Notícias

Abelardo da Hora é enterrado no Cemitério de Santo Amaro

Por Nill Júnior

e83124f555e2647df767a6359cec60b1

Artistas, amigos, familiares e admiradores de Abelardo da Hora se uniram para a última despedida ao mestre de gerações das artes visuais de Pernambuco. O velório, na Assembleia Legislativa, foi marcado por homenagens e uma recomendação do corpo. Uma missa também foi celebrada por volta das 11h desta quarta-feira (24), antes do corpo seguir para o  cemitério de Santo Amaro.

Entre os presentes estavam nomes como a secretária de Cultura do Recife, Leda Alves; o cantor Claudionor Germano e o artista plástico Paulo Bruscky. “Abelardo foi um homem de importância para nossa arte e nossa política. Um professor de muitos artistas. O responsável por transformar a cidade em uma grande galeria”, destacou Bruscky. “Um gênio não morre; um gênio descansa”, disse.

O corpo foi levado para o cemitério em um carro do Corpo de Bombeiros. O caixão foi levado pelo filho, Abelardinho e o neto. O corpo de Abelardo da Hora foi enterrado no Bloco A, nº 01, em frente ao velório.

Uma última homenagem, foi realizada pelo poeta e escritor  Marcelo Mario de Melo. ” Quando uma árvore morre os frutos morrem junto. Mas Abelardo é uma árvore que se foi, mas deixou seus frutos vivos pelas ruas do Recife”.

Outras Notícias

São José do Egito : Associação convoca, depois cancela coletiva sobre Festa Universitária

Depois de cobrada pela imprensa local, a Associação Cultural de São José do Egito havia resolvido falar sobre a programação da Festa Universitária 2014. Para isso uma entrevista coletiva havia sido agendada para as 10hs da manhã deste sábado (12)  hoje no auditório do Hotel Central. Mas, alegando falta de sinalização da Fundarpe para fechar […]

DSCF0270

Depois de cobrada pela imprensa local, a Associação Cultural de São José do Egito havia resolvido falar sobre a programação da Festa Universitária 2014. Para isso uma entrevista coletiva havia sido agendada para as 10hs da manhã deste sábado (12)  hoje no auditório do Hotel Central.

Mas, alegando falta de sinalização da Fundarpe para fechar a grade, a associação emitiu nota cancelando a coletiva. Leia o comunicado na íntegra:

A Associação Cultural de São José do Egito comunica que devido não ter recebido resposta do apoio, até o presente momento, provindo da Secretaria de Cultura do Estado, através da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco, cancela a Coletiva de Imprensa marcada para este sábado 12 de julho.

Em decorrência do ocorrido, esclarece que todos os esforços estão concentrados para concepção da PROGRAMAÇÃO da 43ª Festa Universitária que acontecerá entre os dias 17 e 20 de julho, sendo concluída até a próxima segunda-feira (14) e divulgada oficialmente na terça-feira, 15 de julho.

A Festa Universitária é um evento público que representa várias manifestações artístico-culturais da Região do Pajeú e nacional e depende exclusivamente do apoio dos seguimentos da sociedade, englobando desde comercio local, Governos Municipal, Estadual e Federal.

Shows e inaugurações encerram São Pedro de Tuparetama

Da Ascom/Prefeitura de Tuparetama Com recorde de público durante os três dias de festas, o São Pedro de Tuparetama se firmou como o maior evento junino do Pajeú. Na quinta-feira (4), depois do sucesso do show de Avine Vinny que abriu os festejos no Pátio Prefeito João Tunú, a sexta-feira (5) foi a vez do […]

Foto: Júnior Campos

Da Ascom/Prefeitura de Tuparetama

Com recorde de público durante os três dias de festas, o São Pedro de Tuparetama se firmou como o maior evento junino do Pajeú. Na quinta-feira (4), depois do sucesso do show de Avine Vinny que abriu os festejos no Pátio Prefeito João Tunú, a sexta-feira (5) foi a vez do público dançar ao som da banda Pinga Fogo, Novinho da Paraíba e a grande atração da noite, o trio Fulô de Mandacaru, que fez do pátio um grande arrasta pé.

