A batata de Luciano Duque está assando, mas deveria?
Por Nill Júnior
Por mais que seja justo que a Câmara de Serra Talhada siga o parecer do TCE e aprove as contas de Luciano Duque referentes a 2022, não há certeza de que a banda vai tocar assim.
A prefeita Márcia Conrado tem a maioria dos vereadores “na mão” e a sinalização é de que Duque não conseguirá os votos para manter o parecer.
Se tiver contas rejeitadas, Duque não poderá sequer disputar a reeleição em 2026.
Na minha análise para o Sertão Notícias, da Cultura FM, digo porque na minha opinião, as contas de gestores deveriam ter parecer rigorosamente técnico, sem o papel político da análise dos legisladores.
Isso gera distorções como contas reprovadas pelo Tribunal e aprovadas por Câmaras e indicação de aprovação do TCE e vereadores contrários apenas pelo espaço político que ocupam.
No mais, parte dos nossos legisladores não tem condições de avaliar as análises técnicas do Tribunal. Isso não tem a ver com Luciano. Vale pra ele, Márcia, Carlos Evandro, enfim, todos os agentes políticos. Assista ao comentário:
O domingo é triste em Flores com a repercussão da morte do radialista e vereador reeleito Alberto Ribeiro, ontem aos 39 anos, de Covid-19. O orefeito de Flores, Marconi Santana, decretou luto oficial de três dias por sua morte. No texto do Decreto 20/2020, Marconi Santana destacou a importância do parlamentar para população florense, o […]
O domingo é triste em Flores com a repercussão da morte do radialista e vereador reeleito Alberto Ribeiro, ontem aos 39 anos, de Covid-19.
O orefeito de Flores, Marconi Santana, decretou luto oficial de três dias por sua morte.
No texto do Decreto 20/2020, Marconi Santana destacou a importância do parlamentar para população florense, o consternamento da população e a “saudade que emerge com a sua partida”.
Uma bela homenagem veio do blogueiro e amigo de anos, Júnior Campos. Leia na integra no post abaixo.
A greve é uma garantia dos trabalhadores brasileiros prevista na Constituição de 1988, mas esse direito vem sendo ameaçado pela imposição de multas pesadas e cortes de dias parados. O alerta vem de sindicalistas presentes a uma audiência pública promovida pela Comissão de Cidadania da Alepe nesta quarta (6). A falta de segurança jurídica gerada […]
A greve é uma garantia dos trabalhadores brasileiros prevista na Constituição de 1988, mas esse direito vem sendo ameaçado pela imposição de multas pesadas e cortes de dias parados. O alerta vem de sindicalistas presentes a uma audiência pública promovida pela Comissão de Cidadania da Alepe nesta quarta (6).
A falta de segurança jurídica gerada pela indefinição dos tribunais quanto aos requisitos para uma greve ser considerada legal foi o foco da fala André Barreto, da Comissão de Direito Sindical da OAB Pernambuco.
“O que queremos é termos segurança e uniformidade. Porém, no cenário aqui em Pernambuco, o processo grevista ser considerado lícito, legal ou não abusivo é a exceção. Quando a greve é judicializada, a regra em de quase 100%, é dos casos é que a legalidade de que seja negada”, relatou o advogado.
Barreto sugeriu criar uma comissão de mediação prévia no Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), e que os desembargadores também editem uma súmula interpretando os requisitos da Lei Geral de Greve.
Sindicalistas
Representantes de sindicatos ouvidos no debate apresentaram problemas como multas de valor elevado e concessão de liminares com proibição prévia de iniciar a paralisação. Também citaram a ocorrência de bloqueios de contas de entidades e de dirigentes e até a decretação de prisão de lideranças.
Paulo Rocha, presidente da CUT Pernambuco, acredita que decisões que impedem previamente a realização de greve, além de arbitrárias, colocam a população contra os trabalhadores. Ele pediu que seja criado um mecanismo para anistiar as multas dos sindicatos.
Ivete Caetano, do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Pernambuco (Sintepe), lembrou que os dias parados não são repostos, em prejuízo, por exemplo, do cumprimento dos dias letivos dos estudantes.
Diálogo com Judiciário
A necessidade de melhorar o diálogo e de reforçar o papel de cada instituição no cumprimento dos acordos trabalhistas e da lei foi defendida por Suzi Rodrigues, superintendente regional do Ministério do Trabalho.
