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A regra das convenções

Por Nill Júnior

Por

Tassiana Bezerra e Henrique Rocha*

À medida que se aproximam as eleições gerais de 2022, é importante enfatizar a importância das convenções partidárias, bem como debater as suas regulamentações.

Encerrado o período de filiações, desincompatibilização, entre outros atos, os partidos políticos podem realizar atos político-partidários, cuja finalidade é a escolha de candidatos para concorrerem aos cargos eletivos consagrados na Constituição Federal, assim como deliberar sobre eventual coligação partidária para a chapa majoritária. A esse ato solene se denomina convenção partidária.

Segundo a Resolução TSE nº 23.609/2019, poderá participar das eleições a sigla que até seis meses antes da data do pleito tenha registrado seu estatuto na Corte Eleitoral e tenha, até a data da convenção, órgão de direção definitivo ou provisório constituído na circunscrição, devidamente anotado no tribunal eleitoral competente, de acordo com o respectivo estatuto partidário.

Com as alterações promovidas pela Resolução nº TSE 23.6754, também está apta a participar dos pleitos eleitorais a federação de partidos que até seis meses antes da data da votação tenha registrado o respectivo estatuto no TSE e conte, em sua composição, com ao menos uma agremiação que tenha, até a data da convenção, órgão de direção definitivo ou provisória legalmente constituído.

Vale ressaltar que no caso das federações as convenções deverão ocorrer de maneira unificada, como a de um único partido.

O calendário eleitoral dispõe que as convenções partidárias de 2022 poderão acontecer de forma presencial, virtual ou hibrida no período de 20 de julho a 5 de agosto.  O condicionamento da escolha e substituição de candidaturas, bem como a formação de coligações, é um ato interno das agremiações partidárias e deve ser previsto no próprio estatuto.

No Brasil, as eleições gerais são divididas em dois níveis, o que enseja a realização de 2 espécies de convenções, a saber:

Convenção Regional: Tem por objetivo a indicação de candidatos a Governador, Vice-Governador, Senador e Deputados (federais, estaduais e distritais), assim como dispor acerca de eventual coligação na chapa majoritária.

Convenção Nacional: Destina-se a escolher candidatos a Presidência da República e respectivo Vice-Presidente e discorrer sobre a viabilidade de coligação nacional.

E o local das convenções, os partidos podem usar prédios públicos? Sim, é permitido o uso de prédios públicos para a realização das convenções político-partidárias. Embora a utilização seja gratuita, haverá responsabilização civil da entidade partidária, caso aconteça danos ao patrimônio público.

É necessária comunicação para utilizar o prédio? Sim, para fazer valer a tal direito, bastará comunicar ao agente responsável tal pretensão, com antecedência mínima de 72 (setenta e duas) horas da data da realização do evento. Em caso de mais uma entidade partidária solicitar o mesmo local e houver coincidência de data e horário para a realização da convenção, deverá ser observada a ordem de protocolo das comunicações.

Na semana que antecede as convenções, observa-se que diversos pré-candidatos lançam convites, vídeos aos militantes e filiados dos partidos, é permitido? Sim. É a denominada propaganda intrapartidária ou propaganda intrapartidária ou propaganda no âmbito interno do partido, durante o período de 15 dias que antecederem á convenção, com o escopo de angariar apoio interno e ser indicado como candidato. Porém, veda-se o uso de rádio, televisão, jornal ou outdoor para essa finalidade.

Os números que identificarão candidatas e candidatos durante a campanha eleitoral e na urna eletrônica devem ser definidos na convenção partidária, por meio de sorteio. As exceções são aqueles postulantes que já utilizaram determinada identificação numérica em eleição anterior.

O último pleito, que ocorreu durante o período pandêmico, fez surgir novas dúvidas, como a possibilidade de transmissão ou não das convenções por meio de redes sociais.

