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Buracos na PE 275 entre Tuparetama e Sertânia atormentam motoristas

Por Nill Júnior

Por Anchieta Santos

Foto: Blog de Itamar
Foto: Blog de Itamar

Enquanto a PE-292, estrada que vai de Afogados ao trevo antes de Albuquerque-né, cortando o município de Iguaracy, mesmo não estando sinalizada e nem concluída, se encontra em ótimo estado,  a situação da PE-275 é inversa.

A rodovia que vai de Tuparetama até o trevo antes de Sertânia, está tomada por buracos, cortando pneus e provocando acidentes. Motoristas cobram do DER, com representação em Sertânia, que requalifique urgentemente a estrada.

Outras Notícias

SENAI Petrolina abre vagas para cursos em Serra Talhada

O SENAI Petrolina está com inscrições abertas para os cursos de NR-10 Básico e NR-35 Trabalho em Altura, a serem ofertados na cidade de Serra Talhada, sertão do Pajeú pernambucano. As aulas presenciais acontecerão no prédio do Centro Tecnológico do Pajeú (antigo ITEP), localizado na Av. Custódio Conrado, nº 165 – Nossa Sra. da Conceição. […]

O SENAI Petrolina está com inscrições abertas para os cursos de NR-10 Básico e NR-35 Trabalho em Altura, a serem ofertados na cidade de Serra Talhada, sertão do Pajeú pernambucano.

As aulas presenciais acontecerão no prédio do Centro Tecnológico do Pajeú (antigo ITEP), localizado na Av. Custódio Conrado, nº 165 – Nossa Sra. da Conceição.

O NR-10 Básico, com carga horária de 40h, é um curso normativo exigido para quem trabalha com eletricidade e terá início no dia 8 de setembro.

Já a formação em NR-35 é voltada para a segurança na execução de trabalhos em altura. Com carga horária de 8h, o curso está marcado para o dia 25 de setembro.

Mais informações podem ser consultadas no site www.pe.senai.br, pelos telefones (087) 3202-1390/1381 ou (081) 98160.1238 (Whatsapp) e pelo e-mail [email protected] .

Documentário contará história de “Mulheres da Emergência” da seca de 83

Um documentário produzido por Uilma Queiroz, José Rogério e equipe, com recursos do Funcultura, vai contar a história da emblemática foto tirada em novembro de 1983 de mulheres grávidas que participaram  das frentes de emergência. O registro é símbolo da luta das mulheres por maior participação política e social. Pouco antes da foto, as mulheres […]

Foto mostra em primeiro plano mulheres grávidas da frente de emergência de 1983. Quase 35 anos depois, projeto quer descobrir o futuro das mulheres e dos filhos.

Um documentário produzido por Uilma Queiroz, José Rogério e equipe, com recursos do Funcultura, vai contar a história da emblemática foto tirada em novembro de 1983 de mulheres grávidas que participaram  das frentes de emergência. O registro é símbolo da luta das mulheres por maior participação política e social. Pouco antes da foto, as mulheres eram proibidas de participarem das frentes de trabalho sobre alegação de que “eram apenas esposas dos trabalhadores”.

Um movimento com faixas e cartazes cobrou participação das mulheres na frente, também registrado em imagens. “Mulher também é gente”, diz um deles. Reunir essas histórias é o desafio do documentário, chamado “O Benvirá”, referência à entidade que articulou a luta das mulheres no Pajeú, onde estava guardada a foto. Também foi lembrada a luta do movimento sindical e de figuras como o Bispo Dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho.

As filmagens já começaram e deverão seguir até agosto. No programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, ao ouvirem Uilma e Rogério falando do projeto, muitas mulheres identificaram familiares ou pessoas conhecidas que poderiam estar na foto ou estivera, nas frentes de emergência.

Tito Barbosa, Michelli Martins, Bruna Tavares, este blogueiro, Uilma Queiroz, José Rogério, Cláudio Gomes e Ângelo Zuos.

Comoveu o relato de Maria de Lourdes, da comunidade de Alto Vermelho. “Perdi uma criança quando trabalhava em um barreiro. A gente tinha que trabalhar mesmo grávida porque era o jeito”, falou comovida.

Se você identificar alguma das treze mulheres da foto de 1983, pode ligar para (87) 9-9631-1689 e 3838-2886.

Levy admite ajuste de impostos, mas diz que não é 'saco de maldades'

O novo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, admitiu nesta terça-feira (13) que haverá ajustes em impostos, mas negou que isso esteja dentro de um “saco de maldades”, ou algum “pacote” do governo. Ele não especificou, porém, quais tributos podem sofrer esses ajustes. “A gente não tem nenhum objetivo de fazer nenhum saco de maldades, ou […]

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, em imagem de arquivo (Foto: Reprodução)
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, em imagem
de arquivo (Foto: Reprodução)

O novo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, admitiu nesta terça-feira (13) que haverá ajustes em impostos, mas negou que isso esteja dentro de um “saco de maldades”, ou algum “pacote” do governo.

Ele não especificou, porém, quais tributos podem sofrer esses ajustes. “A gente não tem nenhum objetivo de fazer nenhum saco de maldades, ou pacotes, mas vamos ter de fazer algumas medidas”, declarou ao ser interpelado sobre alta de tributos.

Levy acrescentou que uma eventual alta de tributos é um movimento “compatível” com o objetivo de aumentar a poupança pública e “previsível” em um momento de reorientação da economia. Declarou que o governo também está avaliando os gastos públicos.

