Zeinha Torres diz não ter como pagar contrapartida do SAMU. “Quem decide sou eu”
Por Nill Júnior
Gestor anunciou segunda parcela do décimo terceiro e disse que irá tentar discutir vinculação do serviço direto com a Central de Regulação
O Prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres, rebateu as críticas por não ter aderido ao SAMU Regional dizendo que irá tentar colocar a cidade vinculada direto à Central de Regulação. Iguaracy é um dos cinco municípios que não aderiu ao programa cujo ato será assinado hoje.
Ele falou ao programa institucional da Prefeitura.
Sobre o fato de a Gerente Regional de Saúde da X Região, Mary Delânea, uma das entusiastas do projeto SAMU, ser sua esposa, o que geraria críticas, Zeinha afirmou que uma coisa nada tem a ver com a outra. “Ela faz um bom trabalho, é minha esposa, mas no meu município quem decide sobre o SAMU sou eu”, afirmou.
“É uma despesa a mais. Vou ter a ambulância presa. Hoje Iguaracy não pode pagar (a contrapartida). Outra coisa, tenho quatro ambulâncias que não é só pro município. Vou discutir direto com a Central de Regulação. É um direito meu credenciar ele na Central de Serra Talhada. Não tem nada a ver com minha mulher. Não tenho nada contra consórcio. Sou contra o pagamento de R$ 6.800 do município”, afirmou. Disse ainda que a população “não tem essa cultura de chamar a ambulância”. Também que “tem que organizar essa contabilidade direito”.
O prefeito aproveitou para anunciar que nesta quinta-feira (05), os servidores municipais estarão recebendo a segunda parcela do 13º salário, nas suas contas. Com a folha de novembro, o valor é de mais de R$ 1,7 milhão injetado na economia, informou.
A condução do presidente Weverton Siqueira, o Siqueirinha, gerou toda a confusão na sessão da Câmara desta segunda-feira. Ora, se ele queria ser solidário a Zirleide e apontou a confusão que seria o processo seguir após ela renunciar, pra quê colocou o futuro da questão em votação? Quando o assunto já se encaminhava para seguir o […]
A condução do presidente Weverton Siqueira, o Siqueirinha, gerou toda a confusão na sessão da Câmara desta segunda-feira.
Ora, se ele queria ser solidário a Zirleide e apontou a confusão que seria o processo seguir após ela renunciar, pra quê colocou o futuro da questão em votação?
Quando o assunto já se encaminhava para seguir o parecer que decretava, com a renúncia, acabava o processo, diz Siqueirinha: “vamos colocar em votação. Quem é a favor de seguir a ação, como quer o Delegado Israel e o advogado Fernandes Braga ou parar por aqui e encerrar o processo, como diz o Jurídico, no parecer apresentado pelo advogado Rivaldo Leal?”
Findada a votação, foi decidido por 6×3 que o processo seguiria. O advogado Rivaldo Leal, que passou todo tempo segurando o parecer, ficou visivelmente contrariado e desconsertado. “Quero ver como fazer agora. Não há previsão regimental no que acabou de ser aprovado”.
Mais a frente, um bom tempo e logo debate depois, questiona o próprio Siqueirinha: “Vamos nos colocar no lugar da vereadora. E se depois dela renunciar, se a Câmara decidir que ela deve ser absolvida? E se os vereadores decidirem por não cassar?”
Volta todo o imbróglio. “Se a gente revê o processo revê também a cassação dela”, reforça o presidente. Bota em votação de novo: aí, 8×1 pelo parecer.
Se com a renúncia, Zirleide seria passível de ação de inelegibilidade, como destacou o próprio representante do jurídico, Rivaldo Leal, a condução de Siqueirinha gerou uma confusão extremamente desnecessária, já que, aparentemente, o pactuado era respeitar esse posicionamento, apesar da justificada pressão pela sequência da ação por Israel Rubis e Fernandes Braga.
Claro, registre-se também a fragilidade de posição dos vereadores que foram pela continuidade e, em poucos minutos, votaram pelo arquivamento. Poderiam ter ido à sessão com uma posição firme, sem necessidade de tanto vai e volta. Passaram péssima imagem da Casa pra quem acompanhou a sessão.
