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Zeinha defende apoio a Raquel e diz que falta de ação de Sebastião Oliveira o ajudou a definir voto

Por Nill Júnior

Gestor disse também que Paulo Câmara fará muita falta

O prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres (PSB), comemorou falando ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, a condição de majoritários de seus candidatos no município.

Na cidade, Lula obteve 5.644 votos, Danilo Cabral 2.913 votos, Teresa Leitão 3.805 votos, Renildo Calheiros 2.311 votos e Waldemar Borges, 2.196 votos.

Perguntado sobre o que determinou a derrota de Danilo, ele disse ter faltado uma leitura do trabalho do governo Paulo Câmara. “Paulo vai fazer muita falta. Fez estradas, pegou duas pandemias, da Covid e de Bolsonaro”, criticou. “Manteve o estado em dia, mesmo com a pandemia. Abriu leitos na Covid. Veja o Hospital Regional”.

Ele explicou porque decidiu apoiar Raquel Lyra. “Primeiro, tive uma conversa com o governador. Ele  deixou  a vontade. Se ele tivesse dito pra votar na outra, tinha votado. Mas fui prefeito com ela, quando administrou Caruaru. Marilia não simpatizo pelo vice, Sebastião Oliveira, que como Secretário nunca fez nada pelo nosso município. Ajudou a acabar as estradas e hoje a culpa é de Paulo Câmara. E Marilia nunca mandou uma emenda pra cá”.

Sobre o apoio de seu adversário, Francisco Dessoles, a Raquel, disse não ter problema. “Eu estive com ela junto com outros prefeitos e decidimos apoiá-la. Isso nada impede que outro grupo vote com ela”. Disse ainda que a sua posição nada tem a ver com 2024, quando estarão em palanques opostos.

Outras Notícias

PF mira senador Jaques Wagner e banqueiro Augusto Lima em 9ª fase da Compliance Zero

A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quinta-feira (18), a 9ª fase da Operação Compliance Zero, que investiga a participação de agentes públicos em irregularidades envolvendo instituições financeiras. A Compliance Zero investiga um suposto esquema bilionário de fraudes, corrupção, lavagem de dinheiro e obstrução da Justiça ligado ao Banco Master. Relembre aqui as fases anteriores da operação. O senador Jaques […]

A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quinta-feira (18), a 9ª fase da Operação Compliance Zero, que investiga a participação de agentes públicos em irregularidades envolvendo instituições financeiras.

A Compliance Zero investiga um suposto esquema bilionário de fraudes, corrupção, lavagem de dinheiro e obstrução da Justiça ligado ao Banco Master. Relembre aqui as fases anteriores da operação.

O senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado, e o banqueiro Augusto Ferreira Lima, dono do Banco Pleno — liquidado pelo Banco Central em fevereiro —, estão entre os alvos desta fase.

Segundo informações obtidas pela TV Globo, a operação tem como foco principal a relação entre o senador e o banqueiro Augusto Lima, apontado como aliado de Daniel Vorcaro.

A PF apura se o parlamentar teria atuado em favor de projetos de interesse do Master no Congresso, entre eles a chamada “Emenda Master” e uma proposta que ampliava o limite do crédito consignado.

Em contrapartida, os investigadores suspeitam que Wagner tenha recebido vantagens indevidas, como um apartamento, repasses que somariam R$ 3,5 milhões por meio de uma empresa ligada a familiares, além do uso de aeronaves e ingressos para shows.

A apuração teve início após a análise de mensagens encontradas no celular de Augusto Lima.

Policiais federais cumprem 18 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo ministro André Mendonça, relator do caso nbo Supremo Tribunal Federal (STF), em endereços ligados aos alvos no Distrito Federal, em São Paulo e na Bahia.

Além disso, agentes federais cumprem medidas cautelares, como proibição de contato entre os investigados, suspensão de passaportes e monitoramento eletrônico. Os fatos investigados podem caracterizar os crimes de corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

FBC acompanha Bolsonaro no acionamento das comportas do Ramal do Agreste

O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), participou nesta sexta-feira (19) da solenidade de acionamento das comportas do Ramal do Agreste no reservatório de Barro Branco, em Sertânia (PE). Ao lado do presidente Jair Bolsonaro, o senador destacou a importância da obra, que foi concebida há 11 anos, para a segurança hídrica […]

O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), participou nesta sexta-feira (19) da solenidade de acionamento das comportas do Ramal do Agreste no reservatório de Barro Branco, em Sertânia (PE). Ao lado do presidente Jair Bolsonaro, o senador destacou a importância da obra, que foi concebida há 11 anos, para a segurança hídrica de Pernambuco. 

