WhatsApp afirma ter cooperado com Justiça e se decepciona com bloqueio

O WhatsApp, que foi bloqueado nesta segunda-feira (2) por determinação judicial, informou ter cooperado com a Justiça brasileira e se disse decepcionado com a suspensão do app no Brasil. Esta é segunda vez que o aplicativo de mensagens fica fora do ar no país, a primeira delas em dezembro de 2015.
“Depois de cooperar com toda a extensão da nossa capacidade com os tribunais brasileiros, estamos desapontados que um juiz de Sergipe decidiu mais uma vez ordenar o bloqueio de WhatsApp no Brasil”, afirmou a empresa por meio de uma nota.
Segundo o WhatsApp, a decisão “pune mais de 100 milhões de brasileiros que dependem do nosso serviço para se comunicar e administrar os seus negócios”. A companhia voltou a dizer ainda não ter as informações solicitadas pela Justiça brasileira.
Por determinação da Justiça de Sergipe, as operadoras de telefonia bloquearam os serviços do aplicativo WhatsApp por volta das 14 horas. Alguns usuários já dizem estar sem acesso. A suspensão deve durar 72 horas, segundo ordem do juiz Marcel Montalvão, mesmo que no começo de março mandou prender o vice-presidente do Facebook na América Latina, o argentino Diego Jorge Dzodan.
O juiz atendeu a uma medida cautelar ingressada pela Polícia Federal, com parecer favorável do Ministério Público, já que o WhatsApp não cumpriu os pedidos da Justiça, mesmo após o pedido de prisão do representante do Facebook no Brasil.



A fama de que as estradas da Paraíba dão baile nas de Pernambuco vai acabar. Pelo menos é a promessa da Secretária de Infraestrutura e Recursos Hídricos, Fernandha Batista, reproduzida pelo blogueiro Erbi Andrade.

A Prefeitura de Santa Cruz da Baixa Verde, por meio da Secretaria Municipal de Educação, realizou a fase municipal do Concurso Ler Bem, promovido pela Associação Pernambucana de Atacadistas e Distribuidores (ASPA). A ação visa estimular o hábito da leitura entre estudantes do 4º ano do ensino fundamental da rede pública.
O resultado será divulgado no programa Revista da Cultura, na Cultura FM
Em meio à pressão para a sua substituição, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse neste domingo (14), por meio de sua assessoria de imprensa, que segue à frente da pasta e que o presidente da República, Jair Bolsonaro, não pediu que entregue o cargo.












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