“O movimento sindical precisa estar fortalecido e cobrar do Ministério do Trabalho mais diálogo com os tribunais, para a gente provocar a mudança. Nunca tivemos na história desse país nenhuma lei que não fosse provocada pela classe trabalhadora”, observou.
A Audiência Pública teve ainda a participação de representantes do TJPE, Ministério Público do Trabalho, Procuradoria Geral do Estado e de parlamentares.
A deputada Dani Portela (PSOL), que presidiu o evento, lembrou que fazer greve já foi considerado crime, e a constitucionalização do direito foi fruto de muita luta.
A parlamentar também reuniu as sugestões coletadas no debate, como a fixação de data base para servidores e a regulamentação do direito de greve no serviço público, para que a assessoria da Comissão busque os encaminhamentos necessários.
“Estatisticamente, mais de 95% das greves nos últimos dez anos foram consideradas ilegais por alguma razão. A gente tem que abrir canais de diálogo”, considerou a deputada.
Uma visita de sindicalistas e parlamentares ao Tribunal de Justiça também foi sugerida pelo deputado João Paulo (PT), com o objetivo de estreitar o diálogo dos trabalhadores com o Judiciário.
por Bruna Verlene Em algumas cidades do Sul, Sudeste e Centro Oeste, já começou a votação para o segundo turno. No Nordeste e em cidades do Norte, a votação só iniciará as 9h da manhã do horário de Brasília. No Acre e em algumas cidades da Amazônia as seções só serão abertas a partir das […]
Em algumas cidades do Sul, Sudeste e Centro Oeste, já começou a votação para o segundo turno. No Nordeste e em cidades do Norte, a votação só iniciará as 9h da manhã do horário de Brasília.
No Acre e em algumas cidades da Amazônia as seções só serão abertas a partir das 11h da manhã, horário de Brasília.
A presidente e candidata a reeleição, Dilma Rousseff (PT), acabou de dar uma entrevista em Porto Alegre. “Eu tenho certeza que o Brasil é e continuará sendo uma das maiores nações democráticas deste planeta. Acho que foi uma campanha extremamente diferente, cheia de momentos de mudança. Nós tivemos infelizmente uma morte durante a campanha ela sofreu reviravoltas”, afirmou Dilma.
Parlamentar foi representado pelo chefe de gabinete Helmo Neves Na noite de ontem (29), em Afogados da Ingazeira, o deputado estadual Luciano Duque foi homenageado com o Prêmio Excelência 2024, promovido pela agência MV4, sendo reconhecido como o deputado mais atuante da região do Pajeú. A premiação avalia anualmente o desempenho de políticos e gestores […]
Parlamentar foi representado pelo chefe de gabinete Helmo Neves
Na noite de ontem (29), em Afogados da Ingazeira, o deputado estadual Luciano Duque foi homenageado com o Prêmio Excelência 2024, promovido pela agência MV4, sendo reconhecido como o deputado mais atuante da região do Pajeú.
A premiação avalia anualmente o desempenho de políticos e gestores públicos em diversas categorias, com base em critérios como produtividade parlamentar, transparência e impacto social das ações desenvolvidas.
Natural de Serra Talhada e com forte atuação no Sertão, Duque tem se destacado pela defesa dos interesses da população sertaneja e pelas iniciativas voltadas ao desenvolvimento da região. “Recebo esse reconhecimento com muita alegria e gratidão. Sou sertanejo, filho de Serra, e meu compromisso é seguir lutando pelo bem do nosso povo e pelas transformações que o Sertão precisa”, afirmou o deputado.
Representando Luciano Duque na solenidade, o chefe de gabinete Helmo Neves foi quem recebeu o troféu em seu nome. “Esse prêmio é reflexo do trabalho sério e comprometido que Luciano vem fazendo. É o reconhecimento da confiança e da esperança do povo sertanejo em sua atuação”, destacou.
O Prêmio Excelência já se consolidou como uma importante referência no cenário político regional, destacando boas práticas e incentivando a qualidade na gestão pública.
Por: André Luis Nesta segunda-feira (21), o vereador de Afogados da Ingazeira, Edson Henrique (PTB), participou de uma entrevista ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, discutindo uma série de tópicos, desde as recentes mudanças na política local até as perspectivas para as eleições municipais de 2024. Mudança de Toinho da Ponte para […]
Nesta segunda-feira (21), o vereador de Afogados da Ingazeira, Edson Henrique (PTB), participou de uma entrevista ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, discutindo uma série de tópicos, desde as recentes mudanças na política local até as perspectivas para as eleições municipais de 2024.