“Demorou muito tempo para que a obra fosse licitada, mas foi o seu governo, através do ministro Rogério Marinho, que conferiu toda a prioridade. E o seu governo já investiu mais de R$ 1,1 bilhão nesta obra”, disse Fernando Bezerra. “Como senador de Pernambuco, agradeço e tenho a honra de ser seu líder, porque as críticas, os xingamentos, tudo passa. O que não passa é o que o seu governo está fazendo em todo o Brasil e de forma especial aqui em Pernambuco.”

O prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (MDB), também participou do evento. 

No total, o Ramal do Agreste está orçado em R$ 1,67 bilhão e mobiliza cerca de 2,6 mil trabalhadores. Quando concluída, em junho de 2021, a obra levará as águas do Eixo Leste do Projeto de Integração do Rio São Francisco à região de maior escassez hídrica de Pernambuco, podendo atender 2,2 milhões de pessoas de 68 municípios do estado por meio da Adutora do Agreste.

Renato Janine diz que renda máxima exigida para o Fies será reduzida

O ministro da Educação, Renato Janine, informou que haverá uma redução no patamar de renda dos candidatos à segunda edição do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) deste ano. Ele não adiantou de quanto será a redução. Hoje, o estudante deve ter renda familiar de até 20 salários mínimos para conseguir o crédito. “Mesmo 92% dos […]

Segundo o ministro, a meta é oferecer os melhores cursos para quem mais precisa
Segundo o ministro, a meta é oferecer os melhores cursos para quem mais precisa

O ministro da Educação, Renato Janine, informou que haverá uma redução no patamar de renda dos candidatos à segunda edição do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) deste ano. Ele não adiantou de quanto será a redução. Hoje, o estudante deve ter renda familiar de até 20 salários mínimos para conseguir o crédito.

“Mesmo 92% dos financiamentos do Fies destinados às famílias com até três salários mínimos, não per capita, mas de renda total, esse limite deve ser reduzido”, explicou Janine. A segunda edição do Fies foi anunciada ontem (8) pelo ministro, que participou hoje (9) de audiência pública na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado.

Segundo ele, a nota mínima para acesso ao crédito, de 450 pontos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), permite que alunos de escolas públicas consigam competir pelo financiamento, pois a média desses estudantes no Enem alcançou 474 pontos.

“Portanto, 24 pontos acima do necessário. Então, se temos alunos com nota inferior, há muitos com notas maiores. A meta é oferecer os melhores cursos para quem mais precisa”, disse o ministro. Janine acrescentou que a prioridade é atender cursos com notas 4 e 5 nas avaliações do Ministério da Educação (MEC).

Janine explicou que serão priorizados cursos para formação de professores da educação básica, cursos da área de saúde e cursos que visam ao aumento de produtividade do país, como os de engenharia. De acordo com o ministro, cerca de 55% das vagas são para cursos desses matizes. As regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, excluindo o Distrito Federal, também terão prioridade.

Sobre o contingenciamento de R$ 9,4 bilhões no orçamento do MEC, o ministro afirmou que não haverá cortes em programas importantes, apenas reescalonamento.

“Sabemos que o orçamento é limitado pela economia do país, mas vamos reprogramar utilizando os melhores critérios. Apesar de o Fies ofertar menos recursos que no ano passado, ele tem novos critérios que são avanços. Tudo que é estruturante na educação será preservado. Não podemos ignorar que é um ano difícil. Por isso, não será fácil a gestão do MEC. Depois de anos de avanço, estamos tendo de fazer um balanço”, esclareceu Janine.

O ministro falou ainda sobre a importância de tornar atrativa a carreira de professor. Segundo ele, os baixos salários impedem os jovens de se tornarem professores. “Então, é preciso investir na valorização salarial, nas condições de trabalho e na formação inicial e continuada, priorizando a educação básica.”

