882 motociclistas de todo o Brasil marcaram presença no 15º Encontro de Afogados
Por André Luis
Por André Luis
Neste domingo (24) chegou ao fim o 15º Encontro de Motociclistas de Afogados da Ingazeira. Em entrevista ao Portal Pajeú Rádioweb, o portal de noticias da Rádio Pájeú, Celso Brandão, presidente do Dragões de Aço Moto Clube, responsável pela organização do evento, avaliou o evento com positivo.
Os motociclistas se divertiram e confraternizaram entre eles e com a população local, que marcou presença em grande número, em clima de paz e harmonia, teve churrasco, som eletrônico, almoço, shows para todo tipo de gosto, desde o rock até o show gospel.
Celso informou que foram 882 motociclistas de 282 Moto Clubes de todo o Brasil, que prestigiaram o evento, contribuindo para o aquecimento da economia do município e que todos saíram satisfeitos e elogiando o município e seus munícipes.
Celso também falou que a única reclamação por parte dos visitantes foi em relação aos preços das pousadas e hotéis da cidade que foram classificados como “abusivos”.
“Foi duro, difícil de organizar, pois nunca é fácil lidar com pessoas, mas graças a Deus, tudo transcorreu dentro do planejado. Agora é comemorar mais esta vitória e já começar a pensar no evento do ano que vem. Foram 882 motociclistas de 282 Moto Clubes de diversas partes do país, isso sem contar alguns que não fizeram a inscrição e não foram computados. A única reclamação da galera foi em relação aos valores cobrados pelas pousadas e hotéis da cidade, acharam abusivos”, disse Celso. Clique aqui e veja mais fotos no Portal Pajeú Rádioweb
Do Diário de Pernambuco Os deputados federais pernambucanos que foram favoráveis a regulamentação da terceirização, por meio da PL 4330, aparecem em um “mural da vergonha” colocado na parede do Banco do Brasil da Avenida Rio Branco no Recife. “Aqueles que estão no mural da vergonha são os inimigos. Temos que lutar contra isso”, afirmou […]
Os deputados federais pernambucanos que foram favoráveis a regulamentação da terceirização, por meio da PL 4330, aparecem em um “mural da vergonha” colocado na parede do Banco do Brasil da Avenida Rio Branco no Recife.
“Aqueles que estão no mural da vergonha são os inimigos. Temos que lutar contra isso”, afirmou o diretor executivo do Sindicato dos Bancários de Pernambuco, João Rufino, ao microfone, dirigindo-se aos bancários presentes. No mural, além da foto e nome dos 18 deputados, o mural conta ainda com as siglas que “votaram contra o trabalhador”.
Ele destacou ainda a necessidade de enfrentar o “Congresso Nacional mais reacionário que o Brasil já teve”. No local, o Sindicato realizou um ato de enfrentamento ao projeto de lei durante a manhã e início da tarde desta quarta-feira (15).
Rufino ressaltou que é importante mostrar ao público quem foram os políticos que votaram pelo PL. “As pessoas elegem os políticos confiando que eles não farão coisas desse tipo. Quando ocorrem esses estelionatos, temos que reagir. Não podemos mas dizer apenas os nomes desses políticos, temos que dizer as legendas e a proposta política. Temos que estimular também a responsabilidade do voto dos trabalhadores”, apontou.
Durante o ato, representantes do sindicato fizeram questão de ressaltar que o fato de as empresas públicas estarem fora da regulamentação não pode servir de desculpa para desmobilizar parte do movimento. “Temos que unificar a classe, fazer uma luta única”, disse Rufino.
Na lista dos deputados presentes no “mural da vergonha”, Anderson Ferreira (PR), Augusto Coutinho (SD), Betinho Gomes (PSDB), Cadoca (PMDB), Daniel Coelho (PSDB), Eduardo da Fonte (PP), Fernando Coelho Filho (PSB), Fernando Monteiro (PP), Gonzaga Patriota (PSB), Jarbas Vasconcelos (PMDB), João Fernando Coutinho (PSB), Jorge Côrte Real (PTB), Kaio Maniçoba (PHS), Marinaldo Rosendo (PSB), Pastor Eurico (PSB) , Raul Jungmann (PPS), Ricardo Teobaldo (PTB) e Silvio Costa (PSC).
No primeiro dia de campanha, o petebista percorreu Sertão, Agreste e Capital Do blog da Folha Depois de percorrer as cidades de Petrolina e Caruaru, o senador e candidato ao Governo de Pernambuco, Armando Monteiro Neto (PTB), subiu o Morro da Conceição, no Recife, nesta quinta-feira (16). O petebista chegou a colocar em dúvida o […]
No primeiro dia de campanha, o petebista percorreu Sertão, Agreste e Capital
Do blog da Folha
Depois de percorrer as cidades de Petrolina e Caruaru, o senador e candidato ao Governo de Pernambuco, Armando Monteiro Neto (PTB), subiu o Morro da Conceição, no Recife, nesta quinta-feira (16). O petebista chegou a colocar em dúvida o “arrependimento” do seu adversário do PSB, governador Paulo Câmara, que liberou secretários para votarem a favor do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).
