O Tenente Coronel Costa Júnior acaba de confirmar que deixa o comando do 23º BPM. Em um comunicado no grupo de monitoramento da Covid-19, ele falou da saída.
“Estou deixando o comando do 23º BPM para cumprir nova missão na PMPE. Muito obrigado pela atenção, pela consideração e pelo aprendizado durante esse período. Estarei sempre à disposição”, disse.
Costa Júnior assumiu o comando do Batalhão em outubro do ano passado. Ele substituiu o Major Fabrício Vieira, designado para assumir a função de Comandante do 3º BPM, sediado na cidade de Arcoverde, que o Coronel comandava.
A saída tem relação com a política de promoções do Governo do Estado.
O novo comandante do 23º BPM é o Tenente Coronel Clodualdo Silva. Ele estava servindo ao Batalhão de Serra Talhada e já foi Subcomandante do Batalhão de Afogados. A Major Mirelle Oliveira continua como Subcomandante.
O Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes afirmou no início da tarde desta segunda-feira (26) que não se sente constrangido e “nada impedido” de assumir a relatoria de um dos inquéritos sobre o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG). Gilmar passará a conduzir um dos cinco inquéritos autorizados pela Corte com base nas delações […]
O Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes afirmou no início da tarde desta segunda-feira (26) que não se sente constrangido e “nada impedido” de assumir a relatoria de um dos inquéritos sobre o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG).
Gilmar passará a conduzir um dos cinco inquéritos autorizados pela Corte com base nas delações de ex-executivos da Odebrecht.
“[Não me sinto] nada impedido. Nenhum constrangimento”, disse o ministro ao sair do evento em que debateu “Os desafios do saneamento ambiental na próxima década”, no Instituto Fernando Henrique Cardoso, no Centro de São Paulo.
Gilmar afirmou que não deu mais detalhes porque afirmou que só falaria sobre saneamento.
Inicialmente, o inquérito estava sob a relatoria do ministro Luiz Edson Fachin, relator dos processos relacionados à Lava Jato no Supremo.
Nesta semana, contudo, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao STF que redistribuísse o inquérito, sob a argumentação de que os fatos narrados pelos delatores não têm conexão com as fraudes investigadas na Petrobras.
Fachin concordou com a redistribuição e a presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, determinou o sorteio. (G1)
O prefeito de Arcoverde, Wellington Maciel (MDB), está comemorando o resultado das urnas na cidade, que mesmo enfrentando fortes adversários como o ex-prefeito Zeca Cavalcanti, estadual; e o Delegado Israel, candidato a federal, fez seus candidatos a deputados estadual e federal majoritários no município. Para ele, momento de agradecer e seguir em frente com o […]
O prefeito de Arcoverde, Wellington Maciel (MDB), está comemorando o resultado das urnas na cidade, que mesmo enfrentando fortes adversários como o ex-prefeito Zeca Cavalcanti, estadual; e o Delegado Israel, candidato a federal, fez seus candidatos a deputados estadual e federal majoritários no município.
Para ele, momento de agradecer e seguir em frente com o trabalho.
“O momento é de agradecer, de dizer obrigado Arcoverde! Fechamos mais um ciclo de vitórias, fazendo majoritários nossos candidatos a deputados. Só tenho a agradecer a cada militante, cada eleitor, a você que sempre acreditou e confiou em nossa palavra e mostrou, nas urnas, que Arcoverde quer seguir em frente, com amor, paz e trabalho. Vamos seguir, lado a lado com o povo, de mãos dadas com o futuro e o desenvolvimento de nossa terra e nossa gente. Valeu Arcoverde”, afirmou Wellington Maciel em mensagem ao povo.
Fernando Monteiro (PP) foi o mais votado pela cidade para ocupar um cargo na Câmara dos Deputados, com 6.357 votos dos arcoverdenses. Ele abriu uma diferença de 2.796 votos sobre o principal adversário, o Delegado Israel que obteve 3.561 votos na cidade.
Na esfera estadual, Wellington com seu grupo político garantiu a Luciano Pacheco (Patriota), 9.252 votos, batendo o segundo colocado, Zeca Cavalcanti que teve 7.131 votos. Wellington com Luciano impôs uma diferença de 2.121 votos ao ex-prefeito.