Finalizando o evento no sábado (6), o grupo Rimas em Canto, formado por jovens da cidade, encerrou a programação do Beco do Forró, polo cultural que durante seis noites apresentou o melhor da cultura regional. Já no palco principal, a abertura da noite ficou por conta do tuparetamense Galego do Pajéu e encerrando o último dia os cantores Luan Douglas e Batista Lima levantaram o público com sucessos do forró atual e das antigas.

Para o prefeito Sávio Torres, a festa chegou ao fim consolidando de vez a grandiosidade do São Pedro de Tuparetama. “Fizemos um dos maiores eventos do calendário festivo do Sertão do Pajeú. Além de uma programação com artistas locais e de projeção nacional, tivemos um impacto positivo na economia local, com aumento de vendas no comércio e pousadas lotadas.”, afirmou o gestor.

O charme do evento ficou por conta do Beco do Forró, promovido pela Secretaria de Cultura, responsável também pela produção de todo o evento. O polo cultural foi incluído na programação festiva, funcionando do dia 27 de junho ao dia 5 de julho. O local se tornou um polo de preservação das tradições culturais sertanejas com o objetivo de promover o autêntico forró pé de serra e as manifestações artísticas da terra.

Cidade ganha novas praças e requalificação da Unidade hospitalar

A sexta-feira (5) também foi marcada pela entrega de novos espaços públicos. O prefeito Sávio Torres esteve acompanhado do deputados Ricardo Teobaldo (federal) e Clodoaldo Magalhães (estadual), que cumpriram agenda com visita ao canteiro de obras da nova escola municipal localizada ao lado do ginásio de esportes.

Em seguida a comitiva formada por políticos, secretariado municipal e população, seguiram até a Unidade Mista de Saúde Severino Souto de Siqueira, onde aconteceu o descerramento da placa de inauguração da reforma e ampliação. Com um novo estacionamento, rampas de acessibilidade, bancos e nova iluminação, a unidade hospitalar passou por uma reforma interna e externa.

Em seguida, foi a vez de inaugurar a Praça Anchieta Mendes, localizada na Vila Bom Jesus. O equipamento público conta com academia ao ar livre, áreas de convivência e quiosques. A obra foi iniciada com recursos do Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento Municipal- FEM e concluída com recursos próprios.

Por último, a comitiva encerrou o ciclo de inaugurações na Praça Alonso Rodrigues, localizada no início da passarela que liga o centro a Vila Bom Jesus. O local recebeu o letreiro turístico com o nome da cidade e será ponto de parada na Princesinha do Pajeú.

Emília Câmara fecha uma das alas de UTI e retoma cirurgias eletivas

A informação foi passada pelo Diretor da Unidade, Sebastião Duque, ao repórter Marconi Pereira, da Rádio Pajeú: Está sendo desativada uma ala Covid do Hospital Regional Emília Câmara em virtude da queda no número de ocupação dos leitos de UTI. Cada ala tem dez leitos e a unidade estava com três, correspondendo a 30. Com […]

A informação foi passada pelo Diretor da Unidade, Sebastião Duque, ao repórter Marconi Pereira, da Rádio Pajeú:

Está sendo desativada uma ala Covid do Hospital Regional Emília Câmara em virtude da queda no número de ocupação dos leitos de UTI. Cada ala tem dez leitos e a unidade estava com três, correspondendo a 30.

Com a desativação, o Diretor afirmou que serão retomadas cirurtgias eletivas que haviam sido interrompidas durante a pandemia. “Estamos com o processo de desinfeção geral onde era a UTI III e a partir da quinta-feira, cirurgias eletivas como as hérnia, vesícula e outras serão retomadas. “As cirurgias ortopédicas já vinham sendo feitas”.

Gonzaga Patriota homenageia Inaldo Sampaio na Câmara

No final dos anos sessenta, me casei na terra dos poetas, São José do Egito, aos 18 anos de idade e, lá, conheci um menino que estudava em Recife, o nome dele, Inaldo Sampaio. Conheci sua linda e querida mãe, seu pai, uma irmã, ainda novinha e mais uma meia dúzia de meninos, seus irmãos. […]

No final dos anos sessenta, me casei na terra dos poetas, São José do Egito, aos 18 anos de idade e, lá, conheci um menino que estudava em Recife, o nome dele, Inaldo Sampaio. Conheci sua linda e querida mãe, seu pai, uma irmã, ainda novinha e mais uma meia dúzia de meninos, seus irmãos.

