Zeinha Torres se reúne com Gerente geral do Banco do Brasil
Por André Luis
Prefeito discutiu convênios e investimentos para o município
Na manhã desta quarta-feira (21), o prefeito do município de Iguaracy, Zeinha Torres, recebeu em seu gabinete a visita do Gerente geral do Banco do Brasil, Gesiel Belém
Durante a reunião foram tratados assuntos referentes aos convênios do município com o Banco do Brasil. Também foi trataram de linhas de créditos para novos investimentos no município.
Participaram ainda: o gerente de Relacionamento, Sergio Vasconcelos e o secretário de administração, Marcos Melo.
Do site da ABERT Criada em 1987, a Associação de Empresas de Rádio e Televisão de Pernambuco (ASSERPE) completou 35 anos nesta sexta-feira (21), representando mais de 80 emissoras e com destacada atuação na defesa da radiodifusão do estado. De acordo com o presidente da ASSERPE, Nill Júnior, o planejamento de um evento presencial comemorativo […]
Criada em 1987, a Associação de Empresas de Rádio e Televisão de Pernambuco (ASSERPE) completou 35 anos nesta sexta-feira (21), representando mais de 80 emissoras e com destacada atuação na defesa da radiodifusão do estado.
De acordo com o presidente da ASSERPE, Nill Júnior, o planejamento de um evento presencial comemorativo teve que ser adiado por causa da pandemia de COVID-19.
“Temos muito orgulho em poder dar nossa contribuição à radiodifusão brasileira. Pena que as restrições da pandemia travam uma comemoração à altura. Mas tudo ao seu tempo. Sigamos”, afirmou Nill Júnior.
A primeira reunião presencial que estava agendada para 17 de fevereiro em Serra Talhada, por exemplo, foi adiada para março em virtude do momento da pandemia. Na programação no ano marcado pelo 35º aniversário da entidade, está na pauta uma sessão solene na ALEPE no Dia Estadual o Rádio, 6 de abril.
Em mensagem enviada à ASSERPE, o presidente da ABERT, Flávio Lara Resende, destacou o papel da associação junto à radiodifusão pernambucana.
“Que o incentivo ao desenvolvimento do setor esteja sempre presente, valorizando e engrandecendo o rádio e a televisão pernambucanos”, disse Lara Resende.
O presidente da ABERT também elogiou a atuação de Nill Júnior à frente da ASSERPE. “Parabéns pelo seu trabalho e pela condução lúcida do nosso setor, tão importante para a democracia”, afirmou. Presidentes de várias associações estaduais também felicitaram a entidade em nota.
Anchieta Santos O deputado federal Sebastião Oliveira (foto), que comandou com mãos de ferro a poderosa secretaria dos Transportes, incluindo o DER, teve seu espaço no Governo do Estado reduzido a pó, mesmo tendo sido um aliado disciplinado do governador Paulo Câmara. É indiscutível que pesou a perda do comando do PR, recentemente, mas se […]
O deputado federal Sebastião Oliveira (foto), que comandou com mãos de ferro a poderosa secretaria dos Transportes, incluindo o DER, teve seu espaço no Governo do Estado reduzido a pó, mesmo tendo sido um aliado disciplinado do governador Paulo Câmara.
É indiscutível que pesou a perda do comando do PR, recentemente, mas se esperava que Sebastião pudesse manter algum tipo de espaço devido a sua votação, fato que não ocorreu.
Outro sertanejo que ficou mal na fita foi o deputado federal Kaio Maniçoba. Primeiro suplente da sua coligação, Kaio terminou ficando de fora de qualquer espaço do governo. Ter dobrado sua votação não foi suficiente para garantir seu mandato na Câmara dos Deputados, nem na condição de suplente. Apesar disso, ele mostrou que é bom de urna e terá quatro anos para tentar voltar à Câmara dos Deputados.
Participaram com indicações técnicas no segundo escalão do Estado partidos como o PP (Porto do Recife, IPEM, Lafepe e Administração de Noronha); o SD (Grande Recife, Jucepe e Procon) e o PT (Ipa, Iterpe e EPTI). O nome do Iterpe, Altair Patriota Correia Alves, veio do deputado federal eleito Carlos Veras, comprovando que ele está afinado com o governo.
É óbvio que ainda não há como aferir os efeitos das medidas mais restritivas em cinco dos últimos dez dias em treze cidades do Pajeú e Moxotó. Claro que em alguns momentos do dia de hoje, foi difícil e complexo lidar com as filas em bancos e lotéricas. Mas pode-se dizer que, em resposta a […]
É óbvio que ainda não há como aferir os efeitos das medidas mais restritivas em cinco dos últimos dez dias em treze cidades do Pajeú e Moxotó.
