nomes de empresários e autoridades públicas, como Alex Allard, fundador da Cidade Matarazzo; Joesley Batista, dono da JBS; e Roberto Viana, da Petra Energia.
Entre integrantes e ex-integrantes do Executivo aparecem José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil; Silvio Costa Filho, ministro de Portos e Aeroportos; Cláudio Castro, governador do Rio de Janeiro; Ibaneis Rocha, governador do Distrito Federal; Maxwell Borges, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo; e Bruno Bianco, ex-ministro da Advocacia-Geral da União.
A investigação ganhou novo desdobramento após decisão do ministro André Mendonça, do STF, que autorizou a terceira fase da Operação Compliance Zero, conduzida pela Polícia Federal. A operação apura a atuação de um grupo suspeito de monitorar e intimidar adversários do empresário.
De acordo com a Polícia Federal, mensagens trocadas entre Vorcaro e Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão indicariam ordens para ações de intimidação contra concorrentes empresariais, ex-funcionários e jornalistas que, segundo a investigação, estariam prejudicando seus interesses.
As apurações seguem em andamento e buscam esclarecer o alcance das ações atribuídas ao grupo investigado.
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