Só João Marcos (prosseguimento), Luciano Pacheco, Everaldo Lira e Siqueirinha (arquivamento) nesse item mantiveram uma só posição.
Mas, resumindo, Siqueirinha foi o padrinho da grande confusão na sessão desta noite. Era só seguir o parecer, se era esse seu objetivo…
A governadora Raquel Lyra publicou vídeo ao lado do prefeito Wellington Maciel, destacando a melhioria e requalificação de mercados públicos de algumas cidades. “A vida das pessoas acontece nas cidades, por isso é nossa estratégia apoiar prefeitos e prefeitas pra mudar e melhorar Pernambuco todinho”, diz em sua rede. Por meio da ADEPE, há investimentos em […]
A governadora Raquel Lyra publicou vídeo ao lado do prefeito Wellington Maciel, destacando a melhioria e requalificação de mercados públicos de algumas cidades.
“A vida das pessoas acontece nas cidades, por isso é nossa estratégia apoiar prefeitos e prefeitas pra mudar e melhorar Pernambuco todinho”, diz em sua rede.
Por meio da ADEPE, há investimentos em reformas e melhorias de mercados em várias cidades, beneficiando a economia local e a vida dos moradores, citando os mercados de Arcoverde, São Bento do Una, Canhotinho, Catende, Bezerros e Cortês.
Além do prefeito Wellington, o vídeo taz a Primeira Dama Rejane Maciel.
Nota negativa ficou por conta de mesas e garrafas de vidro atrapalhando maioria que foi assistir shows A noite desta quinta-feira na Expoagro 2016 foi marcada por belos shows, cada um a seu estilo, de Maria Dapaz, lançando o projeto com Mahtma Costa em homenagem a Amália Rodrigues, Dorgival Dantas e Edson Lima e Gatinha […]
Nota negativa ficou por conta de mesas e garrafas de vidro atrapalhando maioria que foi assistir shows
A noite desta quinta-feira na Expoagro 2016 foi marcada por belos shows, cada um a seu estilo, de Maria Dapaz, lançando o projeto com Mahtma Costa em homenagem a Amália Rodrigues, Dorgival Dantas e Edson Lima e Gatinha Manhosa.
Paizinha falou do orgulho de lançar seu projeto na sua terra. Cantando para um público fiel, ela interpretou com maestria músicas como “Foi Deus” e também embalou com ritmos juninos, O Cochicho e Brincar de Ser Feliz.
Depois foi a vez de Dorgival Dantas. Chamou a atenção a mensagem final do artista, para aplausos do público. O artista disse que seu show não deprecia nem, agride as mulheres, cantando apenas o amor e o melhor da tradição nordestina. deixou o recado. Depois um Edson Lima, vários quilos mais magro mas sem perder a qualidade vocal fechou o show com chave de ouro. Hoje, aguardado grande público para os shows de Alceu Valença, Maciel Melo e Capital do Sol.
Ir e vir ficou prejudicado com excesso de mesas na frente do palco.
Mesas e garrafas atrapalharam: Ouvintes da Rádio Pajeú reclamaram do excesso de mesas na área do campo, onde fica o público. A onda do momento prejudica direito de ir e vir e cria ilhas de privilegiados em meio a quem foi curtir o show.
A Prefeitura já havia delimitado a área que cabe às mesas, nas laterais ao lado das barracas. Também havia excesso de garrafas de vidro em toda parte. O Secretário de Cultura Edgar Santos prometeu intensificar a fiscalização para hoje.