“Acho que todo mundo pode de resto se arrepender. É preciso que, no entanto, essa manifestação possa ser aos olhos de todos sincera, uma manifestação sincera e não uma mera recomendação do marketing”, alertou Armando Monteiro.
O candidato chegou a considerar a postura do seu rival socialista com ares de volatilidade. “O governador tem se caracterizado por posições muito dúbias, que mudam ao longo do tempo. Ele fazer essa revisão, ele tem esse direito, mas o que nos verificamos mesmo é que há um sentimento de discutir às questões de Pernambuco”, pontou.
Em seguida, o senador emendou um discurso de ataques ao Governo Paulo Câmara. “Acho que nós precisamos discutir a Saúde de Pernambuco, a Segurança, as obras inacabadas, os desafios que temos para recompor a infraestrutura, para garantir a inserção dos jovens, temos índices de desempregos muito altos. Vou centrar o debate em Pernambuco”, avisou.
O candidato ao Senado Mendonça Filho (DEM) também atacou na direção do “arrependimento” do governador. “A questão do impeachment que todos sabem é que o PSB e o governador participaram de forma direta do processo. Não fosse o PSB não tinha havido impeachment, isso é uma cortina de fumaça e a opinião pública precisa ficar alerta”, completou Mendonça.
O total de 35 integrantes da Casa 60+, órgão que faz parte da rede de atenção da Secretaria de Assistência Social do município, abrilhantarão o desfile do bloco olindense o Homem da Meia-Noite, neste domingo, 2 de fevereiro, pelas ruas centrais de Arcoverde. Os usuários da Casa 60+ passaram por oficinas de customização para confecção […]
O total de 35 integrantes da Casa 60+, órgão que faz parte da rede de atenção da Secretaria de Assistência Social do município, abrilhantarão o desfile do bloco olindense o Homem da Meia-Noite, neste domingo, 2 de fevereiro, pelas ruas centrais de Arcoverde.
Os usuários da Casa 60+ passaram por oficinas de customização para confecção de blusas e tiaras alusivas ao calunga mais famoso do Carnaval pernambucano.
Em meio à animação do desfile, os grupos de idosos estarão acompanhando as charangas e agremiações locais levando o ‘Boi Melado’ que, em dado momento da brincadeira, vai abraçar o Homem da Meia-Noite.
“É mais uma atividade visando a inserção da Terceira Idade na sociedade, através de ações lúdicas que proporcionem cultura, diversão e lazer”, explicou a coordenadora da Casa 60+, Cláudia Baltazar.
A festividade, que vai marcar o tema do Carnaval deste ano do Homem da Meia-Noite, tem início a partir das 16h e sairá em cortejo do Largo do Cecora, em direção à Matriz do Livramento, seguindo pela Rua Leonardo Pachêco Duque (Beco do Buíque) e subindo até o Alto do Cruzeiro, para o Pátio de Eventos, local onde os homenageados: Cordel do Fogo Encantado, Rogério Rangel e Maestro Oséas, farão uma performance no palco.
O tema do Homem da Meia-Noite este ano será “Chover” – em referência à canção do Cordel do Fogo Encantado.
“A ideia da homenagem nada mais é que a exaltação a vida; a água é indispensável e sem ela a gente não vive. O nosso tema é um grito de alerta – ou a gente cuida ou vamos desaparecer, sem água a gente não vive”, explica Luiz Adolpho, presidente do Homem da Meia-Noite.
Do blog Radar Político Detentor de um capital político/eleitoral invejável, o que reúne a presidência estadual do PP e uma expressiva votação para a Câmara Federal em 2014, sendo naquela ocasião o campeão de votos quando conquistou a preferência de mais de 283 mil eleitores, Eduardo da Fonte é de longe, após Jarbas Vasconcelos, o […]
Detentor de um capital político/eleitoral invejável, o que reúne a presidência estadual do PP e uma expressiva votação para a Câmara Federal em 2014, sendo naquela ocasião o campeão de votos quando conquistou a preferência de mais de 283 mil eleitores, Eduardo da Fonte é de longe, após Jarbas Vasconcelos, o aliado de Paulo Câmara que tem maior envergadura eleitoral para disputar uma cadeira para o Senado com competitividade.
Apesar de haver movimentações de alguns atores políticos para concorrer ao Senador na chapa encabeçada por Paulo Câmara, a exemplo de Zé Queiroz (PDT) e Luciana Santos (PC do B), e a lembrança de alguns outros nomes da Frente Popular para concorrer ao posto, como é o caso de Sebastião Oliveira (PR), André de Paula (PSD) e Danilo Cabral (PSB), o deputado Eduardo da Fonte é entre todos o que melhor ajudaria a resolver algumas equações.