É importante destacar que o ato de convenção deve ser intrapartidário, no entanto não há uma vedação explícita nesse caso citado. A simples transmissão não configura por si só uma propaganda eleitoral, essa é a jurisprudência do TSE.

 

*Tassiana Bezerra é Advogada e Metra em Direito. Henrique Rocha é Estudante do 8º Período do Curso de Direito da FASP.

Outras Notícias

Republicanos faz convenção neste sábado em Betânia

Neste sábado (20), acontece a convenção partidária do Republicanos em Betânia, Pernambuco. Encabeça a chapa a ex-secretária Aline Araújo, que teve seu nome levantado pela população espontaneamente e acatada pelo partido. Como vice-prefeito, o candidato será Ney Moral, também escolhido pela população local para compor a chapa com Aline, ambos do Republicanos. O evento será […]

Neste sábado (20), acontece a convenção partidária do Republicanos em Betânia, Pernambuco. Encabeça a chapa a ex-secretária Aline Araújo, que teve seu nome levantado pela população espontaneamente e acatada pelo partido. Como vice-prefeito, o candidato será Ney Moral, também escolhido pela população local para compor a chapa com Aline, ambos do Republicanos.

O evento será na Escola Maria Benjamim Ferraz, à partir das 15h. O presidente do Republicanos municipal e prefeito da cidade Mário Flor reforça que todas as decisões foram tomadas de acordo com pesquisas. 

“Desde que começamos a pensar na sucessão, colocamos algumas pesquisas de aceitação e rejeição, com perguntas abertas em todo município para que entendêssemos o que a população estava buscando. Surpreendentemente, o nome de Aline surgiu de forma espontânea e em destaque. Assim seguimos esse chamado do povo e, com o nome do vice foi da mesma forma. Tínhamos três nomes fortes e bons, mas a voz do povo falou mais alto e Ney será o vice de Aline”, afirmou Mário.

Grávida de nove meses, Aline fala da emoção que está vivenciando esses dias. “Só tenho gratidão à Deus e ao meu povo de Betânia. É um momento delicado, mas Deus tem sido minha fortaleza a cada instante e sei que vamos conquistar mais esse desafio, para o bem dos betanienses”.

Principal publicação sobre comunicação e marketing no Nordeste destaca interação da Rádio Pajeú

Pronews trouxe reportagem sobre experiências bem sucedidas de relação do rádio com Internet e evidenciou emissora no Sertão Do Portal Pajeú Radioweb A revista Pronews, principal publicação especializada em Comunicação e Marketing no Nordeste destacou a relação da Rádio Pajeú com as mídias sociais na matéria que abre a edição deste mês. Com o título […]

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Pronews trouxe reportagem sobre experiências bem sucedidas de relação do rádio com Internet e evidenciou emissora no Sertão

Do Portal Pajeú Radioweb

A revista Pronews, principal publicação especializada em Comunicação e Marketing no Nordeste destacou a relação da Rádio Pajeú com as mídias sociais na matéria que abre a edição deste mês. Com o título Pernambuco Conectado, traz as mais bem sucedidas experiências da relação de rádio e TV coma Internet e a forma como isso tem transformado a maneira de consumir mídia no Estado.

Pronews1Em Pernambuco – destaca a reportagem – ações que visam integrar as mídias já podem ser vistas por todo o Estado, da capital ao interior. Aos poucos, o radiodifusor está começando a apreender que a Internet não é uma ameaça às emissoras de rádio, mas sim uma aliada que pode agregar mais entretenimento, informação e interação à sua programação.

A matéria cita exemplos como o das rádios JC News e Jornal AM, do Sistema Jornal do Commércio, que de acordo com o Gerente de Produção da emissora, Carlos Miguel, tem muitos ouvintes que aessam o site para ouvir rádio.

