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Coluna do Domingão

Por Nill Júnior

Opine: Pacote de Moro ajuda a resolver criminalidade ou cria “licença para matar?”

As redes sociais tem se dividido entre quem tem aprovado e criticado o pacote anti-corrupção anunciado pelo Ministro da Justiça, Sérgio Moro. Como no período eleitoral, o debate vem muitas vezes carregado pela falta de argumentação racional de um lado ou de outro. O discurso é rasteiro, baixo demais.

A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe)  considerou o projeto “bastante positivo” para a sociedade e também reiterou seu apoio à prisão de condenados após julgamento de segundo grau.

No entanto, a entidade fez uma ressalva. “No caso da ‘plea bargain’, entendemos que a proposta merece ajustes e vamos apresentar sugestões. Mas, de modo geral, as medidas são essenciais para tornar mais efetivo o processo penal, o que está de acordo com a agenda de combate à impunidade”, disse Fernando Mendes, presidente da Ajufe.

O promotor pop star Deltan Dallagnol diz que o pacote traz a possibilidade em definitivo da execução provisória da pena. Ou seja, a pessoa vai pra cadeia depois do julgamento de uma apelação, do julgamento da segunda instância sem ter que aguardar as 4 instâncias julgarem o processo.

“Além disso, como o processo demora muito tempo na justiça, ele acaba sendo encerrado pelo que a gente chama de prescrição. Esse projeto muda isso, para que as pessoas não saiam impunes. Esse projeto ainda trata de questões envolvendo o foro privilegiado. Ele diz que quando eu estou conduzindo uma investigação sobre o crime de corrupção e eu encontro uma pessoa envolvida que tem foro privilegiado, eu não tenho que mandar tudo para a instância superior, o que paralisa a investigação e dificulta muito a efetividade da investigação”.

As maiores críticas tem relação com o item que trata da atuação policial. O Instituto Igarapé diz que preocupam as mudanças na legislação que isentam policiais que causarem morte em legítima defesa. “A proposta flexibiliza o entendimento sobre proporcionalidade da reação de forma muito subjetiva, fica difícil entender quais são os motivos que justificariam o excesso da reação. Ele (Moro) coloca na própria tipificação que a atividade policial em andamento pode ser classificada como legítima defesa. Na prática, policiais que agem em legítima defesa já têm esse benefício. O que não existe é o contrário: quando há excesso e violência (por parte da polícia), não tem atuação do Ministério Público e do Judiciário”.

Para o polêmico Reinaldo Azevedo, o pacote de Sérgio Moro ainda nem foi aprovado, mas já produz seus primeiros cadáveres. “O presidente Jair Bolsonaro prometeu direitos humanos para humanos direitos. Wilson Witzel, o governador do Rio, anunciou o tiro na cabecinha. Estupidez e retórica brutalista”.

Mas diz, quem deu verniz à barbárie foi mesmo o novo ministro da Justiça, com seu particularíssimo entendimento do que venha a ser legitima defesa, excesso e ação preventiva.

“O ex-juiz, agora ministro, não está nem aí para a lei. O governo Witzel já entregou a sua primeira penca de carne preta, a mais barata do mercado. Vem muito mais por aí. Todos trazem a marca simbólica da Lei Moro, mesmo sem a aprovação do Congresso, que se pode dar como certa.”, diz, fazendo referência à ação da Policia em Santa Tereza, Rio, com 13 mortos, segundo a PM ligados ao tráfico, a maior em dois anos.

Primeiro, importante o debate desde que com argumentos de um lado e de outro, sem a truculência verbal que tem dominado o cenário. Segundo, após passar no Congresso, precisa passar no teste real, da sua efetivação e implementação. Lá sim, vamos saber o que é carne e o que é peixe…

Mote pronto

O advogado Carlos Marques deu um dos motes da campanha contra o ex-prefeito Totonho Valadares caso se candidate em 2020. Como para a região,  pesquisas indicam que há uma rejeição natural a Bolsonaro, marcada pelo Lulismo e pelo impacto negativo das reformas, vai explorar até a última gota o voto do tucano em Bolsonaro no segundo turno. “Quem votou vai ter que responder. Pode ser cobrado pela fatura”, disse. E olha que já foi “Totonhista” apaixonado.

Voltar o quê?

Nada pessoal contra a ex-prefeita Cida Oliveira, mas as manchetes falam: Cida Oliveira é multada de novo pelo TCE: R$ 28.800,00; TCE julga irregular gestão fiscal de Cida Oliveira em 2013; Cida Oliveira é multada em R$ 42 mil pelo TCE; TCE imputa mais um débito a ex-prefeita Cida Oliveira; TCE: em Solidão, Cida Oliveira deixou déficit de R$ 6,7 milhões em 2014. É esse modelo que um grupelho na cidade quer ver voltando?

