Notícias

3ª Circunscrição Ministerial tem novo coordenador

Por André Luis

O Promotor de Justiça, Dr. Romero Borja, é o novo coordenador da 3ª Circunscrição Ministerial do Ministério Público de Pernambuco.

Natural de São José do Egito-PE e atualmente titular da Promotoria Criminal de Afogados da Ingazeira-PE, Dr. Romero foi eleito por seus pares para liderar a coordenação das Promotorias do Pajeú.

“Fico extremamente honrado pela confiança depositada pelos colegas promotores. Nosso objetivo será aproximar cada vez mais a atuação ministerial da população. A responsabilidade é grande, mas estamos prontos para enfrentar os desafios”, destacou Dr. Romero Borja.

A 3ª Circunscrição Ministerial abrange as Promotorias dos municípios de Carnaíba, Quixaba, Afogados da Ingazeira, Iguaraci, Sertânia, Ingazeira, Solidão, Tabira, Santa Terezinha, São José do Egito, Tuparetama, Itapetim e Brejinho.

Outras Notícias

Serra: prefeita anuncia adesão ao consórcio para compra de vacinas

A prefeita de Serra Talhada,  Márcia Conrado,  anunciou a integração ao projeto da Frente Nacional de Prefeitos, que está organizando um consórcio com todos os municípios do Brasil para viabilizar a compra das vacinas contra a Covid-19, caso o Ministério da Saúde continue demorando a acelerar o processo no país. “Estive ao lado da secretária de […]

A prefeita de Serra Talhada,  Márcia Conrado,  anunciou a integração ao projeto da Frente Nacional de Prefeitos, que está organizando um consórcio com todos os municípios do Brasil para viabilizar a compra das vacinas contra a Covid-19, caso o Ministério da Saúde continue demorando a acelerar o processo no país.

“Estive ao lado da secretária de Saúde, Lisbeth Rosa, participando da reunião on-line Unidos Pela Vacina, onde já preenchemos o formulário da primeira etapa”, anunciou.

Segundo a gestora, tudo que está no alcance em relação à pandemia, a secretaria de saúde junto com o governo municipal tem realizado.

“E agora surgiu a possibilidade dos municípios comprarem as vacinas, e a gente prontamente se juntou aos 300 grandes municípios do Brasil para assinar o termo de intenção da compra, através de consórcio dessas vacinas”, anunciou.

Câmara entra no STF contra decisão que barrou rito de impeachment

A Mesa da Câmara dos Deputados, presidida pelo deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), protocolou nesta segunda-feira (1º) no Supremo Tribunal Federal (STF) um recurso questionando decisão de novembro da Corte que definiu o rito de um processo de impeachment no Legislativo. A peça, chamada “embargos de declaração”, visa esclarecer pontos do julgamento considerados obscuros, contraditórios, omissos ou duvidosos. […]

9us0wkxy98mas2z7o6wpyy716

A Mesa da Câmara dos Deputados, presidida pelo deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), protocolou nesta segunda-feira (1º) no Supremo Tribunal Federal (STF) um recurso questionando decisão de novembro da Corte que definiu o rito de um processo de impeachment no Legislativo.

A peça, chamada “embargos de declaração”, visa esclarecer pontos do julgamento considerados obscuros, contraditórios, omissos ou duvidosos. O objetivo é levar a questão novamente a plenário para esclarecer dúvidas já anunciadas por Cunha após a decisão.

No final do ano passado, o plenário do Supremo barrou o rito de impeachment definido por Cunha. Os ministros anularam, por exemplo a eleição, em votação secreta, de chapa alternativa, formada por deputados da oposição e dissidentes da base. Além disso, deram ao Senado o poder de não abrir o processo mesmo após autorização de 2/3 da Câmara.

Em entrevistas e declarações concedidas ainda no ano passado, Cunha destacou várias dúvidas. Uma delas é o que acontece se for rejeitada pelo plenário da Câmara a chapa única para a formação da comissão especial, como determinou o STF.

Outra dúvida é se a determinação de votação aberta para a formação da comissão especial também se estende para outras comissões temáticas da Casa. Cunha chegou a dizer que a demora para responder à dúvida poderia “paralisar” a Câmara.

A declaração foi feita em novembro do ano passado, quando Cunha se reuniu com o presidente do STF, Ricardo Lewandowski, para pedir a publicação do acórdão (sentença da decisão). Em regra, só após a publicação do documento (que tem o resumo da decisão e a versão final dos votos dados por cada ministro), as partes podem apresentar recursos.

Na época, Lewandowski alertou o deputado para o risco de os embargos serem recusados de antemão caso sejam apresentados antecipadamente. O regimento do STF dá 60 dias para a publicação, o que ocorrerá no dia 19 de fevereiro, levando em conta a paralisação do prazo por causa do recesso.

No encontro de novembro, o ministro também disse não enxergar espaço para questionamentos da decisão. “A meu ver, não há margem de dúvida pela minudência como foi decidido. Claro que vou fazer o possível para pautar o mais rapidamente possível qualquer eventual embargo interposto”, afirmou Lewandowski à época.