No interior, a reportagem destaca o exemplo de interação da Rádio Pajeú, que conta com o Portal Pajeú Radioweb, criado em 2004, uma Fan Page que tem atualização diária, além de outras ferramentas tecnológicas como o aplicativo para celulares com tecnologia Android, o acesso para Iphone através do Tune In Rádio e mais recentemente o “Zap Zap da Pajeú”, para acesso de internautas através do Wath’s App, pelo (87) 9611-1676.

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Portal Pajeú Radioweb
PAJEU_FACE
Fanpage da Pajeú

Enquanto isso, em pleno Sertão do Pajeú, a Rádio Pajeú AM também tem promovido ações de sucesso com o uso das redes sociais, é o que garante o Diretor da emissora, Nill Júnior. “A cada dia, crescem as promoções específicas para o ouvinte que acompanha também pela Internet. Fazemos muitas campanhas exclusivas para ouvintes/internautas por nosso portal, o Pajeú Radioweb. O Bolão da Copa, por exemplo, que entregava camisas oficiais de clubes de Pernambuco para quem acertasse o resultado dos jogos do Brasil ‘bombou’ na web, través de nossa página e Fanpage, no facebook”, afirmou Nill, destaca a revista.

Zap Zap
Zap Zap da Pajeú

Em outro parágrafo, a reportagem destaca a relação emocional com o rádio, retomada através da Internet:

No Interior do Estado a relação do rádio com a Internet tem um viés emocional. Muitos conterrâneos que não moram mais em Pernambuco gostam de ouvir, via internet, a rádio e as notícias de sua terra natal com o sotaque e apego às raízes. Para Nill Júnior é importante a geração de conteúdo específico para esse público. “Os ouvintes que eram inatingíveis por nossas ondas, agora comemoram estar pertinho da região onde nasceram através do rádio online. Vamos ter que nos preocupar cada vez mais com geração de conteúdo específico para internautas”, sentencia Nill. Segundo ele também, novas diretrizes trazem outras apreensões, por conta da qualidade dos serviços prestados no interior. “Hoje já temos outras preocupações. Garanto já ter tanta dor de cabeça com a queda do sinal na internet como costumo ter quando há problema nos transmissores com o sinal convencional”, afirma.

aplicativo
Aplicativo para celulares com tecnologia Android, disponível no Google Play

O Portal Pajeú Radioweb é coordenado pelo web designer André Luiz. Você acessa pelo www.radiopajeu.com.br . Tem ainda a Fanpage www.facebook.com/radiopajeuam onde o internauta também pode interagir. Para acessar pelo celular com tecnologia Android, basta ir no Google Play e procurar por Pajeu. E agora a novidade do “Zap Zap da Pajeú” para acesso de internautas e ouvintes através do Wath’s App, pelo (87) 9611-1676.

Romério Guimarães diz manter pré-candidatura em São José do Egito

A Rádio Gazeta FM 95,3, divulgou em suas redes sociais a entrevista com o pré-candidato a prefeito de São José do Egito, Romério Guimarães. O médico e ex-prefeito de São José do Egito, Romério Guimarães foi o primeiro entrevistado na série que a Rádio Gazeta FM 95,3, começou a fazer com todos os pré-candidatos à […]

A Rádio Gazeta FM 95,3, divulgou em suas redes sociais a entrevista com o pré-candidato a prefeito de São José do Egito, Romério Guimarães.

O médico e ex-prefeito de São José do Egito, Romério Guimarães foi o primeiro entrevistado na série que a Rádio Gazeta FM 95,3, começou a fazer com todos os pré-candidatos à prefeitura do município.

Romério respondeu a vários questionamentos do jornalista Erbimael Andrade, destacando sua atuação quando prefeito, em conquistas para o município, como o prédio onde hoje funciona o Hospital Maria Rafael e a implantação da disciplina de poesia popular na rede municipal de educação.

O ex-gestor ainda disse que tem total apoio de Marília Arraes para a disputa local, e que mesmo o Solidariedade estando na base do PSB na Capital, não influencia sua posição local.