Além de garantir de uma vez por todas a permanência do PP no projeto de reeleição de Paulo Câmara, a candidatura de Dudu tem entusiasmado a alguns. Foi o que afirmou um deputado federal que prefere manter o sigilo. “A candidatura de Dudu anima a tropa governista, principalmente aos deputados que estão precisando de votos para garantir a reeleição”, confidenciou o parlamentar que, embora não seja considerado um quadro que figure na zona de degola, também espera ser um dos beneficiados pelo espólio de mais de 200 mil votos do pepista.
Por sua vez, uma liderança do PSB, que igualmente prefere manter seu nome em reserva, avalia que a movimentação de Eduardo da Fonte em torno de formar uma chapinha para a Câmara Federal reunindo o PP, PC do B, PDT e Solidariedade é um indício de que ele estaria querendo pressionar o governador para garantir um espaço na chapa majoritária. “Eduardo da Fonte está utilizando a fragilidade de reeleição de alguns deputados federais para ampliar a sua influência nas eleições de 2018. Ninguém tem dúvidas da importância do PP para a Frente Popular, mas ele acreditar que pode ocupar uma das vagas para o Senado é muita presunção”, disse a fonte que aproveitou para defender os nomes de Jarbas Vasconcelos e André Ferreira para o Senado.
Embora a maior resistência ao nome de Eduardo para concorrer ao Senado seja no ninho socialista, a possibilidade do pepista debandar para a oposição está sendo levada em consideração, por esta razão a concessão de espaço para o PP na chapa majoritária de Paulo Câmara ganha cada vez mais força e começa a ser levada em consideração.
Ninguém questiona o protagonismo do prefeito de Afogados da Ingazeira e Presidente da AMUPE, José Patriota e a dimensão que a entidade tomou após sua posse. Mas na última Assembleia Geral de 2018 da entidade, no afã de manifestar em defesa dos pares prefeitos, criticou o projeto de lei do deputado Isaltino Nascimento (PSB). Ele quer […]
Ninguém questiona o protagonismo do prefeito de Afogados da Ingazeira e Presidente da AMUPE, José Patriota e a dimensão que a entidade tomou após sua posse. Mas na última Assembleia Geral de 2018 da entidade, no afã de manifestar em defesa dos pares prefeitos, criticou o projeto de lei do deputado Isaltino Nascimento (PSB). Ele quer que os municípios sejam proibidos de realizarem festas quando decretado estado de calamidade pública.
“Os deputados deveriam legislar sobre as coisas do Estado, no município quem legisla é a Câmara de Vereadores. Como é que uma cidade como Caruaru vai deixar de fazer o São João? Ou Serra Talhada sua exposição de animais? Eles não entendem que são questões culturais muito fortes, nem sempre dá para resolver dessa maneira. A preocupação com as contas deve existir e as prioridades também, mas quem sabe e tem autoridade para decidir é o município. O projeto de lei foi elaborado sem ao menos escutar os prefeitos”, criticou Patriota.
O que o deputado está tentando fazer é colocar uma trava na imprudência de muitos prefeitos que, em meio a estado de calamidade, querem fazer a velha política pão e circo. O fato é que com o passar dos anos as prefeituras, principalmente os agentes públicos, percebendo que festa dava voto e, em alguns casos, ainda poderia render um por fora, falando aqui da exceção ligada aos mal feitos administrativos, enxergou nas festas um caminho fácil e rápido para o voto. A ponto de nas plataformas de governo, candidato ter que prometer que fará festa maior que antecessor.
Foi-se um tempo em que não era papel de prefeitura fazer festa tradicional. O povo ia pros clubes, pros eventos privados, e ninguém morria por isso. Prefeitura tinha era que se preocupar com Educação, Saúde, Assistência Social, Infraestrutura… No mais, é no mínimo contraditório ouvir alguns gestores falando em crise, dificuldade com folha, décimo terceiro no paga não paga e a sua entidade de classe brigando para manter o direito a festas e eventos.
O projeto de Isaltino deveria ir além. Aliás, os órgãos de controle deveriam ir além. Município que não atingisse índices mínimos de saneamento, criança na escola, cobertura com atenção básica, não cumprisse a TAC dos lixões, segurança hídrica no campo, não deveria ter sequer autorização para aplicar recursos em rubricas como eventos em praça pública, que consomem milhares em recursos, mobilizam forças de segurança e não devolvem em investimento retorno com os ambulantes por exemplo, já que a argumentação é de que “aquece a economia”, o que acaba sendo um remendo para a falta de investimentos que gerem emprego e renda ano todo, como turismo, por exemplo.
Estão incluídas na lista de proibições no projeto de Isaltino carnaval, festas religiosas, emancipação política, festas de São João e São Pedro, Natal e réveillon, micaretas, cavalgadas e vaquejadas, repito, para municípios “em Estado de Calamidade”. O Estado de Calamidade é similar à situação de emergência no sentido de ser também um reconhecimento legal, pelo município atingido, de uma situação anormal provocada por desastres, que podem ser naturais, como secas. O Estado de Calamidade se diferencia da Situação de Emergência, porém, por ser decretado quando o desastre causa sérios danos à comunidade afetada, inclusive representado perigo e elevado risco à vida de seus habitantes. Em um contexto desses, dá pra fazer festa?
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