Mudança de Toinho da Ponte para a base governista
O ponto de partida da conversa foi a decisão do vereador Toinho da Ponte de migrar para a base governista, deixando Edson Henrique como o único representante da oposição na Câmara Municipal. Quando questionado sobre como enxerga essa mudança e a possibilidade de se sentir isolado no cenário político, Edson Henrique destacou a consciência prévia que tinha sobre a minoria na Câmara devido ao número desigual de candidatos na eleição de 2020.
“Desde que colocamos nosso nome à disposição da população no pleito de 2020, tínhamos consciência de que estaríamos em minoria no Poder Legislativo. Ao entrarmos no exercício do mandato, nossa prioridade foi nos posicionar e, nesse sentido, quero deixar claro que nunca me deixei intimidar pela quantidade. Tenho plena consciência de que minha voz representa muitos afogadenses, pessoas que compartilham das mesmas ideias que defendo. Portanto, ao ecoar essas vozes nos microfones da Câmara, não me sinto minoria, pois estou cumprindo meu papel de representante de forma plena”, afirmou o vereador.
Perspectivas para as eleições de 2024
Quando abordado sobre as perspectivas para as eleições municipais de 2024, Edson Henrique mostrou otimismo em relação ao fortalecimento da oposição. Ele enfatizou que a insatisfação crescente com a Frente Popular, combinada com o desgaste natural de longos anos no poder, contribuirá para uma eleição com maior representação opositora.
“Ao analisar a situação, fica evidente que a Frente Popular não possui mais a mesma força que tinha anteriormente. Isso é algo que já foi mencionado antes, e vou reiterar. A Frente Popular perdeu até mesmo o candidato mais bem votado e o segundo mais votado da base governista, demonstrando a falta de liderança tanto do prefeito quanto da Frente Popular. O desgaste é cada vez mais perceptível, acentuado pela permanência prolongada no poder”, destacou Edson.
Questionado se o prefeito Sandrinho Palmeira poderia abrir dissidência e ir contra a decisão do PSB para disputar a eleição com apoio de Raquel Lyra, Edson Henrique afirmou que Sandrinho não teria pulso para tomar uma decisão dessas.
“Ele seguirá e cumprirá a orientação do partido sem hesitar. O PSB e o PSDB, a nível nacional, estadual e local, são opostos, não se alinham. Por isso, reitero que o PSB de Afogados da Ingazeira enfrentará uma eleição atípica em 2024, já que água e óleo não se misturam”, afirmou o vereador
Questionamentos ao prefeito Alessandro Palmeira
Questionado se havia se arrependido das palavras duras que usou contra o prefeito Alessandro Palmeira, Edson Henrique disse que não e voltou a criticá-lo. “Votamos a LOA em novembro de 2022, definindo as disposições e dotações orçamentárias para o ano subsequente, onde a receita é aplicada conforme as despesas. Em dezembro de 2022, uma Medida Provisória do governo Bolsonaro elevou o valor do salário mínimo de R$ 1.212 para R$ 1.302, e posteriormente, em maio deste ano, outra Medida Provisória do governo Luiz Inácio Lula da Silva elevou o valor para R$ 1.320. No entanto, mesmo com todas essas mudanças, o prefeito agiu de maneira irresponsável e desonesta, como eu o caracterizei, ao continuar pagando aos servidores com base no salário mínimo de 2022, ou seja, R$ 1.212”, disse Edson.
União na oposição e possíveis candidaturas
“Zé Negão é o nome natural, mas não somos obstáculos para uma união, pelo contrário, buscamos unidade na oposição. Um nome sólido pode surgir nesse contexto, como o de Danilo Simões. Estamos prontos para apoiar, pois apesar de minha pouca idade e da minha história de acompanhamento ativo, tenho memória e conheço o legado de Giza Simões e de Orisvaldo Inácio. Danilo cresceu cercado por aqueles que contribuíram positivamente para Afogados da Ingazeira. Se o nome dele for considerado em 2024, será bem aceito”.
Futuro partidário e apoio
“Transmiti a Romero Sales [novo deputado estadual do grupo] o engajamento da população em Afogados, que cobra ações concretas. Ele se mostrou disposto e atencioso, especialmente em relação à retomada dos serviços, como a PE-380. A escolha do partido será feita com base em consultas e análises, e há a possibilidade de considerar o PSDB, que faz parte da trajetória de Armando Monteiro e Raquel”, pontuou Edson Henrique.
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