Depois, já como parlamentar, me aproximei do Inaldo Sampaio Jornalista do Jornal do Commércio, da Coluna Fogo Cruzado e, depois do Pinga Fogo. Assinava  uma coluna política no Diário de Pernambuco. Lí o último texto dessa Coluna, “Lula só não pode incendiar o país”, publicado na edição desta segunda feira. Inaldo Sampaio tinha também Coluna e Banda Musical Forrozeira.

Hoje, ao amanhecer do dia, tomei conhecimento do falecimento, em Recife, aos 64 anos de idade, deste irmão, amigo e colega jornalista Inaldo Sampaio. Nem demonstrava, mas, Inaldo Sampaio já vinha lutando desde 2016, contra um câncer na próstata e posteriormente um tumor na coluna.

Natural de São José do Egito, no meu querido Pernambuco, Inaldo Sampaio deixa esposa, a grande Teresa Cristina e os dois filhos, Joana e João Marcelo. O enterro de Inaldo Sampaio será às 17 horas de hoje, no cemitério Morada da Paz, em Paulista, onde está o meu filho, também egipciense, Lucyanno Patriota.

Formado em Jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco e Direito pela Faculdade de Direito do Recife, Inaldo Sampaio trabalhou por 12 anos no jornal O Globo, no Rio de Janeiro. Assinou durante 22 anos a coluna de política Pinga Fogo, no Jornal do Commércio. Há 24 anos atuava no setor de comunicação social do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE) e atualmente era comentarista político na rádio CBN, além de assinar uma coluna no Diário de Pernambuco e escrever o blog Política, com “P” Maiúsculo.

Além da paixão pela política e pelo jornalismo, Inaldo Sampaio também tinha vocação para a música. Fundou, na década de 90, a banda Pinga Fogo, na qual tocava saxofone. Fez inúmeros shows pelo Estado e em cidades do interior.

Considerado um dos mais sérios e esclarecidos analistas políticos no país, Inaldo Sampaio, apesar de bastante reservado em sua vida pessoal, tinha como uma das características, a solidariedade para com o próximo. Era daquelas pessoas que praticavam o bem, sem pensar em retribuição. Vai muita fazer falta para o mundo do jornalismo, da política e, sobretudo, na vida daqueles que tiveram o prazer de conviver com ele.

Dentre tantos votos de pesar e lamentações, transcrevo aqui artigo do também amigo e colega comunicador, José Adalberto Ribeiro:

Fico triste com a partida prematura de Inaldo, triste partida. Existe o principio existencial de que devemos saudar os que partem com bons sentimentos. Sim, mais que isto, por uma questão de justa fidelidade à memória de quem reverenciamos. Um pouco mais jovem do que eu, Inaldo brilhava e brilha na geração do nosso jornalismo impresso desde a década de 1980. Deixou um legado na galeria da Imprensa pernambucana.

Inaldo na coluna “Pinga-Fogo” no Jornal do Commércio e eu na coluna Diário Político do Diário de Pernambuco, vivenciamos o apogeu do jornalismo impresso em Pernambuco. Foi o trem da história que passou na vida de nossas gerações nas décadas de 1980 e 1990.

Louvando o que bem merece, seja dito: Inaldo era um ótimo jornalista e também ótimo músico instrumentista de saxofone. Uma vez assisti uma performance dele na banda Pinga Fogo e fiquei empolgado com o repertório e com os trinados do sax. Eu disse a ele: “Tu sôis bom, bicho”. Ele respondeu na brincadeira: “Que nada, bom sôis tu”.

Diletante na música e admirador dele, emprestei-lhe um LP intitulado “Ronnie Aldrich e seus dois pianos”, com repertório de clássicos universais, de Mozart, Schubert, Chopin, gênios. Inaldo adorou. O tema de “Elvira Madigan”, de Mozart, sublime criação da natureza humana!