Dentes no quarador

Prefeitos que estiveram essa semana na Assembleia da Amupe estavam com sorrisos largos e dando pinote. Nos corredores, comemoravam a gorda parcela do FPM e também a liberação de uma importante fatia do ICMS, impactando positivamente as finanças de início de ano. Claro, isso não deu notícia, ao contrário de quando há queda. Que planejem bem o ano que começam sorrindo para não termina-lo chorando…

Olha o sapo

Tem muita gente na oposição e situação em Serra Talhada preparando o estômago para engolir um sapo sem tamanho, caso Luciano Duque vá para o bloco governista no estado. Com a saída de Armando da cena política, na oposição não há espaço que abrigue o gestor de uma das maiores cidades do Estado. Assim, não seria surpresa. Já se fosse para o PSL, como também especulado, o sapo será engolido pelo próprio Duque. São pólos extremos demais para ajustar o discurso.

Disse não

Duque foi questionado pela Coluna: Procede essa especulação sobre possível alinhamento com João Daniel e o PSL de Bolsonaro? Politicamente não é um pólo muito inverso para alinhar o discurso? A resposta do prefeito : “não (procede). Todos sabem os motivos por quais saí do PT. Tenho o maior respeito pela sigla e por tudo quanto foi feito pelo nosso povo . Estou refletindo sem pressa o caminho a seguir”.

Comprar suplente tá uma carestia em Tabira…

Se o “Pacote de Gil da Borborema”, um plano de cooptação da gestão Sebastião Dias para atrair o suplente de vereador e vingar-se de Didi de Heleno for a frente, custará ao contribuinte em 23 meses, de fevereiro deste ano até dezembro de 2020, mais de R$ 350 mil. É o valor no período de três linhas de transporte de estudantes (R$ 207 mil), aluguel de caminhonete do lixo (R$ 80.500) e dois empregos para agregados (R$ 69 mil). Se ocupar o lugar de Djalma das Almofadas na Câmara, como cogitado, vão mais R$ 195 mil, fora vantagens. É o suplente de meio milhão de reais…

Não vou

Tem prefeito que não é chegado a reunião de colegiado. Um deles, Tássio Bezerra, de santa Cruz da Baixa Verde, não mudou o  modus operante e não costuma aparecer em encontros de Cimpajeú ou AMUPE. Evandro Valadares também não gosta, mas dessa vez foi coagido pelos colegas e apareceu na Assembleia da AMUPE mesmo na base do apulso. Já Sávio Torres ainda não digeriu aparentemente não ter emplacado a presidência do Cimpajeú como queria. Não foi em protesto… O único que justificou ausência foi o de Carnaíba, Anchieta Patriota.

Frase da semana: “O Lula está preso, babaca”.

Ciro Gomes, reagindo a críticas de estudantes e defesa de Lula em encontro da UNE

Outras Notícias

Após reconhecer resultado da eleição, PL não se manifesta sobre autoproclamação de Flávio Bolsonaro

O Partido Liberal (PL) preferiu não se posicionar sobre a carta divulgada nesta quarta-feira (28) pelo senador Flávio Bolsonaro, na qual o candidato derrotado à Presidência da República se apresentou inicialmente como o verdadeiro presidente eleito do Brasil. A ausência de manifestação ocorre dois dias depois de a direção nacional da legenda reconhecer oficialmente o […]

O Partido Liberal (PL) preferiu não se posicionar sobre a carta divulgada nesta quarta-feira (28) pelo senador Flávio Bolsonaro, na qual o candidato derrotado à Presidência da República se apresentou inicialmente como o verdadeiro presidente eleito do Brasil. A ausência de manifestação ocorre dois dias depois de a direção nacional da legenda reconhecer oficialmente o resultado das eleições.

Questionado sobre a declaração do senador, o partido informou que ainda não tinha um posicionamento sobre o assunto.

A carta passou por alterações ao longo desta quarta-feira. Na primeira versão, Flávio utilizou a expressão “presidente eleito do Brasil”, apesar da derrota para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno.

Pouco depois, o senador recuou e substituiu a autoproclamação pela expressão “líder do Brasil”. O documento chegou a ser publicado nas redes sociais de Flávio, mas a postagem foi apagada e substituída por outra com o texto modificado.

Antes da publicação no perfil do senador, a carta havia sido compartilhada pelo influenciador digital Paulo Figueiredo, aliado da família Bolsonaro.