Desde o último dia 15 de julho, que os leitos hospitalares disponíveis nas Unidades de Terapias Intensivas (UTIs), direcionadas para pacientes em situações graves da Covid-19, estão mantendo médias inferiores ou iguais a 50% de ocupação. Até a noite da última quarta-feira (28), a UTI do Hospital Regional Ruy de Barros Correia estava com 40% […]
Desde o último dia 15 de julho, que os leitos hospitalares disponíveis nas Unidades de Terapias Intensivas (UTIs), direcionadas para pacientes em situações graves da Covid-19, estão mantendo médias inferiores ou iguais a 50% de ocupação.
Até a noite da última quarta-feira (28), a UTI do Hospital Regional Ruy de Barros Correia estava com 40% das 20 vagas ocupadas, enquanto que a UTI do Hospital Memorial Arcoverde registrava 50% dos seus 10 leitos preenchidos.
“Com o avanço das vacinações contra a Covid-19 atingindo um número maior de cidadãos, que já receberam a primeira dose ou que já concluíram o processo, esperamos que a ocupação dos leitos de UTIs também mantenha médias de até 50% de ocupação nos próximos dias. Aproveitamos também para alertar à população de Arcoverde, a manter todos os cuidados higiênicos e de prevenção, mesmo para quem já esteja devidamente imunizado. Desta forma, estaremos colaborando para que o número de infectados diminua gradativamente”, afirmou o secretário municipal de Saúde, Isaac Salles.
Levantamento efetuado nestas quarta (19) e quinta-feira (20) pelo G1 – em consulta a todos os governos estaduais – mostra que pelo menos 24.203 presos são atualmente monitorados por meio de tornozeleira eletrônica e ao menos 821 aguardam a concessão de tornozeleira para deixar a prisão. Segundo dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o […]
Levantamento efetuado nestas quarta (19) e quinta-feira (20) pelo G1 – em consulta a todos os governos estaduais – mostra que pelo menos 24.203 presos são atualmente monitorados por meio de tornozeleira eletrônica e ao menos 821 aguardam a concessão de tornozeleira para deixar a prisão. Segundo dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Brasil tem 622 mil presos.
De acordo com o levantamento, o estado onde há mais tornozeleiras eletrônicas disponíveis é Paraná (5,3 mil). Três estados (Amapá, Bahia e Roraima) e o Distrito Federal informaram não ter presos monitorados pelo equipamento.
Vários governos têm previsão de licitação para a aquisição de novas tornozeleiras. De acordo com informações de órgãos estaduais, o menor custo mensal por tornozeleira é o do Distrito Federal (R$ 161,92), que, embora não tenha presos monitorados, assinou em julho contrato para fornecimento de 6 mil tornozeleiras – o maior é o do Amazonas (R$ 475).
Em maio, a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) de São Paulo informou em nota que um novo contrato previa a entrega de 7.700 tornozeleiras, das quais 7 mil para serem usadas em todo o estado e 700 como reserva. O G1 questiona a SAP desde terça-feira sobre números atualizados e se o contrato já entrou em vigor, mas não obteve resposta até esta quinta-feira. A Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou, em nota, que, para internos do Presídio da Polícia Civil, dispõe de 20 tornozeleiras. Segundo a SSP, esses equipamentos são disponibilizados exclusivamente em saídas temporárias ou em casos de liberdade condicional.
As tornozeleiras são opção da Justiça para que presos cumpram regime domiciliar e continuem sendo monitorados. Os equipamentos funcionam com um módulo GPS, como em carros, no qual são instalados um modem de celular, para transmissão de dados, com dois cartões de operadoras diferentes a fim de se evitar ausência de sinal.
De acordo com o professor Welliton Caixeta, da Faculdade de Direito da Universidade de Brasília (UnB), que há sete anos pesquisa o uso de tornozeleiras, a tecnologia é importante alternativa pra diminuir o caos no sistema penitenciário. Segundo ele, um preso custa cerca de R$ 2 mil por mês em um presídio, e a tornozeleira, cerca de R$ 200.
“Diante, então, desse universo prisional hoje de aproximadamente 600 mil pessoas presas no país, 40%, que são os presos provisórios, poderiam estar sendo beneficiados com tornozeleiras eletrônicas (…) É uma alternativa ao caos”, afirmou.