Ele ainda confirmou que sua pré-candidatura é prego batido e ponta virada, porém não descarta conversar com os outros candidatos da oposição. “Temos exemplos aqui em São José do Egito, quando a oposição esteve unida, venceu, quando ficou fatiada perdeu” destacou Romério Guimarães. As informações são do Instagram da Gazeta FM.

MPF cobra cumprimento de plano nacional de vacinação em João Pessoa-PB

Trabalhadores de saúde sem atuação direta no enfrentamento à pandemia, independentemente da idade, vinham sendo vacinados em detrimento a idosos O Ministério Público Federal (MPF) manifestou-se, perante o Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), pela manutenção da decisão da 2ª Vara Federal da Paraíba, que determinou ao Município de João Pessoa (PB) e ao […]

Trabalhadores de saúde sem atuação direta no enfrentamento à pandemia, independentemente da idade, vinham sendo vacinados em detrimento a idosos

O Ministério Público Federal (MPF) manifestou-se, perante o Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), pela manutenção da decisão da 2ª Vara Federal da Paraíba, que determinou ao Município de João Pessoa (PB) e ao Hospital Nossa Senhora das Neves o cumprimento do plano nacional de vacinação contra a covid-19 e transparência no processo de imunização. 

Após depoimentos colhidos pelo MPF na primeira instância e pelo Ministério Público Estadual, descobriu-se que o município indicou para vacinação grupos de trabalhadores que não se enquadrariam na descrição prioritária contemplada no Plano Nacional de Imunização.

Verificou-se que o município vinha vacinando trabalhadores de saúde, independentemente da idade, que nenhum ou pouco contato tinham com o enfrentamento da pandemia, em detrimento dos idosos. 

A título de exemplo, foram vacinados funcionários que atuavam em edifício anexo ao Hospital Nossa Senhora das Neves, entre eles integrantes dos setores de finanças e marketing, técnicos de informática, titulares da empresa, membros do conselho dirigente e do setor jurídico e médicos que comparecem ao trabalho apenas eventualmente.

Diante dos fatos, a Justiça Federal na Paraíba suspendeu, em liminar, a vacinação no local e determinou a adoção, pelos réus, de medidas visando adequar a vacinação na Paraíba ao previsto no Plano Nacional de Operacionalização Contra a Covid-19.

Ao se manifestar nos autos dos agravos apresentados pelo hospital e pelo município, o procurador regional da República Antonio Carlos Barreto Campello ressalta a situação prioritária dos idosos nesta fase de imunização, a partir da interpretação dos próprios planos de vacinação. 

Devido à dificuldade da obtenção de vacina em quantidade suficiente, os países estabeleceram etapas de vacinação para que, no primeiro momento, os índices de mortalidade e de internação fossem diminuídos. 

No Brasil, a estratégia é corroborada no item 3.4 do Plano Nacional de Operacionalização Contra a Covid-19: “(…) em um momento inicial, onde não existe ampla disponibilidade da vacina no mercado mundial, o objetivo principal da vacinação passa a ser focado na redução da morbidade e mortalidade pela covid-19, de forma que existe a necessidade de se estabelecer grupos prioritários para a vacinação.”

O objetivo desta primeira fase é primordialmente de proteção dos grupos vulneráveis e preservação da força de trabalho envolvida diretamente no enfrentamento à pandemia, e não de cortar a cadeia de transmissão, algo que, embora desejável, só pode ser alcançado mais à frente, com quantidade bem maior de vacinas.

O plano reconhece como grupo de grande vulnerabilidade os idosos. Conforme dados extraídos do site da Secretaria de Saúde do Estado da Paraíba e trazidos nos autos, dentre os 4.056 óbitos provocados pelo coronavírus na Paraíba, 3.080 foram de pessoas com mais de 60 anos até o momento. 

