Serra Talhada registrou esta noite o 17º homicídio do ano. Nesta sexta-feira (27), por voltas das 18h10, Cristiano Pereira e Silva, 33 anos, morador do bairro da Caxixola, foi assassinado com vários tiros na cabeça na Avenida João Gomes de Lucena, no bairro São Cristóvão.
Segundo informações do Hospital Regional Agamenon Magalhães (Hospam) ao Farol de Notícias, o homem chegou sem vida e neste momento encontra-se no necrotério do hospital.
O último homicídio em Serra Talhada aconteceu no dia 16 de maio quando um agricultor de 70 anos foi morto com vários tiros no Pátio da Feira Livre. A arma utilizada foi uma pistola de uso reservado da Polícia. A expectativa da população, neste momento, é quanto a chegada de um equipe especial de segurança da PMPE.
Após o comício realizado em Serra Talhada nesta sexta (01) Paulo Câmara falou ao Blog sobre a recém pesquisa do IBOPE, que o aponta como segundo colocado nas pesquisas com 11%, contra 43% do seu principal opositor, Armando Monteiro, do PTB. “Pesquisa nesse momento não reflete em nada. Se pesquisa preocupasse e fosse determinante nesse […]
Após o comício realizado em Serra Talhada nesta sexta (01) Paulo Câmara falou ao Blog sobre a recém pesquisa do IBOPE, que o aponta como segundo colocado nas pesquisas com 11%, contra 43% do seu principal opositor, Armando Monteiro, do PTB. “Pesquisa nesse momento não reflete em nada. Se pesquisa preocupasse e fosse determinante nesse momento da campanha, Eduardo Campos não teria sido eleito Governador em 2006 e nem Geraldo Júlio prefeito do Recife em 2012”.
Câmara ressaltou que a partir do momento em que o Guia Eleitoral for para as ruas e as pessoas começarem a conhecê-lo, a realidade será outra. “Nós somos desconhecidos por 70% da população e vamos enfrentar esse desconhecimento. A partir do momento em que formos nos apresentando, fazendo com que cada município conheça a nossa proposta e nossas idéias, o quadro será outro”, garante.
A nova diretoria da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) que assumirá oficialmente em março, realizou uma reunião preparatória nesta quinta-feira, 20 de fevereiro, para traçar as diretrizes e prioridades para o ano de 2025. Dentre essas se destacam a captação de recursos, o incentivo e divulgação de boas práticas municipais, além da continuidade do programa […]
A nova diretoria da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) que assumirá oficialmente em março, realizou uma reunião preparatória nesta quinta-feira, 20 de fevereiro, para traçar as diretrizes e prioridades para o ano de 2025.
Dentre essas se destacam a captação de recursos, o incentivo e divulgação de boas práticas municipais, além da continuidade do programa de formação de servidores municipais, o ‘Amupe Capacita’.
O setor de captação de recursos terá a coordenação do prefeito de Aliança, Pedro Freitas. Já o Programa Replica Boas Práticas, terá o prefeito de Cabrobó, Elioenai Dias no comando. Presidente da Amupe, Marcelo Gouveia enfatizou o compromisso da nova gestão com o desenvolvimento municipal. “Estamos focados em oferecer ferramentas e soluções que possam auxiliar os municípios a enfrentar os desafios atuais. Queremos proporcionar aos prefeitos e prefeitas modelos de gestão eficiente, com planejamento, para fortalecer a integração entre os municípios”, enfatizou.
Na reunião também ficou decidido que a assembleia de eleição por aclamação acontecerá no dia 27 de fevereiro, de maneira híbrida, de forma virtual e presencial na sede da Amupe. Já no dia 18 de março acontecerá a posse festiva, em um evento com presença de lideranças políticas de Pernambuco. Além disso, os gestores e gestoras presentes foram unânimes na realização, a partir deste ano, de assembleias descentralizadas em todas as regiões de Pernambuco.
Núcleo de Engenharia
Os diretores também afirmaram que será estudada a possibilidade de criação do setor de engenharia da Amupe. Essa iniciativa vai permitir a produção de projetos de pequeno e médio porte para municípios, como Unidades Básicas de Saúde (UBS), Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e até escolar. A ideia é que sejam visitadas experiências de sucesso no tema, em estados como Bahia e Goiás.
Participaram da reunião o presidente e candidato Marcelo Gouveia; o prefeito de Aliança, Pedro Freitas (vice-presidente); a prefeita de Igarassu, Elcione Ramos (1ª secretária); a prefeita de Olinda, Mirella Almeida (2ª secretária); o prefeito de Panelas, Rubem Lima (1º tesoureiro); o prefeito de Cabrobó, Elioenai Dias (2º tesoureiro); a prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (secretária da Mulher da Amupe) e a prefeita de Casinhas, Juliana Barbosa (suplente da secretaria da Mulher).