Em janeiro, depois das chacinas de presos em estados do Norte e do Nordeste, o Ministério da Justiça anunciou o repasse de R$ 72 milhões aos estados para a compra de 10 mil tornozeleiras eletrônicas. Seis meses depois, o dinheiro ainda não foi liberado. O ministério informou que as ações do Plano Nacional de Segurança estão sendo revistas, por causa das trocas de ministros e dos cortes no orçamento.
A escassez de tornozeleiras no país ganhou evidência após as prisões do ex-ministro Geddel Vieira Lima e do ex-deputado Rodrigo Rocha Loures.
Preso no último dia 3, Geddel está em Salvador desde a semana passada, depois de ter deixado o presídio da Papuda, em Brasília, para cumprir prisão domiciliar.
Sem o equipamento disponível na Bahia e no Distrito Federal, o desembargador Ney Bello, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), autorizou o ex-ministro a ir para prisão domiciliar mesmo sem tornozeleira.
Loures foi preso um mês antes de Geddel, em 3 de junho, depois de ter sido filmado pela Polícia Federal ao receber uma mala com R$ 500 mil, que seria dinheiro de propina. Loures passou à prisão domiciliar, mediante monitoramento, por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Edson Fachin.
Sem o equipamento no Distrito Federal, a tornozeleira de Loures foicedida pela Secretaria de Segurança Pública e de Administração Penitenciária de Goiás em 1º de julho. O Ministério Público apura se o ex-deputado foi privilegiado ao receber o equipamento em Goiânia.
Por André Luis O promotor de Justiça Gustavo Tourinho, explicou em contato com a Rádio Pajeú e o blog que o Mandado de Segurança que fez com que a juíza da 2ª Vara Cível de Afogados da Ingazeira suspendesse o processo eleitoral do Conselho Tutelar foi impetrado por dois candidatos que entenderam terem sido injustamente […]
O promotor de Justiça Gustavo Tourinho, explicou em contato com a Rádio Pajeú e o blog que o Mandado de Segurança que fez com que a juíza da 2ª Vara Cível de Afogados da Ingazeira suspendesse o processo eleitoral do Conselho Tutelar foi impetrado por dois candidatos que entenderam terem sido injustamente excluídos do processo.
“Dois candidatos entenderam que foram injustamente excluídos do processo eleitoral e impetraram o mandado de segurança na 2ª Vara Cível, da comarca de Afogados da Ingazeira, onde esse promotor também tem atuação”, explicou.
Segundo o promotor não há nada de anormal na situação, visto que o Mandado de Segurança é um instrumento jurídico normal. “É um meio disponibilizado e previsto na Constituição Federal para quem se sente lesado em um direito chamado líquido e certo, ou ameaçado neste direito”.
Tourinho também explicou que como foi ele o responsável pelas impugnações, não quis emitir parecer no mesmo mandado de segurança.
“Como fui eu que impugnou na qualidade de Promotor da Infância e Juventude as candidaturas, então eu não poderia funcionar emitindo parecer no mesmo Mandado. Eu fui o autor da impugnação deles perante a Comissão Eleitoral. Então eu mesmo me averbei suspeito para emitir uma manifestação no parecer do mandado de segurança que tem por objeto exatamente a impugnação que foi por mim promovida”, explicou.
O promotor também disse que a suspensão se dá apenas para que o seu substituto possa se manifestar no mandado de segurança. “Não há nada demais, nada de anormal, faz parte do processo, é uma coisa natural”, disse Tourinho, que emendou: “à medida que meu substituto se manifeste a juíza vai determinar o curso normal do processo eleitoral e as eleições irão se realizar no dia 6 de outubro com certeza”.
O Mandado de Segurança é uma ação constitucional prevista no artigo 5º, inciso LXIX da Constituição Federal, regulado com mais detalhamento na Lei 12.016 de 2009. Por definição, esta é uma medida que tem como objetivo a proteção de direito líquido e certo, ou seja, de direitos evidentemente existentes (exceto aqueles à liberdade de locomoção e ao acesso à informação própria, já defendidos, respectivamente, por habeas corpus e habeas data). Este amparo pode ser requisitado por qualquer pessoa (física ou jurídica) que tenha receio ou efetiva violação deste, devido a ilegalidade ou abuso de poder praticado por autoridade pública ou por agente de pessoa jurídica no exercício de atribuições do Poder Público.
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