Claro que em alguns momentos do dia de hoje, foi difícil e complexo lidar com as filas em bancos e lotéricas. Mas pode-se dizer que, em resposta a quem amanheceu de câmera na mão, pregando e torcendo pro caos e desordem, o dia foi menos traumático do que se imaginava. Os que torcem para o dinheiro vencer a luta por salvar vidas saíram um pouco frustrados.
Todos os dias, diante do caráter regional do município de Afogados da Ingazeira há um número importante de pessoas procurando bancos, lotéricas e consumindo aqui. É isso aliás que faz a força do nosso comércio.
Era obvio que a procura hoje seria maior, mas o trabalho de MP, prefeitos, guarda municipal e privada conseguiu ordenar na maior parte do tempo. Mesmo nas filas longas havia espaçamento, salvo exceções.
O mais importante é que, despidos de medo de perder o que nos sobra, por nossa posição política ou editorial, do lado em que se está, reconhecer que esse foi o esforço possível para salvar nosso bem mais fundamental, a vida. Só quem tem outros interesses ou não consegue enxergar a dor de quem é vitimado por isso, só os desalmados, criticam espumando ódio.
Há muitos comerciantes críticos, com observações pertinentes, que estão pagando parte da conta com seus colaboradores, mas que tem um coração e não uma máquina registradora entre as costelas.
Essa crise revelou parte da sociedade em que vivemos. Irmãos se degladiando por dinheiro, filhos descuidando dos pais, mais amor ao dinheiro que à vida. Dinheiro é importante quando a gente manda nele e não o contrário.
Assim, toda a solidariedade aos irmãos do comércio e de todos os setores. Àqueles mais vulneráveis socialmente contem conosco. Temos que acudí-los diante desse efeito colateral, enquanto a vacina não vem.
E à iniciativa, dê resultado estatístico ou não (tudo indica que dará) nosso reconhecimento. Nunca foi nem será fácil. Saudações a quem tem coragem na defesa das vidas até dos críticos, com muitos infelizmente tendo perdido parentes para uma doença que minimizavam.
Não se negocia com a luta de salvar vidas. Essa máxima deveria guiar a todos, mas não chega onde a ganância lhe bate a porta…
Nota rebateu críticas sobre votação do projeto de lei das Dez Medidas contra a Corrupção Da FolhaPE Em nota enviada pela assessoria de imprensa, a presidência da Câmara dos Deputados, exercida por Rodrigo Maia (DEM-RJ), rebateu críticas de que o projeto de lei inspirado nas Dez Medidas contra a Corrupção, propostas pelo Ministério Público Lava […]
Plenário da Câmara dos Deputados Foto: José Cruz/Agência Brasil
Nota rebateu críticas sobre votação do projeto de lei das Dez Medidas contra a Corrupção
Da FolhaPE
Em nota enviada pela assessoria de imprensa, a presidência da Câmara dos Deputados, exercida por Rodrigo Maia (DEM-RJ), rebateu críticas de que o projeto de lei inspirado nas Dez Medidas contra a Corrupção, propostas pelo Ministério Público Lava Jato, tenha sido votado de maneira escusa e escondida da população.
A Casa informou que, nos últimos dez anos, uma centena de votações nominais ocorreu de madrugada, entre elas a do pacote anticorrupção, na quarta-feira (30).
A aprovação de emenda ao texto-base aprovado pelo plenário gerou duras críticas por ter incluído distorções do projeto original como a previsão de punição de juízes e investigadores.
Neste sábado (3), o procurador Deltan Dallagnol, da força-tarefa da Lava Jato, disse no Panamá que os deputados federais no Brasil se aproveitaram da tragédia com a Chapecoense para “infligir o mais duro ataque” que a operação já sofreu.
“Na apreciação do projeto de lei nº 4.850/2016, das ’10 medidas’, todas as regras constitucionais e regimentais foram observadas”, disse a Câmara na nota.
“Nada foi feito de maneira velada. Esta Casa aprecia a discussão e o contraditório. É o espaço por excelência para parlamentar. Estamos, pois, sempre dispostos a debater para deliberar.”
Leia a nota na íntegra:
“1. Durante o dia 29 de novembro, a Câmara dos Deputados trabalhou em sessões deliberativas ininterruptamente desde as 13h55. Na pauta, constavam apenas dois projetos, o PL 4238/2012, do Senado Federal, que tratava do piso nacional dos vigilantes, e as “10 Medidas contra a corrupção” propostas pelo Ministério Público (PL 4850/2016). As “10 Medidas” figuravam como primeiro item da pauta. O Plenário aprovou requerimento para inverter a ordem de deliberação das matérias, já antecipando que a votação deste projeto seria longa e dificilmente o quorum se manteria após sua conclusão. Esse fato demonstra, por si só, que estava claro para todos, desde o início da tarde do dia 29, que a votação das “10 Medidas” seria iniciada e, se possível, concluída em sequência, dentro da tradição da Casa.