Tendo como referência e inspiração o governo de Eduardo Campos, o governador eleito, Paulo Câmara, revela a intenção de dar continuidade aos projetos e ao estilo do seu padrinho político. Nesta entrevista aos repórteres do Jornal do Commercio Ciara Carvalho, Franco Benites e Giovanni Sandes, Paulo antecipa as ações mais urgentes e enumera alguns desafios […]
Tendo como referência e inspiração o governo de Eduardo Campos, o governador eleito, Paulo Câmara, revela a intenção de dar continuidade aos projetos e ao estilo do seu padrinho político. Nesta entrevista aos repórteres do Jornal do Commercio Ciara Carvalho, Franco Benites e Giovanni Sandes, Paulo antecipa as ações mais urgentes e enumera alguns desafios deste primeiro ano de governo. Com perfil e experiência técnica, já foi o titular das pastas da Fazenda, Administração e Turismo do governo estadual. Paulo Câmara, que assume o mandato hoje, diz não estar preocupado em ser reconhecido como líder, mas em cumprir seus compromissos com Pernambuco e fazer com que o Estado continue a crescer, num ano de grandes incertezas.
JORNAL DO COMMERCIO – Governador, quais os desafios para o primeiro ano de governo?
PAULO CÂMARA – O maior desafio é não deixar o Estado parar. Fizemos muito investimento, nos últimos oito anos, na saúde, por exemplo. Construção de hospitais, UPAs, dobramos o número de leitos. Mas a população agora quer, fora a manutenção desses investimentos, que a saúde seja mais humanizada, que o atendimento seja direcionado para cada pessoa. Já a educação vem melhorando ano a ano, apesar de ainda estar muito aquém do que queremos para os pernambucanos. Na segurança temos o desafio de reverter os números que, em 2014, pioraram. O Pacto Pela Vida vai ter que ser uma política que faça com que os indicadores de homicídios e os outros indicadores de segurança voltem a diminuir no Estado. Também temos que ter uma polícia que preze pela cidadania, não apenas a repressão. E ainda há um conjunto de obras de infraestrutura que ou estão em andamento ou estamos para iniciar. Precisamos investir numa agricultura cada vez mais protegida das alterações climáticas e criar um plano de convivência com o Semiárido. A população sabe que a política econômica de Pernambuco cresce e que o emprego já não é o maior desafio do Estado. As pessoas querem políticas sociais mais abrangentes e que cheguem a cada um. Então, não é só a questão econômica que pesa em Pernambuco, o social também. Todas as secretarias, mesmo as mais específicas e técnicas, devem contribuir com a política social. Então, esse é o desafio: ter um governo integrado, que mantenha as conquistas econômicas e as conquistas sociais, mas que avance em cada uma e que comece a desenvolver políticas que cheguem mais perto da população. Tenho convicção de que se nos próximos quatro anos eu conseguir introduzir essa mudança< vou entregar Pernambuco melhor do que estou encontrando agora.
JC – Como o senhor vai viabilizar o impacto financeiro das ações e principais obras físicas que o senhor pretende implementar?
PAULO – É um desafio, sem dúvida. O ano de 2015 vai ter também o viés dos ajustes, o Estado tem que se preparar para o atendimento dessa demanda. Vamos ter que contratar melhor, enxugar gastos, manter o ritmo de investimento e crescimento. O ano de 2014 foi um ano difícil, mesmo assim vamos investir mais de R$ 3 bilhões. Pernambuco vai continuar tendo uma capacidade de investimento invejável em relação aos outros Estados do Brasil. Mesmo com todas as frustrações que tivemos, recursos que viriam e deixaram de vir e operações de crédito que não foram colocadas, conseguimos fazer com que oportunidades que tínhamos internamente fossem potencializadas.<
JC – Sobre o programa Pacto Pela Vida (PPV) há um decreto assinado pelo governador Eduardo Campos, em 2008, em que o senhor também foi signatário, que previa um efetivo ideal de 10.400 policiais civis para 2015. Encerramos 2014 com 4.800 policiais apenas, abaixo de 50% do previsto. Houve um aumento de 758 homens – que é a diferença entre 2007 e 2015. Como equilibrar essa conta para que o resultado apareça nas ruas?
PAULO – O Pacto Pela Vida é uma política dinâmica que precisa passar por ajustes. Houve êxito nos últimos sete anos na redução de homicídios e, em 2014, tivemos um aumento. Vamos fechar ainda os oito anos com um índice de cerca de 30% de redução de homicídios. É uma política diferenciada em relação aos outros Estados. Mas não é só uma questão de pessoal, é uma questão também de ações que precisam ser desenvolvidas.