Ação é referente a recolhimento e não repasse ao Fundo Municipal – Funpretu. Cabe recurso A Juíza Substituta da Comarca de Tuparetama Brenda A. Paes Barreto Teixeira condenou o ex-prefeito Sávio Tores por improbidade administrativa. Ela acatou Ação Civil de Improbidade Administrativa proposta pelo Ministério Público, que acusou Sávio por condenação nas sanções do art. […]
Ação é referente a recolhimento e não repasse ao Fundo Municipal – Funpretu. Cabe recurso
A Juíza Substituta da Comarca de Tuparetama Brenda A. Paes Barreto Teixeira condenou o ex-prefeito Sávio Tores por improbidade administrativa. Ela acatou Ação Civil de Improbidade Administrativa proposta pelo Ministério Público, que acusou Sávio por condenação nas sanções do art. 12, inciso III da Lei nº 8.429/92.
A representação tratou de Irregularidades dos Regimes Previdenciários e outros documentos que constatou falhas na sua organização e funcionamento, especificamente, no tocante a ausência de repasse dos descontos previdenciário relativo à parcela patronal, categoria laboral ao referido fundo de previdência, utilizando para fins diversos, assim como ausência de prestação de contas pelo gestor, conforme determina a legislação no valor de R$ 2.864.303,79 (dois milhões, oitocentos e sessenta e quatro mil, trezentos e trinta e três reais e setenta e nove centavos).
A denúncia do MP foi de que os descontos previdenciários ocorreram normalmente nos contracheques dos servidores públicos, muito embora não houve o repasse dos valores ao Fundo pelo Gestor municipal. Quando prefeito, Sávio ainda encaminhou Projeto de Lei n°16/2006 (posteriormente transformada na Lei n° 242/06) à Câmara Municipal prevendo parcelamento da dívida com o Fundo Previdenciário em 240 (duzentos e quarenta) meses. “Conduta esta contraria ao art. 32, inciso I, da orientação normativa n° 01 de 23.01.07 que estabelece que a cota patronal somente pode ser parcelada em 60 parcela mensais”.
Ainda denunciou que o Gestor do Fundo Previdenciário, Antônio Gomes Vasconcelos Menezes não dava conhecimento das finanças aos demais membros, assim como não atendia as reuniões solicitadas e, por fim, adotava procedimento ilegal ao realizar o pagamento de inativos, pensionistas e respectivos dependentes, que adquiriram o direito dos benefícios até 27.11.98, com recursos do Fundo Previdenciário quando a obrigação seria da Prefeitura Municipal”.
Na defesa, Sávio e Antonio alegaram ausência de prova documental, da litigância de má-fé, inépcia da petição inicial, da inaplicabilidade da Lei de Ação Civil Pública à Ação de Improbidade, do chamamento à responsabilidade do então Presidente da Câmara Municipal, além de sustentarem que não há ato de improbidade administrativa, eis que realizou parcelamento do débito previdênciário. Alegaram também que o questionamento era intempestivo. Ao fim solicitaram a decisão pela improcedência do pedido.
Mas, decidiu a Juíza que auditoria mostrou que ao longo de sua gestão não foi repassado cerca de R$ 2.864.303,79 (dois milhões, oitocentos e sessenta e quatro mil, trezentos e três reais e setenta e nove centavos), embora os descontos previdenciários tenham ocorrido normalmente nos contracheques dos servidores públicos.
Já Antônio Gomes Vasconcelos Menezes então gerente do FUNPRETU durante o período em que o réu era o Prefeito do Município de Tuparetama, “não teve participação na apropriação indébita e na ausência de repasse das contribuições previdenciárias, diante da impossibilidade de evitar que o então Prefeito o fizesse, e buscou tudo o que estava ao seu alcance a fim de evitar o ocorrido como prova a documentação contida nas suas alegações finais, por isso o acusado Antônio Menezes não deve ser condenado”, definiu a magistrada.
E continua: “O mesmo não ocorre com o então Prefeito do Município de Tuparetama, o Sr. Domingos Sávio da Costa Torres, porque ele tinha o domínio do fato, era o gestor do paupérrimo Município, ordenador de despesas, responsável maior pela folha de pagamentos, e ainda reteve os valores dos servidores em seus contracheques, não os repassou para a previdência própria – o FUNPRETU, sendo apropriados indevidamente, sem falar da contribuição patronal que deixou igualmente de ser recolhida”.
“Ademais, importante ressaltar que trata-se de uma cidade de pequeno porte, com menos de 10.000 (dez mil) habitantes, neste contexto, o valor que deixou de ser recolhidos aos cofres públicos torna-se ainda mais prejudicial. O demandado, em sua peça de defesa, apenas afirma que agiu de boa-fé, afirmando que realizou parcelamento do débito procedido antes da denúncia, fato que conduz a extinção da punibilidade penal. É entendimento pacífico na jurisprudência que o parcelamento tributário não afasta a irregularidade cometida, principalmente pelos grandes transtornos financeiros, econômicos e atuariais ocorridos diretamente no município em questão”.