Nos últimos 10 anos, a Câmara realizou uma centena de votações nominais no período da madrugada, deliberando matérias relevantes como a PEC 391/2009 (plano de carreira e piso salarial profissional nacional para o agente comunitário de saúde), a MP 457/2009 (parcelamento de débitos municipais referentes a contribuições sociais), a MP 595/2012 (MP dos Portos), a Lei Orçamentária Anual de 2014, a PEC da menoridade penal e a PEC do Novo Regime Fiscal, prevendo um teto para o gasto público. É importante frisar, ainda, que os trabalhos da Comissão Especial que apreciou o projeto das “10 medidas” também foram concluídos na madrugada do dia 24 de novembro, sem que esse fato tenha gerado qualquer tipo de controvérsia.
Na apreciação do PL 4850/2016, das “10 medidas”, todas as regras constitucionais e regimentais foram observadas. As sessões realizadas foram regularmente convocadas. O quórum manteve-se alto por todo o tempo. As matérias incluídas na Ordem do Dia estavam prontas para deliberação, com seus avulsos disponíveis a todos os parlamentares e cidadãos, no site da Câmara dos Deputados. Foram respeitadas as normas referentes ao sobrestamento de deliberações por matérias com prazo constitucional vencido. As votações foram nominais. Nada foi feito de maneira velada. Todos os procedimentos obedeceram a tradição e as regras da Câmara dos Deputados e reafirmam o compromisso com o debate democrático e transparente de ideias. Esta Casa aprecia a discussão e o contraditório. É o espaço por excelência para parlamentar. Estamos, pois, sempre dispostos a debater para deliberar”.
A partir de agora, indústrias com certificados de elevada biossegurança poderão produzir imunizantes e IFA contra a Covid-19 O presidente Jair Bolsonaro, sancionou a lei que permite a fabricação de vacinas Covid-19 em fábricas de produtos veterinários. Além do presidente, a sanção publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (16) é assinada pelos […]
A partir de agora, indústrias com certificados de elevada biossegurança poderão produzir imunizantes e IFA contra a Covid-19
O presidente Jair Bolsonaro, sancionou a lei que permite a fabricação de vacinas Covid-19 em fábricas de produtos veterinários.
Além do presidente, a sanção publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (16) é assinada pelos ministros da Saúde, Marcelo Queiroga; da Economia, Paulo Guedes; e da Agricultura, Abastecimento e Pecuária, Tereza Cristina.
O projeto, de autoria do senador Wellington Fagundes, estabelece uma série de critérios sanitários para que os parques tecnológicos da indústria farmacêutica veterinária possam produzir os imunizantes e o Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) contra a Covid-19.
Dentre as exigências estão elevado grau de biossegurança e a separação das linhas de produção da vacina animal e da humana. Esses locais deverão estar fisicamente distantes em todas as etapas de produção, incluindo o envasamento, etiquetagem, embalagem e armazenamento.
Um dos principais objetivos da lei é ampliar a oferta de vacinas e aproveitar toda a estrutura dos parques industriais brasileiros para o enfrentamento à pandemia. A medida permitirá que o Brasil avance na vacinação de sua população e que o país cumpra seu papel de liderança na América Latina, auxiliando países vizinhos a vencer o caráter pandêmico da doença.
“As fábricas de produtos animais são muito desenvolvidas, com tecnologia de ponta. A ideia é utilizar esses parques para fabricação de imunizantes e aumentar a capacidade de produção nacional de vacinas humanas, não só para atender o Brasil, mas para podermos ajudar outros países”, disse o ministro Marcelo Queiroga.
Acompanhado de técnicos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Ministério da Saúde, Queiroga visitou a fábrica Ourofino, que produz a vacina contra a febre aftosa, usada na proteção de bovinos e bubalinos.
A fábrica possui 180 mil m² e certificado de biossegurança nível 4. Essa é uma das unidades nacionais que pode passar a produzir as vacinas que protegem contra a Covid-19.
O assunto também foi tratado durante videoconferência entre o ministro e o presidente da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom, que reconheceu a importância da medida.
“Eu concordo totalmente em utilizar toda a infraestrutura existente, inclusive os parques de produção de vacinas animais. Precisamos ampliar a oferta de vacinas e essa é uma iniciativa que vem para nos ajudar”, disse Adhanom durante a videoconferência na quarta-feira (14).
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