Segundo o novo ministro, os ajustes nas contas públicas buscam a retomada da confiança e do crescimento econômico, mas também ajudarão no controle da inflação. “Um mix entre a política fiscal [de gastos públicos] e monetária [definição dos juros para conter a inflação] é muito importante. Haverá uma disposição da política fiscal em ajudar [a política de juros, com um controle maior de despesas]”, declarou.

Levy aproveitou ainda para fazer uma analogia com um jogo de futebol. “Temos de acertar o jogo para ter um segundo tempo bom. Sair do zero a zero e começar a fazer gol. Entrar no segundo tempo com uma formação diferente e com fome de gol, mas também sem tomar gol. Vai ter mudança no jeito de jogar. É uma tarefa comum de governo”, afirmou. (G1)

Equipe da STTRANS participa de capacitação em Maceió

A Prefeitura Municipal de Serra Talhada, através da Superintendência de Trânsito e Transporte – STTRANS, participou de cursos de capacitação em trânsito, nos dias 23 e 24 de novembro, na cidade de Maceió – AL. Além do superintendente, Célio Antunes, integraram a equipe nesta formação a assessora jurídica, Gabriela Terto, e a chefe de Departamento […]

A Prefeitura Municipal de Serra Talhada, através da Superintendência de Trânsito e Transporte – STTRANS, participou de cursos de capacitação em trânsito, nos dias 23 e 24 de novembro, na cidade de Maceió – AL. Além do superintendente, Célio Antunes, integraram a equipe nesta formação a assessora jurídica, Gabriela Terto, e a chefe de Departamento de Educação, membro do Regimento Interno das Juntas Administrativas de Recursos de Infrações – JARI e do NTI, Carmem Ferraz.

Com o objetivo de aprimorar os procedimentos realizados pela Superintendência, a equipe esteve presente nos cursos de “Processo Administrativo de Trânsito” e “Autoridade Municipal de Trânsito – Atribuições e Responsabilidade”, ofertados pela empresa Trânsito Brasil de A a Z, com apresentação do Ten. Cel. Ordeli Savedra Gomes, especialista em Gestão e Legislação de Trânsito e Josimar Campos Amaral, especialista em Direito, Educação e Segurança no Trânsito. O curso contou com a presença de equipes de cidades dos estados de Pernambuco, Alagoas, Bahia e Sergipe.

O superintendente da STTRANS, Célio Antunes, comentou a capacitação. “Esta capacitação é muito importante para todos os órgãos que trabalham a legislação de trânsito. É o primeiro passo de um sentimento de busca pela verdade e pelo fazer o que é correto. Foi prazeroso participar e conhecer pessoas altamente capacitadas. Saímos do curso com outra bagagem”, disse.

Alepe aprova pacote de projetos do Governo

Com a aprovação de três projetos pelo Plenário, a Alepe concluiu, nesta quarta (14), a apreciação do pacote de matérias encaminhadas pela governadora Raquel Lyra nos meses de junho e julho. As proposições acatadas tratam da adesão de Pernambuco ao Plano de Promoção do Equilíbrio Fiscal (PEF); do empréstimo junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento […]

Com a aprovação de três projetos pelo Plenário, a Alepe concluiu, nesta quarta (14), a apreciação do pacote de matérias encaminhadas pela governadora Raquel Lyra nos meses de junho e julho. As proposições acatadas tratam da adesão de Pernambuco ao Plano de Promoção do Equilíbrio Fiscal (PEF); do empréstimo junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da reestruturação de carreiras do Estado.

Para que essas matérias, que foram debatidas por 49 dias, fossem aprovadas em primeira e segunda discussões, o plenário realizou uma reunião extraordinária logo após a ordinária.

Votações

O Projeto de Lei Complementar (PLC) nº 2087/2024 atualiza vencimentos de analistas, assistentes e auxiliares técnicos em Defesa Social, odontólogos, professores e profissionais do Grupo Ocupacional Gestão Técnico Administrativa da Polícia Militar. A medida também contempla analistas, assistentes e auxiliares de apoio administrativo às atividades fazendárias. 

Essa matéria recebeu 32 votos favoráveis em primeira votação e 33 na segunda. O deputado Gilmar Júnior (PV), que havia votado contra no primeiro turno, alegou ter errado e registrou apoio ao projeto na ordem do dia da reunião extraordinária. Para que fosse aprovado, o PLC 2087 precisava de 25 votos, que correspondem à maioria absoluta dos deputados.

Também foi aprovado o Projeto de Lei Ordinária (PL) nº 2088/2024, que autoriza Pernambuco a aderir ao PEF. Para aderir à iniciativa do Governo Federal, pela qual os Estados podem retomar operações de crédito com garantia da União, eles devem implementar pelo menos três de oito medidas indicadas no plano.

A proposta recebeu uma emenda da Comissão de Justiça que proíbe a implantação, como contrapartidas, da alienação total ou parcial de empresas públicas ou modificações em direitos dos servidores. 

Já o PL nº 2089/2024 permite ao Governo contrair empréstimo de R$ 652 milhões junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para obras de infraestrutura, como arco metropolitano, e implantação do programa Sertão Vivo. Esse projeto inclui a implantação de sistemas de irrigação, a construção de cisternas, a recuperação de áreas degradadas e a capacitação de pequenos agricultores.