Após outras alegações na peça, julgou procedente o pedido do MP, em face de Sávio Torres por ato de improbidade administrativa e improcedente o pedido em face de Antônio Gomes Vasconcelos Menezes.
Sávio Torres foi condenado a ressarcimento integral do dano no valor de R$ 761.449,66 (setecentos e sessenta e um mil, quatrocentos e quarenta e nove reais e sessenta e seis centavos) que correspondem “aos altíssimos multas, juros e correção monetária pagas pelo município, apurado nas planilhas anexadas aos autos pelo Ministério Público, com a incidência da correção monetária e dos juros legais desde a ocorrência do evento danoso”, segundo a decisão.
Ainda, pagamento de multa civil no valor de 50 (cinquenta) vezes o valor da remuneração percebida pelo agente à época que exercia o cargo de Prefeito do Município; suspensão dos direitos políticos por cinco anos, proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, pelo prazo de 3 (três) anos. Ainda ao pagamento das custas processuais. Como a decisão foi tomada na esfera local, cabe recurso.
“Emoção e sentimento de responsabilidade”. Foi assim que definiu o momento de sua posse ontem na câmara em Brasília o Deputado Federal Carlos Veras, primeiro na história de Tabira. Após o juramento, ele falou a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM prometendo trabalhar pelo fortalecimento das instituições e a luta contra a retirada de direitos dos […]
“Emoção e sentimento de responsabilidade”. Foi assim que definiu o momento de sua posse ontem na câmara em Brasília o Deputado Federal Carlos Veras, primeiro na história de Tabira.
Após o juramento, ele falou a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM prometendo trabalhar pelo fortalecimento das instituições e a luta contra a retirada de direitos dos trabalhadores.
O novo parlamentar revelou ter sido bem recebido pelas bancadas do PT nacional e de todos os partidos de Pernambuco.
Admitiu que logo no inicio dos trabalhos uma CPI deverá ser instalada para apurar os crimes ambiental e contra a vida cometidos em Brumadinho.
Falandosobre sua equipe, Carlos Veras disse que por enquanto do Pajeú tem apenas Claudia Rejane de São José do Egito, que coordenará o seu escritório no Recife, mas não descartou contar com alguém de Tabira uma vez que o time ainda não está completo.
Perguntado se votaria a favor de algum projeto apresentado pelo Presidente Jair Bolsonaro, o petista de pronto respondeu que se for a favor do Brasil e dos trabalhadores, vota sim.
Em se tratando de ações em favor de Tabira, o novo parlamentar federal citou que desenvolverá lutas em favor da segunda etapa do Curral da feira do gado e da Rodoviária da Cidade.
A Fundação Altino Ventura inaugurou nesta segunda-feira (30) o centro cirúrgico avançado de sua unidade do município de Serra Talhada. A nova unidade oftalmológica deve realizar cirurgias de catarata e tratamentos para glaucoma, totalizando cerca de 600 atendimentos por mês. Com a medida, cerca de 30 dos 41 municípios sertanejos serão beneficiados, isto é, o […]
A Fundação Altino Ventura inaugurou nesta segunda-feira (30) o centro cirúrgico avançado de sua unidade do município de Serra Talhada.
A nova unidade oftalmológica deve realizar cirurgias de catarata e tratamentos para glaucoma, totalizando cerca de 600 atendimentos por mês.
Com a medida, cerca de 30 dos 41 municípios sertanejos serão beneficiados, isto é, o serviço deve cobrir, em média, 75% da mesorregião do Sertão Pernambucano.
A obra contou com o aporte de R$ 1,6 milhão de emenda destinada pelo deputado federal Carlos Veras (PT-PE).
O parlamentar destaca que essa entrega é resultado de um esforço coletivo. Ele lembra que em novembro de 2020, o parlamentar recebeu em seu gabinete em Brasília(DF) o então prefeito de Serra Talhada, e atual deputado estadual, Luciano Duque e a prefeita eleita, Marcia Conrado. Ambos referendados pelos movimentos sociais e sindicais, colocaram a importância da obra para o povo sertanejo e o parlamentar abraçou a causa. “Agora, a obra é entregue não apenas aos serratalhadenses, mas para toda a população sertaneja, o que demonstra a preocupação de Marcia Conrado com todo povo sertanejo, sendo ela também presidenta da Amupe. É uma elegria muito grande poder entregar ao lado dela essa obra tão importante para toda a população do Sertão”, afirma.
Durante a inauguração, o deputado Carlos Veras destacou ainda a importância da nova unidade cirúrgica. “Essa iniciativa vai possibilitar que milhares de pernambucanos e pernambucanas voltem a enxergar, trazendo mais qualidade de vida, autonomia física, integração familiar e comunitária, além de novas alternativas de trabalho e renda”, comemora.
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