JC – Já teríamos alguma ação para sinalizar
PAULO – Vamos contratar o efetivo que for necessário. Já temos dois mil policiais militares sendo treinados para estarem à frente das operações. Essa questão da Polícia Civil também vai ser vista, em relação a delegados, agentes… Vamos reestruturar nossas polícias e isso não depende apenas de efetivo, mas também de reestruturação política para que atinjamos nossos objetivos. Como eu disse na campanha, a política de segurança deve ser assumida como Eduardo assumiu. Vou assumir a política de segurança também, estarei à frente dessas medidas que o PPV vai promover para que consigamos, já no curto prazo, ter bons resultados. Precisamos inverter essa curva com novos resultados. Uma das primeiras ações é convocar o programa Pacto Pela Vida com a minha participação.
JC – O PSB não é um partido da base da presidente Dilma. O senhor espera algum tipo de dificuldade?
PAULO – Não vou procurar o governo federal para outra questão que não sejam obras de melhorias para Pernambuco, para aperfeiçoamento do serviço público. A nossa relação é de independência. O PSB não tem casa no governo e não vai pleitear isso. Não vou apoiar município A ou B porque me apoiou ou não na campanha. Vou tratar todos os municípios de maneira igual, os projetos serão realizados independentemente de o prefeito ser aliado do governo ou não. Pelas duas conversas que tive com a presidente Dilma, ela se mostrou muito receptiva em me atender e conversar. Temos a convicção de que as parcerias em favor de Pernambuco não vão sofrer retaliação.
JC – O senhor é uma liderança dentro do PSB nacional, mas o governador João Lyra falou em entrevista ao JC que liderança não é cargo. Como o senhor pretende exercer essa liderança não só no Estado, mas também no partido?
PAULO – Essa questão de liderança é uma questão muito batida na campanha eleitoral. Liderei a campanha eleitoral com 68% dos votos, fui o candidato mais votado do Brasil. Falava-se a mesma coisa de Geraldo (Julio) em 2012. Não vou ficar aqui me rotulando de líder, vou governar Pernambuco, cumprir meus compromissos liderando minha equipe, ouvindo os anseios da população. Quero ouvir Pernambuco como Eduardo ouviu e daqui a quatro anos quero entregar o Estado melhor do que recebi. Se as pessoas vão me chamar de líder ou não, isso pouco me interessa. O que me interessa é cumprir meus compromissos e fazer com que as pessoas queiram nascer, viver, estudar e ser felizes em Pernambuco.
O deputado estadual Lucas Ramos (PSB) esteve no loteamento São Tirso, em Surubim, ao lado do anfitrião, o deputado federal Danilo Cabral (PSB), da prefeita Ana Célia (PSB) e outros quadros da legenda – como o vice Guilherme Nóbrega e o ex-prefeito Flávio Nóbrega. Durante o evento, Lucas ressaltou a importância da eleição da chapa […]
O deputado estadual Lucas Ramos (PSB) esteve no loteamento São Tirso, em Surubim, ao lado do anfitrião, o deputado federal Danilo Cabral (PSB), da prefeita Ana Célia (PSB) e outros quadros da legenda – como o vice Guilherme Nóbrega e o ex-prefeito Flávio Nóbrega.
Durante o evento, Lucas ressaltou a importância da eleição da chapa majoritária como etapa essencial para a continuidade do projeto de desenvolvimento de Pernambuco. “A gente precisa unir nossas forças para lutar contra aqueles que querem jogar o Brasil décadas para trás. Por isso, precisamos eleger a chapa majoritária do time do governador Paulo Câmara”, justificou.
Concorrendo a reeleição para o Congresso, Danilo Cabral elogiou Lucas. “Eu acompanho o trabalho de Lucas de perto há muito tempo. Referências que vêm desde Miguel Arraes e Eduardo Campos. Quem votar no 4010, vota também no 40110.” A prefeita Ana Célia também declarou depositar confiança no parlamentar.
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