Ele e eu almoçamos certa vez no antigo restaurante Lobster na Av.Rui Barbosa com o então governador Miguel Arraes. De modo meio enigmático, o “mito” na época nos recomendou que devíamos valorizar cada centímetro de jornal para abordar temas de interesse do povo. Inaldo ouvia o mito com atenção reverencial. O “pessedista” Arraes, como dizia, era um dos seus ídolos e o velho gostava dele. Se entendiam nos roçados da política interiorana.

Pertence a uma família de irmãos vitoriosos e bem sucedidos nas suas áreas de atuação, a exemplo do competente e também respeitável editor Ivanildo Sampaio, a quem rendo homenagem como jornalista da melhor estirpe.

Ele era conhecido por seus “arquivos implacáveis”, tipo aqueles fichários com relatos sobre os cenários e personagens da cena política, nacional e local. Também de boa memória, conhecia, de salteado e de cor, os viventes e os fatos da nossa fauna e nosso flora política. Conhecia e gostava do traçado.

A vida física foi ingrata para Inaldo. Devido a uma cirurgia mal sucedida, perdeu a articulação no joelho e ficou com a perna travada. Com mobilidade limitada, tornou-se um sedentário, ele um andarilho da notícia nas nuvens da política. Certamente sofria no coração, mas não externava amargura por essa limitação física. Resultado é que ficou obeso.

Construiu uma boa família, viveu cercado da melhor estima de familiares, parentes, aderentes, conterrâneos, amigos e conhecidos.

Tinha um viés progressista de esquerda no sentido humanitário, do bem.

Nesta despedida, recorrendo ao gênio de Mozart, dedico o tema  de “Elvira Madigan” em reverência à boa memória do amigo e repito: “Tu sôis bom, Inaldo!”.

Inaldo Sampaio foi um dos mais talentosos colunistas de todo o País. Fez aqui na terra tudo que desejava fazer, segundo o seu querido irmão Iradilson Sampaio, nosso companheiro socialista e presidente do PSB, em Roraima, a quem transmito estes meus votos de pesar à querida família de Inaldo Sampaio, com orações, orações e orações.

Saudades,

Gonzaga Patriota – Deputado Federal

Desfile dos papangus, em Bezerros, foi marcado pela tranquilidade

Na Delegacia Móvel, montada pela Polícia Civil, apenas um caso de extravio foi registrado durante o domingo (11/02) Para o tradicional desfile dos papangus, realizado neste domingo (11/02), o município de Bezerros, no Agreste do Estado, contou com um esquema de segurança formado por profissionais do Corpo de Bombeiros, 4º Batalhão de Polícia Militar; Batalhão […]

Na Delegacia Móvel, montada pela Polícia Civil, apenas um caso de extravio foi registrado durante o domingo (11/02)

Para o tradicional desfile dos papangus, realizado neste domingo (11/02), o município de Bezerros, no Agreste do Estado, contou com um esquema de segurança formado por profissionais do Corpo de Bombeiros, 4º Batalhão de Polícia Militar; Batalhão Integrado Especializado de Policiamento (Biesp) e da Polícia Civil, que instalou uma Delegacia Móvel no centro da cidade. Durante todo o domingo, apenas um registro de ocorrência, que foi de extravio de documentos.

Para garantir a tranquilidade dos foliões que estão brincando o carnaval na Região, o reforço no efetivo das forças de segurança foi 78% maior que o número de 2017. “Só no Agreste e Zona da Mata, temos programado o lançamento de mais de 11 mil postos de trabalho durante os quatro dias de folia. E neste domingo (11/02), pudemos observar esses policiais atuando nas ruas, trazendo tranquilidade para quem foi brincar com suas famílias”, comemorou o secretário de Defesa Social, Antônio de Pádua.

Contando com diversos profissionais de plantão, a Delegacia Móvel da Polícia Civil foi montada para agilizar o registro de possíveis ocorrências, assim como ocorreu durante o Galo da Madrugada, no Recife. “A Polícia está preparada para garantir a segurança do folião: aqui em Bezerros e em todos os focos de folia do Estado. O resultado tem sido como esperávamos: muito policiamento nas ruas, delegacias prontas para atender, especialmente as mulheres e poucas ocorrências registradas. Durante todo o domingo, apenas um registro foi feito na unidade e foi um extravio de documentos”, comentou o chefe da Polícia Civil, Joselito Kerhle.