O documento também apresentou uma mudança no brasão nacional. Na primeira versão divulgada por Figueiredo, aparecia a inscrição “Estados Unidos do Brazil”, denominação adotada após a Proclamação da República, em 1889.

Posteriormente, o influenciador compartilhou outra versão, desta vez com o brasão da República Federativa do Brasil.

A ausência de posicionamento do PL contrasta com a manifestação oficial da legenda na segunda-feira (26), quando reconheceu o resultado da eleição presidencial. Até a divulgação da reportagem, o partido não havia esclarecido sua posição sobre a declaração de Flávio.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Beto Barata/PL

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Tarcísio diz entender indignação de Flávio após carta golpista, mas cobra respeito ao resultado e responsabilidade

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou nesta quarta-feira (28) entender a indignação de Flávio Bolsonaro (PL) após a derrota na eleição presidencial, mas defendeu que o resultado das urnas seja respeitado. A manifestação ocorreu depois que o senador divulgou uma carta na qual inicialmente se declarou o verdadeiro presidente eleito do […]

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou nesta quarta-feira (28) entender a indignação de Flávio Bolsonaro (PL) após a derrota na eleição presidencial, mas defendeu que o resultado das urnas seja respeitado. A manifestação ocorreu depois que o senador divulgou uma carta na qual inicialmente se declarou o verdadeiro presidente eleito do Brasil, apesar da vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Aliado de Flávio durante a campanha, Tarcísio procurou conciliar a compreensão pela insatisfação do senador com a defesa de uma atuação política responsável após o encerramento da disputa.

O governador destacou a necessidade de respeito ao resultado eleitoral e de responsabilidade por parte das lideranças políticas, em um momento de reorganização da oposição ao governo federal.

A posição mantém a linha adotada por Tarcísio em um pronunciamento divulgado na terça-feira (27), quando reconheceu o resultado da eleição, mas fez críticas à condução do processo eleitoral.

“Reconhecer o resultado não significa calar sobre os excessos”, afirmou na ocasião.

O governador também mencionou o que considera uso da máquina pública, programas anunciados fora do prazo e interferência do Judiciário durante a campanha. Essas avaliações foram apresentadas por Tarcísio como críticas ao processo eleitoral.

“A eleição passou, mas o país continua fraturado, dividido. E isso exige muita responsabilidade de quem lidera”, declarou no pronunciamento anterior.

A manifestação desta quarta-feira ocorre após Flávio Bolsonaro divulgar uma carta contestando o segundo turno e acusando a Justiça Eleitoral de fraude, sem apresentar provas.

Na primeira versão do documento, distribuída por aliados, o senador se apresentou como o verdadeiro presidente eleito do Brasil. Posteriormente, ao publicar a carta em sua conta no X, substituiu a autoproclamação pela expressão “líder”.

Flávio também anunciou que pretende comandar a oposição brasileira a partir dos Estados Unidos, para onde viajou depois da derrota eleitoral.

Tarcísio, por sua vez, vem defendendo que os partidos de oposição concentrem sua atuação na fiscalização do governo Lula e na apresentação de propostas para os próximos quatro anos.

No pronunciamento de terça-feira, o governador defendeu uma oposição vigilante, com cobranças relacionadas à responsabilidade fiscal e ao funcionamento das instituições.

“A eleição passou. O Brasil continua”, concluiu.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Tarcísio de Freitas sobre Flávio: “o caminho é respeitar o resultado das urnas e seguir em frente”

O governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas, comentou a movimentação de Flávio Bolsonaro nos Estados Unidos, pregando teorias da conspiração sobre a eleição. Após a derrota, Flávio Bolsonaro viajou para os Estados Unidos e divulgou uma carta pública contestando os resultados eleitorais e declarando-se o “verdadeiro presidente eleito”. Mas Tarcísio afirmou textualmente ao […]

O governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas, comentou a movimentação de Flávio Bolsonaro nos Estados Unidos, pregando teorias da conspiração sobre a eleição.

Após a derrota, Flávio Bolsonaro viajou para os Estados Unidos e divulgou uma carta pública contestando os resultados eleitorais e declarando-se o “verdadeiro presidente eleito”.

Mas Tarcísio afirmou textualmente ao Estadão:

“Entendo o sentimento de Flávio, entendo sua indignação e sua revolta, e esse sentimento é o de muitos brasileiros também. Mas o caminho é respeitar o resultado das urnas e seguir em frente.”

Tarcísio reforçou que a “eleição acabou” e defendeu que o papel da oposição agora deve ser construído de forma forte, serena e vigilante dentro do funcionamento regular das instituições democráticas e do Congresso Nacional.