Agência do Sicoob Afogados temporariamente fechada por casos de Covid-19

Por André Luis A preocupação de autoridades como o promotor Lúcio Almeida, do diretor do Hospital Regional Emília Câmara, Sebastião Duque e do secretário de Saúde de Afogados da Ingazeira, Artur Amorim com relação ao fechamento de setores da iniciativa privada e pública por conta do aumento do contágio da Covid-19, começam a virar realidade. […]

Por André Luis

A preocupação de autoridades como o promotor Lúcio Almeida, do diretor do Hospital Regional Emília Câmara, Sebastião Duque e do secretário de Saúde de Afogados da Ingazeira, Artur Amorim com relação ao fechamento de setores da iniciativa privada e pública por conta do aumento do contágio da Covid-19, começam a virar realidade.

Está semana o blog já havia informado sobre o risco da Caixa de Afogados suspender atendimento ao público por conta de servidores que tem se afastado por testarem positivo para a Covid-19, ou estarem com síntomas gripais.

Agora, o Sicoob, divulgou em nota que está com o atendimento no interior da unidade de Afogados temporariamente suspenso. O motivo, o aumento dos casos de Covid-19.

Segundo o comunicado, o retorno do atendimento presencial está previsto para 7 de fevereiro.

“Para realizar transações financeiras, fazer pagamentos, transferências, ver seu extrato, dentre outros, utilize os nossos canais digitais”, informa o comunicado.

Ainda segundo o comunicado: “para atendimento presencial, visite uma de nossas agências mais próximas: Carnaíba/PE e Tabira/PE”.

Em caso de dúvidas, a cooperativa pede que  entre em contato no telefone: (87) 99967-8470 (Whatsapp).

Assista : PSB oficializa Eduardo Campos para presidente e Marina para vice

Clique na imagem acima para acompanhar ao vivo o ato que homologa as candidaturas de Eduardo Campos e Marina Silva à Presidência da República. O PSB realiza esta manhã deste sábado (28) convenção nacional para oficializar as candidaturas do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos à Presidência da República e da ex-senadora Marina Silva à Vice-Presidência. […]

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Clique na imagem acima para acompanhar ao vivo o ato que homologa as candidaturas de Eduardo Campos e Marina Silva à Presidência da República.

O PSB realiza esta manhã deste sábado (28) convenção nacional para oficializar as candidaturas do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos à Presidência da República e da ex-senadora Marina Silva à Vice-Presidência.

O evento anunciará a coligação “Unidos pelo Brasil”, aliança entre PSB, PPS, PPL, PRP e PHS.

De acordo com assessores da campanha, Campos deverá reforçar, no discurso, que sua candidatura, em aliança com Marina Silva, é a única capaz de promover mudanças significativas no Brasil. Em declarações nas últimas semanas, o ex-governador reforçou críticas ao que chama de “velha política”, baseada, segundo ele, na troca de vantagens.

Campos tem endurecido nas críticas ao governo da presidente Dilma Rousseff, destacando que a dirigente deixará o país “pior do que recebeu” das mãos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Marina Silva também irá discursar, na convenção nacional, defendendo que a aliança com Campos trará “renovação” ao país.

O presidente do PPS, deputado Roberto Freire (SP), reforçou que o mote dos discursos será a necessidade de mudança. “A sociedade brasileira quer mudar. É como no esporte, num jogo de futebol, está na hora de haver substituição. Todo o discurso nosso daqui para frente é sobre a necessidade de mudança”, afirmou ao G1.

Freire disse que o PPS resolveu apoiar Campos e Marina Silva por acreditar que os dois farão um governo com foco em desenvolvimento econômico e aumento na capacidade de produção. Para ele, o Brasil atualmente enfrenta um “período de mediocridade”.

“Não tem investimento em produção, não tem desenvolvimento econômico. Uma das coisas que nos levou a apoiar Eduardo Campos é a ideia que o Brasil precisa de uma agenda para o desenvolvimento. Desde muito tempo que não temos um projeto nacional de desenvolvimento”, disse.

Para o líder do PSB na Câmara, deputado Beto Albuquerque (RS), a convenção confirmará o fim das divergências entre membros do PSB  e da Rede Sustentabilidade, partido de Marina Silva que ainda não obteve registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) – Marina se filiou ao PSB provisoriamente, até que a Rede seja oficialmente criada.