Vídeo mostra estado de loja após incêndio

O repórter Marconi Pereira registrou para suas redes sociais e da Rádio Pajeú como ficou o Magazine Popular após o incêndio de ontem. O fogo consumiu principalmente o pavimento superior. Segundo o proprietário José Evandro, o trabalho consistiu em evitar riscos de desabamento da laje superior. Ele não quis detalhar agora os prejuízos. Entretanto, disse que […]

O repórter Marconi Pereira registrou para suas redes sociais e da Rádio Pajeú como ficou o Magazine Popular após o incêndio de ontem.

O fogo consumiu principalmente o pavimento superior. Segundo o proprietário José Evandro, o trabalho consistiu em evitar riscos de desabamento da laje superior. Ele não quis detalhar agora os prejuízos. Entretanto, disse que anunciará uma campanha com estímulo às vendas para buscar recuperar o prejuízo.

Ele voltou a agradecer a todos que se solidarizaram e ajudaram, como Bombeiros, Defesa Civil, comerciantes, PMPE e população.

Ontem, José Evandro deu entrevista exclusiva ao comunicador Júnior Cavalcanti. Ele disse que nunca quis interferir na presença de um morador de rua por trás de seu estabelecimento. Disse até que já teve prejuízos ou danos no seu patrimônio, mas nunca quis agir contra ele.

Também disse que o mais importante foi não haver feridos. “Meu pai me disse uma vez que a gente nasce pelado e só morre vestido porque colocam uma roupa na gente. Vamos trabalhar e recomeçar”. Ele ainda não calculou os prejuízos.

Disse também que foi tudo muito rápido. “O fogo pegou em um papelão nos fundos e se alastrou rapidamente. Temos sete extintores aqui, mas não deram pra nada diante do fogo. Mandei todo mundo sair porque não tinha o que fazer”. Ele agradeceu aos Bombeiros e todos que ajudaram.

Sabe-se que dois irmãos já identificados atearam fogo na barraca de um morador de rua nos fundos da loja, o que causou o incêndio. Durante o fim da tarde e início da noite, o blogueiro Ulisses Neto trouxe detalhes do episódio.

Pleno do TCE mantém condenação por pagamento de diárias de ex-prefeito sertanejo

O Pleno do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) julgou o recurso do ex-prefeito de Afogados da Ingazeira, Totonho Valadares, sobre diárias pagas a ex-secretários durante sua gestão em 2011. O Pleno manteve as irregularidades e não aceitou o recurso impetrado pelo ex-prefeito. A Segunda Câmara do Tribunal já havia julgado irregular em agosto a […]

16

O Pleno do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) julgou o recurso do ex-prefeito de Afogados da Ingazeira, Totonho Valadares, sobre diárias pagas a ex-secretários durante sua gestão em 2011. O Pleno manteve as irregularidades e não aceitou o recurso impetrado pelo ex-prefeito.

A Segunda Câmara do Tribunal já havia julgado irregular em agosto a concessão de diárias para secretarias na gestão do ex-prefeito.

Na pauta, o pagamento a secretários como Daniel e Paulo Valadares (filho e irmão de Totonho), mais Gilvan Menelau e Carlos Rabelo. A relatora havia sido a Conselheira Tereza Duere. Os valores de diárias pagas chegava a R$ 100 mil. A oposição chegou a explorar o episódio.

À época, Totonho argumentou que sua defesa havia derrubado a interpretação de irregularidade nas diárias de Daniel e Paulo. Também que esse exercício teve as contas julgadas regulares pelo TCE. Mas o conjunto de conselheiros manteve a decisão pela rejeição do pagamento de diárias.

TCE julga regular com ressalvas auditoria sobre transporte escolar em Afogados

Com base na análise de processo da gestão Patriota, TCE fez recomendações a atual gestão A Primeira Câmara do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE), julgou regular com ressalvas, uma auditoria especial realizada na Prefeitura de Afogados da Ingazeira, no exercício de 2017. O prefeito era José Patriota, do PSB. O objetivo foi […]

Com base na análise de processo da gestão Patriota, TCE fez recomendações a atual gestão

A Primeira Câmara do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE), julgou regular com ressalvas, uma auditoria especial realizada na Prefeitura de Afogados da Ingazeira, no exercício de 2017. O prefeito era José Patriota, do PSB.

O objetivo foi avaliar a qualidade, a segurança do transporte e a economicidade dos contratos. Entre os achados irregulares no relatório auditoria da Corte de Contas de Pernambuco, a secretária de Educação à época, teria autorizado o pagamento dos boletins de medição com preços unitários superfaturados, sem considerar o fato de que todo o serviço havia sido terceirizado a outrem e de não ter feito nenhum questionamento como gestora do contrato à empresa contratada.

“Tamanha foi à incompatibilidade entre as condições apresentadas na fase da licitação e a execução do serviço, como a transferência de todo o ônus de despesas para os terceirizados”, apontou o relator.

O relator do processo ainda acrescentou, que em face do débito de ISSQN apurado pela auditoria e do valor efetivamente parcelado pela Contratada, que o atual gestor do município, Alessandro Palmeira, diligencie no sentido de proceder à execução do valor do ISSQN que não foi objeto de parcelamento, qual seja, R$ 81.742,99, com as devidas correções e ainda determinou que o mesmo faça cumprir as normas contidas na Resolução TC n° 06/2013, que trata do controle interno relativo ao serviço de transporte escolar.