Trump diz que não vai se envolver após Flávio Bolsonaro se declarar presidente eleito do Brasil

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (28) que não pretende se envolver na declaração do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que divulgou uma carta na qual se apresentou como o verdadeiro presidente eleito do Brasil, apesar da derrota para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno. Questionado por jornalistas sobre […]

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (28) que não pretende se envolver na declaração do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que divulgou uma carta na qual se apresentou como o verdadeiro presidente eleito do Brasil, apesar da derrota para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno.

Questionado por jornalistas sobre o documento, Trump evitou comentar as alegações feitas pelo brasileiro.

“Não vou comentar sobre isso. Não vou me envolver”, respondeu o presidente americano.

A manifestação ocorreu depois que Flávio chegou a Miami, acompanhado da esposa e das duas filhas. O senador deixou o Brasil apesar de uma determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que exigia a entrega de seus passaportes à Polícia Federal e proibia sua saída do país.

Na primeira versão da carta, divulgada por aliados, Flávio afirmou: “Dirijo-me ao povo brasileiro e à comunidade internacional como o verdadeiro presidente eleito do Brasil”.

Posteriormente, ao publicar o documento em sua conta na rede social X, o senador retirou a autoproclamação e passou a se apresentar como “líder do Brasil”.

Apesar da alteração, Flávio manteve as acusações de fraude eleitoral, sem apresentar provas, e os questionamentos à atuação do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral.

O parlamentar voltou a criticar a decisão que permitiu a ampliação do horário de votação em determinadas seções eleitorais. Também acusou a campanha de Lula de abuso de poder político e econômico e defendeu a cassação da chapa formada pelo presidente e pelo vice, Geraldo Alckmin (PSB).

Na carta, Flávio agradeceu a Donald Trump pelo acolhimento nos Estados Unidos e afirmou que pretende liderar a oposição brasileira a partir do território americano.

A resposta do presidente dos Estados Unidos, entretanto, não representou apoio às acusações apresentadas pelo senador nem reconhecimento de sua reivindicação à Presidência da República.

Trump já havia demonstrado disposição para receber Flávio e seus familiares no país. Também fez críticas à condução das eleições brasileiras, embora tenha afirmado que não tomou partido na disputa.

A declaração desta quarta-feira foi dirigida especificamente à carta divulgada pelo senador, sobre a qual o republicano preferiu não se posicionar.

Lula foi reeleito no domingo (25), com 51,79% dos votos válidos, contra 48,21% de Flávio Bolsonaro. O resultado foi proclamado pela Justiça Eleitoral e reconhecido oficialmente pela direção nacional do PL.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Flávio Bolsonaro recua e altera trecho da carta em que se proclamava presidente eleito do Brasil

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) alterou o trecho de uma carta em que se apresentava como o verdadeiro presidente eleito do Brasil, apesar da derrota para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições. A primeira versão do documento circulou entre aliados nesta quarta-feira (28), mas, ao publicar a carta em sua […]

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) alterou o trecho de uma carta em que se apresentava como o verdadeiro presidente eleito do Brasil, apesar da derrota para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições. A primeira versão do documento circulou entre aliados nesta quarta-feira (28), mas, ao publicar a carta em sua própria conta na rede social X, o parlamentar substituiu a autoproclamação pela expressão “líder”.

Na versão inicial, o texto começava com a declaração: “Dirijo-me ao povo brasileiro e à comunidade internacional como o verdadeiro presidente eleito do Brasil”.

A mudança ocorreu depois da repercussão do documento, que foi divulgado inicialmente por apoiadores do senador. Na publicação feita em seu perfil oficial, Flávio retirou a referência à condição de presidente eleito, passando a se apresentar como uma liderança política.

A primeira versão também apresentou um problema no brasão nacional utilizado no documento. A imagem trazia a inscrição “Estados Unidos do Brazil”, denominação antiga do país, posteriormente substituída pelo símbolo atualizado da República Federativa do Brasil.

Apesar das alterações, Flávio manteve as acusações de fraude nas eleições presidenciais, sem apresentar provas, e os questionamentos à atuação da Justiça Eleitoral. O senador também criticou a decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), que permitiu a prorrogação do horário de votação em determinadas seções eleitorais.

Na carta, Flávio afirma que deixou o Brasil por considerar que sofre perseguição política. O parlamentar agradece aos presidentes Donald Trump, dos Estados Unidos, e Javier Milei, da Argentina, e anuncia que pretende liderar a oposição brasileira a partir do território americano.

A manifestação foi divulgada após a chegada do senador aos Estados Unidos, três dias depois de sua derrota na eleição presidencial. A direção nacional do PL já havia reconhecido oficialmente a vitória de Lula.

 

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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