Os idosos correspondem, portanto, a 75,93% de vítimas fatais confirmadas da covid-19 no estado. No entanto, o Município de João Pessoa priorizava quaisquer profissionais que atuam na área da saúde, estando ou não na linha de frente de combate à pandemia, em uma errônea interpretação do plano nacional de imunização. 

O MPF demonstrou que já havia até então sido vacinados cerca de 19.000 trabalhadores da saúde na Paraíba, contra apenas 2.000 idosos, evidenciando-se desproporção inaceitável entre grupos prioritários.

Diante dessas razões, o MPF requereu ao TRF5 que sejam negados provimento aos agravos do Hospital Nossa Senhora das Neves e do município de João Pessoa, e observada a correta interpretação dos planos de imunização, evitando sua deturpação em detrimento do público prioritário.

Bolsonaro empossa Queiroga como ministro da Saúde 

Foto: Raul Spinassé/Folhapress Nomeação ainda não foi publicada no Diário Oficial da União O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) oficializou, nesta terça-feira (23), o médico paraibano Marcelo Queiroga como novo ministro da Saúde, o quarto durante a pandemia de Covid-19. O cardiologista assume a função antes comandada pelo general Eduardo Pazuello. A posse de Queiroga […]

Foto: Raul Spinassé/Folhapress

Nomeação ainda não foi publicada no Diário Oficial da União

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) oficializou, nesta terça-feira (23), o médico paraibano Marcelo Queiroga como novo ministro da Saúde, o quarto durante a pandemia de Covid-19. O cardiologista assume a função antes comandada pelo general Eduardo Pazuello.

A posse de Queiroga foi discreta e ocorreu no gabinete de Bolsonaro. A cerimônia não consta na agenda oficial do presidente. A decisão se deveu ao movimento iniciado desde o final de semana por integrantes do centrão de convencer o presidente a indicar outro nome para o posto.

A nomeação de Queiroga no Diário Oficial da União (DOU), contudo, ainda não foi publicada. A posse, por sua vez, só tem efeito após a nomeação.

A expectativa é de que a nomeação seja publicada em edição extra do Diário Oficial da União, que deve também incluir o remanejamento do general Eduardo Pazuello para chefiar o PPI (Programa de Parcerias e Investimentos).

Com a demora de Queiroga em se desvincular de uma clínica da qual era sócio, o bloco partidário chegou a sugerir a ministros palacianos que reconsiderassem as indicações dos deputados federais Luiz Antonio Teixeira Jr. (PP-RJ), o Doutor Luizinho, e Ricardo Barros (PP-PR).

Além disso, segundo assessores palacianos, a posse às pressas também teve como objetivo evitar cobranças das cúpulas do Legislativo e do Judiciário em reunião marcada para quarta-feira (24).

A falta de uma definição em meio à escalada de mortes é uma das reclamações que seria levada ao encontro pelas cúpulas do Congresso Nacional e do STF (Supremo Tribunal Federal).

A decisão de fazer uma posse discreta não foi bem avaliada por integrantes do próprio governo, sobretudo da cúpula militar. A avaliação deles é de que Bolsonaro deveria ter aproveitado a cerimônia para sinalizar uma mudança de postura do governo federal em relação à crise de saúde.

Em entrevista à coluna Painel, publicada nesta terça-feira (23), o presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI), afirmou que a demora na efetivação da troca é “um erro do governo”. “Deveria ter tomado posse na semana passada, espero que isso se resolva amanhã (23)”, declarou.

O PPI hoje está sob o guarda-chuva do ministro Paulo Guedes (Economia). A ida de Pazuello deve coincidir com a transferência do programa de privatizações para a Secretaria-Geral, do ministro Onyx Lorenzoni (DEM), numa nova derrota para Guedes. Onyx já teve o programa sob sua supervisão quando ele esteve vinculado à Casa Civil.

Além de Pazuello, já ocuparam o posto os médicos Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich. Dias atrás, houve aproximação do governo com a médica Ludhmila Hajjar, que recusou assumir a pasta.